#Coroa #Incesto #Teen #Voyeur

Nova família, o começo.

3.7k palavras | 0 | 0.00 | 👁️
Sun tzu

Caminhava junto de Samara pela calçada que contornava uma praça de lazer. Eram mais de cinco da tarde, e o sol já começava a se pôr.

Estávamos no terceiro ano do ensino médio, e nos conhecíamos desde o último ano do fundamental. Eu tinha dezessete anos, pele parda, que herdei do meu pai, e corpo magro, com um projeto de bigode no rosto. Samara era uma garota negra de cabelos lisos, sorriso fácil e língua rápida.

Bonita, ao menos para mim. Tanto de rosto como de corpo, com seios e quadris bem aparentes quando ela usava calça e camisas que favoreciam seu peito.

— E como é que tá sendo, se acostumar ao seu novo irmão e teu padrasto? — perguntou ela.

Dei de ombros.

— Tá de boa. Eles são legais. Além da mudança, nada mudou muito. Eu já dividia o quarto com a Isa, então não foi difícil me acostumar com o Ezequiel.

Principalmente porquê ele mal dorme lá, completei mentalmente.

Paramos no ponto de ônibus, onde eu pegaria um e ela, outro.

— O chato é que você tá morando mais longe de mim — segurou minhas mãos.

— É um pouco chato, sim. Mas vamos fazer dar certo — Beijei-a e ficamos nesse namorico até meu ônibus chegar.

O trajeto durou vinte minutos. Onde caminhei por mais cinco, depois de descer do ônibus, até chegar a minha casa. Ao abrir o portão, passei pela garagem, onde um Fiat Uno estava estacionado, significando que meu padrasto, Weverton, estava em casa.

Entrei na casa pelo corredor lateral, que dava para sala, e encontrei ele sentado no sofá, usando apenas uma camisa regata. Um homem negro de estatura mediana e bom porte físico, com cabelos pixaim cinzentos. Suas pernas estavam despidas e bem abertas, e entre elas estava minha irmã, de joelhos. Uma garota de pele branquinha de quinze anos, com parte dos cabelos encaracolados pintados de dourado, e um corpo franzino, com seios que cabiam na palma da mão e uma bunda arrebitada. Ela usava um short de dormir e um cropped que deixava suas costas e cintura fina à mostra.

A pequena boca alargava-se, lambuzando o grande pênis de nosso padrasto. Engolindo-o, da cabeça até a metade. Weverton olhava para ela com caretas, enquanto alisava seu cabelo mesclado.

— Cheguei — avisei, ouvindo minha mãe responder da cozinha.

Isadora virou a cabeça para me ver, mas Weverton baixou sua mão sobre ela, fazendo-a voltar ao boquete.

— Oi, Anderson. Como foi.. uh… a escola? — perguntou ele, enquanto minha irmã o saboreava, com sua boca produzindo sons molhados enquanto sua cabeça se movia para cima e para baixo.

— Tudo de boa — respondi, engolindo em seco ao vê-los daquele jeito, e atravessei a sala rapidamente. Queria ir logo para o banheiro.

— Espera aí, tua irmã quer te cumprimentar também — avisou Weverton, fechando os olhos e levantando os quadris enquanto mantinha a cabeça de Isadora contra o seu membro.

A boca dela engolia a metade dele quando meu padrasto soltou um grunhido de prazer e gozou em sua boca. Isadora tossiu, mas continuou chupando. Enchendo as bochechas e fazendo tremendo esforço para não cuspir quando afastou sua boca do pênis, pondo a mão nos lábios melados pelo gozo.

— Agora vai lá e dá as boas vindas ao teu irmão, safadinha — ordenou ele.

Isa se levantou e veio até mim. Colou o seu corpo no meu, puxou minha cabeça para baixo e me deu um beijo, dividindo o sêmen que tinha na boca comigo. Eu aceitei, aproveitando para pôr as minhas mãos em sua cintura e bunda, e encostando meu pênis duro em sua barriga.

— Bem vindo — disse ela, após nós dois desenroscarmos as nossas línguas, e saiu saltitante até a cozinha, deixando-me para trás. Com o gosto de sêmen na boca e uma ereção nas calças.

