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O cacete grande embaixo da batina

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casado1974

Quando padre pauzudo arrombou o coroinha.

Desde pequeno minha mãe me colocou na equipe de coroinhas da minha paróquia. Eu, que não gostava muito de regras, odiava ter que ficar em pé nas missas e ter que obedecer os padres, um mais chato que o outro.
Porém, fui me acostumando e aprendi a obedecer e fazer tudo certo para poder me livrar rápido das tarefas. Quando completei 15 anos, magrelo e alto, pedi ao padre líder que me liberasse porque eu tinha vergonha de usar aquelas batinas que deixavam minhas canelas de fora. Ele disse que eu tinha razão, já estava grande demais para ser coroinha e me liberou, com a condição de eu ir duas tardes da semana na casa paroquial ajudar com o serviço burocrático.
Fui me apresentar ao padre Luís, responsável pela administração e, já de cara, não nos demos bem. Era um homenzarrão de uns 40 anos, branco, barba ruiva cerrada, mãos peludas grandes, uma barriga proeminente e cara de poucos amigos.
Já foi logo perguntando o que eu tinha feito de errado para ser mandado pra administração? Expliquei a situação e ele nem prestou atenção. Continuou mexendo numa calculadora e me mandou voltar no outro dia, no mesmo horário. Eu disse que só podia nas quartas e sextas pq tinha educação física e futebol nos outros dias. Avisa pro Frei Beto que vc está dispensado por mim. Agora vai.
Saí puto da vida, não queria sair do futebol pra cuidar de livros. Mas, tinha meia bolsa no colégio dos padres, tive que engolir e voltar na outra tarde.
Boa tarde Padre, o que quer que eu faça? –Vá ali no arquivo, 1ª porta a direita e alcance duas caixas de NF (notas fiscais) na terceira prateleira, tem uma escada no canto. Fui para o arquivo e ali tudo começou.
Subi na escada, as prateleiras eram altas e quando fui pegar a primeira caixa senti aquele nariz atolado no meu cu. Levei um susto e pulei da escada assustado.
Calma menino, só fui ver se você limpa a bunda direito. Pelo cheiro não tem usado muito papel, voou ter que te ensinar fazer a higiene.
O que é isso padre? Sei me limpar sim, não gosto dessas brincadeiras não. Me desviei dele e saí correndo, ouvindo a risada grossa do homem de Deus.
Cheguei em casa fui tomar banheiro, antes passei a mão no cu para cheirar, ver se tinha cheiro de merda e não senti nada. Entrei embaixo do chuveiro e comecei a lembrar da fungada do velho no meu rabo e fiquei de pinto duro. Não entendia o que estava se passando, tinha tesão em meninas, mas aquela fungada no meu rabo mexeu comigo.
Voltei na outra tarde, de banho tomado, cumprimentei o padre, que sem levantar a cabeça, me mandou terminar o serviço de ontem. Subi a escada e de novo aquele nariz no meu cu. Fiquei quieto sentindo ele respirar no meu rabo.
Muito bem, limpou o cu. Cheirou bem fundo e num gesto rápido baixou meu calção e cueca e avisou, não se mexa, quero ver se está limpinho. Abriu minha bunda e enfiou a língua no meu cu. Foi como se uma descarga elétrica passasse pelo meu corpo e soltasse faíscas no meu cu. Nunca tinha sentido nada tão bom, nem nas punhetas vendo pornô.
Me mandou descer, abriu o zíper e tirou para fora uma jeba grossa, cabeçuda e cheia de veias. Agache e chupa, cuidado pra não morder. Fui engolindo do jeito que dava. Ele me segurou pelo cabelo e começou a foder minha boca com força. Não dizia uma palavra, só socava aquela pica babona até minha garganta, me fazendo derramar lágrimas, quase me afogando.
Quando cansou, me puxou pra cima, olhou nos meus olhos, me mandou abrir a boca, deu um cuspão na minha boca e enfiou a língua áspera na minha boca, dando meu primeiro beijo. Um beijo forte, violento, cheio de vontade.
Baixou a mão e pegou meu pintinho fino, uns 12 cm, duro, babando e disse: estou sentindo que você está gostando putinho. Agora vou comer seu cuzinho. Mas antes tu vai me dar um pouco de prazer.
Baixou a calça e cueca, virou de costas, ficou de 4 numa poltrona velha do arquivo, abriu a bunda peluda, mostrando um cuzão cheio de pelos e mandou, lambe meu cu. Fiquei com nojo, ele percebeu e disse, vai logo se não quiser apanhar, ou que eu conte pra sua mãe que você é um veadinho. Engoli o nojo e passei a língua naquele cuzão peludo e aquela mistura de cheiro e sabor de cu suado me enlouqueceram de cara. Parece que tinha feito aquilo a vida inteira. Lambi gostoso, meti a língua lá dentro e ele que foi a loucura, começou a gemer e soltou a língua, vai putinho mete a língua no meu cu, lambe esse cuzão... Desci a língua pela costura do rêgo e desci até o saco, engolindo as duas bolas e voltando pro cu.
Ele desceu da cadeira trêmulo, mal conseguia ficar em pé de tanto tesão no cu. O pauzão apontando pra cima, babando mais que quiabo, me beijou de novo, pedindo pra sentir o gosto do cu dele na minha língua. Enquanto isso começou a dedar meu cuzinho. Enfiava o dedo na minha boca, eu chupava e ele enfiava no meu cu. Doía um pouco mas era bom.
Me colocou no lugar dele na poltrona, de quatro. Fiquei de boa achando que iria chupar meu cu. Mas não. O desgraçado deu uma cuspida no meu buraco, enfiou o dedão lá no fundo, tirou e numa estocada certeira enfiou aquele cabeção de uma vez só no meu rabo.
Dei um grito e tentei escapar. Para, está me arregaçando filho da puta. A resposta foi um tapa com toda a força no meu rosto. Cala a boca que eu comecei e vou terminar. Segurou meu cabelo, com força e socou o resto do cacete de uma vez só.
Via estrelas, tamanha dor e comecei a chorar e implorar para ele parar. Quanto mais eu pedia, mais forte ele socava. Sentia cada prega do meu cuzinho virgem se arrebentando. Ficou assim por alguns minutos, deu um urro grosso, feito bicho do mato e gozou dentro de mim. Senti a porra quente entrando. Ele virou meu rosto para trás me deu um beijo demorado e foi tirando o pau de dentro.
Podia sentir o buraco que tinha no rabo e a porra saindo misturada com sangue e um pouco de merda. Ele saiu com o pau sujo e pingando porra pelo chão, me deixando ali no arquivo.
Voltou arrumado, com um pano de chão encardido, me deu e mandou limpar a bunda e ir embora tomar um banho.
Amanhã você volta que vou te ensinar a preparar o cu para me dar o rabo sem me sujar de merda.

Comentários (1)

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  • Roberto: Que delícia é que sorte a sua. Durante minha vida conheci muitos padres, todos passivos, também conheci alguns pastores quase todos passivos só dois me comeram mas depois tive que comê-los.

    Responder↴ • uid:1dak65uoik