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Estuprada aos 8 anos de idade

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Estou aqui para fazer um relato verdadeiro sobre a vez em que fui estuprada por um homem quando tinha 8 anos de idade.

Me chamo Alice, tenho 25 anos e trabalho como assistente de recrutamento e seleção em uma grande rede supermercados, por conta das experiências que tive no passado, hoje eu adoro me relacionar com meninos mais novos, até já consegui seduzir e trazer um menor aprendiz do mercado para minha casa, mas esse acontecimento fica para um outro dia.

O relato que farei aqui não me causou traumas, apenas um pouco de sofrimento nos primeiros anos, algo que fui aprendendo a lidar, superar e aceitar com o tempo. Mais tarde, depois de algumas reflexões durante a minha adolescência, tudo que aconteceu acabou despertando fetiches que eu nem sabia que tinha.

Tudo começou quando eu e meus pais nos mudamos para uma cidade pequena cidade no interior de Rondônia. Eu havia deixado muitos amigos para trás, mas estava otimista quanto às novas experiências que poderia ter na escola em que eu estudaria. Em questões de personalidade, eu era uma garotinha muito meiga, um pouco ingênua, carinhosa e extrovertida como sempre. Em questões de aparência física, sempre tive uma altura mediana, relativamente magra, com cabelos escuros, longos até o meio das costas, pele branquinha e, durante a infância, uma carinha de criança com olhinhos grandes. Meus pais eram super ciumentos comigo e eu era meio burguesinha, tinha tudo o que queria.

As aulas haviam começado e eu estava conseguindo me adaptar muito bem à nova escola, em pouco tempo havia feito muitas amigas e conhecia quase todos os funcionários, até mesmo o porteiro que eu chamava carinhosamente de “Tio Lucas”. Era um homem aparentemente gentil, carismático e tranquilo. Parecia ter uns 35-40 anos, não era gordo nem magro, era fortinho, branco e tinha uma linda barba, em comparação a mim ele era alto, já que eu ainda era uma criança. Eu o achava até que bonito. Sempre quando eu passava ou saia pelo portão, o cumprimentava ou me despedia, dava docinhos quando comprava, etc. Meus pais, por conta de seus trabalhos, eram muito ocupados e a escola era uma salvação para eles. Em alguns dias minha mãe se atrasava para me buscar e eu ficava conversando e brincando com o tio Lucas até que todos os funcionários iam em bora e então finalmente minha mãe chegava, naquela altura nem se preocupava muito em ser pontual já que ele estaria lá para ser feito de bobo, uma atitude que hoje considero irresponsável por parte da minha mãe.

Lucas vivia comentando comigo sobre seus cachorrinhos (sempre tive um fraco por animaizinhos fofos), sua geladeira cheia de doces, sua TV grandona e a piscina que tinha em sua casa. Como eu era criançona, ficava louca com tudo aquilo. Hoje eu sei que tudo o que ele falava era para me seduzir e atrair para sua casa para então fazer algo comigo, sei que ele sentia uma certa atração física por mim ao lembrar da forma como ele me olhava, aquele homem era fascinado por mim.

Um certo dia ele acabou por não conseguir se controlar mais e, quando já não havia ninguém na escola e minha mãe estava atrasada como sempre, ele disse:

– Êêeee sua mãe atrasada como sempre, em?
– Peço desculpa por isso tio Lucas, ela já deve tá chegando já… – Respondi em um tom envergonhada.

Ficou um tempo em silêncio.

– Hoje eu não tô com muito tempo, vou acabar tendo que te deixar aqui…

Eu não sabia o que responder já que ele tinha razão por já ter passado do seu horário.

– O que você acha de eu te levar para casa no meu carro hoje? Antes disso a gente passa na minha, eu te mostro meus cachorros e te dou um docinho pra chupar.

Eu fiquei com receios e um pouco insegura, mas estava tão envergonhada que tive que aceitar a carona. Como eu disse, eu era ingênua e hoje em dia eu percebo que nem ele e nem eu sabíamos chegar até minha casa.

Ele me levou até seu carro, eu entrei e ele colocou o cinto de segurança em mim. Era um carrinho velho, bem sujo por dentro, no banco do motorista e um pouco no do passageiro havia manchas brancas por todo lado e um cheiro forte e desconhecido tomava conta do carro. Por não estar no direito, nada comentei.

Seguimos o caminho para a casa dele, que na verdade era uma chácara aos arredores da cidade, onde já era estrada de terra. Enquanto dirigia com uma mão, masturbava seu pênis por cima da calça jeans que vestia. Até aquela idade eu não sabia nada sobre sexo, para mim aquilo era um comportamento estranho e não entendia o que estava acontecendo. Então, curiosa, eu perguntei:

– Tio, o que o senhor tá fazendo?

