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Criando Silvinha 6

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Silvinha sofre uma dupla penetração de Márcio e Jonas. Nilsinho, de 14 anos, chega para se tornar seu namorado e descobrir um segredo de família.

Olá, leitoras e leitores! Meu dia se resume a pensar nas cenas dos próximos capítulos dessa sequência Criando Silvinha, que chega à sua sexta parte. Espero que vocês gozem mais do que eu enquanto escrevia! Boa leitura e boas gozadas!

Na mesa do café da manhã, Márcio recebe uma ligação de Christiane, sua mulher, ou melhor, ex-mulher. Ele se afasta pro quarto e depois volta para nos compartilhar uma novidade: “Rapazes, trago uma grande novidade! Em breve, teremos mais um visitante na chácara. Meu filho caçula, o Nilsinho quer passar uns dias conosco…”

Para quem não se lembra, Nilsinho é o filho caçula de Márcio que tem só 14 anos. Para mim, recebi a notícia com entusiasmo de que mais um membro da família que ganhei do coração viria para a chácara. Quem parece que não gostou muito foi Jonas: “Eita! Mais um pra dividir a carne…” Imaginei que Jonas se referia à comida, então fiz uma observação: “Que é isso, Jonas! Não vai faltar nada pra ninguém! Onde come um, come dois e come três!” Jonas olhou pra Márcio, com um sorriso meio malicioso. Márcio disse: “O Emílio tem razão! Se dois comem, três também dá pra comer! Eu só vou buscar o garoto à tarde, então agora pela manhã é bom a gente fazer uma certa… despedida das brincadeiras.” Jonas comentou: “O senhor ainda não iniciou ele, pai?” Márcio explicou: “Pois é, Jonas… A mãe dele é muito presente e atenta, então ela poderia perceber alguma coisa. Mas, estando aqui, longe dela, é um ótimo lugar para um bom começo… Aqui ele vai ter os melhores professores e vai sair daqui já bem instruído.” Acabei soltando essa frase, sem querer: “Gente, eu não estou entendendo… do que vocês estão falando?” Os dois riem. Márcio põe a mão no meu ombro e diz: “Ah, meu querido inocente… Essa conversa é entre homens que fodem! Talvez algum dia você possa entender…” Fiquei bastante decepcionado, mas não insisti.

Enquanto terminávamos de tomar o café da manhã, Silvinha acordou e veio nos fazer companhia. Ela foi nos cumprimentando: “Bom dia, Papai Milho! Bom dia, Tio Márcio! Bom dia, Tio Jonas!” Nós a respondemos e Márcio sugeriu: “Escolhe um colo pra sentar, garota!” Ela olhou pra Márcio e Jonas, que estavam começando a ter ereções involuntárias. Depois ela me olhou e veio para o meu colo. Pergunto pra ela: “Meu amor, por que você não quis ficar no colo de um dos seus tios?” Silvinha responde: “O pau deles entra dentro de mim e eu fico cansada.” Os dois ficam meio surpresos. Penso em algo para tranquilizar a todos nós, então digo: “Mas isso é só no começo, minha filha! Todo começo é cansativo! Vou te dar o exemplo do papai: no começo, eu ia limpar a casa e ficava cansado! Hoje eu não fico mais cansado! Você precisa brincar mais com eles, que uma hora você vai se acostumar e não vai mais se sentir cansada! Deixa eu pedir um favor: Márcio, você pode brincar um pouco com a Silvinha depois que ela tomar um café da manhã bem reforçado?” Márcio responde: “Com certeza, Emílio! Você é um pai muito inteligente e compreensivo! Que sorte a dessa garota ser sua filhinha!” Fiquei extremamente feliz com o elogio do Márcio. Silvinha foi comendo e eu fui empurrando mais coisas pra ela comer. Se ela comer e ficar com bastante energia, tinha como aguentar brincar com o Márcio.

Assim que Silvinha terminou de comer, Márcio veio de pau duro chamá-la pra escovar os dentes. Pegou na mãozinha dela e a levou pro banheiro. Jonas aproveitou e veio conversar comigo: “Emílio, você deixou só o pai brincar com a Silvinha e eu não! Isso é muito chato! Você não me dá seu cuzinho e ainda não deixa eu comer sua filha! Como é que eu vou me aliviar desse jeito?” Fiquei me sentindo culpado com aquilo e pedi desculpas: “Perdão, Jonas! Eu nunca brinquei na minha infância desse jeito que você e o Márcio brincam com a Silvinha. E confesso que eu tenho medo de sentir o pau de vocês na minha bunda!” Jonas pergunta: “Vocês? O pai já tentou meter em você também?” Explico: “Não, não! Mas é que eu acho que se eu der pra você, seu pai também vai querer… E o pau dele parece imenso pra mim.” Jonas retruca: “Mas o meu é pequeno! Eu acho um pouco mais grosso, mas é menor! Você aguenta dar pra mim, tenho certeza!” Eu precisava de algo que fizesse o Jonas me deixar em paz, então falei algo que passou pela minha cabeça: “Jonas, vamos fazer o seguinte: vai dar uma olhadinha no celeiro, que daqui a pouco eu te chamo para uma coisa que vai te deixar bem contente!” Jonas deu um sorriso malicioso e falou: “Opa! Sendo assim então eu vou… Tomara que seja algo bem apertadinho pra mim!” Quando Jonas saiu, eu pensei: ainda bem que o Jonas só vem com esses aproveitamentos para o meu lado, que sou adulto, e posso me defender, diferente da Silvinha, que é criança, e com ela, ele só faz brincar para se aliviar. Em meu coração, agradeci a Deus por ter dois homens bons que não se aproveitam da minha criança!

Márcio passou com Silvinha do banheiro para o quarto. Fui me aproximando para ver do que iam brincar, quando Márcio disse: “Vamos brincar? De qual daquelas brincadeiras você gostou mais?” Silvinha pensa e responde: “Eu gostei mais de brincar de cavalinho!” Márcio comenta: “Que garota esperta! Desse tamainho já quer controlar a cavalgada em cima do macho…” Achei que Silvinha fez uma ótima escolha, pois agora eu poderia prestar mais atenção na brincadeira de cavalinho, pois eu acabei dormindo da primeira vez. Márcio se deitou na cama, segurando a base do pau para deixá-lo empinado para cima. Ele parecia não me enxergar na porta do quarto ou não se incomodou de eu ficar ali. Silvinha ficou em pé na cama e Márcio a orientava: “Você primeiro vai ficar se abaixando, esfregando a bucetinha na cabeça do meu cavalinho, que hoje tá saindo muita baba, e vai ser com essa baba que eu vou lubrificar hoje!” Silvinha fazia exatamente como Márcio mandava. Ela se agachava um pouco, e se encaixava na ponta do pau de Márcio, fazendo movimentos circulares, que deixavam a baba de Márcio espalhada em sua vagininha. Márcio apertava seu pau pra sair mais baba. Quando Silvinha se levantava um pouco, dava pra ver um fio de baba ligando o pau dele à vagininha dela.

Márcio disse: “Agora já está bom! Você pode tentar sentar no cavalinho se já quiser, tá bom?” Silvinha assentiu com a cabeça. Ela teve que ficar quase de quatro, se apoiando no peitoral de Márcio, pois o pau de Márcio além de comprido era torto, então não dava para ela sentar reto. Quando ela se curvou para a frente, eu pude ver como a cabeça do pau teve facilidade para afastar os lábios da bucetinha. Nesse momento, eu acredito que Silvinha já estava mais acostumada com as brincadeiras, pois eu vi ela se agitar de um lado para outro, para sua bucetinha agasalhar aqueles centímetros todos, que pareciam não ter fim. Acho que foi uns três minutos até ela descer até o talo. Enquanto ela tentava descer, Márcio pediu: “Fala assim, princesinha do tio: Rasga minha bucetinha, Tio Márcio! Me fode todinha, me fode! Ai minha bucetinha, tio!” Eu pensei que Silvinha não conseguiria repetir aquelas frases, mas fui surpreendido quando ela disse com sua vozinha mais infantil do que antes: “Rasga minha bucetinha, Tio Márcio! Me fode todinha, me fode! Ai minha bucetinha, tio! Rasga minha bucetinha, Tio Márcio! Me fode todinha, me fode! Ai minha bucetinha, tio! Rasga minha bucetinha, Tio Márcio! Me fode todinha, me fode! Ai minha bucetinha, tio!” Cada frase que ela dizia, Márcio gemia como se tivesse com cãibra. Foi então que decidi que era hora de cumprir minha promessa com Jonas.

Fui até a varanda, da qual se tinha a visão do celeiro e chamei: “Jonas, pode vir!” Jonas veio correndo com seu pau duro e eu tive a impressão de ver sua baba pingando do pau. Deve ter sido só impressão. Quando ele chegou até mim, avançou com as mãos na minha cintura, sua boca e barba foram até meu pescoço me beijar e confesso que um arrepio correu por todo meu corpo. Eu expliquei: “Calma! Calma! Não sou eu que vou te dar o cuzinho não! É a Silvinha!” Ele me solta e pergunta: “Mas ela não tá brincando com meu pai?” Eu continuei explicando: “Está sim! Mas você não precisa se aliviar também? E como ela tem dois buraquinhos, se vocês forem cuidadosos, será que não dava certo brincar com os dois buraquinhos ao mesmo tempo?” Jonas nem me respondeu. Ele correu em direção ao quarto do Márcio, guiado pelos gemidos da Silvinha, que dava pra ouvir da casa inteira. Fui atrás dele.

