Há 12 anos, minha primeira vez

O ano era 2006 e eu me lembro como se fosse semana passada.
Eu tinha 14 anos. Sim, um garoto virgem de 14 anos como qualquer outro. Na escola, todos os moleques falavam do tamanho dos seus pintos, se gabavam e zombavam dos outros. Eu nunca liguei pra essas coisas, na verdade, achava coisa de retardado zombar dos outros por uma coisa que não tinham controle, por isso nunca cheguei a medir o meu.
Gostava sempre de conversar com as pessoas. Podem dizer que eu tinha “jeito” com as palavras e falava com confiança(um traço que dizem ser atraente em meninos), mas apesar de tudo, ainda era virgem.

Um dia, essa menina apareceu pra mim. Olhos verdes, cabelo castanho, meio baixinha (era o tipo de mulher com quem eu sonhava em fazer sexo). Logo percebi que ela era o tipo de todos, porque todos tentavam flertar com ela, mas ninguém tomava iniciativa. Mas eu, eu sabia que não tinha nada a temer e nada a perder, então dei o primeiro passo, fui falar com ela.
Descobri que seu nome era Carol. Tinha 12 anos e estava a 2 séries abaixo de mim(se fosse um pouco mais velha, eu poderia tentar fazer sexo com ela, não poderia?). Ela tinha acabado de mudar de colégio e cidade. Como ela não conhecia nada nem ninguém pelas redondezas, decidi acompanhá-la.
Levei para dar um passeio. Falamos de como era a vida no lugar em que morava, por que se mudou. Essas coisas que ninguém se lembra no dia seguinte. Ficamos bem amigos em pouco tempo. Em algumas semanas, ela me convidou para ir na casa dela.

Chegando lá, uma casa normal(aparentemente).
“Vem! Vem assistir um filme comigo”, ela disse toda animada.
Tá bom, a casa é sua e eu sou o convidado.
Quando o filme começou, percebi que era pornográfia, mas não pornográfia comum que qualquer pessoa achava(sem mais detalhes). Só sei que aquilo me excitou ao ponto de se quem olhasse para minhas calças,perceberia que estava ereto e Carol percebeu.
“Por que você não tira suas calça?”, perguntou.
O que? Estava parecendo uma alucinação aquilo. Uma garota de 12 anos, que conheci só há algumas semanas, com um filme pornô em nossa frente, eu excitado e ela pedindo para que eu tirasse minha calça. Por que os pais dela não estavam em casa?

“Tudo bem, mas o que vai fazer se eu tirar?”, perguntei com medo.
“Você é virgem?”, ela respondeu como se fosse uma pergunta normal.
“Sou. E você, não?”
“Tira a sua calça”, ordenou.
Sem saber o que fazer, eu tirei minhas calças.
“Nossa, além de não ser muito alto(tinha/tenho 1,65), tem um pênis grande”
“Isso é bom ou ruim?”, perguntei sem entender nada.
Ela abaixou minha cueca, segurou meu pau e disse, “parece ter mais de 16 cm, é a primeira vez que vejo um desse tamanho.”.
“Nunca cheguei a medir, mas, o que você vai fazer com ele?”
Nessa hora, ela começou a mexer o punho num movimento de vai-e-vem com meu pinto. “Ahh, isso não parece certo”, disse – mas ela continuou e, eventualmente, começou a lamber e chupar.
A menina que idealizava para ser quem tiraria minha virgindade, estava fazendo sexo oral em mim. Pronto. Minha virgindade havia sido tirada, por uma garota de 12 anos – será que aquilo que estávamos fazendo era errado ou contra-lei?
(((Tempos depois descobri que a idade de consenso no Brasil era de 14 anos. Mas como eramos os 2 menor de idade e foi consensual, não tinha problema algum)))
“Quando seus pais voltam”, perguntei.
“Não importa. Você quer fazer isso comigo ou não?”, falou com baba escorrendo de sua boca.
“Tá bom”, disse dando sinais de que estava começando a gostar disso – e em menos de 1 minuto, comecei a ejacular dentro da boca, mas ela logo tirou meu pau da boca e ejaculei o resto que tinha no rosto dela.Seria aquilo um orgasmo? Só sei que me deu uma vontade enorme de dormir do nada, mas resisti.
“Agora você faz em mim”, disse ela tirando a roupa.
Ela tinha a pele branca, sem cicatrizes e bem lisa. Seus peitinhos ainda estavam se desenvolvendo e sua vagina, sem pelos. “Vem cá”, disse deitava no tapete da sala em que estávamos.
Logicamente, fui diretamente a vagina para ver de perto e entender. Logo vi seu clitóris, que parecia tipo uma bolinha. Toquei e ela logo começou a se contorcer. “Ahh”, ela gemia, “Lambe aó, por favor” – e eu lambi uma vez, de leve
“Isso”, disse ela – quando comecei a ter uma nova ereção, por causa de sua voz.
“Agora é minha vez,”, disse, “Deixa as pernas abertas”.
Ela abriu as pernas e as levantou; eu tirei minha camiseta na mesma hora. Naquela hora, eu já não pensava.
“Você ainda tem seu hímen…”, falei tentando colocar meu dedo dentro da vagina dela.
“Assim não,”, ela dizia, “Com mais calma”.
No fim, eu rompi o hímem dela. Ela também, já não era mais virgem.
Logo, fui colocando meu pau nela também – foi quando ela começou a gritar de prazer(?).
Ficamos na posição por uns 3 minutos que foi quando ambos tivemos orgasmos; depois ficamos um tempo conversando….

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