Ele estava dando leves gemidos e continuou o ato enquanto olhava para mim de cima a baixo (Eu estava com o uniforme da escola: uma blusa branca, sem sutiã já que meus peitos ainda eram bem pequenos e uma calça longa de tectel) enquanto me respondia:

– Isso aqui não é nada, é só uma massagem pra passar a dorzinha que o tio tá sentindo. Se quiser depois eu te ensino.

– Ahhhh, sim, entendi…

Percebi o volume em suas calças que estava bem marcado, ingenuamente pensei que ele havia batido o piupiu (como eu chamava na época) e por isso estava inchado.

Chegamos em sua chácara, ele desceu do carro para abrir o portão e ordenou que eu ficasse quietinha no banco. Estranhei por não haver cachorros, era um lugar pequeno, com algumas árvores e a rua era bem deserta. Ele foi tocando o carro e o estacionou debaixo de uma árvore, tirou meu cinto, desceu e me chamou para dentro de sua casa. Ligou a TV, colocou em um canal onde passava desenhos e disse:

– Senta aí, eu vou pegar algo pra gente beber..

Ele abriu a geladeira, eu olhei para trás e percebi que não havia doces como ele comentava, era meio vazia, só havia alimentos comuns e algumas bebidas alcoólicas. Voltei a olhar para a televisão quando ouvi o barulho dele pegando latas de cerveja. Ele sentou calmamente na poltrona ao lado do sofá em que eu estava e estendeu a latinha para mim.

– Eu não posso beber isso tio, minha mãe não deixa e fala que faz mal.

Ele continuou insistindo e eu recusando até que em um tom raivoso ele disse:

– Toma logo menina! sua mãe é uma puta mentirosa… eu bebo a tanto tempo e olha como eu tô bem de saúde. Se você não beber eu vou enfiar guela a baixo em você.

Àquela altura eu já estava com muito medo e bebi por causa do medo que estava sentindo dele. Eu nunca havia imaginado que ele era aquela pessoa, totalmente diferente do homem gentil que eu conhecia.

Peguei a cerveja, a encarei um pouco e dei um pequeno gole, ao que fiz uma careta enorme e a coloquei sobre a mesinha. Ele, olhando para a cara que fiz, falou:

– Eita carinha de menininha enjoada hein, burguesinha da porra… Depois eu vou te dar um leitinho que é bem mais forte que isso aí pra você experimentar, só não pode fazer careta.

– Tá bom, tio… – Respondi baixinho.

Continuamos assistindo desenho até que eu disse para ele que tinha que ir em bora, pois minha mãe já devia estar bem preocupada comigo. Seriamente, respondeu: Hoje você vai dormir aqui garota, vou te ensinar algumas brincadeiras diferentes pra você poder se tornar uma mulher de verdade, tem que aprender desde nova isso.

– Sim, eu quero aprender, mas a gente pode deixar pra um outro dia Tio Lucas, tá ficando tarde e eu quero ir pra minha casa. Respondi quase chorando.
– Engole o choro, que isso não é coisa de mulher madura. – Me encarando com uma cara de bravo – Agora fica de joelhos aqui na minha frente, agora.

Naquele ponto eu já tinha sido dominada por ele e pelo medo que me causava, obedeci temendo o que ele pudesse fazer comigo.

Olhando para ele, percebi que aquele mesmo volume estava presente em suas calças. Ele abriu o zíper e abaixou sua calça juntamente com sua cueca até os pés. Sentada sobre minhas pernas, pensei que aquele era o momento certo para levantar e correr, mas me lembrei que ele havia trancado as portas. Então ele tirou a rola para fora da cueca.

Tenho até hoje a imagem na minha cabeça daquele pau que tirou a minha virgindade, ele era grande, cheio de veias grossas, escuro, cheio de cebo e tão cabeludo que parecia a juba de um leão. Ele estava duro como uma pedra na minha frente, no momento senti algo que não sabia o que era, mas parecia uma atração por aquela coisa. Então ele ordenou:

– Agora você cai de boca nele, como se fosse um sorvete docinho, entendeu??

Eu me coloquei de joelhos e me aproximei, colocando as mãos sobre suas coxas. Abri minha boquinha pequena e lentamente encostei meus lábios na cabecinha de sua rola, depois rapidamente tirei.

Enfurecido ele me pegou pelos cabelos, ordenou que eu abrisse bem a boca e socou minha cabeça contra sua pica, até que chegou na minha garganta e eu comecei a me engasgar. Ele não ligava e continuou levando minha cabeça para cima e para baixo contra o seu pau. Os puxões que ele dava em meus cabelos para movimentar minha cabeça eram doidos e eu sentia um gosto salgado em minha boca.