Chegando ao quarto, Márcio estava tão concentrado metendo em Silvinha, que nem notou Jonas se posicionando atrás da menina. Eu tinha uma cadeira no quarto, que usava para ler sentado, e puxei para poder ter um ângulo de visão melhor. Jonas usou a mesma tática de apertar o pau, para a baba cair no anelzinho de Silvinha, e com a cabeça do pau, espalhou. Ele apontou a cabeça pra entrada e curvou o corpo pra cima de Silvinha, fazendo um sanduíche de Silvinha, desta vez com Márcio. Nisso, o pau dele deslizou só a cabeça pra dentro, o que já foi suficiente pra Silvinha gritar: “Aaaaiiiiii, meu cuzinho! Me ajuda! Tá doendo!” Márcio abre os olhos e finalmente percebe o que estava acontecendo: “Seu filho da puta safado! Comendo o cuzinho da nossa garota primeiro que eu! Deixa eu terminar de gozar nela que você vai ver!” Jonas retruca: “Ai, pai, deixa de drama! Só curte o momento… Tô sentindo teu pau na bucetinha dela… Tá sentindo o meu?” Márcio cofirma: “Caralho, filho! Que sensação gostosa do caralho… Tô sentindo te pau deslizar pra dentro do cuzinho dela…” Eu fiquei me perguntando, pelo diálogo deles, como isso poderia ser possível. Imagino que como a vagina e o ânus são muito próximos, então talvez o canal que separe os dois deva ser fininho, e o que entra em um sente encostando no outro. E se levar em consideração que Silvinha é uma criança pequena e magrinha, então o canal dela deve ser mais fino ainda do que de uma mulher adulta. Eu vi o pau de Jonas ir afundando no cuzinho de Silvinha, sem muito esforço. Ele ficou parado, enquanto Márcio continuava comendo a bucetinha, desta vez um pouco mais lento. Em um determinado momento, não conseguia mais ver a pele de Silvinha, apenas os ovos marrons escuros de Jonas por cima dos ovos marrons claros de Márcio. Eram duas duplas de ovos, se movimentando indicando que ali havia uma dupla penetração.

Olhei para a lateral, para ver se via Silvinha, e não dava pra ver a pequena menina. Ela estava esmagada entre aqueles dois grandalhões. Só vi um pouco dos seus bracinhos saindo do meio de Jonas e Márcio, se agarrando aos braços fortes do Márcio, talvez para se sentir segura. Era impossível não notar aqueles corpos fortes, masculinos, trabalhados em academia, se movimentando com muito cuidado para não fazer um estrago (maior) na menina. Márcio e Jonas estão rosto a rosto, e vejo um olhar fundo nos olhos do outro. Márcio diz: “Filho, eu te amo! Tenho orgulho de ser seu pai, seu putão safado!” Jonas retribui: “Também te amo, pai! Tenho orgulho de ser filho de um pedófilo tarado como o senhor!” Foi lindo para mim prestigiar esse diálogo. Só fiquei me perguntando por que eles usaram aqueles palavrões um com o outro, em meio a um momento de tanta afetuosidade entre pai e filho. Mas eu não deveria me meter na relação dos dois. Deixei-os à vontade!

Jonas fala: “Pai, essa sensação de comer um cuzinho infantil, sentindo o pau do meu pai, ao mesmo tempo, comendo a bucetinha infantil da mesma putinha, não tem nada no mundo que supere! Eu tô quase gozando!” Márcio completa: “É verdade, filho! Por ser seu pai, é como se seu pau fosse meu segundo pau, e eu tivesse comendo essa putinha em dois lugares de uma vez só! Vamos tentar gozar juntos?” Jonas responde: “Eu tô me segurando aqui. Então quando eu sentir o senhor gozando, vou gozar junto também!” Márcio retruca: “Pois vamos bombar juntos e sentir nossos paus se esfregando nessa putinha, vamos!” Jonas concordou e os dois começaram a bombar ao mesmo tempo. Silvinha gritava: “Aaaiii, aaaiii, aaaiii, tios! Eu vou fazer xixi e minha bucetinha tá rasgando!!!” Parece que os gritos da menina fez os dois se agitarem mais ainda, pois pareciam dois desesperados se mexendo na cama. Até que Jonas anunciou: “Pai… não consigo… vou go… zaaaarrrrr!!!” Márcio anuncia em seguida: “Tá pulsando, filho, tô sentindo! Também estou gozandooo… Aaaaaahhhhhhh!!!” Só daí que Silvinha gritou: “AAAIII, MEU XIXI TÁ SAINDOOOO!!!” Os três ficam arfando sobre a cama e puxando bastante ar, como se os três estivessem com falta de ar.

Márcio me chama: “Emílio, você ainda está aí?” Respondo: “Oi, sim, tô!” Márcio pede: “Tem como você ajudar aqui? Acho que nossos paus grudaram na Silvinha. Você pode puxá-los de dentro?” Eu vendo que a situação parecia bem complicada, concordei. Como Jonas estava por cima, pensei em primeiro puxar o pau dele. Assim que puxei, o pau de Jonas saiu com um fedorzinho de cocô, mas devia ser normal, pois estava no cuzinho de uma criança. Depois puxei o do Márcio, e ainda espirrou os dois últimos jatos de porra do Márcio na minha mão. Vendo que Silvinha estava livre dos dois paus, fiquei pensando como tirá-la daquele sanduíche humano, mas sem tirar Jonas de cima dela, pois ele era muito pesado para eu segurá-lo.

Decidi puxá-la pelas pernas. Segurei nos dois tornozelos dela, comecei a puxar e o corpo foi saindo debaixo de entre aqueles dois brutamontes. Quando a cabeça dela estava saindo, o rosto dela passou deslizando nos paus dos dois, então o rostinho dela estava melado de porra dos dois lados. Segurei-a em meu colo e ela me abraçou como se agradecesse por ter sido salva. Jonas e Márcio ficaram com seus corpos colados e se abraçaram. Márcio disse, em tom de nostalgia: “Lembra quando você tinha a idade da Silvinha e você gosta de dormir nu em cima de mim? Depois de mais de vinte anos, essa garota nos proporcionou essa cena novamente…” Jonas confirmou: “Verdade, paizão! Seria muito bom se todos os pais e os filhos pudessem crescer sem esse tabu de homens não poderem se tocarem nus…” Márcio perguntou: “Filho, fala a verdade aqui pro seu paizão: eu não sou idiota, mas quero que você saiba que não tenho preconceito nenhum… Você curte comer um macho também, não curte?” Jonas admitiu: “Pai, não tenho vergonha disso! Eu só gosto de comer! Dar, nunca tive vontade, nem quero!” Márcio comentou: “Eu sabia, filho! Se isso te dá tesão, continue! Já sei até quem é sua próxima vítima…” Jonas arrematou: “Se o senhor sabe, então melhor ficar quieto, pra não espantar a presa…” Márcio finalizou: “Emílio, vai dar um banho na Silvinha logo… Depois eu e o Jonas vamos.” Eu pedi licença e saí. Dando banho em Silvinha, enquanto via sua bucetinha e seu cuzinho vermelhinhos e inchados, fiquei me perguntando quem seria essa tal vítima a quem Márcio e Jonas estavam se referindo.

Silvinha acabou dormindo depois do banho. No almoço, Jonas puxou assunto com Márcio: “Pai, e aí, como é que vamos introduzir a nossa herança de família para o Nilsinho?” Márcio mastigou um pouco antes de responder: “Antes seria mais difícil, porque a mãe dele não deixava o moleque sair de perto dela. Agora que separamos e ele vem passar uns dias comigo, aqui é o lugar ideal. Temos eu e você para servir de referência pra ele, e temos a Silvinha para ele brincar bastante com ela. Se for o caso, melhor a gente deixar a Silvinha uns dois dias só pra ele.” Jonas reclamou: “Ah, não! Eu não topo ficar na seca de novo não!” Márcio deu um sorriso malicioso: “Pode relaxar, filho! Ainda tem uma segunda opção para o nosso alívio.” Jonas deu o mesmo sorriso malicioso: “Esse é o meu paizão!”

O telefone de Márcio tocou. Ele atendeu na nossa frente: “Oi, Rodrigo! Tudo bom cara? [Pausa] Essa é a melhor notícia que eu recebo! Mas vêm você, o Sérgio, a Alice e a família toda, né? Senão não tem graça! [Pausa] Pois então eu vou falar com o meu amigo Douglas, para pesquisar uns imóveis. Também estou pensando em alugar uma casa, pois me separei da mulher. Foi, cara! Mas encontrei um anjo na minha vida chamado Emílio, e sua princesinha chamada Silvinha. Ela e a Alice têm a mesma idade e poderão ser amigas! [Pausa] Ok, ok, depois nos falamos então. Sim, vamos manter contato! Um abraço!” Jonas perguntou assim que o pai desligou: “Quem é essa Alice, que tem a mesma idade da Silvinha?” Márcio explica: “Então, lembra aquele site de contos que eu te passei? Tinha um lá chamado Desafios de um Pai, e eu entrei em contato com o Rodrigo e o Sérgio que são os pais da Alice.” Jonas interrompeu: “Dois pais? São um casal gay?” Márcio disse: “É melhor você ler os onze capítulos da história que você vai entender melhor.” Jonas afirmou: “Eu vou ler daqui a pouco antes que eu me esqueça! E sobre o que vocês estavam combinando?” Márcio explicou: “Após meses de muitas conversas, fiz um convite para os pais, a menina e outros parentes para virem conhecer a nossa cidade. E coincidiu deles estarem com desejo de mudar de cidade, porque a vizinhança andava muito desconfiada da família…” Curioso, perguntei: “Mas por que a vizinhança estava desconfiada da família?” Márcio me respondeu: “Emílio, você acredita que a vizinhança estava maldando que o Rodrigo estava fazendo maldades com a Alice, que é como uma filha pra ele? Ainda bem que o outro pai dela, o Sérgio, é igual a você, Emílio, e compreende que o Rodrigo só quer ajudar ele a cuidar da Alice!” Eu comento: “Puxa vida! Que situação! Quero conhecer esses pais e dizer pra eles que podem contar comigo para tudo! Seria uma experiência muito boa trocarmos ideias! Quando eles virão? Eles te falaram?” Márcio responde: “Sim, eles vão se organizar para a mudança e acreditam que até o final deste mês de agosto eles se mudam. Eu vou falar com um amigo, o Douglas, que é corretor de imóveis para encontrar casas baratas para eles e pra mim também. Vou marcar com o Douglas.” Jonas lamentou: “Seria perfeito se essa mocinha chegasse hoje. Mas vamos esperar até o final de agosto!” Márcio anunciou: “Quando eu for buscar o Nilsinho, vou aproveitar e falar com o Douglas na casa dele.”

Terminado o almoço, Márcio saiu do seu estado de nudez e se vestiu para ir buscar o filho Nilson, o Nilsinho. Jonas ficou para fazer uns reparos na casa, para acomodar o irmão mais novo, de 14 anos. Enquanto eu estudava com Silvinha, fiquei pensando em como ajudar o Márcio a encontrar uma casa para ele, e para os seus amigos, os pais da Alice. Lembrei da minha cidade Inocência, que ficava bem próxima da capital, cerca de uma hora, e sempre tinha casas para vender. Além disso, a casa dos meus pais ficou lá, sob os cuidados do meu primo pedreiro, João Leonel, cujo nome homenageava meu pai, que também era padrinho dele. Eu decidi que ia viajar até Inocência para falar com o João Leonel, para saber as condições da casa. Amadureci que, dependendo do estado da casa, eu poderia permitir Márcio morar nela, já que eu morava na chácara do pai dele, com a minha filha. Era uma ideia perfeita! Quando Márcio voltasse, falaria com ele para ver o que ele achava. E se ele falasse algo sobre o amigo dele, Douglas, eu também já sabia o que dizer: trazer o Douglas para a gente conversar na chácara.