Olhei para meu padrasto, que masturbava o pênis úmido e meio mole, ainda se recuperando do orgasmo. Deixe-o lá, peguei uma roupa no meu quarto e fui para o banheiro. Onde bati uma punheta furiosa pensando na minha irmã, até gozar, enquanto tremia.

Quando retornei para a sala, Ezequiel tinha acabado de chegar e guardava o capacete.

Ele tinha vinte anos e era universitário. Negro como o pai, mas com uma tonalidade menos escura, e cabelos lisos que escorriam até o pescoso. Ainda que fosse assíduo na academia, era bem robusto, com tronco largo e forte, devido ao seu biotipo. Sendo também cinco centímetros mais alto do que eu.

Nos comprimentamos e eu sentei no sofá, ligando a televisão enquanto ele se dirigia as escadas. Então minha mãe veio, da cozinha para a sala, com uma vassoura. Na intenção de varrer a área, talvez.

— Oi Aurélia — Ezequiel deu-lhe um rápido beijo nos lábios quando se cruzaram, e então subiu.

Minha mãe disse que o jantar em breve estaria pronto e que era para eu fazer um suco.

Não vou comentar sobre as condenações morais sobre o que acabou de acontecer. Quem desejar se sentir enojado de algum jeito, que o sinta. Essa era a nossa vida desde que eu havia pego Weverton na cama, junto de minha irmã e minha mãe, e bati uma punheta escondido.

Ocorre que sempre tive um fetiche secreto de ver pessoas transando, que depois evoluiu para o de ser corno manso. Como também sempre tive um tesão leve por minha irmã, o que sempre atribuí aos hormônios. Pelo menos até esse dia, quando vi pela primeira vez um pau negro destruir sua buceta rosada. Gozei duas vezes enquanto assistia, e muitas vezes depois, quando lembrava.

Assisti as putarias deles por mais algum tempo, antes de ser descoberto e admitir que gostava de vê-los. Então Weverton continuou fodendo minha mãe e minha irmã na minha frente quando queria. Trazendo seu filho para participar também.

Isso tinha ocorrido dois meses antes, com minha mãe se casando no cartório com Weverton no mês seguinte. Agora éramos uma família. Uma de tipo bem promíscuo.

Mas naquele momento, como qualquer família, jantamos à mesa, contando e comentando sobre o dia de cada um.

— Ei aí, Anderson, como é que tá com tua mina? — Ezequiel perguntou de repente.

Levantei uma sobrancelha para isso.

— Estamos bem — respondi, cauteloso.

— Ela é bem bonita — comentou Isa.

— Pelo que vi no perfil do Insta, é verdade. Mas queria conhecer a namorada do meu irmãozinho pessoalmente — declarou Ezequiel.

— Outro dia, talvez. Como a gente mora mais distante agora, é mais difícil dela vir aqui. Os pais dela são bem rígidos — comentei, esquivando-me.

— Acho que isso não é problema se tudo for conversado, não é querida? — meu padrasto olhou para minha mãe, que pareceu pensativa, olhando para mim.

— Deixa o Anderson resolver. Quando ele quiser trazer ela, ele traz — disse ela, para o meu alívio.

Voltamos a jantar até o término da refeição.

Após isso, eu lavei a louça, e isa arrumou a mesa e o resto da cozinha, enquanto minha mãe, Ezequiel e Weverton foram para a sala, assistir algum filme. Deixaram uma panela de pipoca no fogo, que logo começou a estourar.

Isa se encarregou de levar a pipoca até eles e então não voltou mais, me deixando para terminar de lavar o resto da louça. Coisa que ainda levei quase dez minutos graças a uma panela cheia de gordura fria.

Após enxaguar o último prato, fui até a sala.

Isa estava, com balde de pipoca, no colo de meu padrasto, que sentava na poltrona ao lado do sofá, onde minha mãe se deitava de lado, com Ezequiel às suas costas, encoxando-a. A mão dele estava repousada sobre a coxa lisa dela.

Todos usavam pijamas. Minha mãe com uma camisola verde azulada, que ia até a metade de suas coxas grossas, e Ezequiel com um short curto. Meu padrasto estava apenas com um calção, sem a regata. Minha irmã continuava com as mesmas roupas que estava quando eu cheguei em casa.