Ele gemia muito e falava muitos palavrões, dizia coisas do tipo “agora você vai ser a minha puta”, “vou encher sua boca com meu leite, minha menina” e “a melhor parte ainda vai chegar”.

O pau dele estava pulsando dentro de minha boca ao mesmo tempo que ele a fodia como se fosse uma buceta, ele socava cada centímetro entupindo minha boquinha, me engasgando até que então começou a gemer mais intensamente e me assustar com seus gritos de tesão. A partir desse ponto eu senti minha boca toda ser preenchida por um jorro de algo que eu não sabia o que era. Enquanto eu tossia engasgada, aquele líquido grudento e pegajoso saia da minha boca e escorria pelo meu pescoço. Ele apertou minhas duas bochechas com sua mão e virou minha cabeça para cima na intenção de que eu engolisse tudo. Lembro que o gosto era horrível e fiz a mesma careta de quando bebi a cerveja. Ele encerrou esta fase me dando um fortíssimo tapa na cara que me levou ao chão, onde despenquei em lágrimas com o rosto vermelho.

Após isso me pegou agressivamente pelos braços e me arrastou até seu quarto me jogando em sua cama que, apesar de não ter ninguém, era de casal. Enquanto eu chorava deitada na cama com a barriga pra cima, ele tirava meu tênis e puxava minha calça bruscamente até que chegou em minha calcinha branca com estampas, o que eu acho que tenha deixado ele ainda mais excitado, arrancou ela de meu corpo e começou a cheirá-la profundamente colocando-a sobre seu rosto, parecia estar cheirando uma flor.

Ele parecia um animal selvagem descontrolado e, sem mesmo lubrificar o pau ou minha buceta, já foi tentando enfiar todo seco. Ele forçava e forçava e não entrava, então ele colocou o dedão e o indicador na minha buceta e começou a abrí-la, enquanto levava o pau até ela com a outra. Quando a cabeça de sua rola conseguiu entrar, ele violentamente empurrou todo o resto de uma só vez até que eu dei um enorme grito – o meu hímen havia se rompido.

Depois disso, ele passou a segurar a minha barriga pelos dois lados com suas mãos grandes e ásperas, me apertava tão forte que parecia que ele estava me espremendo. Com suas mãos posicionadas, começou a ir para trás e para frente em movimentos rápidos e muito fortes. Enquanto ele enfiava o seu enorme pau dentro de mim, eu sentia que estava sendo rasgada por dentro, como se estivessem enfiando uma faca dentro de mim, e sentia várias pontadas dentro do meu útero.

Eu chorava e berrava enquanto tentava me afastar dele, mas ele sempre me puxava pela barriga com suas mãos. Olhava para ele e o via mordendo os próprios lábios, com uma respiração pesada, ofegante, gemendo de tanto prazer. Olhava mais abaixo e via seu pênis ensanguentado entrando e saindo da minha vagina apertada e pequena, também cheia de sangue em seus lábios.

Na próxima fase, ele mandou que eu ficasse na posição de cachorrinho (que era de quatro), obedeci. Ele se posicionou atrás de mim, abriu minhas duas nádegas com suas mãos e colocou a cara entre meu bumbum. Sentia sua barba em minha bunda e a língua dele passando em meu furinho, ao que eu acabava piscando ele por estar sentindo um pouco de prazer naquela parte.

Então ele conseguiu colocar um dedo indicador com uma certa dificuldade, conseguiu colocar o outro da outra mão com uma dificuldade maior ainda, depois começou a abrir com os dedos parecendo querer me rasgar. Depois enfiou a cabecinha do seu pau e empurrou todo o resto. A dor era enorme, mas eu tentava me segurar para não deixa-lo com raiva.

Ele bombava agressivamente, a cada tranco eu ia para a frente e ele puxava meus cabelos para que eu voltasse para trás. Então ele dizia em um tom violento:

– Eu vou arrombar esse seu cuzinho fechado, sua puta!
– Para tio por favor, tá me machucando… eu quero minha mãe. – Eu falava choramingando.

Lucas parecia não me ouvir e continuava socando e socando seu pau inteiro dentro de mim, até que seus gemidos se intensificaram muito e ele começou a meter mais rápido e então ele repetiu várias vezes:

– Tô gozando porra! Tô gozando! Gozando…
– Terminando em uma respiração de alívio e com um forte tapa em minha bunda.

Eu não sabia o que ele estava dizendo, pois não sabia o que era gozar, só senti uma gosma quente saindo do meu cuzinho e escorrendo pelas minhas coxas.

Ele se levantou, pegou a chave da porta e me trancou dentro do quarto. Paralisada de tanto medo e sentindo muita dor, me deitei de lado na cama e fiquei lá por um bom tempo pensando no que havia acontecido. Talvez eu tivesse ficado meia ou uma hora, mas a sensação era de horas.

