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Tirando o Atraso com a Senhora da Faxina – Parte 4

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Na sequência dos fatos… aquela semana foi muito intensa para mim, pois acabara de passar meu primeiro natal sozinho, e tinha que passar o reveillon também. Para distrair-me, foquei em estudar alguns casos bem interessantes da área penal (minha área favorita), enquanto esperava a atualização do Vade Mecum. 2018 iniciou, eu imaginava como seria minha relação com Dona Matilde de agora em diante. E como seria a situação com o retorno dos meninos.
Dia 06/01/2018, primeiro sábado do ano, estava de bobeira em casa, pois os meninos só retornariam na última semana de janeiro, e o vôlei só retornaria no começo de fevereiro. Acordei cedo, para dar uma corridinha pelo quarteirão, já que estava há algumas semanas sem jogar vôlei. Quando volto, encontro Dona Matilde na porta da casa, apertando a campainha. Pensei logo: eita que essa velha já veio atrás de pica.. e já fui me excitando. No entanto, ela me informa que os pais do Gui pediram para ela faxinar a casa, pois eles iriam vir com o filho, realizar umas compras e resolver umas pendências da casa. Tentei brincar, dizendo que ela então limpasse com muito carinho, para agradar os patrões. Ela sorriu e me olhou fixamente, como se aguardasse mais alguma informação. Enquanto entrávamos, eu aproveitei e dei o sinal que ela queria: apertei seu mamilo e lhe disse “Se caprichar na faxina, depois tem um presentinho”. Ela, já tomada pela sacanagem, sorriu e retrucou “hmmm, acho que vai ser um presentão”.
Tomei um banho, comi um sanduíche e fui para a minha rotina de férias (estudar, estudar e me preparar para o próximo período). De vez em quando, dava uma apertada no pau, que sempre dava sinal de vida, como se soubesse o que estava para acontecer no fim do dia. No almoço, comi na cozinha, quase que mudo, embora Dona Matilde estivesse há poucos metros de mim. Reparava que ela estava mais safada, se abaixando mais, levantando o bundão. Se oferecendo em cada movimento que ela sentisse que eu estava observando. Tudo aquilo era muito excitante. Eu tinha uma puta velha, louca por minha pica, e meu tesão se misturava com minha seca e o desejo de rasgar aquela pele flácida e macia de Dona Matilde. Meu pau pulsava na bermuda de moletom, mas me contive, pois a casa realmente precisava estar arrumada, já que os pais do Gui viriam na segunda-feira.
A tarde chegou e Dona Matilde veio até a porta do meu quarto informar que só estava faltando limpar a área de serviço para ela largar. Entendi seu recado, mas só respondi com um balançar de cabeça e um “tá certo” seco. Acredito que ela tenha descido amuada, já que estava sedenta por pica e eu passei o dia sem lhe dar uma gotinha de porra. Quando cheguei na área, ela estava terminando de passar o rodo ao lado da máquina (última atividade que ela fazia naquele setor). Olhei ao redor e brinquei “Nossa, Dona Matilde, a senhora caprichou bem hoje, viu?! Vai pedir aumento para os patrões, é? hehehe”. Ela sorriu e disse que sempre caprichou em seu trabalho, mas que havia feito algo mais especial naquele dia, pois eu havia prometido um presente. Sorri, já apertando o pau duríssimo por cima da bermuda e a chamei para a sala, para receber seu presente.
Já fui tirando minha bermuda e sentando de pernas abertas no sofá. Balançando meu pau, chamei ela para cima e já fui dizendo que ela iria ter a recompensa da vida dela naquela tarde. Ela se ajoelhou na minha frente e caiu de boca, devorando meu pau. Chupava intensamente, já não era tão bobinha com a pica na boca. Eu observava tudo, e sorria, olhando para minha puta velha. Às vezes, batia na sua cara, e esfregava meu pau entre seus olhos. Ela ficava paralisada, em pleno êxtase.
Tirei sua camisa, e quase rasgo seu sutiã, de tanto tesão. E já caio de boca em seu mamilo direito, enquanto belisco o esquerdo. Ela começou a gemer. Nossa, como gemia. Naquele dia, ela estava pronta para a vara do Tulião. Tirei sua calça de lycra e já fui retirando sua calcinha de pano rosa. Não era calçolão, mas também nem parei para analisar. Empurrei seu corpo contra o sofá, e ela só suspirava enquanto o encostava , abri suas pernas e encontrei uma buceta inchada, grande, bem carnuda, com bastante pelos, alguns até grisalhos. Era a primeira vez que eu fodia uma buceta peluda, mas eu estava ali para aquilo mesmo… uma xota inchada, velha e muito suculenta. posicionei meu pau em cima da buceta de Dona Matilde. Senti que ela se tremeu toda. Também senti um frio na coluna quando meu pau repousou em seus pelinhos. Meu pau já latejava de forma mais intensa. Comecei a esfregar meu pau sobre sua buceta, e a sensação dos pelos ralando no cabeção do meu pau era impagável. Cada vez que esfregava, eu pressionava mais meu pau contra a buceta de Dona Matilde, e ia sentindo a maciez de sua buceta. Ela se abria, e eu via a musculatura de suas pernas relaxando cada vez mais. Abri seus grandes lábios, e encontrei uma buceta cor de vinho escura, bem suculenta.