No final da tarde, o carro de Márcio chegou trazendo ele e seu filho adolescente, Nilsinho. O garoto de 14 anos não era tão parecido com Márcio, como o irmão mais velho, Jonas. Nilsinho era bem alto, quase da mesma altura do pai, extremamente magro, a pele um pouco mais clara, cabelo castanho claro, e todos os detalhes do seu rosto eram grandes: olhos , boca e principalmente nariz. O garoto estava com um uniforme de futebol, que deu para identificar que era de um time da escola. Ele foi apresentado pelo pai: “Turma, apresento a vocês o meu garoto: Nilsinho!” Silvinha correu para conhecer o novo membro da família. Quando parou na frente dele, ela exclamou: “Que lindo! Parece um príncipe!” Nilsinho sorri pra ela e diz: “Oi, linda princesa! Se você quiser, posso ser o seu príncipe e você a minha princesa!” Silvinha sorri: “Quero sim! Eu quero um príncipe!” Jonas e Márcio ficam implicando com Silvinha por ela não tê-los escolhido como príncipes. Eu me dirijo a Nilsinho: “Seja bem vindo, Nilsinho! Eu sou Emílio e sou o pai dessa princesa, Silvinha! Nós estamos à sua disposição!” Nilsinho responde: “Muito bom saber! Meu pai disse que você ia me dar o tesouro mais precioso que você tem…” Eu paro e penso sobre que tesouro ele havia se referido. Márcio pede: “Vamos pra dentro! Jonas pegue as malas do seu irmão e leve pro quarto da Silvinha.”

Fomos pra cozinha, onde servi uma mesa repleta de comidas deliciosas para receber bem Nilsinho. O garoto era bom de boca, apesar de ser extremamente magro. Jonas comentou: “Você esticou bastante em garoto? Esse negócio de ser goleiro te ajudou a ganhar uns centímetros a mais!” Nilsinho, enquanto mastigava, fala: “Mano, eu jogo futebol todo dia! E basquete de vez em quando.” Jonas indaga: “E punheta? Tem batido muitas?” O garoto fica vermelho, principalmente o nariz, que fica até parecendo nariz de palhaço. Olho pra Jonas e digo: “Jonas, cuidado com as palavras, por causa da Silvinha.” Jonas se desculpa e Márcio logo interfere na conversa: “Emílio, seria bom você levar a Silvinha para fazer alguma coisa, para que a gente possa ter aqui uma conversa entre pai e filhos. Você não se incomoda, né?!” Eu digo que não e levo Silvinha para ajeitarmos o quarto dela pra Nilsinho.

Do quarto de Silvinha, deu pra ouvir alguns trechos da conversa deles. Márcio inicia um diálogo: “Nilsinho, trouxe você aqui não só para você ficar perto de mim. Mas eu te trouxe para cumprir uma promessa que eu te fiz quando você fez 10 anos. Você lembra qual era?” Nilsinho responde: “Pai, não me trata como criança! Eu tenho 14 anos, não mais 10! Claro que eu me lembro da promessa! O senhor me viu de pau duro e prometeu que em breve me levaria pra comer a minha primeira buceta. E até hoje o senhor não cumpriu! Quero ser homem já! Quero comer buceta! Por isso que eu briguei com a mãe pra vir!” Jonas reforça: “Poxa, velho! Deixou o moleque todos esses anos se acabando em punheta?! Chega até ser maldade!” Márcio reclama: “Parem de reclamar os dois! Já estamos aqui, não estamos? Então vamos deixar essas besteiras de lado e vamos discutir o que realmente importa: Nilsinho vai comer a primeira bucetinha na vida dele! De hoje não passa! Escutem o plano!”

Eu me distraí com Silvinha mexendo na mochila de Nilsinho. Ela tirou um caderno de desenhos e disse: “Olha, Papai Milho, o Nilsinho sabe desenhar!” Eu reclamei: “Filha, é feio mexer nas coisas das outras pessoas! Me dê que eu vou guardar de volta!” Silvinha havia aberto o caderno e me entregou com um desenho à mostra. Era um desenho que dava pra perceber ter sido feito pelo próprio Nilsinho, de um corpo masculino enfiando o pau em um corpo feminino, dos seios grandes, cintura fina e bunda bem grande. Lembrei logo da Vivi, exceto pela buceta que não tinha. Fiquei pensativo: será que o Nilsinho via os pais dele fazendo essas coisas e foi desenhar?

Escuto a voz de Nilsinho da cozinha: “Sério? Mas novinha assim é bom?” Márcio comenta: “Filho, é a melhor idade das bucetas! A qualquer hora que você for comer, sempre vai tar apertadinha e vai ficar apertando seu pau sem você nem precisar pedir! Depois que elas crescem, mesmo ficando um bom tempo fechadas, ainda assim você vai sentir um pouco frouxa… umas ficam tão molhadas, que você coloca o pau dentro e sente seu pau ficar pequeno dentro dessas bucetonas… E olha que seu paizão aqui tem um pau de 22 cm!” Jonas complementa: “Por falar em apertado, o que sempre tá apertado também é um cuzinho! Eu prefiro cuzinho, mas também nunca dispensei buceta não! O que for buraco, Nilsinho, é pra meter!” Nilsinho pergunta: “Vocês comem cuzinho também?” Jonas responde: “Eu, toda hora!” Márcio fica com a voz meio nervosa: “É, de vez em quando eu gosto de comer um cuzinho também…” Nilsinho pergunta: “Pai… Jonas… Eu quero perguntar uma coisa pra vocês… Na minha escola tem um monte de viadinho que toda vez que eu vou ao banheiro, tem algum que aparece pedindo pra chupar meu pau ou pra eu comer o cu dele… Todos do 6º ao 8º ano… Eu nunca deixei, mas meu pau sempre ficava duro. Eu queria buceta, mas nunca uma menina chegou em mim…” Márcio diz: “Nilsinho, não tem problema nenhum! Esses viadinhos sempre existiram e sempre vão existir! Se não for você, serão outros garotos mais velhos que vão ter a sorte de enrabar todos esses cuzinhos! [Pausa] Vou contar um segredo para vocês… Quando eu era estudante, eu comi todos os viadinhos da escola! E ainda comi uns meninos que nem eram viados, mas que deram bobeira e eu comi.” Jonas pergunta eufórico: “Ah, seu puto! Você nunca me falou isso! E como você fazia?” Márcio explica: “O meu primeiro viadinho foi um menino de 9 anos chamado Bruninho, que todo mundo chamava de Bubu. Ele vivia encarando meu pau na hora do recreio. Até que um dia o chamei pro banheiro e pedi para ele chupar. Ele deixou bem babado, e depois mandei ele ficar de quatro no vaso e soquei a rola nele. Saiu um pouco de sangue, mas eu lavei e fiquei fazendo carinho nele. Depois ele disse que gostou. Todo recreio fiquei comendo ele, até o ano seguinte, quando eu disse que ele tinha que arrumar outros amiguinhos pra mim. E assim ele fez! O Bubu mandava vários viadinhos pra eu comer na hora do recreio, e no final da aula eu comia o Bubu pra ele continuar arranjando. E uma vez eu perguntei como ele conseguia tantos garotos. Como o Bubu era muito inteligente, ele fazia o dever de casa de alguns garotos ou passava respostas na hora da prova, e os garotos tinham que pagar dando o cu pra mim na hora do recreio! Hahaha Eita, que me bateu até uma saudade do Bubu e do cuzinho dele… A última vez que tive notícias dele, estava casado com um alemão e morava em Berlim. Ele era diretor de uma escola. Deve tá comendo ou dando pra muito garoto na Alemanha… Hahaha”

Nilsinho exclama: “Então tá resolvido! Esses dias eu vou comer buceta, e quando eu voltar pra escola vou pegar um viadinho chamado Daniel… Se vocês virem, ele tem um rabo grande que dá vontade de comer, pois é maior que de muitas meninas lá da escola. Já peguei meus amigos dando umas olhadas e pegando no pau, e uma vez eu bati uma pensando no rabo do Daniel…” Jonas pediu: “Nossa, Nilsinho! Tem que comer esse viadinho mesmo! Quando você conseguir, depois leva ele lá em casa, que eu como também!” Nilsinho confirmou: “Levo sim! Fechou, mano!” Escuto som de mãos dando uma palmada. Márcio diz: “Ei, ei, ei… Vocês combinam as coisas na minha frente e vão me deixar de fora? Se o viadinho vai tá lá, quero comer também!” Todos riem. Márcio retomou o diálogo: “Mas voltando ao nosso assunto, então você já entendeu o que é pra fazer, né, Nilsinho? O resto deixa comigo e com seu irmão!” Nilsinho confirmou: “Entendi e já quero começar logo!”

