Fantasias da esposa evangélica - virei corno sem perceber.
Era tarde de um sábado, eu estava lavando o carro na frente de casa, coisa que quase nunca fazia. Minha esposa, Andrea, tinha marcado com algumas meninas da igreja pra tomar sol e clarear os pelos, isso era algo que ela fazia sempre sozinha, ela tinha receio disso parecer inadequado perante os membros da nossa igreja, naquela época já fazia algum tempo que ela havia se soltado sexualmente, estava numa fase de fantasiar sexualmente, sempre imaginando outra menina na cama conosco. Eu aproveitava essas incitações e descarregava meu tesão nela e em algumas irmãs da igreja, tudo permanecia no seu lugar de sigilo, o que eu não contava era que a influência podia vir de qualquer lugar e pro meu azar, aquelas meninas que Andrea tinha convidado pra tomar sol eram as sementes do mal...
Naquela tarde, ela convidou Sofia, Eduarda e Vitória, três adolescentes que frequentemente participavam das festinhas dos dirigentes, poucos sabiam das coisas que rolavam, elas eram bem discretas em relação a isso, tanto que não maldei a presença delas, mas eu estava errado. Naquela tarde elas estavam a vontade, conversando, rindo e falando abobrinhas, em certo momento fui até a cozinha buscar uma esponja e pude ouvir parte de uma conversa... Vitória contava que tinha ficado com dois "tios" nas palavras dela, ela contava que geralmente não sentia prazer, mas os dois tinham feito ela gozar como louca, Sofia completou dizendo que de início também não sentia prazer mas depois começou a gostar, Andrea incitava as meninas a contarem suas experiências, eu sabia que ela se excitava com essas coisas, a grande surpresa foi quando Eduarda contou que tinha ficado viciada em se masturbar, como os encontros eram esporádicos ela passou a se tocar e a enfiar coisas na bocetinha e até no cuzinho, ela contou sem cerimônias que conseguiu através de uma amiga da escola um consolo de borracha e que quase que diariamente ela se masturbava até gozar.
Confesso que meu pau deu um salto ouvindo aquelas meninas falarem de sexo, pensar naquelas ninfetinhas de 14 ou 15 anos, levando pica me dava muito tesão, ainda mais com a visão delas de bikini, corri no banheiro e bati uma punheta dolorosa. Naquela noite, Andrea e eu transamos como loucos, comi o cuzinho dela enquanto ela metia dois dedos na boceta com violência, ela ficou de quatro e pediu pra eu meter nela enquanto se masturbava, percebi de cara que aquilo era devido as histórias que ela ouvira mais cedo, aproveitei a excitação dela e comi o cuzinho dela como há tempos não comia, ela praticamente só quis fazer anal.
Depois daquele dia as coisas pareciam estar normais, exceto pelo fato de que Andrea havia se aproximado da Sofia, ela frequentava nossa casa com mais frequência, as duas saíam juntas e passavam muito tempo na companhia uma da outra, só percebi que algo acontecia quando em uma madrugada o celular dela recebeu uma notificação, coisa que não era comum, Andrea dormia e fui olhar o celular dela, era Sofia perguntando se ela tinha experimentado o brinquedo novo, não entendi de primeira, mas quando fui ler o resto tomei um susto...
Andrea tinha comprado um vibrador, e pelo que entendi elas tinham experimentado juntas, Sofia contava que tinha gostado da sensação mas achou que era fino demais, Andrea concordava dizendo que meu pau era bem mais grosso, mas que tbm tinha gostado, as duas falavam que precisavam de um consolo mais grosso e Andrea havia comprado um maior e mais groso, ela havia enviado uma foto do brinquedo dizendo que ía experimentar, Sofia pediu pra ela contar como foi e Andrea respondeu...
- esperando o Railton sair de casa pra testar!
Algumas horas depois Sofia mandou a mensagem que eu interceptei, olhei pra Andrea dormindo profundamente, ela estava exausta, só aí entendi que ela provavelmente tinha se masturbado e gozado muito, pois dormiu rápido e cedo naquela noite.