Olhei para sua cara, e com ar de deboche, perguntei se ela tava pronta para levar uma surra de pica de um garotão. Ela só balançou a cabeça e abriu mais as pernas. Foi o sinal que eu tive para empurrar a cabeça do meu pau buceta a dentro. Nessa hora, ela se contraiu toda e depois relaxou. Era como se seu corpo estivesse travado por todos esses anos e finalmente reabriu para a vida. E o sexo. hehehe. A sensação era muito boa, a buceta dela estava muito quente, porém a pele era macia, e, para a minha surpresa, estava bem molhada. Tirei e coloquei a cabecinha várias vezes, só curtindo a sensação da entrada (minha glande transitando entre os pelos ásperos e secos de sua buceta e a entrada molhada e macia de sua vagina). Continuei naquele movimento, até que fui pausado por Dona Matilde me dizendo que queria sentir ele todo dentro dela. Apenas olhei nos seus olhos enquanto me movimentei descendo em direção ao seu corpo. Meu pau deslizou de vez e ela deu um grito. Coloquei a mão sem sua boca e falei perto do seu ouvido: Não era pica que você queria, sua velha safada? Agora, aguenta a rola do teu macho novinho. Você só vai embora hoje quando eu cansar.”
Comecei a fodê-la lentamente, pois não sabia o quanto ela iria aguentar de pressão, mas para curtir mais, enchi minhas mãos com suas tetas e com essa pegada, forçava seu corpo para frente e para trás, para me auxiliar na penetração. Comecei a sentir a buceta de Dona Matilde mordiscando meu pau. A velha não era tão arrombada assim. E cada vez mais encharcada. E eu aproveitei para aumentar a velocidade. Soltei seus seios e agarrei em suas pernas. Fodia já com muita intensidade em frango assado, e ela gemendo como uma cachorra no cio, recebendo meus 18cm de rola grossa. Meu tesão estava a mil, dei uns tapas em sua cara e brinquei dizendo várias sacanagens: E aí, tá gostando velha safada? Era isso o que você tanto queria? Ela apenas balançava a cabeça em afirmação e gemia mais alto. Continuei bombando aquela buceta, até que senti ela se tremer e meu pau ensopar. A vadia havia gozado. Sorri olhando para sua cara de safada e mandei ela ficar deitada de ladinho no sofá. Por cima, eu penetrei novamente, mas agora metia tudo e tirava tudo, e depois socava com tudo de novo. Ela dava gritinhos toda vez que entrava, e seguia gemendo quando eu ia retirando. Eu tava na maior tesão, mas nem me preocupava em gozar naquela hora.
Cansado de foder por cima, sentei ao seu lado e disse: Vem cá, senta no seu presente. Ela, afoita, pulou em cima do sofá e já desceu sentando com tudo. Repousei meus braços no encosto do sofá e só admirava o trabalho daquela vadia em cima do pau. Ela subia e descia de forma faminta. Sua buceta pressionava meu pau ainda mais naquela posição. Eu estava delirando de tanto prazer. Até que ela começou a pular mais rápido e se tremeu toda, ensopando mais uma vez meu pau. Dessa vez, após se tremer toda, ela parou em cima do meu pau, como se estivesse cansada. Mandei ela se virar e ficar de quanto, enquanto me levantava. Segurei em sua cintura e continuei a fodê-la sem dó. Quanto mais ela gemia, mais eu acelerava e tentava socar mais fundo. Já estávamos completamente suados, não sei nem quanto tempo havia passado. Coloquei minha mão em seus cabelos, e puxei sua cabeça, empinando mais seu rabo. Continuei bombando com força e ela se tremeu rapidamente e ensopou meu pau mais uma vez. Depois daquela gozada, senti que já poderia ser a minha vez. Levantei seu corpo pelos braços, e quase colada a mim, de pé, continuei fodendo com firmeza, até sentir um galão de porra explodindo da minha rola e invadindo a buceta de Dona Matilde. Continuei bombando por mais uns segundos e quando retirei o pau, a porra grossa escorria por suas pernas, quase chegando ao chão. Aquilo sim era uma foda.
Dona Matilde estava destruída, e eu estava adorando tudo aquilo. Disse a ela que precisaria de um bom banho antes de ir embora. Ela seguiu para o banheiro externo e eu fui para o banheiro próximo dos quartos. Quando sai, ela já havia ido embora. Fiquei feliz, por ela não ter ficado no meu pé, e ter entendido que o que aconteceu foi fruto do tesão dos dois, para prazer mútuo – e que prazer!

Acho que o momento crucial chegou para vocês, não é mesmo? hehe Mas ainda tem alguns pontos que eu preciso completar. Este relato ainda continua.

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2 Comentários

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  • Responder Anônima

    Bom! Muito bom! Bom até DEMAIS!!! Gostoso,excitante,prazeroso.Você está de parabéns! Quero MAIS!!! Continua… Escreve mais. Eu estou curiosa para saber o que mais irá sair de dentro desse,BaúPicante!!!

  • Responder Viper

    Delícia de conto cara