Sentei no chão, na frente do sofá, apoiando minhas costas nele, e fiquei assistindo ao filme. Era um de ação, mas eu não conseguia aproveitá-lo muito bem graças aos sussurros que ouvia entre Ezequiel e minha mãe. Além dos risinhos da minha irmã, junto do meu padrasto.

Eu percebia um lento balançar no sofá, e vez ou outra uma mão acariciava meu cabelo, que percebi sendo de minha mãe. Quando eu olhava para ela, percebia seu rosto se apertando, suspirando baixinho.

Fiquei a outra uma hora que ainda durou o filme alisando meu penis por cima do calção. Concentrando-me para não me melar.

Isadora e minha mãe mudaram de posição e lugares algumas vezes, terminando o filme com Isa junto de Ezequiel e minha mãe de Weverton. Quando o filme acabou, eles subiram sem muita cerimônia. Meu padrasto mandou que eu levasse os baldes de pipoca na cozinha para lavá-los, antes de subir também. E Ezequiel disse que me queria no quarto hoje.

Assenti. Já sabia o que significava.

Depois de feito, apaguei as luzes e fui para o segundo andar. Apenas um dos quartos tinha iluminação, visível através da porta aberta. O de Isadora. Ouvi os sons que ressoavam pelo corredor e fui até ele. Notei o short da minha irmã jogado no chão em frente a porta, e entrei.

Ezequiel deitava com as pernas peludas abertas, e Isadora, nua como veio ao mundo, estava de quatro na cama. A bunda erguida para o alto e a boca sugando o pênis de nosso meio irmão com uma voracidade sem igual.

O mastro preto de Ezequiel brilhava coberto pela saliva de Isadora, metade dele desaparecendo e reparando cada vez que ela subia e baixava a cabeça. Embora fosse mais fino do que o de meu padrasto, era quase tão longo quanto, medindo uns dezenove centímetros.

Minha irmã não conseguia engolir por inteiro. O que não a impedia de tentar, engasgando com mais da metade atolada na garganta.

Ezequiel me viu na porta.

— Caralho, Anderson. Tua irmã é a melhor boqueteira do bairro. Nem a tua mãe chupa com tanta vontade — disse ele, com a mão na cabeça dela.

Me incomodei um pouco com essas palavras. Isa me chupava de vez em quando, mas minha mãe, não. E Ezequiel desfrutava da boca das duas, e de bem mais coisas além disso.

Poderia ter ficado aborrecido e saído, mas ver a forma como Isadora o ordenhava com as mãos enquanto sugava a glande, me trouxe o imenso desejo de sentir aquela boca no meu membro, e quem sabe a buceta, deixando-me duro.

Isa pareceu ler meus pensamentos, pois parou o que estava fazendo e me prestou alguma atenção.

— Que foi Anderson, tá gostando de olhar para a minha bunda?

— Claro, esse bundão é gostoso pra caralho — disse, tirando a roupa. Deixando meu pau duro à mostra.

— É o que dizem — provocou ela, voltando a chupar.

Ezequiel sorriu.

— Pois tu tá com sorte hoje, já que vai provar dele. Agora cala a boca e começa a preparar essa buceta antes de eu arrombar ela — ordenou ele.

Mesmo me sentindo um tanto irritado pela forma como era tratado, obedeci, pois isso significava que eu teria toda a liberdade do mundo para chupar a suculenta buceta de Isadora, e provar seu mel

Essa era a minha sina naquela casa. Podia satisfazer o meu fetiche secreto, e ter alguns momentos de prazer real, mas nunca provar tudo por completo.

Não era de todo ruim, no entanto. Não quando contemplava algo tão delicioso bem na minha frente.

Me posicionei atrás da bunda de Isa, e a abri, vendo seu cuzinho. E embaixo dele, a pequena pepeca rosada. Aproximei minha boca e a beijei, como se beijasse outra pessoa. Senti um cheiro perfumado, talvez algum produto que ela havia passado ali, sabendo que eu ia chupá-la. Ou eu gostava de pensar assim.

Mas não importava realmente.Não havia gosto melhor do que eu sentia ao sugar a buceta molhada de uma ninfeta excitada. Mesmo sabendo que o motivo dessa excitação não era eu, mas um o grande penis que ela chupava.

— Isso, seu frouxo. Lambe aí pra eu sentar bem gostoso nessa pica, depois — Isa gemeu enquanto minha língua e lábios brincavam com sua florzinha. Ela sabia que eu sentia tesão em ser corno manso dela e da nossa mãe. Ou pelo menos só não se importava em me humilhar quando dava vontade.