A partir daquela noite, eu sempre dava um jeito de bisbilhotar o celular dela, em especial as conversas com a Sofia. Notei que elas falavam mais sobre abobrinhas, coisas de adolescentes na maior parte das vezes, somente quando elas saíam juntas era que as conversas de safadeza apareciam, eu me excitava bastante com elas falando sobre orgasmos, sobre como elas gozavam com o brinquedo, aparentemente elas compartilhavam o consolo, minha mente viajava na imagem delas duas se satisfazendo no tal consolo.
Dias depois, olhando as mensagem vi algo que me atormentou... na conversa elas falavam sobre dupla penetração, Andrea perguntava como era a sensação de ser penetrada por dois paus, Sofia explicava que era bom demais e como não conseguia controlar os orgasmos, ela descrevia que os caras que tinham paus maiores eram os melhores, que era uma mistura de prazer e dor, Andrea dizia que tinha curiosidade mas não tinha coragem de me pedir aquilo e foi então que Sofia deu a solução...
- irmã, eu tenho um tio que pode te ajudar!
- como assim, menina?
- ele tem um pauzão, de uns tempos pra cá a gente fica, sabe, ele mete em mim e enfia alguma coisa no outro buraco, eu fico looouuca!
- meu deus, menina, tu és safada hein!?
- ah irmã, é só tesão, os tios da igreja demoram em chamar a gente pras festas, aí tenho que dar meu jeito!
- que idade tem esse seu tio?
- ele é novo, 20 e poucos anos, é irmão do meu padrasto, se a sra quiser eu falo com ele!
- não tô dizendo não, mas vamos deixar quieto por enquanto!
Aquilo me pegou de surpresa, minha esposa evangélica estava cogitando ficar com outro homem e ainda por cima fazer isso junto com outra menina, fiquei com tesão e ciúme e sim, eu entendo hipocrisia disso, queria que fosse eu a realizar esse desejo... muito tempo depois, Andrea me confidenciou que queria ter feito aquilo comigo, mas sentia ciúmes de me dividir com outra mulher, já dando spoiler...
O dia D aconteceu algumas semanas depois, Andrea foi com Sofia ao shopping perambular, naquela tarde eu estava fazendo um serviço de auditoria e inventário e pelo andar da carruagem tomaria a tarde inteira e entraria pela noite, inocentemente eu avisei a Andrea que não me esperasse pra janta, aquilo talvez tenha dado a ela a confiança pra ir em frente, era comum eu demorar no trabalho, nunca me preocupei com Andrea em casa, mas a atmosfera naquele dia estava diferente, algo me dizia pra ir pra casa, eu lutava com meus pensamentos até que no meio do serviço algumas planilhas faltaram e lembrei que estavam numa pasta no escritório em casa, peguei o carro e corri pra casa, pedi pro auditor continuar por onde desse e quando voltasse terminaria a parte burocrática, chegando em casa eu mal podia imaginar o rumo que as coisas tomariam, entrei em casa e fui direto ao escritório que fica no andar de baixo, ao sair com a pasta notei uma bagunça na sala, sandálias, copos, restos de pizza e me chamou atenção um par de sandálias masculina que não eram minhas, olhei na direção da escada e resolvi dar uma checada, eu podia ter ido embora e talvez esse conto não tivesse um desfecho, subi devagar a porta do quarto fechada, me aproximei e ouvi vozes, Sofia, Andrea e pro meu espanto uma voz de homem, escutei sussurros, seguidos de um gemido...
- aaahhhhiiiii, caralho que gostoso!
era a voz da Andrea, mais sussurros e então...