Márcio chamou Silvinha e eu para a cozinha. Márcio disse pra gente: “Bem, a partir de agora, o Nilsinho vai passar essa última semana de férias aqui comigo e o Jonas, e como meus filhos estão aprendendo comigo o que aprendi com meu pai, nós três vamos continuar nus. Tudo bem pra você, Emílio?” Eu confirmei que sim. Silvinha perguntou: “O Nilsinho também vai ficar pelado?” Nilsinho responde: “Vou sim! Você quer me ver pelado, quer?” Silvinha responde entusiasmada: “Quero, quero, quero!” Nilsinho é o primeiro a tirar a roupa. Ao tirar a camisa, seu corpo extremamente magro denuncia não haver pelos da cintura pra cima. Mas, quando ele baixa o calção, sua virilha estava com vários pêlos nascendo, dando a entender que eram os primeiros pêlos e ele ainda não tinha depilado. O seu pênis era bastante comprido, mas fino. Lembrava uma salsicha. Quando ele já estava totalmente pelado, seu pau fino começou a inchar do nada. E em menos de cinco segundos, ele cresceu vertiginosamente ficando duro e apontando pro teto. Márcio exclamou: “Nilsinho, cê tá de parabéns, meu filho! Pra 14 anos, teu pau é bem grande! A garotada vai amar!” Uma curiosidade estava me inquietando: “Gente, por acaso é hereditário esse problema de ereção involuntária? Vejo que o Nilsinho também tem!” Márcio confirmou: “É sim, Emílio! E essa era a outra coisas que eu tinha pra te falar: meu garoto aqui também precisa aliviar a dor do pau na nossa Silvinha…”

Antes que eu pudesse raciocinar, Silvinha estendeu os braços para Nilsinho, que já a colocou no colo dele. Ela disse: “Nilsinho, você me mostra seus desenhos?” O garoto falou: “Te mostro sim! Quais você quer ver?” Ela responde: “Todos!!!” Então ele comentou: “Tá bem animada, hein? Vamos lá que eu vou te mostrar tudo!” Ele saiu a levando no colo e entraram no quarto dela. Márcio e Jonas tiraram a roupa na minha frente e parecia um verdadeiro espetáculo: fisicamente, eles eram muito parecidos, exceto pela cabeça, cor de pele e o formato do pau. Mas o resto, cada detalhe era bastante idêntico. Os paus já estavam duros e babando. Jonas falou: “Emílio, estou ainda com vontade de me aliviar… Mas não quero cansar a Silvinha, sabe… Você tem alguma ideia?” Márcio disse: “No meu caso, só uma boquinha quente já resolve…” Jonas comentou: “Já no meu, não… Quero algo mais!” Pedi a Deus que me tirasse dessa situação constrangedora. Ele me atendeu. O celular de Jonas tocou bem alto e um nome apareceu na tela: Vivi. Jonas pegou o celular bem rápido e saiu pra dentro do quarto para falar. Só ouvimos quando ele disse: “Oi, gata!” Márcio comentou: “Nossa família tem esse poder: quem é comida acaba se apaixonando…” Nisso, uma gota de baba caiu do pau até o chão, sendo meus olhos acompanhantes do movimento. Márcio notou: “Não gosto de desperdiçar baba…”

Enquanto eu permanecia imóvel, ele foi andando em minha direção e me chamou: “Vamos pra sala ver o jornal?” Hipnotizado saí o acompanhando. Quando passamos pelo quarto de Silvinha, vejo que Nilsinho estava sentado de frente para a porta, com suas pernas abertas e a cama entre elas. Silvinha estava sentada na virilha dele, com o pau dele pra fora, que cobria a visão de sua bucetinha e ia até o umbiguinho dela. Eles estavam vendo o caderno de desenhos do Nilsinho que estava aberto, mas eu não conseguia, ou não queria, ver os desenhos. Silvinha perguntou: “O que é isso que eles estão fazendo?” Nilsinho explicou: “Eles estão fazendo coisas que namorados fazem.” Márcio me chamou novamente: “Ei, vamos! Deixa os dois aí…” Obedeci ao Márcio e continuei andando pra sala.

Márcio sentou no sofá com suas pernas bem abertas, ocupando o sofá quase todo. Seu pau torto babava sua barriga, que onde o babava ficava brilhando com o reflexo da TV. Eu não sabia o que ia acontecer, mas estava com uma sensação muito estranha. Márcio bate a mão de leve no lugar ao seu lado do sofá e diz: “Senta aqui.” Obedeci mais uma vez. Márcio, sem olhar pra mim, apenas pra TV, falou: “Tá esperando o quê pra me chupar?” Se ele tivesse olhado pra mim, ia ver que eu estava aterrorizado! Gaguejei: “Má – Má – Má – Márcio! Eu não sei fazer isso… E eu acho que é muito errado! O Abraão sempre falou que… “ Márcio interrompe: “Nunca mais diga isso, Emílio! O pai Abraão era um homem muito sábio, mas também não sabia de muitas coisas… Ele foi doutrinado pela Igreja para negar muitas formas de se sentir prazer. Mesmo eu sendo das antigas, sempre fiz minhas sacanagens escondido de todo mundo… Mas desde que eu conheci a Vivi, ela me abriu muito a mente… Homem com homem pode, mulher com mulher pode, todo mundo com todo mundo pode, porque o prazer é infinito!” Eu repeti: “O prazer é infinito… Nossa, que bonito!” Márcio continuou: “É bonito sim! Essa é a minha religião: o prazer! Se não fosse a Vivi, eu ia continuar sendo um cara preconceituoso comigo e com os outros. Agora que eu vejo que passei dos 50 anos é que eu fui perceber que perdi muito tempo na minha vida! Eu poderia ter aproveitado muito mais e não aproveitei… Chega de perder mais tempo! Quero gozar até o último dia da minha vida! E nesse momento, quem vai me ajudar a gozar é você…” Eu pergunto: “Está bem, Márcio, mas você não vai fazer isso de maldade comigo não, né?” Márcio me olha e responde: “Jamais, Emílio! Como você pode pensar um negócio desses? E a promessa que nós fizemos na frente do nosso pai? Nunca desconfiar um do outro? Você já se esqueceu ou não quer mais cumprir?” Respondo assustado: “Não, não, não é isso, Márcio! É que como eu nunca fiz isso, tive um medo de que você se aproveitasse de mim, mas já passou…” Márcio continuou a me olhar, deu um sorriso malicioso e disse: “Emílio, fique tranquilo! Jamais eu faria mal a você ou a Silvinha, que são da minha família agora… Mas, tem um porém: algumas coisas que eu não fiz com a Silvinha, pra me aliviar, com você eu vou ter que fazer…” Pergunto: “Que coisas são essas?” Márcio explicou: “Quando um homem vai se aliviar, a cabeça de cima não pensa… Quem manda é a cabeça de baixo… Então o corpo não se controla e responde violentamente às vezes… Então a gente pode sufocar a pessoa, dar uns tapas na cara, na bunda, empurrar a cabeça pra frente pro pau entrar até o talo… Mas nada disso vai ser pra te machucar… É só para eu conseguir me aliviar mais rápido, entendeu?” Eu confirmo que sim.

Márcio então começou a se punhetar na minha frente e começou a sair muita baba da cabeça do seu pau.Sem me dizer nada, uma de suas mãos veio por trás da minha cabeça e me puxou pra baixo até seu pau. Eu estava com o corpo mole, como se eu fosse um boneco de pano. Ele baixou a minha cabeça e tacou o meu rosto em seu pau, mas eu não abri a minha boca. Senti um cheiro de pau muito forte no meu nariz. Márcio segurou seu pau e sem eu entender nada, começou a bater com seu pau no meu rosto com muita força. Eu fechei os olhos pra não acertá-los, e sem querer abri a boca pra dizer “ai”. Eu sentia meu rosto arder e se avermelhar com aquelas pirocadas, mas nada se compara ao susto de abrir a boca pra soltar “ai, ai, ai, ai” e o que acontece é “ai, ai, (…) glup, glup, glup, glup, glup, glup, glup!”

Márcio havia enfiado a rola na minha boca, mas acho que só entrou a cabeça e uns dois ou três dedos abaixo da cabeça. Ainda faltava mais da metade do pau. Mesmo assim, com uma mão ele segurava o pau e com a outra, ele segurava minha cabeça pelo meu cabelo curto e cacheado para ficar subindo e descendo a minha boca na rola dele. Eu aproveitava para tentar analisar tudo: o gosto de pau era um sabor único, que eu não conseguia comparar com nada; associei o gosto com o cheiro que eu sentia, e realmente aquele cheiro combinava muito com o gosto; a textura do pau era muito peculiar, pois a cabeça era bem lisa, mas o corpo era enrugado e tinha muitas veias, tantas, que meus lábios e minha língua ficavam sendo comprimidos e esticados cada vez que encostavam nessas veias. Eu não esperava por isso, mas meu pau foi ficando duro na minha cueca, mas eu não mexi nele. Eu também não esperava, mas Márcio solta meu cabelo e com a mão que ficou livre, ele dá um tapa muito forte em minha bunda. Foi muito forte mesmo! Eu grito um “aaaahhhh” que saiu muito abafado, pois eu estava com sua rola na minha boca. E mais uma vez foi por causa desse grito que ele empurrou mais alguns centímetros de pau na minha boca, e eu senti a cabeça na entrada da minha garganta, bem onde ficava a passagem do ar. Comecei a me sentir sufocado. Márcio ergueu uma perna, e com ela fez com que eu tirasse meu corpo do sofá, para ele deitar essa perna. Com a outra perna, ele empurrou meu corpo de volta pro sofá, fazendo eu ficar deitado entre as duas pernas dele, no sofá, com o pau dele quase todo na minha boca. Ele estava meio deitado no sofá e eu completamente deitado, preso entre as pernas dele. Ele ficava afundando a minha cabeça contra a virilha dele, e eu percebia que com essa força toda, um pouquinho mais entrou, mas dava pra perceber que ele queria que o pau entrasse todo dentro de mim. Eu já sentia a cabeça pressionar para entalar na garganta. Olhei pra ele, ele olhou pra mim: “Você tem que se acalmar e respirar mais pelo nariz do que pela garganta… Abre a garganta e deixa o ar entrar e sair…” Segui as orientações e abri a garganta. Foi fatal. A cabeça escorregou pra dentro e o que faltava de pau pra entrar na boca entrou. Eu achei que fosse morrer ali. Márcio começou a alisar meus cabelos e minhas costas, e eu consegui encontrar passagem de ar, mesmo com o pau alojado na minha garganta. Márcio anuncia: “O gozo tá vindo, Emílio! Aguenta só um pouquinho que eu quero gozar dentro…” Seu quadril fez uns movimentos leves pra frente e pra trás, e a cabeça do pau fazia que ia sair, mas entrava de novo, e eu pacientemente suportei aquela sensação de estar entalado, até que percebo os ovos de Márcio saltarem como se tivesse vida dentro deles, em seguida o pau dele começa a pulsar, e Márcio gritou: “Aaaaahhhhhhhhhhhh! Que gozada, Emílio!” Os jatos de algo quente e cremoso saíam na minha garganta e já desciam direto para o meu estômago… Não deu pra sentir o gosto… Só senti que era quente e cremoso.

Márcio ficava arfando, mas suas mãos estavam como estátua, segurando a minha cabeça de uma forma que eu não conseguia me mexer. Ele foi relaxando de olhos fechados, mas sem me soltar, até que disse: “Continua assim mais um pouco. Quero sentir meu pau amolecer dentro da sua boca…” E assim aconteceu. Demorou coisa de uns quatro a cinco minutos, mas o pau dele foi diminuindo o volume, a cabeça saiu de dentro da minha garganta, metade do pau saiu da minha boca, e quando a cabeça repousou na minha língua, senti que ainda tinha um pouco de coisa quente e cremosa. Dei uma mamada de leve, e senti que tinha cremosidade de leite condensado, mas um gosto estranho, porém não era ruim. Quando mamei, Márcio gemeu e disse: “Ai, não faz isso de novo! Meu pau tá muito sensível… Amanhã você mama mais…” Quando o pau deslizou e saiu da minha boca, eu perguntei: “Márcio, aliviou a dor? Você disse que seu pau está sensível…” Márcio abriu os olhos que pareciam querer dormir e disse: “Desde que eu cheguei nesta casa, cada alívio tem sido um melhor que o outro… Muito obrigado!”

