Aceitei Edu como homem(parte 3). A conversa em que revelei aceitar Edu como macho fixo.
Nesta parte conto a conversa derradeira na qual Edu soube do meu desejo de ser uma fêmea pra ele e consolidou como meu macho fixo.
Amanheci cansado por ter passado a noite em claro.
Meu corpo castigado após uma noite de sexo intenso com Edu, demonstrava a olhos vistos o poder dele como macho.
Eu não estava preocupado com meu estado, apesar de me sentir completamente destruído. Dores pelo corpo e principalmente no meu anus, que apresentava um inchaço brutal e um aspecto que denunciava um arrobamento desumano.
Eu me preocupava mesmo com o sentimento de angustia que remetia um aperto no coração por não estar na presença de Edu e não saber novamente quando estaria.
Seria um final de semana angustiante, esperando pelo menos poder ver o homem que havia feito eu me sentir uma fêmea desejada.
Eu pensava em Edu 100% do tempo. Estava em constante estado de excitação e as cenas dele me fodendo não saiam da minha cabeça.
Seu pau duro não saía da minha mente e me levava a me mastrubar diversas vezes ao dia e durante a noite e madrugada.
A segunda chegou e a ida pro trabalho foi completamente excitante.
O simples fto de que eu o veria no trabalho me deixava totalmente excitado e ancioso.
Quando eu já estava no trabalho e o vi entrando, meu coração quase saiu pela boca e meu cú realgiu fortemente, pulsando como se esperasse engolir aquela mangueira grossa mais uma vez.
Tive certeza que Edu era o homem que eu sempre procurei, mas não sabia como admitir e se deveria revelar isso a ele.
Ao me comprimentar, eu gaguejei diante dele e perguntei se eu poderia lhe falar ao final do dia.
Ele perguntou se eu queria conversar antes mas eu me esquivei e pedi que fosse ao fim do dia.
O dia se arrastou e minha longa espera foi tão angustiante assim como todo o meu final de semana.
Ao sairmos, ele me convidou para ir ao bar que ele tinha me levado da primeira vez.
Sentamos e eu diante de sua postura masculina altiva, acabei ficando muito intimidado e não consegui falar o que tinha vontade.
Fiquei esperando o momento certo, mas ele me levou pra casa sem que eu tivesse coragem de revelar que o queria como meu homem de forma fixa.
A semana inteira saimos e conversamos muito sobre nós e aproveitamos para revelar mais sobre nossas vidas.
Edu na sexta-feira foi mais ousado e perguntou se poderíamos ir para o motel. Eu estava subindo pelas paredes e de pronto aceitei.
Quando entramos no seu carro, eu não aguentei e me agarrei ao seu pescoço e o beijei na boca.
Ele sorriu e sem entender percebeu que eu queria dizer algo e perguntou o que eu queria?
Eu empolgado e sem suportar mais esconder, acabei revelendo que eu queria que ele fosse meu homem.
Ele me olhou e disse que ele já era meu homem.
Mas eu fui adiante e lhe expliquei que queria que ele fosse meu homem fixo, meu macho.
Eu perdi a linha e fui adiante e disse que queria ser fêmea, fêmea de verdde pra ele.
Ele riu e disse pra eu deixar de ser bobinho e que ele não me via como homem. Que desde de a primeira vez que ele me comeu, que eu sempre fui fêmea pra ele.
Ele disse que nada em mim remetia que eu pudesse ser homem, mesmo que meu micropenis estivesse ali, mas pra ele não passava de um detalhe inespressivo, até porque eu sempre demonstrei passividade total na presença dele.
Realmente meu pau não tem ereção quando estou sendo penetrado por Edu, ou por outro homem qualquer. Eu sou completamente passivo.
Meu tesão é totalmente percebido em meu anus. Consigo gozar sentindo o pau do macho penetrar meu cú e estimular minha prostata.
Eu aprendi a gozar assim e somente dessa forma sinto prazer.
As vezes em casa em bato uma punhetinha usando dois dedos em forma de pinça, para estimular e gozo.
Ele apenas me olhou e para minha total satisfação disse que eu poderia me considerar fêmea dele e ele seria meu macho fixo com o maior prazer.
Pulei em cima dele e o abracei e agradeci muito que ele tivesse me aceitado como fêmea e disse que faria dele o homem mais feliz do mundo.