- mete caralho, mete, come essa boceta!
meu sangue ferveu por um momento, girei a maçaneta já prevendo que poderia fazer uma besteira, a porta do nosso quarto dá numa pequena ante-sala e só após alguns passos, à esquerda fica a entrada pro dormitório, durante a construção Andrea pediu que fizessemos aquela ante-sala pra que pudessemos trocar de roupa sem acender a luz do quarto, naquele momento, a ante-sala era meu camarote com visão privilegiada daquelas duas putinhas de quatro, lado a lado, a bunda volumosa da Andrea em contraste com a bundinha menor da Sofia, em pé atras delas o tal tio da Sofia, um rapaz novo, mais parecia um adolescente, magro, alto e com uma jeba de respeito, comprido e cilíndrico, ele lambia a bunda da minha esposa, apertava abria e dedava o cuzinho dela, Sofia era mais serelepe, pegava no pau do rapaz, chupava e voltava a ficar de quatro, passei um tempo olhando o corpo daquela menina, seios pequenos e durinhos, os biquinhos pontiagudos, ela se colocava de quatro e o rapaz metia nela, ela enclinava o corpo quando ele penetrava fundo, meu tesão foi a mil quando ele pegou o consolo, um pênis de borracha de uns 25cm, grosso e veiudo, ele enfiou na Andrea e mandou ela segurar, começou a penetrar o cuzinho dela, Andrea franzia a testa de dor, quando ela fazia essa expressão geralmente contraía o ânus, o pau dele escapou e ele mandou ela relaxar...
- calma, não tira não!
novamente ele tentou, ela gemeu mais forte...
- calma, safada, já tá todo dentro!
- vai devagar, tio! disse sofia.
- já já ela acostuma!
ele iniciou o vai e vem, devagar, Andrea se contorcia tentando agasalhar o pau do garoto enquanto segurava o consolo na boceta, quando ele começou a bombar mais forte, Andrea começou a gemer e mandar ele socar, Sofia beijava o tio e empinava a bunda pra ele dedar, eu já estava apertando o pau por cima da calça, abri o ziper e soltei o pau, não queria gozar, fui entrando devagar enquanto Andrea se remechia de quatro na cama, quando passei do lado deles, Sofia e o garoto tomaram um susto, eu fiz sinal de silêncio como indicador na boca, Andrea só notou minha presença quando coloquei o pau na boca dela, espantada ela quis levantar mas eu a acalmei...
- calma, amor, chupa esse pau vai!
Sofia logo entendeu que estava tudo bem, chamei ela e tasquei um beijo, mandei ela chupar meu pau junto com Andrea, ela abaixou, chupou um pouco e ficou de pé na cama, aquele corpo adolescente quase me fez gozar na boca da Andrea, catei Sofia pelo braço e joguei na cama de bruços de frente pra Andrea...
- então vcs tão curtindo sem mim né!?
me ajeitei em cima da sofia, apontei o pau no cuzinho dela e fui penetrando, ela deu um gemido de dor e tentou me afastar com a mão...
- calma, princesa, vc vai gostar!
o pau entrou sem grande dificuldade, quando comecei a meter os gemidos da Sofia intercalavam com os da Andrea....
- aihhhh, vou gozar! disse Andrea.
acelerei as metidas na Sofia e me segurei pra não gozar quando Andrea começou a se tremer, largando o consolo que caiu no chão melado, levantei puxando Sofia pela perna, a coloquei de lado na beirada da cama, ergui uma das pernas dela e vi aquela bocetinha, melada, brilhando com o mel eno lubrificante, peguei o consolo do chão e pincelei na boceta dela...
- vc aguenta ele todo, Sofia?
- só metade! disse ela.
- ah, vamos ver!
dei duas metidas na boceta dela, ela deu duas ofegadas quando meu pau arreganhou os beiços da bocetinha dela, mandei ela enfiar o consolo e enfiei o pau de volta no cuzinho dela, ela enfiava até a metade e apertava os olhinhos, meu pau ía fundo sumindo na bundinha dela, Andrea acariciava os cabelos dela enquanto eu estocava, nessa hora o garoto olhava pra nós batendo um punheta, chamei ele pra participar...
- vem, rapaz, fica só olhando não, mete nela também!
tirei o pau de borracha dela e ele tomou posição, o pau do garoto se agasalhou na bocetinha dela e começamos a meter juntos, sentia Sofia se tremer de tesão, Andrea já recuperada do orgasmo alternava entre os paus, tirando, chupando e metendo na Sofia de novo...
- muito gostosa sua mulher, cara! disse o rapaz.