Continuei lambendo e massageando seu clitóris com minha língua, sorvendo o suco levemente ácido que escorria pela minha boca.

Hora eu escutava seus gemidos doces e suaves ao parar para respirar. Hora, o som úmido quando ela voltava a mamar com vontade, enchendo sua boca com aquele pau.

Isso continuou até ela começar a arfar e gemer suspirando. Senti seus fluídos escorrerem sobre meus lábios e fiz o maior esforço possível para sugar tudo, devorando-a com minha boca. Afastei meu rosto e olhei para a bunda de minha irmã. Inconscientemente, minha mão estava sobre meu pau, e tudo que eu desejava naquele momento era enfiá-lo naquela buceta rosada.

Então ouvi o som de um tapa e depois a voz de Ezequiel

— Gozou, não foi, safada? — ouvi outro tapa.

— Aham, gozei — Isa respondeu, num tom de dengo.

— Teu irmãozinho te fez gozar. Não acha que ele merece uma boa recompensa? Pergunta se ele quer ver a putinha da irmã cavalgar na minha rola, pergunta — mandou Ezequiel, segurando o queixo de Isa com a mão.

Ela ficou de lado, agarrando a pica dele com uma mão e olhando para mim.

— Vou sentar gostoso nesse cassete. Quer ver essa rola dura me arregaçando, irmãozinho? — perguntou, rindo.

Eu queria na verdade que ela cavalgasse em mim, mas mesmo assim respondi:

— Cavalga pra eu ver como tu é puta — disse, com a mão puxando e alongando o prepúcio do meu pênis.

Fiquei atrás dela, assistindo-a passar as pernas em volta de Ezequiel, segurar o membro dele com ambas as mãos e o colocar na entrada de sua bucetinha. Vi com clareza a glande escura empurrar os lábios vaginais para os lados e penetrá-los, sumindo dentro de Isa.

Minha irmã soltou um grande suspiro, à medida que sua vagina descia, engolindo toda a extensão do pênis de Ezequiel, até apenas os testículos negros dele serem visíveis abaixo da sua grande bunda. Vi aquilo, sentindo profunda inveja dele, e me perguntava como aquilo podia caber dentro dela. Daquela xana tão pequena cujo gosto ainda sentia em minha boca.

Então Isa começou a se mover. A bunda branca subindo e descendo sobre o melado pau negro, enquanto o corpo magro dela se inclinava para frente. Ela com a respiração entrecortada em gemidos e soluços, acelerando aos poucos os movimentos.

Se apoiando sobre o peito de nosso meio-irmão, ela começou a mover a bunda para frente e para trás. Cobrindo, e descobrindo, o pênis que montava com sua buceta.

— Cavalga, putinha, teu irmão quer ver tu saltar na rola — gritou Ezequiel, e como se a palavra dele fosse lei, e Isadora obedeceu,

Moveu seu torso para trás, apoiando-se no abdômen do seu macho, e começou a subir e descer, alçando o corpo para cima e o deixando cair. A única coisa que eu conseguia fazer era bater punheta, vendo-a arfar e gemer, toda vez que se auto empalava naquela rola grande.

Ezequiel pôs as mãos em sua cintura para ajudá-la a se equilibrar, estocando sempre que Isa sentava. Sua bunda batendo nas coxas dele, produzindo o som de palmas ritmadas.

Me afastei um pouco e fiquei de frente para a lateral da cama, para vê-los melhor.

O perfil de Isa cavalgando. Seu rosto em êxtase, soado pelo esforço. Os peitinhos balançando com os mamilos rosados duros, as coxas em contínuo movimento, alçando-a para cima e para baixo. A voz dela num gemido lamentoso, avisando para Ezequiel sobre seu orgasmo iminente.

E quando ela parou e baixou o corpo no dele, colocando o rosto em seu ombro e soltando um gemido fino e trêmulo, eu não aguentei e gozei novamente, esporrando na cama. Grunhi, fechando os olhos. Apenas escutando a melodia que era o clímax de Isadora após cavalgar como uma puta.

— Ah, caralho, como é foda comer essa vagaba na tua frente — riu Ezequiel, e de repente deu um tapa na bunda de Isa, causando uma mancha roxa em sua pele clara.