Enquanto ele arrancava com o carro eu em agradecimento coloquei seu pau pra fora da calça e abocanhei seu pau, pagando um boquete até chegar no motel.
Entramos no apartamento e eu fui ao banheiro, me lavei pra ele e voltei já totalmente nú. Subi na cama e fiquei de quatro, com a bundinha bem empinada e a cabeça virada para os pés da cama.
Ele andou até os pés e se despiu, punhetou levemente o pau, fazendo aquela cabeça enorme do pau dele saltar e ficar exposta.
Eu apoiei saus bolas enormes com uma das mãos e a outra prossegui punhentando com muito carinho aquela jeba linda dele e ela foi entumecendo devagar até fazer aquela curva pra cima.
Voltei a chupar o pau dele, mas apenas dando um trato na cabeça lustrosa que soltava aquele liquidozinho.
Uma delícia sentir o pau de um homem como Edu pulsando na nossa boca.
Eu apreciava aquele monstro, e lambia o corpo do pau e depois voltava a sugar a cabeça. As vezes eu lambia e chupava suas bolas também.
Depois de muito tempo paguando um boquete muito safado no meu macho, ele mandou eu parar e virar pra ele.
Obedeci meu macho e fiquei de quatro pra ele, aguardando sentir suas mãos pegarem minha cintrua e sentir a cabeça do pau encostar na entrada do meu cú.
Meu cú piscava ancioso e chamava a atenção de Edu que ao invés de me penetrar com seu pau, preferiu cair de boca e linguar meu rabo de uma maneira maginífica que me fazia gemer, espernear , gritar e implorar por pica.
Essa tortura durou alguns minutos, que se tornaram angustiante e me transformaram numa puta insaciável que não parava de pedir pau para aquele homem maravilhoso.
Depois de muito esperar e quase chorar implorando por pica foi que ele teve compaixão e pincelou a cabeça do pau na entradinha e me pegou com as duas mãos pela cintura e forçou.
A pica pulou pra dentro do meu cú e ele foi devagarinho empurrando cada centímentro de pau até estar completamente dentro de mim.
Eu meu ajeitei para poder começar a levar as poderosas estocadas do meu macho.
Ele começou a foder meu cú e logo estava bombando seu pau furiosamente me arrancando gemidos e gritos escandalosos.
Ele adora foder de quatro como qualquer outro macho, mas eu gosto de olhar pra ele enquanto me fode.
Eu estava com o pescoço virado olhando por cima do meu ombro direito olhando pra ele e não conseguia deixar de encarar meu macho fodedor.
Eu acho ele tão masculo e lindo me fodendo de quatro, mas esperava poder ficar de frente pra ele para poder curtir de forma mais confortável enquanto seu pau entra e sai do meu cú.
Também anseio por ser beijado por ele enquanto sinto seu pau entrar e sair. Só quem já foi fodido por um macho como Edu na posição de missionary ou frango assado, sabe o prazer que é estar olhando pro macho em cima de você e depois ver sua boca se aproximando ara beijar você enquanto continua a ser fodido ferozmente pelo macho.
Quando ele mandou eu deitar de costas eu já me abri para acomodar seu corpo em cima do meu e esperei ele encaixar o pau na entrada do meu cú e eu o acolhi, abraçando seuas costas largar r apenas senti ele forçar a pica contra meu cú e a recebi inteira dentro do cú.
Cruzei as permas em volta dele e o abracei forte e ele começou a tirar a pica e penetrar totalmente meu cú.
Muito gostoso estar debaixo dele recebendo estocada profundas.
Como eu amos ser penetrado por ele nessa posição.
Eu me entreguei totalmente a Edu que me usou completamente até despejar seu semêm dentro do meu cú.
Ele caiu d meu lado e eu rolei meu corpo e deitei a cabeça em seu peito e fiquei ali acariciando ele no peito com uma das mãos, enquanto brincava com seu pau com outra.
Eu queria manter ele estimulado até ele voltar a me foder novamente.
Eu estava no cio, sedento por pau e ia demorar me sentir saciado naquela noite, pois fazia quase uma semana que ele não comia meu cú.
Enquanto eu o estimulava, acariciando seu pau e seu peito, ele perguntou se eu gostava de usar langeries( literalmente perguntou seu eu já havia usado calcinhas femininas).