O celular de Márcio toca. Na tela, aparece o nome Vivi. Ele se ajeita no sofá: “Nossa! Minha boneca tá me ligando! Vou ter que atender! Posso atender lá no seu quarto?” Respondo: “Sim, fica à vontade!” Márcio sai e fecha a porta do quarto. Quando olho pra trás, vejo Jonas sair do seu quarto, com a barriga toda melada de algo branco, e vir na minha direção: “Cara, você tem muita sorte! Eu ia comer seu cu hoje, mas a minha gata me fez gozar tanto agora por uma videochamada, que eu vou deixar pra amanhã! Cadê o pai?” Aliviado, eu informo: “Seu pai está no outro quarto conversando ao telefone.” Jonas então avisou: “Pois então eu vou tomar logo um banho, porque tô todo gozado! Melhor o pai não me ver assim, senão vai ficar com inveja que eu gozei e ele não! Hahaha” Jonas sai ao banheiro e eu penso: mal sabe ele que o pai também já gozou e ainda me fez engolir tudo!

Lembrei de Nilsinho e Silvinha. Os dois estavam muito silenciosos. Quando criança está quieta, é porque está aprontando alguma coisa… Cheguei a porta do quarto e tomei um susto: Silvinha estava sentada na cama encostada à`cabeceira, com suas perninhas bem afastadas, segurando sua bucetinha e esticando-a para os lados, de modo que dava pra ver sua bucetinha inteira por dentro. Nilsinho estava sentado, no banquinho e na mesinha de estudos de Silvinha, com seu caderno, e vi que ele estava terminando um desenho bastante perfeito da bucetinha de Silvinha aberta. Eu me aproximei dele e perguntei: “Por que você está desenhando a vagina da Silvinha?” Nilsinho responde: “Porque eu quero me lembrar pra sempre da primeira bucetinha que eu tive na vida…” Silvinha falou animada: “Papai Milho, eu agora sou namorada do Nilsinho e ele é meu namorado! Depois que ele terminar de desenhar, a gente vai fazer coisas de namorados!” Eu rio da ingenuidade dela e falo: “Filha, mas você é muito novinha pra namorar! Você tinha que pedir ao papai primeiro para eu deixar você namorar!” Silvinha retruca: “Mas, Papai Milho, você deixa eu fazer coisas de namorados com o Tio Márcio e o Tio Jonas, e eles nem são meus namorados…” Parando pra pensar, ela tinha razão. Resolvi deixar: “Tá bom então! Você e o Nilsinho podem ser namorados. Mas eu vou ficar de olho em vocês, tá?” Silvinha retruca novamente: “Não pode, Papai Milho! A gente vai namorar escondido!” Questionei: “Ué? Por que vão namorar escondido se eu estou deixando? Eu quero ver!” Nilsinho respondeu: “É só porque faz parte da brincadeira, Emílio! Depois a gente vai namorar na frente de todo mundo!” Eu digo: “Ah, então tá! Melhor assim! Vocês querem alguma coisa especial pro jantar?” Nilsinho fala: “Eu adoro lasanha e macarronada! Você sabe fazer?” Confirmei: “Sei sim! Pois eu vou fazer macarronada, pois não tem todos os ingredientes para lasanha. Amanhã eu peço pra ir comprar. Você prefere com molho vermelho ou com molho branco?” Nilsinho respondeu: “Molho branco é melhor… Se for bem grossinho então, é bem mais gostoso…”

Enquanto eu preparava a macarronada para o jantar, Márcio e Jonas ficaram vendo um canal esportivo e comentando coisas de futebol que eu não entendia. Gritei para Nilsinho e Silvinha: “Crianças! Vocês não querem me ajudar aqui na cozinha?” E Silvinha responde: “Vou já, Papai Milho! Meu namorado tá passando gel em mim!” Eu imaginei que fosse álcool em gel, afinal ainda devemos continuar a nos proteger da pandemia do COVID-19. De repente, lá vem Silvinha correndo do quarto para a cozinha. Antes de começar a cozinhar, eu sempre lavava o cão da cozinha e ficava escorregadio. Silvinha escorrega e cai pra frente, se apoiando nos bracinhos, mas vejo que seu joelho fica levemente arranhado. “Filha, já te falei que não é pra entrar na cozinha correndo! Tá doendo muito?” Ela respondeu: “Não tá doendo nada não, Papai Milho!” Eu continuei: “Mesmo assim, é bom passar algum remédio para não piorar a ferida e tampar com um curativo. Vou pegar na caixa de primeiros-socorros lá no quarto!” Nilsinho chega a cozinha, muito à vontade, com seu pau duro. Fiquei pensando como pode um garoto tão magro conseguir ficar com o pau tão duro daquele jeito. Realmente, esse jovem só poderia ser daquela família. Ele logo disse: “Minha namorada caiu? Tadinha! Você quer que seu namorado cuide de você? Eu vou te fazer carinho bem gostoso, quer?” Silvinha disse que queria. Enquanto eu estava saindo, vi que ele a pegava no colo e ia se sentar em uma das cadeiras da cozinha. Enquanto estava pegando a caixa de primeiros-socorros, escuto eles dizerem: “Tá doendo, namorada?” “Tá não, namorado!” Entendi que estavam falando sobre o machucado. Nilsinho continuou: “Nossa! Que gostosa! Bem macia!” Lembrei que eu achei uma carne moída na geladeira e que eu ia colocar na macarronada. O Nilsinho deve ter provado da carne.

Volto para a cozinha com a caixa de primeiros socorros na mão. Nilsinho dizia: “Me abraça forte, namorada. E se doer você me fala, tá?” Ela falou: “Não tá doendo! Tá gostoso!” Silvinha estava sentada no colo de Nilsinho de frente pra ele, e os dois estavam bem grudados. Eu estendo as mãos pra ela sair do colo dele: “Vem pra mim, filha! Deixa eu passar soro e fazer curativo no seu joelho!” Silvinha reclama: “Não, não quero sair daqui.” Nilsinho completou: “Pode deixar ela aqui, que eu cuido dela!” Eu, como pai, sabia que era minha obrigação cuidar do machucado dela logo, antes de virar ferida, então decidi me impor: “Nada disso! Vou passar o soro e fazer o curativo dela agora! Ela pode continuar no seu colo! Eu só preciso do joelho!” Eu me agachei atrás deles, para ficar perto do joelho dela: “Filha, não se mexe agora, que eu vou limpar seu arranhão! Que arranhão feio!” Nilsinho gemeu: “Nossa! Tá feio aqui mesmo… Melhor não mexer agora mesmo!” Comecei a lavar com soro e algodão. Acho que ardeu um pouco, pois Silvinha gemia baixinho: “Ai… Ai… Ai… Quero me mexer!” Eu lhe disse: “Calma, filha! Falta só colocar o curativo e vai parar de arder.” Nilsinho me apoiou: “Escuta seu pai, namorada! Daqui a pouco você mexe, tá… Vamos curtir a gente aqui agarradinho…” Eu gostei do jeito do Nilsinho. Ele era carinhoso com a minha filha e ainda reforçava que ela deveria ser obediente a mim. Essa brincadeira de namorados é mesmo muito saudável pra ela.

Para colocar o curativo no joelho de Silvinha, peguei na perninha dela e levantei um pouco. Quando levantei, vi uma parte da bucetinha dela, que parecia estar aberta, mas talvez fosse por ela ter ficado muito tempo naquela posição pro desenho. Já eu não via era o pau do Nilsinho. Embora fosse nem muito fino nem muito grosso, era muito comprido e não era fácil de esconder. Raciocinei que a Silvinha deve ter empurrado o pau dele pra baixo da bundinha dela, quando sentou no colo dele. Pus o curativo e disse que agora ela podia se mexer. Ela disse: “Obaaa!” Nilsinho perguntou pra ela: “Você sabe rebolar?” Ela respondeu: “Não, não sei. Você me ensina?” Nilsinho disse: “Tá bom! Eu vou fazer muita cosquinha em você, mas você não pode sair do meu colo, tá bom?” Silvinha assentiu com a cabeça. Nilsinho foi com uma mão em cada lateral dela e começou a cutucá-la, fazendo-lhe cócegas. Ela se agitava no colo dele, mas não saía de jeito nenhum. Nilsinho fazia ela se contorcer em círculos. Parecia que ela estava realmente rebolando. Vendo que ela estava se divertindo, pois estava às gargalhadas, fui guardar a caixa e voltar a preparar o jantar. Nilsinho comandava a brincadeira: “Isso, namorada! Vai, isso! Rebola gostoso pro namorado, isso! Manda ver, gatinha! Manda ver!” Silvinha pediu: “Beija a minha boca igual namorado!” Nilsinho olhou pra mim e eu disse: “É só de brincadeira, pode beijar!” Nilsinho tinha a boca grande e a boca dele engoliu a boca da minha pequena. Teve uns instantes que achei que a língua dele estava entrando na boquinha dela, mas ele colocou a mão dele perto do rosto dela, e isso tapou a minha visão da boca dos dois. Ele parou e disse: “A sua boquinha é melhor de beijar do que a das meninas da minha sala! Quero mais!”

