#Traições

Redescoberta

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Descobri que dentro de mim habita uma outra mulher capaz de fazer coisas de fazer coisas que jamais eu imaginaria.

O anonimato me permite contar um pouco da minha vida, já que aquela mulher, criada no interior com valores morais rígidos coexiste com alguém que descobriu coisas novas. Para alguns, pode parecer tarde, pois estou com trinta e oito anos, porém foi o que a vida me reservou.

Como a grande maioria das mulheres, sou muito vaidosa. Cuido muito do meu corpo e continuo recebendo elogios, ouvindo cantadas e lido bem com isso. A beleza, a sensualidade sempre me abriu portas.

Casei virgem aos vinte e cinco anos depois que terminei a faculdade. Meu marido é doze anos mais velho do que eu e, na época, me apaixonei pela inteligência, pela voz suave embora fale pouco, pela calma, por suas ideias, enfim, pela forma como encara a vida. Sem dúvidas, é um grande parceiro.

A minha lua-de-mel foi marcante por vários aspectos. Além de perder a virgindade com delicadeza e carinho, conversamos muito. Falamos sobre diversas coisas, mas especificamente sobre sexo e amor.

Talvez pela minha criação, eu sempre vi sexo e amor juntos, quase como se fosse uma única coisa, porém ele me falou que sexo é desejo, instinto e amor é muito mais do que isso, é companheirismo, é desejar que o outro seja feliz e o ciúmes é algo que não combina com o amor, pois ninguém é dono de ninguém. Isto se provou ser verdade ao longo do tempo, pois nunca implicou com minhas roupas, nunca me proibiu de fazer algo e nem mesmo de sair sozinha. Era uma visão muito liberal, diferente da que eu tinha e não imaginava o que iria acontecer comigo.

Tivemos um filho e como todo casal, após isso a parte sexual vai se modificando. As preliminares, às vezes, são interrompidas pelo choro da criança, o clima é quebrado, a criança cresce e você fica preocupado que ela entre no quarto, enfim, quem é casado sabe do que estou falando. Mesmo assim, não tenho queixas do sexo com meu marido, pois sempre foi muito carinhoso e atencioso comigo, porém as coisas vão caindo na rotina, a frequência sexual vai diminuindo e vamos prezando mais pela qualidade do que pela quantidade.

Em 2021 acontece algo que muda parcialmente a minha vida. Meu marido pegou Covid e teve que ficar internado, sendo que a doença provocou sequelas pulmonares e cardíacas. Chegou a fazer fisioterapia, mas até hoje convive com problemas e isto afetou nossa vida sexual, já que ele não pode fazer muito esforço.

As nossas relações são interrompidas para que ele se recupere, pois fica ofegante e como já escrevi, agora a qualidade também passou a ficar comprometida. Eu não consigo aproveitar porque fico preocupada com ele.

Foi em 2023 que conheci o Duda. Um cara casado, bonito, discreto, forte, e eu diria para as mulheres: um verdadeiro sonho de consumo. Além disso, tínhamos algo em comum: fazíamos natação. Trabalhamos juntos durante quase um ano e fizemos uma grande amizade.

Almoçávamos na maioria das vezes com mais pessoas. Quando estávamos sós, conversávamos sobre nossa vida e esta convivência foi evoluindo. Lembro de um dia comentarmos algo sobre sexo e ele me disse gostava muito, que era do tipo dominador e que mulher tinha que ser submissa.

Eu fiquei olhando e ele prosseguiu dizendo que na empresa ele mantinha uma imagem de homem sério, porque não queria se arriscar e nem comprometer ninguém, mas era bem sem-vergonha, um verdadeiro “galinha”. Eu ri, porque achei que aquilo fosse uma brincadeira e mudamos de assunto. Dias depois, ele pegou um projeto grande, indo trabalhar e morar em outra cidade e praticamente perdemos o contato.

Até que em 2025, houve um evento promovido pela empresa que nos colocou num hotel numa cidade distante, onde seriam realizados atividades, cursos e palestras. Como eu sabia que no hotel havia uma boa piscina, me preparei levando maiô, pois poderia prosseguir na natação.

Estavam presentes muitas pessoas, das mais diversas áreas e a grande maioria eu não conhecia, até que encontrei o Duda. Quando me viu, veio em minha direção, me deu um beijo no rosto e me disse, baixinho, ao pé do ouvido: “Nossa.... Você está maravilhosa”. Claro que este tipo de reconhecimento te faz bem, praticamente abre suas defesas e, a partir daí, ficamos juntos em todas as atividades incluindo cafés, almoço e jantar.