Eu respondi que nunca tinha experimentado e ele perguntou se ele me pedissse pra usar se eu me importaria de usar pra ele.
Eu fiquei tímido para responder, mas depois de ele muito insisti eu disse que se ele quisesse mesmo que eu usasse pra ele que eu tentaria me acostumar.
Ele de supetão pulou da cama, alcançou um catalogo que estava na mesinha perto do frigobar e foi até o telefone do apartamento e ligou para a recepição e pediu que entregassem no quarto uns modelos que eram vendidos ali.
Eu mori de vergonha e não acreditei que ele tinha feito isso.
A menina tocou a campainha e ele mandou que eu fosse pegar meu presente.
Eu não sabia onde enfiar a cara mas obedeci a ele e fui receber o pedido.
Era uma moça morena, baixinha e ela mostrou as calcinhas para ver que eram as do modelo pedido e percebeu pelo meu jeitinho que eu não era a pessoa que havia feito o pedido no telefone.
Ela então falou que o modelo vestia muito bem e que eu podia ficar tranquilo que ia servir direitinho.
Eu mori de vergonha por ter percebido que sacou que quem usaria as calcinhas era eu.
Ele agradeceu e disse que seria cobrada junto com a conta do apartamento quando saíssemos.
Entrei e não sabia o que fazer.
Envergonhado pedi para ir ao banheiro para vestir.
Experimentei a vermelhinha. Como eu sou magrinho e com a bundinha redonda, sem pelos nenhum, até que ficou bem. Quando virei pro espelho estava parecendo uma bunda de mulher usando um fio dental.
Eu me senti confiante e cravei na bunda e ficou mais igual uma bunda feminina.
O tecido é gostoso e como meu ciuzinho tava bem sensível a sensação foi gostoso e ao andar no banheiro ra ver como era acabei percebendo que a calcinha roçava e me levava a rebolar andando.
Se eu soubesse que era tão gostosinho assim já teria usado outras vezes, até sair de casa, pois é muito gostosa sentir aquele tecido levisssimo roçando na portinho do cú, principalmente quando ele ainda tá inchadinho e sensível de tanto levar pau.
Edu pediu pra eu mostrar a vermelhinha no meu corpo.
Eu pensei em negar mas ele insistiu e então sai do banheiro vestido e dei uma pequena caminhada no quarto.
Edu ficou louco e ao passar por ele ele desferiu um tapa na minha bunda que deixou a marca dos dedos nela.
Ele pediu pra eu experimentar a rosinha choque.
Eu coloquei e desfilei pra ele e essa era mais safada por tinha um fenda embaixo que deixava o cú exposto e então é daquelas que nem precisa tirar se o cara quiser comer o cú da fêmea.
Ele adorou a vermelha mas como a rosa choque tinha a abertura o safado me fez usar ela.
Voltei pra cama e voltei a estimular seu pau que já estava animado com meu desfil.
Com seu pau já completamente ereto, ele deitou e mandou eu virar de costas e sentar no pau dele.
Eu já estava arriando a calcinha mas ele queria que eu cavalgasse em seu pau sem tirar a calcinha.
Obedeci novamente, montei sobre ele e pegeui seu pau e levei na entrada do cú.
Tentei sentar mais foi dificil, pois seu pai estava parecendo até mais grosso do que já é.
Ele me lubrificou com saliva e tentei de novo.
Dessa vez meu cú conseguiu engolir o pau dele todo.
O homem ficou louco e deixou eu cavalgar seu pau.
Eu erguia meu corpo fazendo meu cú quase permitir a saída do pau por completo, mas ao sentir a cabeça forçando meu esfincter anal eu sabia que era hora de agasalhar o pau de Edu novamente.
Eu confesso que estava com muita fome de pau também e eu fazia as subidas e descidas com requinte de crueldade.
De forma lenta e cadenciada. Podia sentir o pau dele pulsando de tesão.
Ele desferia tapas de vez em quando e me xingava de puta safada.
Aquilo me tirava do serio e meu tesão aumentava conforme recebia os xingamentos e os tapas.
No climax, eu fodia o pau dele com meu cú de forma até violenta. Eu estava aplicando uma verdadeira surra de cú no pau de Edu, quando inusitadamente eu comecei a gozar.