Resolvi esperar eles pararem de brincar, que eu ia pedir ajuda. Fiquei de costas pra eles, e comecei a preparar o molho branco no fogão. Quem já cozinhou, sabe que não pode tirar os olhos da panela. Então sem olhar, apenas pedi: “Nilsinho e Silvinha, vocês podem pisar uns dentes de alho pra mim, por favor?” Nilsinho respondeu: “Ainda bem que eu sei fazer duas coisas ao mesmo tempo…” Comecei a escutar um barulho que parecia o socador amassando o alho: “Pá! Pá! Pá! Pá! Pá! Pá! Pá!” Nilsinho disse: “Ai, que delícia!” Deduzi que ele era igual a mim: gostava de ficar provando os alimentos antes de prepará-los. A mão do garoto aparece na lateral do meu braço me entregando o alho pisado. Agradeço: “Obrigado, Nilsinho! Olha se tem uma calabresa aí na geladeira, por favor! Você gosta que pica a calabresa no molho branco?” Nilsinho responde: “Eu adoro! Vou meter muito a pica!” Perguntei: “Então você pica ela pra mim, pode ser?” Nilsinho respondeu: “Já estou picando ela faz tempo, você que não percebeu…” Que rapaz prestativo! Gostei muito dele. Apesar dele ter demorado um pouquinho, recebo da mão dele uma tábua com a calabresa toda picada e jogo no molho branco. Comentei: “Aqui tá quase, Nilsinho!” Ele comentou: “Aqui também, cara! Aqui também tá quase… Rebola de novo vai, namorada, rebola!” De repente, Márcio e Jonas gritam muito alto da sala: “Vai ser gol, vai ser gol, vai ser gol… GOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLL!!!” Nilsinho acaba acompanhando a comemoração, mas seu grito de gol parecia um gemido estranho: “Ooooooooooohhhhhhhhhhhh!!!”

Quando eles pararam de gritar, foi quando percebi que o molho estava pronto. Pedi para Nilsinho avisar que o jantar já estava pronto e que viessem logo antes do molho esfriar. Nilsinho disse: “Tá bom! Namorada, você gostou?” Silvinha disse: “Gostei muito! Você vai ser meu namorado pra sempre!”

Jantamos e todos estavam muito felizes. Enquanto comíamos, lembrei que Vivi ligou primeiro para Jonas e depois para Márcio. Estava curioso para saber o que ela falou com cada um deles. Precisava descobrir de algum jeito. Nilsinho falou à mesa: “Pai, a mãe pediu para eu dar notícias depois do jantar. Eu tô sem internet. Posso falar com ela do celular do senhor?” Márcio respondeu: “Pode sim!” Resolvi entrar na conversa para ver se eu encontrava algum jeito de descobrir: “Márcio, você conseguiu falar com seu amigo Douglas sobre os imóveis?” Márcio explanou: “Sim, sim. Falei com ele antes de ir buscar o Nilsinho. Ele disse que na capital não tinha do jeito que eu queria. Só se eu comprasse uma casa por essas cidades aqui da serra ou do interior. Mas por que sua pergunta?” Respondi a ele: “Eu tenho a casa dos meus pais que eu acho que está desocupada lá em Inocência, minha cidade natal. Inocência é bem perto da capital, menos de uma hora. Se você quiser, podemos ir lá ver. Eu marco com meu primo João Leonel que ficou olhando a casa. Ele é o único pedreiro na cidade. Faz todas as reformas lá!” Márcio pareceu alegre com a proposta e disse: “Ótimo! Se você não se importar, o Douglas poderia ir também para dar uma olhada, pois confio muito na opinião dele.” Eu concordei e Márcio então disse: “Quando o Nilsinho terminar de falar com a mãe dele, eu ligo para o Douglas para marcar da gente ir lá.” Jonas corta nosso assunto: “E você, hein, Nilsinho? Já teve sucesso na missão?” Nilsinho sorriu orgulhoso: “Já sim! É bom demais, cara! Vocês tinham razão!” Jonas perguntou: “Quantas até agora?” Nilsinho respondeu: “Uma só, né? Não tem nem duas horas que eu cheguei ainda!” Silvinha falou: “Nilsinho é meu namorado! Ele vai dormir comigo no meu quarto!” Márcio disse: “É, Jonas, dançamos! Elas sempre preferem o mais novinho…” Jonas sorriu e disse: “Sempre há uma outra saída…” Nesse momento, percebi Nilsinho olhando pra Jonas e pra mim. Fiquei preocupado com o que o garoto ia pensar e mudei de assunto: “Vocês querem ver um filme após o jantar? Eu faço uma pipoca!” Todos se animaram.

Aquela noite começou muito fria. Até dentro de casa estava frio. Mesmo assim, ninguém quis se vestir, exceto eu que estava sempre vestido. Todos pegaram cobertores e começaram a se cobrir no sofá. Da esquerda para a direita, sentamos Márcio, eu no meio, e Jonas. No chão, sentaram Nilsinho e Silvinha no seu colo. Márcio jogou um pouco do seu edredom me cobrindo uma parte e Jonas me cobriu com parte do edredom dele. Nilsinho estava cobrindo ele e Silvinha com o mesmo edredom. Ficamos vendo um filme de ação, que se passava em uma região de praia, então todos os personagens estavam de biquíni e sunga. Eram atrizes e atores com corpos muito bonitos e isso fez os rapazes ficarem excitados. Como eu sei disso? Sem saberem um do outro, Jonas pegou minha mão e colocou em seu pau, para eu mexer nele por baixo do edredom. Márcio também fez a mesma coisa. Lá estava eu fingindo assistir o filme, mas estava punhetando os dois homens por baixo dos edredons. E eles fingiam muito bem que nada estava acontecendo.

Numa cena, um casal de namorados começa a se beijar e irem pra cama. Nilsinho diz: “Namorada, você quer ir lá pra cama, pra gente fazer coisas de namorados?” Silvinha disse: “Eu quero fazer aqui mesmo.” Nilsinho falou: “Na frente de todo mundo? Sua sapequinha! Então sobe aqui no pau do seu namorado, sobe!” Ela fez direitinho e sem nenhuma dificuldade, vimos ela atirar o edredom para trás, deixando-nos ver seus corpos. Ela abriu as perninhas e foi se ajeitando em cima do pau duro de Nilsinho, que escorregou pra dentro num passe de mágica. Ele pediu: “Rebola daquele jeito que eu te ensinei, namorada, rebola!” Ela rebolava com muita facilidade, sem precisar das cócegas. Nilsinho pegou a cabecinha dela e levou até o rosto dele e começou a beijá-la. Eram beijos altos e com muitos gemidos que tentavam sair, mas eram abafados pelas bocas juntas. Enquanto a beijava, ele ergueu os joelhos e deu pra escutar um som de carnes batendo. Ninguém conseguia ver, mas dava pra entender que era Nilsinho socando o pau ritmadamente na bucetinha dela, com os ovos dele batendo na bundinha dela. Era bem alto o “Pá! Pá! Pá! Pá! Pá! Pá! Pá!” Nós três estávamos assistindo a cena, mas os dois que estavam sendo punhetados não resistiram: os dois gozaram na minha mão exatamente no mesmo momento! Pareciam sincronizados! Márcio exclamou: “Que orgulho de você, meu filho! Já sabe como comer uma putinha! [Pausa] Vou dormir, turma! Bom filme pra vocês…” Márcio saiu se cobrindo com o edredom e ninguém viu que ele estava todo gozado embaixo. Jonas avisou: “Pra mim também já deu! Vou pedir um espaço na caminha do velho!” E saiu sem ser visto todo gozado. Como os dois haviam saído e deixado as minhas mãos com um pouco de leite cremoso, levei o leite dos dois à minha boca e comecei a lamber minhas duas mãos. O gosto era exatamente igual. Pai e filho eram como um só. Antes de terminar de lamber as duas mãos, escuto os dois rindo juntos lá do quarto, para onde cada um tinha ido com seu edredom.

Nilsinho ainda ficou beijando e socando em Silvinha por uns dez minutos. Depois ele anunciou: “Gozeeeiiii, namorada! Gozeeeiiii pra caramba! Muito obrigado! Você é a melhor namorada do mundo!” Silvinha falou: “Eu adoro que você me beija, namorado!” Falei pros dois que já estava na hora de terminar a brincadeira de namorado, que já era hora de dormir. Então perguntei: “Nilsinho, você ligou para a sua mãe?” Ele respondeu: “Xi, Emílio! Eu me esqueci, cara! Vou pedir o celular ao pai. Obrigado por me lembrar!” Nilsinho correu no quarto e saiu de lá com o celular na mão para o outro quarto. Ouvi somente quando ele disse pra mãe que teve o melhor dia da vida dele!

Passado alguns minutos, não escutei mais a voz dele. Estava um silêncio e resolvi ficar na minha. Silvinha dormiu no chão, então a peguei no colo e fui levá-la ao seu quarto. Quando entrei no quarto com ela no colo, Nilsinho estava de pau duro de novo, mas com o susto, derrubou o celular do pai no chão e o aparelho parou bem ao lado dos meus pés, com a tela virada pra mim. Na tela, um vídeo que dava pra ver Márcio socando o pau bem forte no cuzinho de uma mulher muito bonita e gostosa, e que chamava atenção por um detalhe: ela tinha um pau duro que ela mesma estava se punhetando no vídeo. Eu reconheci na hora: era Vivi. Aquele vídeo era de Márcio e Vivi fudendo.

Agi com naturalidade e deitei Silvinha na cama. Nilsinho me questionou: “Você não ficou surpreso vendo meu pai comendo aquela mulher trans? [Pausa] Peraí, você sabe de alguma coisa? Você sabia que meu pai e essa mulher trans ficam? Tá cheio de fotos e de vídeos dela numa pasta no celular dele!” Fiquei com receio dele ficar chateado com o pai e disse: “Calma, Nilsinho, calma! Seu pai vai te explicar depois! Não fique bravo com ele agora!” Nilsinho disse: “Não, eu não estou bravo com ele! Eu quero é que ele me conte se isso é recente e se ele ainda tá comendo ela! Caralho, ela é muito gostosa! Você viu?” Confirmei: “Sim, ela é muito gostosa sim! Eu só sei que o nome dela é Vivi. Mas eu prometi pro seu pai e pro seu irmão que ia guardar segredo sobre ela!” Nilsinho questionou: “Meu irmão também sabe? Ele também come ela? Só eu que não como?” Vi então que eu falei besteira. Acabei soltando sobre Vivi e Jonas, o que não deveria ter feito! Tentei acalmá-lo: “Calma, você ainda é muito jovem! A sua hora ainda vai chegar!” Ele reclamou: “Já passou da minha hora chegar! Eu poderia tá comendo novinhas e mulheres trans faz tempo com eles, e eles só me enrolaram! Agora eu quero comer tudo que eles têm direito!” Decidi o aconselhar: “Faz o seguinte: vai dormir, e amanhã você conversa com eles dois. Não fala pra eles que eu te falei nada, por favor! Espero que fique tudo bem entre vocês três!”