Naquela noite, conversamos, fiquei sabendo que estava com um filho recém-nascido e por conta disso, havia feito uma vasectomia a oito meses porque não quer ser pai novamente. Contei sobre a situação do meu marido, os perigos de se esforçar e ter um infarto. Ele me perguntou sobre a natação e disse que continuava, mas como sempre, um hobby.

Ele me falou da piscina do hotel e eu disse que sabia e que trouxe maiô. Como eu não gosto de acordar cedo, combinamos de jantar no dia seguinte e usar a piscina por volta das dez horas da noite.

Pela manhã, ele ligou para o meu quarto e descemos juntos para o café da manhã. Ali, mais uma vez, elogiou a minha beleza e ao falar, novamente, ao meu ouvido me provoca uma sensação diferente. Passamos o dia normalmente.

Após o jantar subi para o meu quarto, para descansar e me trocar para descer para a piscina. Eram por volta das dez quando cheguei. Duda já estava lá embaixo e me ajudou a tirar a saída de banho e assim que fiquei de maiô, disse no meu ouvido: “Nossa... Você está um espetáculo”. Isso, em parte me constrangeu, mas por outro lado me deixou um pouco excitada.

Fizemos um treino leve embora somente nós dois estivéssemos na piscina. E foi ali, que ele se aproximou, me agarrou e me deu um beijo. Surpresa eu fiquei paralisada. Não sabia o que fazer e já sentia suas mãos tocando na minha bunda.

Foi quando consegui ter um lampejo de razão e pedi para ele parar, o que fez imediatamente. Completamente sem graça, saí da piscina, vesti a saída de banho e voltei para o meu quarto.

Sozinha, comecei a chorar, não por alguma questão de moral, mas porque eu tinha gostado de ter sido pega de surpresa. Estava com raiva de mim mesma e me perguntava o que tinha acontecido? Por que em alguns instantes eu estava cheia de desejo?

Na manhã seguinte, nos encontramos e Duda me pediu desculpas. Não sei porque mas respondi que não havia problemas e que estava tudo bem, pois não aconteceu nada. Passamos o dia juntos e eu me sentia uma adolescente. Meus hormônios pareciam estar descontrolados.

Antes do jantar, subimos para o quarto e ele novamente me agarrou e me beijou. Desta vez, eu não resisti e claro que sabia o que ia acontecer. Acho que nunca tirei minha roupa tão rápido quanto nesta noite. Queria aproveitar tudo, afinal na manhã seguinte iríamos embora.

Ver meu parceiro pelado foi uma satisfação. Ele me puxou pelos cabelos e me fez ajoelhar. Fiquei olhando aquele membro duro, ereto, pulsando e comecei a mamar, lamber, cuspir, sugar. Percorria toda a extensão do pinto dele indo até o saco. Ele tinha depilado e não tinha pentelhos para incomodar, além do pinto parecer muito maior. Batia com ele no meu rosto e falava:

- Isso.... Chupa vagabunda.... Chupa meu pau.... Isso.... Sua puta.... Vai....

Quanto mais ele me xingava mais eu tinha vontade de chupar. Acho a mente masculina engraçada porque chama a mulher de puta, vagabunda, como se isso fosse feito somente por elas. Em conversa com minhas amigas, todas gostam de chupar um pau, embora algumas não gostem do sabor do esperma.

Bem, mas eu estava ficando cansada de mamar e ele insistia em me fazer colocar tudo na boca até engasgar, me deixando sem ar. Eu podia sentir minha vagina incendiada, quente, lubrificada e entre uma e outra chupada, disse a ele:

- Me come vai.... Come minha bucetinha....

Ao ouvir isso, Duda me deu um leve tapa no rosto e respondeu:

- Aqui quem manda sou eu... Vagabunda.... Quer pica né.... Então tá.... Fica de quatro que eu vou te comer e te arrombar.

Me posicionei na cama e ele veio. Ajeitou e foi introduzindo me fazendo gemer gostoso. Sabe aquela sensação de preenchimento que te faz sentir mais tesão ainda. Me segurando pela cintura, começou a socar, ora com pouca força e lentamente, ora colocando tudo de uma vez. Isso gerou uma certa agonia em mim, porque nunca sabia se seria lento, rápido, profundo, enfim, que sensação gostosa.