Fiz um escandalo e xorei copiosamente enquanto gozava no pau dele.
Eu não sabia o que fazer. Se continuava subindo e descendo naquele pau, se eu rebolava a bunda enquanto o tinha todo enterrado dentro do cú ou se eu permitia meu corpo despencar no colchão em reação a sensação maravilhosa daquele gozo.
Ele tomou uma atitude e sentou mantendo o pau encaixado dentro do meu cú. Se arrastou até a beirada da cama e se erguei comigo empalado pelo seu pau estando de costas pra ele.
Ele caminho até que chegassemos na mesa da antesala do apartamento.do motel.
Ele desencaixou o pau e me colocou deitado de costas sobre a mesa de madeira.
A mesa tem o tampo bem pequeno, apenas suficiente para apoiar minhas costas, me deiando com as pernas e a cabeça penduradas pra fora.
Isso me obrigou a buscar segurança nos braços fortes de Edu.
Parecia que a mesa poderia virar a qualquer momento. Mas Edu permitiu que eu apoiasse as pernas sobre seus ombros e me segurando em seus braços me senti mais seguro.
Ele encaixou o pau no meu cú e o penetrou novamente.
Já com o pau dentro do meu cú, Edu apenas ajeitou meu quadril que estava um pouco torto, afim de facilitar as penetrações no meu cú.
Ele recomeçou a foder meu cú devagar e foi aumentando até começar a dar estocadas fortes que pareceiam que iam me derrubar da mesinha.
Eu me agarrava a ele com toda força através de seus braços e senti a pica duríssima entrando e saindo do meu cú.
Eu o olhava e a cada estocada eu o admirava mais como homem.
Compreendi a diferença das nossas natureza. Edu havia nascido para ser macho. A maestria com que ele me fodia, me faziam reconhecer nele um verdadeiro macho fodedor.
Eu pelo contrario, admitia que minha natureza era oposta. Fragil, passivo, cordato e submissivo, apenas reconhecia nele um macho verdeiro e aceitava ser manipulado e servir passivamente às vontades daqiele homem incrivel que me penetrava insesantamente sobre aquela mesa.
E olhando para Edu, me agarrando ao seu corpo para não ser lançado ao chão por suas poderosas estocadas, eu sucumbi e implorei chorando pra ele continuar me fodendo o cú.
Eu pedi sem para: me fode Edu, me poca, me poca , me poca meu macho... Essa é uma expressão que aprendi quando morei algum tempo no estado do Espirito Santo.
Ele nem se importou, mesmo não sabendo o que eu pedia.
Foi emociaonante quando ele começou a urrar e gritar que estava gozando.
Ele estocava forte e se mantinha parado com o pau enterrado bem fundo e eu apenas sentia o pau gofando e despejando o liquido seminal quentinho dentor do meu cú.
Ele como sempre gozou uma quantidade enorme dentro de mim e eu chorava emocionado por estar diante daquele macho incrível que a partir daquele dia me faria sua fêmea e eu o respeitaria e aceitaria como meu macho fixo.
Assim selamos o nosso pacto. Eu pertenciaria a Edu e serviri como sua fêmea exclusiva. Assim nada mais poderia ser negado a ele da minha parte. Meu corpo seria seu para saciar todas as suas vontades sexuais.
A vida me ensinou os parzeres de servir a um homem de verdade e Edu me ensinou o que é ser uma fêmea de um macho como ele.
Prazeres incríveis me foram proporcionados por Edu, mas havia um preço a pagar por pertencer a um homem como ele.
Isso me foi ensinado aos poucos, ao longo de quase três anos de relacionamento. Confessão que nem sempre foram flores, mas aos poucos eu fui sendo doutrinado para entender que não é um relacionamento de troca apenas.
Homem como Edu nos dão prazer, mas temos que aprender a aceitar que o que ganhamos são apenas recompensas do nosso comportamento para com nossos machos.
Quem tem um macho comedor fixo sabe do que estou falando e se alguem espera que eu conte uma história de romance e amor vai se decepicionar.
O que eu irei relatar aqui é uma rotina de um homem de verdade que espera de sua fêmea dedicação, entrega, submissão e reconhecimento de sua superioridade sobre nós.
Aguardem a sequência de relatos. Até o próximo.
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