O Circuito dos Coroas: O Ménage com Beto e Magno
Ele entrou com um sorriso sacana no rosto, já tirando a camisa polo e trancando a porta da frente por dentro.
As três semanas que se seguiram à noite da macarronada com o Beto foram um teste para os meus nervos. O gosto daquela safadeza com o amigo do meu padrasto ainda estava vivo na minha boca, e as mensagens que ele me mandava no WhatsApp só faziam meu pau de 25 anos passar os dias latejando dentro da calça. O Beto vinha cumprindo a promessa de atiçar o Magno. O Magno, que até então era só aquele homem de poucas palavras, sério e imponente, com seu porte físico incrivelmente sarado, abdômen trincado e um cavanhaque desenhado que impunha respeito, começou a me olhar diferente sempre que nos cruzávamos.
Num sábado de calor abafado em São Paulo, o Beto armou o cenário perfeito. Ele me mandou uma mensagem dizendo que o Magno passaria no meu apartamento para me ajudar a resolver a fiação da TV da sala, já que eu estava apanhando dos cabos e o Magno entendia tudo de ferramentas.
Quando o Magno chegou, a postura dele era o puro clichê do homem durão. Mala de ferramentas na mão, camisa de botão aberta só até o peito, revelando os gomos do abdômen e os pelos escuros bem no centro do peito largo.
— "Boa tarde, Vitor. O Adalberto me falou que você estava se enrolando com essa fiação. Vamos resolver isso logo."
— "Entra, Magno. Obrigado por vir. O calor hoje está de lascar, se quiser ficar à vontade..."
Eu estava apenas de regata branca justa e uma bermuda de moletom cinza que não escondia o volume do meu pau, já meio esperto. Magno engoliu em seco, tirou a camisa e começou a mexer nos cabos perto do chão. O jogo de sedução foi rápido. Eu me ajoelhei ao lado dele para segurar os fios, deixando meu peito roçar no braço forte dele. O cheiro do Magno era puro testosterona, loção pós-barba e suor de homem maduro.
— "Magno... acho que você vai ter que se inclinar mais por trás do painel", comentei, colando minha respiração no pescoço dele.
Ele parou com a chave de fenda na mão. A respiração dele ficou pesada. Ele olhou de lado para mim, os olhos fixos na minha boca.
— "Vitor... o Adalberto me contou em detalhes o que aconteceu aqui na cozinha. Eu achei que era conversa dele... mas você está me provocando desde que eu entrei. O Edson confia em mim, garoto... mas o Beto infernizou minha cabeça. Eu passei as últimas noites sem dormir, só imaginando esse teu corpo."
— "Então para de imaginar, Magno. Mostra pro enteado do teu amigo quem é que manda aqui."
Antes que o Magno pudesse responder, a campainha tocou. Era o Beto. Ele entrou com um sorriso sacana no rosto, já tirando a camisa polo e trancando a porta da frente por dentro. O clima de respeito sumiu num piscar de olhos.
— "Vejo que o gelo já quebrou", disse o Beto, a voz grave ecoando na sala. — "O Magno estava louco para ver se o que eu falei do teu pau era verdade, sobrinho."
O Magno, vendo o parceiro de longa data ali, perdeu toda a postura de homem sério. O tesão reprimido explodiu. Ele se aproximou de mim, o abdômen trincado colado nas minhas costas, e sussurrou perto do meu ouvido:
— "Eu quero meter no teu rabo, Vitor... mas quero que o Beto esteja junto. Passamos dias conversando sobre isso."
Beto deu um sorriso de canto e já foi abrindo a própria bermuda, deixando o seu cacete robusto e semiduro saltar para fora.
— "Dá uma pegadinha para você ver, sobrinho... O tio já está babando por você."
Fiquei completamente atiçado. Me aproximei do Beto e peguei na rola dura dele por baixo do tecido, sentindo a cabeça do cacete já molhada de pré-gozo. O Beto gemeu baixo, segurou a minha cabeça pelos cabelos e me empurrou para baixo.
— "Engole o pau do tio, Vitor... mostra pro Magno como você faz."
Eu me abaixei, abri a bermuda do Beto por completo e senti aquele cheiro característico de macho excitado, uma mistura de sabonete e testosterona. Abri a boca e deixei o cacete babado dele deslizar para dentro. Senti a cabeça encontrar o caminho da minha garganta. Respirei fundo e engoli tudo, até o meu nariz se enterrar nos pentelhos do Beto. Enquanto eu chupava vorazmente, o Magno se posicionou atrás de mim.
Senti as mãos brutas e calejadas do Magno puxarem a minha bermuda de moletom para baixo, me deixando completamente nu na sala. O dedo grosso do Magno, sujo de lubrificante, começou a acariciar o meu cuzinho, fazendo movimentos circulares nas minhas pregas, me arrancando suspiros e gemidos abafados enquanto eu continuava com a boca cheia com o pau do Beto. Meu pau duro melava as minhas próprias pernas com o suor do tesão que escorria da uretra.
— "Isso é que é recepção, irmão!", o Magno falou com a voz grossa, apertando a minha bunda. — "Esse guri além de ter um rabo delicioso, também é caralhudo!"
— "Igual ao tio, tu sabe bem", o Beto respondeu entre dentes, guiando a minha cabeça com a mão na sua rola.
Os dois safados já estavam totalmente acostumados com aquela putaria mútua, uma cumplicidade de anos que agora se voltava inteira para mim. O Beto tirou o pau da minha boca com um estalo molhado e me virou de quatro no tapete da sala.
O Magno já estava completamente nu. O corpo dele era impressionante de perto, os gomos do abdômen brilhando de suor. Ele se aproximou por trás, segurando firme os meus quadris. A rola grossa, escura e cabeçuda dele se alojou entre as minhas nádegas, fazendo movimentos de sobe e desce, enquanto o cavanhaque dele roçava o meu pescoço e a sua língua explorava a minha nuca.
O Beto se posicionou bem na minha frente, ajoelhado. Ele segurou o meu pau com uma mão, batendo uma punheta rápida, e para o meu delírio absoluto, abaixou a cabeça. Os lábios do amigo do meu padrasto se abriram e a língua dele começou a lamber a cabeça do meu pau, sorvendo as gotas grossas de pré-gozo. Um urro de prazer saiu da minha garganta. O Beto engoliu o meu pau vorazmente, mostrando que era mestre no boquete, sabendo exatamente o que fazer com a língua, me fazendo engasgar de tesão enquanto a garganta dele estrangulava a minha rola.
Ao mesmo tempo, atrás de mim, o Magno enterrou a cara na minha bunda.
— "Ainda tem cheiro do molho e da porra do Beto aqui", o Magno grunhiu, enfiando a língua profundamente no meu rabo, rodeando as minhas pregas e pressionando a entrada para lubrificar as minhas entranhas com a sua saliva.
— "Agora eu quero sentir essa boca", o Magno disse, me puxando levemente. Ele esfregou aquele pau melado e suado na minha cara, forçando os meus lábios com a cabeça da pica. Ele segurava o meu cabelo com força. O cheiro natural de macho no cio inebriava as minhas narinas. Ele forçou a minha cabeça de encontro aos seus pentelhos, fazendo a rola sumir na minha garganta. A saliva escorria pelo meu queixo enquanto ele fodia a minha boca sem dó, gemendo alto feito um urso.
— "Laceia esse rabo para mim, Beto", o Magno pediu, com a voz sufocada pelo tesão.
O Beto, sem nem hesitar, largou o meu pau, encostou a cabeça melada da sua própria rola no meu cu — que já estava molhado da saliva do Magno — e foi metendo. Fui sentindo as pregas cederem para a passagem da tora do Beto. O cu foi se preenchendo por aquela tora de músculos. O Beto gemia alto, metendo fundo no meu rabo. Eu sentia cada centímetro da rola do Beto entrar e sair de dentro de mim, enquanto os meus ouvidos captavam os estalos da carne e os grunhidos do Magno na minha boca.
Eu estava ali de quatro, entregue àqueles dois machos maduros. O Beto segurando os meus quadris e socando a rola até os pentelhos roçarem na minha bunda, e o Magno socando o caralho na minha boca até as bolas grandes baterem no meu queixo. Meu corpo embalava como um brinquedo na mão deles.
Mas o Beto estava apenas preparando o meu rabo para o Magno. Ele puxou a rola para fora com um estalo e o Magno, mudando de posição, socou a sua trolha de uma vez no meu cu.
Meu rabo pareceu pegar fogo. Minhas pernas fraquejaram e um grito foi inevitável. A rola do Magno era muito mais grossa, uma pressão absurda que parecia me partir ao meio. O Beto, percebendo a minha dor e o meu choque, segurou o meu rosto com as duas mãos e me disse:
— "Calma, sobrinho... já já você acostuma. A primeira vez com o Magno é assim mesmo, parece que está rasgando, mas o prazer vem logo em seguida."