Na manhã seguinte, acordo e quando passo pelo quarto de Silvinha, vejo que ela e Nilsinho já estavam aos beijos. O edredom cobria o corpo deles quase todo. Chego perto pra conversar: “Bom dia, crianças! Os namorados já estão se beijando?” Eles me dão bom dia, mas notei que Nilsinho antes estava movimento a cintura pra frente e pra trás e parou quando eu me aproximei. Silvinha reclama: “Namorado, continua!” Nilsinho olha pra mim e diz: “Emílio, Silvinha me falou que vocês bebem leite fresco da vaca! Você pode pegar um pouco para eu tomar? Eu nunca tomei leite direto da vaca!” Eu confirmei que sim e pedi licença para ir pegar o leite. Depois de preparar o café, vejo que Silvinha voltou a dormir depois de namorar com Nilsinho. Daí perguntei pra ele: “Sabe dizer por que ela dormiu? Ultimamente ela tem dormido tanto!” Nilsinho respondeu: “Eu cansei bastante minha namorada! Foram duas seguidas só agora quando acordamos!” Eu perguntei: “Duas seguidas o quê?” Antes de responder, Márcio e Jonas chegam alegres na cozinha, dando vários bons dias, e Márcio perguntou: “Cadê meu celular, Nilsinho? Você não me devolveu!” Nilsinho mostrou o quanto era esperto e falou: “Descarregou, pai, mas eu já coloquei pra carregar e já te devolvo. Jonas, me empresta o seu para eu olhar os stories de uma gata lá da escola?” Jonas acreditou e entregou o celular para Nilsinho. Em poucos instantes, Nilsinho exclamou: “Ah, eu sabia! Eu sabia!” Jonas perguntou: “Que foi? Ela postou foto de biquíni fio dental igual às gatas do filme de ontem?” Nilsinho vira a tela do celular para os dois e declarou: “Eu sabia que vocês dois estavam comendo a mesma mulher trans e não queriam dividir comigo! Acabei de achar fotos e vídeos dela no celular do Jonas também!”

Márcio e Jonas ficaram chocados e de olhos arregalados. Nilsinho continuou: “Essa família é uma família de putos mesmo! Mas é o seguinte: eu não quero ficar de fora de mais nada do que vocês aprontam! Também quero comer o cu dessa trans e gozar na cara dela igual vocês fazem nos vídeos que eu vi.” Márcio questionou: “Só um momento: Jonas você estava comendo a minha boneca?” Jonas retrucou: “Peraí pai, que a Vivi é a minha boneca, não sua! Você também comeu ela?” Márcio chegou a uma conclusão: “Aquela safada estava dando pra nós dois sem que a gente soubesse! Só pode ser! Ah, safada!” Jonas comentou: “Agora eu entendi muita coisa: ela sempre falou de um coroa gostoso que comia ela quase todos os dias, e ela só me chamava quando o coroa não podia! O coroa era você!” Márcio e Jonas começam a rir. Nilsinho também ri. Eu começo a rir também, porque todos estavam rindo. Márcio disse: “Eu tenho um plano pra gente se vingar daquela safada! Mas vocês vão precisar ter paciência… E também vamos ter que chamar um convidado especial para essa vingança…” Jonas perguntou: “Quem seria, pai?” Márcio olhou pra mim e falou: “Ele está bem na nossa frente!”

Jonas e Nilsinho queriam saber do plano, mas Márcio disse que não era hora de contar. Depois ele falava com a gente. Ele pediu o celular para Nilsinho para poder falar com Douglas. Quando Nilsinho trouxe o celular, ele se levantou da mesa e disse que ia falar com Douglas no quarto. Nilsinho comentou: “Quando o pai faz essas ligações longe da gente, minha mãe diz que alguma ele tá aprontando…” Jonas comentou: “Eu aposto que já sei o que é.” Nilsinho perguntou: “E o que você acha que é?” Jonas respondeu: “Acho que ele vai chamar esse amigo para um banquete, e experimentar uma carne novinha e gostosa como prato principal. Pegou a visão, moleque?” Nilsinho lamentou: “Puxa vida! Logo agora que eu comecei ele já quer passar pra outro? E a mulher trans, a Vivi? Quando vou poder comer ela?” Jonas explicou: “Calma, pivete! Você ainda não tá com essa bala na agulha toda pra comer aquele rabão ainda não! Fica esperto que eu e o pai vamos ver quando é que vai dar certo!” Eu interrompi: “Jonas, mas quanto ao banquete não se preocupe! No dia em que o Douglas, amigo do seu pai vier aqui, eu faço algo bem gostoso pra ele se deliciar!” Jonas falou: “Você com certeza já fez! Ele só vai chegar pra comer!”

Márcio veio lá de dentro e falou: “Turma, meu amigo Douglas está ansioso para conhecer os meus filhos, o Emílio e a Silvinha! Ele vem amanhã passar a manhã com a gente! Combinei com ele para depois do almoço a gente ir até Inocência para ver como está a casa dos seus pais, Emílio! E se tudo der certo, ele vai procurar uma casa próxima para oferecer aos meus amigos Rodrigo e Sérgio, pais da Alice.” Jonas disse: “Cara, eu tô doido é pra conhecer essa Alice!” Nilsinho perguntou: “Quem é essa Alice?” Márcio falou: “Depois te explico, filho! Se meu plano continuar dando certo, a partir do final do mês de agosto, nós vamos ter duas princesinhas por perto para a gente brincar com elas! Depois da vinda do Douglas, tenho certeza de que ele vai fazer o que for necessário para que nós todos sejamos vizinhos dessas duas bucetinhas lisinhas e apertadinhas…”

[No próximo capítulo: O corretor de imóveis Douglas come uma menininha pela primeira vez na vida e fica muito agradecido ao amigo Márcio. Na cidade de Inocência, vários personagens começam a surgir com possibilidades de ganharem destaque nos próximos capítulos, como o primo pedreiro Leonel, o entregador do mercadinho Davi, o prefeito Sandro, o padeiro Tito e o misterioso Cláudio. Emílio conversa com Sérgio, o pai inocente de Alice, do conto “Desafios de um pai”.]

>>> ATENÇÃO: Se você quiser conhecer quem são Alice, seu pai Sérgio e Rodrigo, então leiam Desafios de um pai, escrito por Fã de Identidade Bourne. Trarei esses e outros personagens, para que continuem fazendo a alegria dos fãs através dos meus contos. Se vocês gostaram da ideia, comentem bastante. Comentem também o que vocês querem ver nos próximos capítulos. Vou colocar as melhores ideias dentro da história!

Leitoras e leitores, criei um meio de comunicação para interagirmos. Fiquem à vontade para se comunicar comigo, pois ficarei muito feliz em fazermos contato! Estou fazendo contos por encomenda, por um preço muito bacana. Aproveitem!
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72 Comentários

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  • Responder Fã do John Deere ID:g3jjxse8l

    Né veado(continuawa veadagem,e espalhe a bactéria gay enquanto é tempo,logo dou fim nessa veadagem toda…veado!)
    Ass:Fã do John Deere,Matador de Veados

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Aaaahhhhh! Você quer é dar seu cu também! Cara, quando você der seu cu bem gostoso, você vai desistir dessa ideia de matar gays e vai se assumir um. Seu problema é falta de autoconhecimento. De longe vejo a sua vontade de dar seu cuzinho pra um pauzudo comedor de homofóbicos! Logo, logo, vou te ver chegando nos lugares soltando um grito fino: “Viaaaaaaado, vem cá, mona, que hoje eu tô boca de se fuder!” Hahaha Valeu!

    • LOOKING ID:8ef6vikm9j

      Serealkille de viados
      Kkkkkkkkk
      Essa é boa

    • Axxxxa ID:8efk3e9m9k

      Nossa seu conto está muito bom !!! Continue escrevendo que tá só melhorando

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Looking, também fiquei rindo dessa palhaçada! Esse daí é mais um que quer sentar na vara do Jonas e do Márcio! Hahaha

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Axxxxa, muito obrigado! Você está me incentivando a ser cada vez melhor! Valeu!

    • Deere ID:g3jjxse8l

      Me respeita veado,eu John Deere Matador de Veados,junto com a varíola dos macacos que só ataca veado,vamos dar um jeitinho em todos vocês…cuidado veado!

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Deere, vem cá que eu como teu cu! É disso que tu tá precisando! Será que tu aguenta 22 cm de pau metendo com força?

    • Tathy ID:8eez6fvm9i

      Isso aí!! Esse sim é da família tradicional brasileira!!! Cristão!! Bolsonarista com certeza!!!

  • Responder LucasNovin16 ID:4aosjybuqri

    Cara que conto delicioso.

    Tenta no futuro acrescentar o menino KAIQUE do conto CRIANDO MEU MENINO… um cusinho de menino de 7 anos seria uma boa também.

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Lucas Novin! Ótima ideia! Vou ler sobre o Kaique e vejo se consigo gancho pra nossa história. Obrigado pela dica! Valeu!

  • Responder Leiteiro ID:dlns5kgd3

    Cara continue assim, ta muito bom, a dica que te dou é sempre gozada dentro dela, nada de camisinha. Quando saindo próximo?

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Leiteiro! Aqui nos meus contos não têm camisinha. Pode ficar tranquilo! Estão gozando nela e no pai desde o início. Hahaha Valeu!

  • Responder Ativo pauzudo ID:dlns5kgd3

    Opa, o conto tá ficando cada vez melhor. Fala mais dessa possível foda dela com o prefeito rs
    Tem que botar ela em escola pra começar a levar pica do motorista e dos professores tbm e fazer umas caridades com moradores de rua

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Ativo Pauzudo! Estou pensando em lá na frente colocar uma escola, mas aí eu preciso me preparar para dar conta de tantos personagens. Você vai ficar torcendo por isso, não vai? Quanto a moradores de rua, vou pensar nisso, pois é uma boa ideia, mas eu preciso pensar como incluir. Vou atender seus pedidos, pois eu adoro a sua safadeza! Valeu!

  • Responder Don Giovanni ID:gsuz4q499

    Aí chega uma hora que começa essa enrolação, esse mais do mesmo, diálogos sem sentido. O cara quer fazer uma obra literária de pedofilia, mas se perde todo inventando mil personagens, mil sequências em um único parágrafo. Porra, sinceramente, esse capítulo foi um dos piores contos que já li aqui nesse site.

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Pois faça melhor! Valeu!