Ele flexionou os joelhos, agarrou as duas partes da bunda dela, e começou a socar com força. Continuando a dar tapas, deixando os dois lados da bunda dela roxos.

— Ai! Ai, porra! Que pau gostoso. Ah, caralho, fode…Uhi… bate, me espanca, aí — choramingou ela, agarrada a ele.

Já me sentia de saco vazio. Pude apenas continuar esfregando meu pau dolorido e mole, melado com minha própria porra, enquanto assistia. Desejando ser eu a fodê-la daquele jeito.

Ezequiel abraçou as costas de Isa e a beijou, metendo mais algumas vezes antes de parar de se mover, com todo seu pênis enfiado dentro dela. Daí o ouvi grunhir e então suspirar forte, soltando todo o ar.

Ele havia gozado.

Isadora esticou as costas, jogando o corpo para trás e levantando a cabeça. Os olhos estavam fechados, os dentes mordiam os lábios, e uma mão apertava o próprio seio. Reagiu dessa forma, enquanto a porra de Ezequiel espalhava-se dentro dela.

Eu penava, sentindo o pau doer de tanto gozar mas não tendo como parar a o ver àquilo.

Ezequiel olhou para mim e ficou rindo.

— Tua irmã tava saborosa hoje — declarou, enquanto Isadora saía de cima dele. — Mostra o estrago para ele — disse então.

Isa ficou de frente para mim com as pernas abertas e abriu a buceta.

Sua pélvis estava vermelha e a vagina parecia uma laranja após ser espremida. Um líquido esbranquiçado, meio transparente, escorria do canal vaginal. Sequer parecia a florzinha delicada que eu tinha provado antes.

Ezequiel se levantou da cama.

— Vou tomar banho. Teu irmão foi tão bonzinho hoje. Que tal dar uma recompensa para ele? — disse e saiu.

Isadora começou a se acariciar, olhando para mim.

— Olha só como ele me encheu — disse, melando o dedo com o sêmen que escorria de lá.

— É melhor você se lavar no banheiro depois — comentei, pondo ênfase no “depois”.

— Não precisa. Já sei como vou limpar, mas não importa. Deita aqui — Deu umas palmadas na cama, onde momentos antes, ela estava sendo fodida.

Deitei, sentindo o calor úmido deixado pelo suor de Ezequiel. Isa sentou de lado e começou a me tocar, fechando a mão sobre meu pau mole, e a deslizando para cima e para baixo.

— Pobre Anderson. Ficou esse tempo todo na punheta — comentou ela, como se me consolasse.

Então abaixou a boca, e senti o melhor boquete do bairro sugar meu pênis.

Os lábios molhados deslizando. A língua envolvendo minha glande. Sua mão me acariciando lentamente.

Fiquei sentindo aquele prazer por um momento que podia ser eterno, até sentir a pulsação que antecede o orgasmo. Avisei e Isa tirou sua boca, me masturbando com mais força, até que o líquido branco jorrou fraco. Ela assistiu, satisfeita, enquanto eu me contorcia, sentindo o meu membro dolorido pelo excesso de gozadas. E depois me soltou.

— Já pode ir para o teu quarto agora. Eu vou me limpar — disse, saindo do quarto, mas não indo para o banheiro. E sim para o quarto de nossa mãe.

Fiquei deitado por um tempo, até a coragem de ir para minha cama veio.

Catei minhas roupas e sai, passando pelo quarto de minha mãe e sentindo cheiro de cigarro. Vi que a porta estava semi aberta, e então contemplei por ela a forma que minha irmã arranjou para se limpar.

Isa estava deitada sobre a cama com as pernas abertas, e minha mãe estava com a cabeça entre elas, chupando-a.

Seu corpo estava reluzente pelo suor, e sua farta bunda, empinada para cima, como se esperasse ser penetrada a qualquer momento.

Weverton sentava encostado na cabeceira da cama, fumando um cigarro que enchia o quarto de fumaça. Usava apenas um colar prateado no pescoço, dando visão de seu peito e braços cobertos de cabelos cinzentos, e assistia mãe chupar a filha, enquanto dava uma tragada, expelindo a fumaça.

De repente olhou na minha direção e fez um gesto com a mão, mandando-me fechar a porta. O que fiz.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos