#Teen

Natasha: No hotel com o cliente: chupada, fodida e paga para gozar

914 palavras | 1 | 5.00 | 👁️
Natasha

Conto se passar no presente

Terminei de ler o diário e guardei ele de volta na gaveta. Meu corpo ainda estava quente depois do orgasmo com o consolo. Olhei o relógio: 20h10. O cliente havia marcado para as 21h no hotel de sempre. Tomei um banho rápido, passei o perfume que ele gosta, vesti uma lingerie preta rendada, meia-calça 7/8 e um vestidinho curto preto justo que marca bem meus 18 anos. Salto alto, cabelo solto e maquiagem leve, mas com batom vermelho. Estava pronta.

Cheguei ao hotel pontualmente. O cliente era um homem de uns 45 anos, casado, executivo, que me chamava toda semana. Ele abriu a porta do quarto com um sorriso faminto ao me ver. Assim que entrei, ele me puxou pela cintura e me beijou com vontade, apertando minha bunda por baixo do vestido.

— Você fica mais gostosa a cada vez, Natasha — murmurou contra minha boca.

Eu sorri, já sentindo o tesão subir.
— Vim pra te dar tudo que você quiser hoje.

Ele não perdeu tempo. Sentou na beira da cama e me mandou ficar de pé na frente dele. Levantei o vestido devagar, mostrando a lingerie. Ele passou as mãos pelas minhas coxas, subindo até apertar meus seios por cima do sutiã. Eu gemia baixinho enquanto ele chupava meus mamilos, mordendo de leve. Desci a mão e senti o pau dele já duro dentro da calça. Abri o zíper, tirei o pau grosso para fora e comecei a masturbar ele devagar.

De joelhos, olhei para cima com cara de safada e coloquei na boca. Chupei com vontade, lambendo a cabeça, descendo até o fundo da garganta, babando bastante. Ele segurava meu cabelo e gemia, fodendo minha boca com estocadas curtas. Eu adorava isso. Sentia minha boceta molhando a calcinha só de chupar.

Ele me levantou, tirou meu vestido e me jogou na cama. Abriu minhas pernas, puxou a calcinha para o lado e enfiou a língua na minha boceta. Lambeu meu clitóris inchado, enfiou dois dedos dentro de mim enquanto chupava. Eu gemia alto, rebolando na cara dele, segurando sua cabeça.

— Me fode… por favor… — pedi, já louca de tesão.

Ele colocou a camisinha, posicionou o pau na entrada e meteu de uma vez. Soltei um gemido longo quando ele me preencheu inteira. Começou a estocar forte, segurando meus quadris. Eu apertava meus seios, beliscando os bicos enquanto ele me comia gostoso. Troquei de posição: fiquei de quatro, empinando a bunda. Ele meteu ainda mais fundo, batendo contra minha bunda, dando tapas que me deixavam ainda mais molhada.

— Você é uma puta deliciosa — ele rosnava.

Eu rebolava contra ele, pedindo mais. Gozei pela primeira vez assim, apertando o pau dele dentro de mim, tremendo inteira. Ele não parou. Virou-me de lado, levantou uma das minhas pernas e continuou metendo. Depois me colocou por cima, cavalgando ele. Eu subia e descia, rebolando no pau grosso, sentindo ele bater fundo. Gozei de novo, molhando tudo.

Ele me deitou de novo, abriu minhas pernas bem abertas e meteu com força até gozar, gemendo alto, enchendo a camisinha dentro de mim.

Ficamos um tempo abraçados, suados e satisfeitos. Ele me pagou o combinado — um valor bem generoso — e ainda me deu uma gorjeta extra. Tomei um banho rápido no banheiro do hotel, me arrumei e saí com um sorriso no rosto.

No Uber de volta para casa, ainda sentia a bocetinha pulsando de tesão. O motorista era um homem bonito, de uns 30 e poucos anos. Durante o caminho, notei que ele olhava bastante para minhas pernas pelo retrovisor. Sorri e resolvi provocar:

— Ei, motorista… você aceita xerecard? — perguntei com voz manhosa.

Ele olhou para trás, surpreso, mas com um sorriso safado.

— Como assim? — perguntou.

— Pagamento com a xereca… em vez de dinheiro. Tá a fim? — completei, abrindo um pouco as pernas no banco de trás.

O motorista engoliu em seco, claramente excitado, mas manteve o profissionalismo e só riu nervoso, dizendo que infelizmente não podia.

Pensando no quanto eu amava isso. Ser paga para transar, para dar prazer, para gozar gostoso. Era o trabalho perfeito. Eu me divertia, me satisfazia e ainda ganhava muito bem. Com 18 anos eu já tinha descoberto o que muitas demoram a vida inteira para entender: meu corpo era minha melhor arma e minha maior fonte de prazer.

Cheguei em casa, tomei outro banho, deitei na cama e peguei o diário novamente. Ainda tinha muito para contar… mas por hoje, eu estava satisfeita.

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Natasha #Teen

Comentários (1)

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  • Tuga tarado: Uma grande puta desde novinha, essa mulher menina deixa-me louco!!!

    Responder↴ • uid:b9408ou4fyk