Mesmo sentindo aquela sensação intensa, consegui olhar para o Beto e perguntar, arqueando as costas:
— "Você já sentiu, tio? Esse cacete do Magno dentro de você?"
O Beto não respondeu com palavras. Em vez disso, ele colou a boca na minha, deixando a sua língua encontrar a minha numa troca de saliva selvagem, enquanto a barba por fazer roçava a minha pele. Meu rabo era fodido sem dó pelo Magno, que gemia e falava um monte de sacanagem perto do meu ouvido:
— "Isso, putinho... abre esse cu para mim... estou arrombando tudo. Da próxima vez que o teu padrasto vier do Rio e o Beto meter, você não vai sentir nada, porque o teu cu vai estar com o formato da minha rola. Vou encher esse rabo de porra!"
As palavras dele acendiam ainda mais a sem-vergonhice no meu corpo. Eu já não lembrava de mais nada, só queria sentir mais e mais a força daqueles dois coroas. O Beto afastou a boca da minha, ergueu-se no tapete e puxou a cabeça do Magno de encontro ao seu próprio caralho. O Magno, que há pouco gemia grosso, agora começou a se engasgar com a rola do Beto na boca.
O Beto gemia alto, comandando a cena:
— "Isso, engole tudo, seu safado... queria comer o rabo do garoto, agora sente o gosto do meu pau na tua boca!"
Os dois eram muito mais do que amigos de estrada e de vida; eram parceiros de muita putaria antiga, e eu era o centro de tudo aquilo. Eu já não estava aguentando, precisava gozar, meu pau parecia que ia explodir e meus gemidos ecoavam pelas paredes da sala.
— "Vou gozar... vou gozar!", gritei, sentindo a pressão do Magno no meu fundo.
— "Chupa, Magno! Vou dar leitinho na tua garganta!", o Beto berrou, aumentando o ritmo na boca do parceiro. O Magno tirou a pica do Beto da boca por um segundo e grunhiu:
— "Dá leite na boca do teu sobrinho, enche ele por cima que eu vou encher ele de porra por baixo!"
Eu apenas abri a boca e o Beto mirou, sentindo o pau dele pulsar na minha língua. Vários jatos de porra grossa, quente e cremosa escorreram pela minha garganta e encheram a minha boca, escorrendo pelos cantos dos lábios.
— "Engole, sobrinho... engole tudo do tio", o Beto ordenou. Eu obedeci, engolindo aquele sêmen amargo e quente, enquanto o Beto vinha com a língua limpando os cantos da minha boca e me dando um beijo final, misturando nossa saliva e a porra.
Atrás de mim, o Magno deu um urro de touro no cio. Senti o pau dele se avolumar no fundo do meu reto, os dentes dele cravando na pele do meu ombro enquanto a pica dele pulsava. Meu rabo recebeu vários jatos massivos daquele leite quente do Magno. Era tanta porra que o meu cu não suportou e começou a vazar, espumando entre as nossas nádegas enquanto ele dava as últimas estocadas de misericórdia.
Quando o Magno tirou o pau de dentro de mim, fez um som oco — PLOC!
Senti o ar frio entrar nas minhas entranhas arrombadas e aquela sensação de que os músculos do rabo não conseguiam se fechar de imediato. O Beto se abaixou logo em seguida e começou a lamber toda a porra que escorria do meu cu, recolhendo cada gota com a língua até me deixar limpo. Depois disso, os dois se agarraram ali mesmo, pelados e suados, trocando um beijo demorado na boca, celebrando a foda.
Meu corpo desabou exausto no tapete da sala, sendo seguido pelos dois homens. Ficamos os três deitados, ouvindo apenas as respirações ofegantes e o barulho do trânsito de São Paulo lá fora.
O Magno se sentou devagar, limpou o cavanhaque com as costas da mão e me deu aquele sorriso safado, olhando para o próprio abdômen suado.
— "Valeu, guri... baita foda. Beto, no mês que vem, quando o Edson chegar do Rio, a gente arma outra cervejada aqui. Mas da próxima vez, eu quero ver o Edson levando esse ferro todo no rabo na frente do enteado, para ele aprender como os machos de verdade se divertem."
Eu e o Beto olhamos para ele e sorrimos. Não precisávamos dizer mais nada. Dali em diante, éramos cúmplices absolutos da sacanagem.
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