Um tempo depois, tomo um susto com o barulho da porta se abrindo, meu coração dispara e fico congelada de medo, até que, sem dizer nada, ele me dá um pedaço de pão e um copo de leite, depois sai do quarto fechando a porta. Aparentemente, um pão meio borrachudo que devia estar na casa dele já há algum tempo e um leite normal. Comi, bebi, e depois voltei a deitar e dormi após alguns minutos.

Após esses fatos, só me lembro de ter acordado no carro de meus pais, durante a madrugada, com minha mãe chorando e meu pai me olhando com uma cara de pena enquanto dirigia. Chegamos em casa, minha mãe me levou direto para o banheiro e me deu um belo banho, lavando bem minhas partes íntimas. Depois escovei os dentes e fui dormir

Na manhã seguinte acordei e na cama mesmo meus pais me explicaram com dificuldade em palavras leves o que tinha acontecido e o que iria ser feito dali para frente. Então depois disso seguimos para delegacia, IML, ginecologistas, psicólogos.

Durante muitos meses fazia exames regularmente para ver se havia contraído alguma doença. Meu pai era quem sempre me acompanhava. A cada picada de agulha era um alívio em saber que os resultados estavam sempre vindo negativos. Meus pais tinham uma boa condição financeira, então não era tão difícil quanto poderia ser.

Não sei muito bem o que aconteceu com Lucas porque meus pais não me contaram na época e nunca se sentiram confortáveis em tocar no assunto. Acredito que tenha sido preso e depois disso não consigo imaginar o que tenha acontecido.

Os meus pais passaram a me dar mais atenção, se tornaram mais presentes, fazíamos mais viagens e não eram mais tão ocupados quanto antes. Eu segui com minha vida.

Os anos se passaram, contava o acontecido para algumas pessoas de confiança e com o passar do tempo me senti mais liberta, estava superando o passado. O inacreditável é que depois de tudo que passei, desenvolvi uma resiliência que me permite viver normalmente apesar de tudo. Aprendi a aceitar as coisas e durante a minha adolescência, lembrar de tudo passou a me despertar fetiches. Hoje consigo ser uma pessoa “normal”.

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16 Comentários

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  • Responder Marta

    Seu sempre fico excitada c essas histórias.

  • Responder Vanderleia

    No fundo hj vc lembra e te da tesão ne,acho q vc curte sexo meio q forçado kkkk

  • Responder [email protected]

    Que lindo,virou mulher bm novinha q sonho….

  • Responder Nilramos

    Amo sexo selvagem, dar aquela pegada segura, morder, dar tapa e puxar o cabelo, mas tudo de forma consensual, sequestro e estupro forçado já não “vai”, que bom que vc superou outras pessoas não conseguem

    • Bru

      Mereceu, mulher nasceu pra isso, ser depósito de porra não importa a idade, essa cara fez certo em te estuprado puta do caralho

    • Alessandra

      Tem toda razão bru… não importa a idade merecemos receber porra desde cedo

  • Responder Denise

    Esse conto da tesão,vc deveria desabafar em outro lugar por ser um estupro
    Queria ser estuprada assim por dois

    • Zorro

      Que tal um pra começar. Estou a disposição. Sou um que vale por dois.

  • Responder Bolsonaro_Oficial

    caralho…

    • yuri

      Bolsonario e viado

  • Responder OverHaul

    Espero que ele tenha morrido agonizando

  • Responder Elias

    Pô, isso é um site de contos ou testemunhos?
    Entendo seu sofrimento mas quando entramos aqui é pra ler um conto e se acabar na punheta.
    Sofrimento deve postado em outro site.

    • Filha De Satan

      Então e um site de contos eroticos ^^ ou tu acha que esses contos eroticos que envolvem zoofilia são corretos tbm ? pq ate onde eu sei o animal n curtiu mt n kkkk em geral ele n curte ainda mais quando e um cara com uma cachorra etc ou seja e hipocrisia de sua parte achar que existe uma separação entre um relato e um conto uma vez que existem pessoas que batem punheta ate pra um conto onde a guria foi estuprada pelo o irmã por ser feminista 🙂 ai eu te pergunto QUI PORRA E ESSA SEU FILHO DA PUTA ^^

  • Responder Gato Safado

    Que história triste, a parte boa é que você conseguiu se superar e tirar uma grande lição disso tudo

  • Responder Cassasputas42

    Poxa q experiência horrível vc sofreu… tomara que esse animal tenha se fodido nunca se deve forçar algo assim. Mas que bom q vc conseguiu seguir em frente.

    • pau grosso

      no meio do conto da ate uma coisa ruim eu nao acho legal forças as cri9naças a fazer sexo ate pq sao menores ne !!!