- sua sobrinha também!
eu anunciei que estava pra gozar, Andrea pediu pra eu come-la...
- não, quero gozar nessa ninfetinha!
pedi licença pro rapaz e a coloquei de quatro com o peito na cama, totalmente empinada, meu tesão disparou com a empinada dela...
- caralho, Sofia, que delícia!
dei uma senhora chupada no cuzinho e na boceta dela, nem sei descrever o gosto, era suor, lubrificante, mel de boceta, mel de pica, eu fiquei louco, cravei o pau naquela menina e meti como há tempo não fazia, Sofia se agarrava no lençol e gemia, meu pau ía fundo naquele cu, senti as esguichadas virem sem nem eu gozar, parecia que o cuzinho dela sugava meu pau, gozei como louco agarrado nas ancas da menina, caí por cima dela e meu pau não amoleceu, continuei metendo sentindo a vadiazinha se tremer, com minhas pernas, segurei as dela forçando a abrir, tirei do cu e apontei na boceta e, gente, que boceta era aquela, apertada, quentinha, nem parecia que levava rola de homens adultos, era realmente apertada, continuei metendo, dessa vez desfrutando dela, sentindo meu mau chegar no utero e ela dar pequenos espasmos, olhei pra Andrea que estava de frango assado sendo comida pelo garoto, Sofia mal se mexia embaixo de mim, a sensação de raiva e tesão me fazia meter fundo nela, era um misto de tesão e frustração por não ter sido convidado pra uma orgia com minha própria mulher na minha cama, sem muitas forças ela sussurra...
- não aguento mais, vou gozar de novo!
- goza, amorzinho, goza no pau do tio, goza!
meti fundo mais alguns minutos e soltei o que ainda restava de esperma bem fundo na bocetinha dela.
A força do gozo me fez desfalecer por um minuto, fiquei em cima dela até meu pau amolecer, Andrea ainda era comida pelo rapaz, ela de quatro empurrava a bunda na direção do pau do rapaz, não demorou e ele gozou, punhetando o pau dentro da boceta dela, por alguns momentos o clima de realidade veio a tona, Andrea me olhou e indagou...
- vc não ía vir pra casa só a noite?
- sim, mas tive que buscar uns papéis, já vou voltar pro trabalho!
- a gente não tem que conversar? disse ela com uma expressão triste.
- sim, mas só mais tarde!
enquanto me vestia dei uma ultima olhada na Sofia, ainda nua na cama, me senti foda por comer aquela guria, Andrea percebeu e eu sabia que aquilo ainda renderia. voltei pro trabalho e finalizei o dia de trabalho, enquanto ía pra casa, meus pensamentos começaram a tentar me pregar uma peça, minha esposa tinha articulado tudo sem que eu percebesse, pela primeira vez me dei conta da realidade, nem que eu quisesse poderia impedir aquilo, a exemplo daquelas irmãs que pagam de santaas vivem uma realidade paralela, agora aquilo tinha me alcançado.
Naquela noite, a conversa com a Andrea foi difícil, em meio a justificativas e pedidos de perdão, minha cabeça só pensava na Sofia, se por um lado eu me sentia traído, por outro eu me sentia jovem e vivo, pensamentos perigosos quando se está na casa dos 40, já vi muitos colegas terminarem casamentos e gastarem rios de dinheiro com essas novinhas.
Sozinho com meus pensamentos fiz uma escolha velada, eu não terminaria, não brigaria, assumindo que não tinha controle sobre as ações da Andrea, apenas pedi a ela discrição, no final das contas o que mais pertubou ela foi meu entusiasmo pela menina, ela talvez tenha sentido ciúmes ou assim como eu tenha confrontado a própria velhice, saber que ela não era mais uma garotinha que fazia os coroas babarem talvez tenha mexido com ela, mesmonela sendo atraente e frequentemente atraindo os olharea dos coroas na igreja.
A vida seguiu normalmente, descobri que ela teve outros encontros com o tal tio da Sofia, eu sempre que podia dava uma trepada gostosa com a Sofia, e assim nossa vida entrou no sistema, todos trapaceiam e ninguém sofre com culpa.
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