  • Responder Paracelso ID:40voz014oia

    Muito interessante termos no mesmo hall Fã do Bourne e Fã do Identidade Bourne, só falta o próprio Identidade Bourne – Uma família, se não forem alguns os mesmos.. rs

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Paracelso! Os dois Fãs não são a mesma pessoa. Ontem, o Fã de Identidade Bourne entrou em contato comigo por e-mail. Fiquei em êxtase, pois um ídolo veio falar comigo! Agora eu vou perguntar se ele é o Identidade Bourne, de quem também sou fã! Adorei essa sugestão de “família”. Quem sabe não decidimos lançar histórias juntos? Hahaha

    • Fã do fã do fã do Bourne ID:g3jjxse8l

      Isso veado,sugiro também que comam o rabo um do outro,”tudo em família”

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Fã do fã do fã do Bourne! Criativo seu nome! Hahaha Se eles quiserem essa putaria, e for viável, eu super apoio esse surubão, com muitas ideias rolando e depois contos ainda melhores surgindo. Quer participar? Valeu!

  • Responder Magnum ID:88pzdgwtzl

    O contos está delicioso para se apreciar.
    Confesso que fico ansioso e apreensivo para ver que rumo a estória irá seguir.
    Continue nesse caminho. Parabéns.

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Magnum! Muito obrigado pelo seu comentário, pois esse tipo de opinião nos estimula a escrever! Tenho certeza, então, de que você continuará me acompanhando. Valeu!

  • Responder admirador ID:40vom29km9i

    ah, meu gostoso, obrigado por mais essas leitadas, porque eu não gozei só uma vez lendo esses contos! você vai deixar minha rola mal acostumada com tantos orgasmos! mal posso esperar pra ver mais gente entrar nessa pedofilia toda, e a ideia do crossover com o conto da Alice é sensacional. você é incrível, meu gostoso

    • Paracelso ID:40voz014oia

      Novamente: você escreve bem! Excitante e compassado. Excelente iniciativa de fazer conexão com outros contos. Crie em perfil no telegram; muitos não falam contigo por falta de um meio mais seguro, como o telegram.

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Admirador! Que bom que você dá essas leitadas! Eu adoro saber isso! Vou deixar tua rola mal acostumada pra caralho! Maravilha você gostar da ideia do crossover com o conto da Alice! Continue me incentivando! Um abraço “do seu gostoso”!

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Paracelso, muito obrigado, cara! Vou analisar essa possibilidade de criar um perfil no Telegram e te aviso. Valeu!

  • Responder japa.desantos ID:t2pu7wpzri

    Vou ler mais uma vez….

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Japa! Tava sentindo tua falta, cara! Por onde você andava que não estava comentando, hein, tarado? Leia bastante, pois quero tirar muito leitinho do teu pau asiático! Comente sempre! Adoro seus comentários simples, mas que mostram o quanto a minha obra te deixa com tesão. Valeu!

    • japa.desantos ID:19p36pd9c

      Vou ler d nvo agora !!!

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Eita, Japa tarado! Gosta de bater punheta lendo minhas histórias né? Fico muito feliz! Valeu!

  • Responder Anônimo ID:81rkxrtb0i

    Bourne, em algum momento o Emílio vai “sem querer querendo” meter na Silvinha?

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Anônimo! Ainda não pensei nisso! Você quer sugerir como isso poderia acontecer? Quem sabe eu coloque na história… Um abraço!

  • Responder Curioso ID:19mks78rk

    Rapaz, eu achei os primeiros contos melhores que esse, acredito que quando se tenta descrever as várias relações diferentes num mesmo conto há um sacrifício no detalhamento e fica muito corrido. Acho que se os capitulos forem focados em dois ou três personagens a cada conto dá pra dár uma riqueza de detalhes maior. Fora isso, está muito excitante. Parabéns.

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Curioso! Eu sou muito detalhista, pois pra mim a excitação está nos detalhes. Quanto ao número de personagens na história, não se preocupe, pois apesar de ficarem muitos, nem todos vão aparecer de uma vez. E também vou pegar umas dicas dos leitores, afinal escrevo para vocês, então preciso tentar agradar um pouquinho todo mundo! Obrigado pelo “muito excitante”. Continue me acompanhando! Valeu!

  • Responder Fã de Identidade Bourne ID:bf9drkzhr9

    Lynch, infelizmente fiquei sem tempo para redigir e confesso que não gostei do que tinha escrito para o 12 capítulo. Então não sei se um dia voltarei a escrever a história de Sérgio e Rodrigo.
    Como você mencionou, achei o 6 capítulo um pouco “recheado” demais de personagens, mas acredito que seja proposital, o Fã do Bourne deve estar preparando algo bem sacana para todos eles. Ainda não tive coragem de mandar mensagem por e-mail para o brilhante Fã do Bourne, mas espero que um dia nós dois possamos conversar e trocar ideias.

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Eu não acredito que um dos meus ídolos me admira! Li e reli esse comentário por horas, pois parece mentira! É claro que quero conversar com você! Principalmente para conseguir captar a forma de escrever do Sérgio e do Rodrigo, bem como da pequena Alice. Também quero trazer Bentão e Bentinho pra esse encontro familiar. Por favor, fala comigo! Eu tenho pensado tanto em você, que não sei se isso é um sonho, uma realidade ou um delírio! Um abraço aqui de Fã do Bourne.

    • Lynch ID:g3jlcfw44

      Nos leitores iríamos adorar um final pro conto da Alice, pense aí com cuidado e termine ele pois é um ótimo conto, mas sem um final os leitores ficam com um gostinho de quero mas, é retomando da silvinha, no meu ponto de vista é muito homem acaba ficando sem graça o conto.

  • Responder Caiçara ID:xloriid4

    Não consigo descrever como a cada capítulo o conto fica mais gostoso de se ler perfeito demais parabéns
    Gozei gostoso

    • Lynch ID:g3jlcfw44

      Gente do céu vocês. Num acham muitos homens pra 1 criança n 🤔🤨
      Muitos personagens acaba ficando de graça o conto.
      Mesmo tendo Alice agora.
      O escritor da Alice deveria pelo menos termina aquele conto pra aí sim eles irem embora pra ir onde silvinha

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Caiçara! Muito obrigado pelos seus comentários! Você me motiva bastante a continuar escrevendo! Goza mais, seu puto safado do caralho! Valeu!

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Lynch! Relaxa! Não se preocupe com os personagens! Tenta focar nos acontecimentos. Não dá pra agradar todo mundo, mas espero que você não deixe de acompanhar a sequência! Valeu!

  • Responder Samurai yokozunas osss ID:1m5ww3e49k

    Excitante conto
    Quero comprar um contos seu por encomenda
    Quanto custa ? Posso sugerir o tema e como ? E como entrar em contato com vc
    Aguardo retorno obrigado

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Samurai, olá!
      Estou vendendo contos curtos por 20 (vinte) reais. Contos maiores, preço a combinar.
      Sim, você pode sugerir à vontade. Do jeito que você quiser, eu vou fazer! Quem sabe faço até melhor do que você estava esperando!
      Faz contato pelo e-mail, por gentileza:
      [email protected]
      Valeu!

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Olá! Deixei meu contato no final do conto. Aguardo sua mensagem!

  • Responder Thi ID:beml997xik

    A cada conto vc se supera, parabéns quando eu penso que vai ficar chato vc consegue tirar mais leite do meu pau kkkkk
    Muita rola na goela do Emílio, muita rola no cu da Silvinha e arruma um mulekinho tipo 7 anos pro Jonas judiar kkkk

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Thi, olá, cara! Sério mesmo que você tá gozando muito assim? Que delícia ler isso! Assim quem vai gozar sou eu… Hahaha

      Vocês são muito tarados! Você, por exemplo, já quer um menininho pra ser judiado pelo Jonas! Hahaha Mas a ideia não é ruim não… Vou pensar com carinho e safadeza sobre o assunto!

      Obrigado pelo acompanhamento fiel e pelos comentários que me instigam a escrever. Valeu!

  • Responder Anônimo ID:gqb091pd2

    Gozei bastante com o conto.Mas faltou mais detalhes da primeira vez que Nilson fodeu sua primeira buceta tipo :’Nossaaa que bucetinha gostosa’ ‘vou chupar sua buceta e cuzinho” ‘Que bucetinha deliciosaaa’

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Olá, Anônimo! Cara, é verdade! Pois eu vou compensar isso no Criando Silvinha 7. O Márcio e o Jonas vão pedir pra ele contar como foi e ele vai contar com todos esses detalhes. Aposto que vocês vão gozar só de ler o adolescente contando como foi meter na menininha. E ele não vai parar por aí, viu? Continue acompanhando! Valeu!

  • Responder Vantuil OB ID:41ih13yg209

    Bourne, está nos devendo o que prometeu. Comerem o cu do Emilio. Promessa é dívida e você não o fez. Estou esperando e disseste que seria neste capítulo. Teus contos são excelentes e espero logo o Emilio ser arregaçado. Vamos lá e não demora a continuação. Ok?

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Vantuil OB, olá, cara! Você tenha calma que o Emílio ainda será comido. Veja que ele está passando por todo um processo de descobrir o prazer de diferentes formas. Se ele for comido logo, a inocência dele vai se perdendo, e aí o conto vai perder bastante a graça. Peço sua paciência! Prometo que as cenas do Emílio sendo arregaçado vão valer por cada dia de espera! Gosta de ver um cara sendo arrombado, né, seu safado? Valeu!

  • Responder Putão ID:dlns5kgd3

    Uau, o conto tá muito bom. Uma narrativa bem desenvolvida. Introduz por favor esse prefeito no próximo, a dica que te dou é que fala um pouco das características dele a partir da visão do pai, inclusive já imaginando ele aqui putão com bigode macetando ela. Não demore a postar o próximo por favor

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Putão! Tenha calma! Vocês são muito ansiosos… Hahaha A narrativa é lenta, pois vocês precisam se deliciar com os detalhes. Ainda terá o momento do prefeito, mas peço que tenha paciência, pois ainda tem muita putaria pela frente (e por trás também)! Valeu!

  • Responder Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

    Olá, leitoras e leitores! Quantas vezes gozaram com o Criando Silvinha 6? Não vejo a hora de ler os comentários! Valeu!

  • Responder Anônimo bh ID:xlorikv4

    aravilha, enfim vão amarrar as histórias. Tô vendo que essa cidade Inocência vai tirá a cidade do hobby p2. Kkkk
    Parabéns ficou muito bom. Acho que tem como bota o Nelsinho para comer um cu da cidade. Um bem novinho sem os adultos ver só o Emílio que flagra essa situação. Pelos gemidos e pedidos pra tirar o P, um relato da primeira vez dolorosade um anal, acontecimento comun as descobertas das crianças do interior.

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Olá, Anônimo BH! Que ótima ideia! Mais pra frente vou colocar em algum dos capítulos. Pode esperar que vai ser muito bom!