blackroom

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Boa noite, me chamo Moreno e sou aqui de Fortaleza. Tenho mais de 30 anos, 1, 59 e 80 quilos. Moreno no nome e na cor, tenho um pau médio e uma bunda grande. Um pouco acima do peso mas muito experiente quando o assunto for sexo com iguais. Nunca casei e desde muito jovem iniciei a minha vida sexual com outros homens do meu convívio social. Tinha três a quatro parceiros sexuais, os quais ficavam dificilmente disponíveis para as nossas praticas sexuais.
Contudo, aos vinte e cinco anos comecei a frequentar saunas e boates gays, festas e baladas para conhecer outros homens com objetivo de sexo sem relacionamento fixo. Embora, encontrasse muitas dificuldades para isso, ate ter passado em um feriadão do ano de 2013, aproveitei a folga e fui logo a tardinha num chamado "cinemão". Local comum em algumas ruas do centro da cidade, geralmente, casarões e antigos clubes, nos quais, são exibidos filmes eróticos, a disposição de bares, sofás, camas, pequenos cômodos. Geralmente, sempre frequentado por homens, jovens, maduros, curiosos. Alguns atendem somente em horário comercial e noite. Outros estabelecimentos se especializaram no turno noturno e madrugada.
Todos esses ambientes citados propiciam sensações e prazeres incomuns. Embora, o mais intrigante seja o "blakroom" ou o quarto escuro. Esse, que por sinal, viabiliza um experiência sexual diferente: Adentrar em um quarto com pessoas desconhecidas, se tocando, acariciando-se, masturbando-se loucamente…nossa!! Varias são as posições sexuais realizadas em dupla, trio, quarteto e suruba. Usando basicamente o tato e a audição.
Foi numa dessas idas e em um feriadão que adentrei em um cinemao do centro, paguei a entrada e logo fui ao blackroom perseguindo um rapaz branco, alto, em forma que havia adentrado o tal quarto somente trajando camisa da seleção brasileira, sunga escura e mascara. Ele chamou logo a atenção dos outros homens por ter uma bunda branca enorme e um pauzao roliço. O biotipo de homem que me excita. Parecia ter na faixa dos 22 anos e um jeitão de hétero. Logo o abordei na escuridão do quarto pela cintura. Ainda trajando a mascara, o adorável homem falou que era passivo e queria botar para fuder, frase que enlouqueceu os outros homens. o primeiro que tomou a iniciativa era mais baixo, tinha um pau torto e um bumbum saliente, logo tomou o nosso passivo pelo braco e o colocou para chupar o seu cacete. Aproveitei e coloquei os meus 20 cm de rola já duríssima para fora e colar junto a outra rola morena.
Nessa hora, outros rapazes se aproximavam para assistir ou tentar participar. Mas nosso passivo somente queria se deleitar conosco, eu e o outro homem mais maduro. Este, já havia colocado a camisinha e eu deixando o nosso passivo chupara a minha rola a vontade. O passivo não queria saber de outra coisa, somente aliviar a sua vontade de dar, apagar o fogo e chamar a atenção de quem estava por perto.
Foi um show de sexo, botei para fuder o passivo varias vezes. Tanto eu quanto o maduro, ficamos suados os três e nada de gozarmos. Troquei de posição com o outro ativo e impus meu ritmo frenético na foda. Quanto mais eu comia aquele cara mais tinha tesão. Procura a boca do rapaz para um beijo mais ele evitava.
Uma hora de sexo e o mais hilario era que o passivo estava com a camisa da seleção encharcada de suor. ate procuramos uma pequena cama no estabelecimento para tentarmos enfiar dois paus no cu do passivo. Somente assim para gozar os três juntos, uma esporrada de leite bonita e logico, aproveitada na boca de nosso passivo.

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