Fazia tempo que eu não transava dessa maneira. Não havia pressa dele em gozar e parecia que queria me dar o maior prazer possível. E esse prazer veio de repente. Algo profundo, vindo de dentro de mim com uma força arrasadora e que me fez gemer alto. Ele apenas diminuiu o ritmo, sem tirar de dentro, esperando que eu voltasse a ter a respiração normal.

Claro que eu sabia que ele não havia gozado e disse a ele que queria mudar de posição, ficando num papai-mamãe com as pernas bem abertas. Ele veio por cima e começou a me comer. Como é gostoso sentir o peso do corpo de um homem em cima de você, te possuindo como se fosse um animal.

Tentava ajustar a minha musculatura para pressionar o pinto dele dentro de mim. Sua boca, beijava a minha, beijava meu pescoço, mordia minhas orelhas, até que não resistiu e gozou. Podia sentir seu pinto pulsando dentro de mim.

Deixei ele curtir e fiquei esperando ele sair de cima de mim. Já podia sentir o sêmen escorrendo na minha buceta, mas isso não me preocupava pois lembrei que ele era vasectomizado. Assim que saiu, fui tomar um banho e logo ele apareceu.

Pedimos o jantar no quarto pois nenhum de nós queria sair dali. Após a digestão começamos a nos tocar e ele me disse:

- Quero ver você cavalgando na minha pica.

Ficando de frente para ele, ajeitei seu pinto na entradinha da minha buceta e fui sentando e aquilo se acomodando. Iniciei rebolando em cima dele e fiquei me deliciando em ver sua fisionomia. Agora era eu que estava judiando dele, mas não durou muito, porque ele me fez cavalgar com força, ajudando com as mãos na minha cintura.

Seu pinto entrava e saia facilmente de dentro de mim. Duda falava coisas do tipo:

- Que tesão do caralho.... Que bucetinha apertada e gostosa.... Quero te comer todos os dias...

Isso foi me incendiando e ele já não precisava me ajudar. Eu mesma subia e descia com força. Suas mãos, agora, davam tapas na minha bunda e isso me incentivava me deixando louca

Meu orgasmo veio, com potência, me fazendo contrair toda, apertando o pinto dele dentro de mim e naqueles poucos segundos pude sentir que ele gozou também. Senti aquela sensação de plenitude e deitei ao seu lado. Estávamos satisfeitos.

Peguei no sono e só acordei na manhã seguinte, com um sentimento estranho. Estava arrependida do que tinha feito, mas ao mesmo tempo, sentia uma espécie de rejuvenescimento na minha vida.

Duda ainda dormia enquanto eu entrei no banho, pensativa. Logo ele apareceu, com o pinto duro e me agarrou me comendo por trás e em pé. Suas mãos tocavam meus seios que estavam duros que nem pedra. O tesão aumentou com as estocadas fortes, firmes e com leves mordidas no meu pescoço.

Subitamente, sua mão direita veio tocar levemente no meu clitóris e isto me fez jogar o corpo para trás. Agora eram vários estímulos e não havia como dizer o que estava mais gostoso. Foi questão de tempo para que eu gozasse.

Como Duda não havia gozado, lavei seu pinto e comecei a chupá-lo em baixo do chuveiro. Eu já começava a sentir que estava na hora de parar com aquilo e ir embora, então, na base da punheta e da chupada, consegui fazê-lo gozar.

Nos enxugamos e comecei a arrumar as malas para ir embora. Duda me olhou e me deu mais um beijo me perguntando se eu não queria dar mais uma. Disse que não, que queria ir embora, que aconteceu tinha sido um erro e que estava arrependida.

Me disse que não era para me arrepender de nada, que tudo foi uma aventura e tinha sido maravilhoso e inesquecível. Talvez isso não aconteça novamente, então fiquemos apenas com as lembranças deste encontro.

Vim para casa e em parte ele tem razão. Uma aventura que me proporcionou experimentar sensações que eram parte de fantasias e que se tornaram realidade. Uma coisa é você imaginar outra é vivenciar, embora o custo moral seja difícil de lidar.

A impressão final que fiquei foi a de que vivi alguns dias bem diferentes de tudo aquilo que já havia vivido. Procuro levar como uma experiência fora do padrão normal.

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Comentários (1)

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  • Ana Moreira: Aventura muito excitante! Para ficar na memória toda a vida!

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