Nossas Menininhas

Autor

Meu nome é Marcos. Tenho 42 anos. Pai de duas meninas. Luiza de 13, e Ana que é 3 anos mais nova que Luiza.
Sou casado com Bianca à 15 anos. Temos uma ótima relação. Com algumas brigas às vezes, mas tudo normal. Vida de casados.
Sempre gostei de meninas novas. Desde adolescente. Nunca me interessei por mulheres mais velhas que eu. Nem as com pouca diferença de idade.
Gosto das meninas mais novas. O sorriso, a pele lisinha, o cheiro gostoso sem precisar de perfume. Fico muito excitado quando vejo uma na rua. Mas disfarço.
Bom, nunca imaginei nada em relação à incesto. Mesmo após começar à ler os contos eróticos. E olha que ja li muitos e muitos.
Mas a vida às vezes nos traz certas situações, que mudam nossos caminhos.
Bom, minhas filhas são branquinhas, cabelos pretos, olhos da cor dos cabelos. Iguaizinhas à minha mulher. E se tem uma coisa que me excita, são meninas assim.
À um tempo atrás, minha mulher pediu que eu comprasse uns shorts e blusinhas para nossas filhas, pois o verão chegou e elas não tinham muitas roupas pois tinham crescido rápido de uns tempos pra cá, fazendo com que as roupinhas não servissem mais.
Tirei um fim de tarde pra ir numas lojas e fui. Comprei alguns shortinhos e blusinhas pras duas.
À noite, minha mulher chamou as meninas no quarto para experimentarem enquanto eu assistia tv após o jantar.
Após um tempo, ouvi minha mulher sorrir e vir até a sala. Ela me disse:
-Querido, onde você estava com a cabeça ?
Fiquei sem entender e ela completou:
-Os shorts são muito pequenos pra elas. Nossas meninas cresceram.
Ainda sem entender, vi minha esposa chamar as meninas que vieram correndo do quarto. Ao chegarem na sala, reparei que os shorts estavam pequenos mesmos.
Então minha esposa pediu para elas se virarem de costas, para eu ver que realmente estavam.
Foi ai que tive uma visão que me deixou surpreso.
A polpa da bundinha das duas estavam aparecendo pois os shorts não cobriam quase nada.
Pela primeira vez, reparei no quanto a bunda das duas tinham crescido. Branquinhas, lisinhas. Redondinhas. Deveriam ser bem macias.
Quando me dei conta do que estava pensando, me dei conta também do quanto estava excitado.
E elas me diziam:
-Olha papai. Ficou muito pequeno.
Então, minha mulher sorrindo, deu um tapinha na minha perna dizendo:
-Você vai ter que trocar esses shorts.
Ao dar outro tapa, ela passou a mão por sobre meu pau sem querer. E foi nessa hora que ela sentiu o quanto estava duro.
Ela tirou a mão e me olhou assustada. Eu, morrendo de vergonha sem saber o que dizer. Ela olhou pras meninas, olho pra mim. E foram minutos em um silêncio profundo e sufocante.
Então ela disse:
– Acho que o papai não vai querer trocar não hein.
Passou a mão pelo meu pau, apertou e sorriu para mim e para as meninas. Depois ela levantou e chamou as meninas para irem provar as outras peças.
Eu, perplexo, sem entender nada, fiquei paralisado no sofá.
Depois de um tempo, minha mulher voltou para a sala com as meninas. Elas estavam com outro shortinho e pareciam mais curtos. Parecia que tinham puxado eles mais pra cima. Percebi pois minha esposa pediu para as meninas virarem e pude ver que a bunda delas estavam à mostra. Novamente meu pau ficou duro como pedra. Estava louco pra apertar aquelas bundinhas lisinhas e macias.
Minha mulher percebeu e sentou no outro sofá, praticamente na minha frente. Foi até as meninas e disse:
-Olha como é curto. Mostra tudo.
E passou a mão mostrando as polpas branquinhas do bumbum delas. Apertou levemente. As meninas nem se incomodavam. Achavam normal. Que a mamãe só estava mostrando o short pro papai.
Meu pau doía tanto que pus a mão pra ajeita-lo no short que usava.
Minha esposa olhou, chamou a Luiza e disse:
-Vem cá. Senta no colo da mamãe.
Luiza foi rapidamente. Sentou como a mãe pediu. De costas pra mim.
Ana só olhava. Achando tudo normal. Até sem entender.
Minha esposa segurava a cintura de Luiza com as duas mãos. E ia mechendo levemente o quadril da menina em seu colo.
Até que colocou as duas mão em sua bunda. E ia apertando e mexendo a bunda da menina pra cima e pra baixo, olhando nos meus olhos, enquanto sorria maliciosamente.
Eu já não aguentava maisde tesão. E Ana olhava pra mim e para a mãe, sorrindo com o sorriso da mãe. Luiza estava adorando o carinho.
Então minha esposa disse:
-Ana, senta no colo do papai.
Eu não acreditava no que estava ouvindo. Mas Ana ja estava vindo em minha direção.
Ela chegou perto de mim e eu à segurei pelos braços pra lhe ajudar à subir.
Era muita loucura. Era tudo errado. Mas já estávamos longe para parar e eu só queria saber onde isso ia parar.
Subi Ana no meu colo e segurando na sua cintura, à encaxei em cima do meu pau duro como pedra.
O bumbum macio dela em cima do meu pau duro era um carinho incrível.
Minha esposa sorria, e segurava o bumbum de Luiza com uma mão enquanto a outra segurava seus cabelos. Ela puxou os cabelos da menina pro lado, enquanto começava à chupar seu pescoço, dando beijos, mordidas.
A menina se arrepiava e se contorcia no colo da mãe, acreditando que era só um carinho diferente.
A menina começou à dar leves gemidos. Ana olhava pro meu colo, sentindo algo duro em seu bumbum. Ela olhou para a irmã e sorriu, sem entender nada também.
Eu estava me controlando mas não aguentei.
Segurei a bunda de Ana com as duas mãos e comecei a subir e descer seu bumbum em cima do meu pau bem levemente.
Ela me olhava nos olhos, achando que era uma brincadeira. Minha mulher dizia:
-Brinca no cavalinho do papai meu amor, brinca.
Eu dizia:
-Aninha meu bem. Ta gostando do cavalo do papai ?
Ela entrou na brincadeira e dizia:
-Sim papai.
Ela estava adorando o cavalinho.
-Faz carinho no papai – minha esposa disse para Ana.
Aninha começou a fazer carinho, alisando meus cabelos enquanto eu segurava e apertava seu bumbum, sentindo a pele por baixo do shortinho. Apertava, sentindo as carnes macias e lisinhas, com uns leves pelinhos arrepiados.
Ela subia e descia, mexia seu bumbum em cima do meu pau duro que estava quase explodindo de tanto tesão.
No outro sofá, minha esposa devorava Luísa com seus beijos molhados.
As duas meninas se olhavam de vez em quando. Mesmo sem entender, pareciam disputar pra ver quem agradava mais o papai ou a mamãe. Se tivessem consciência do que estavam fazendo, seriam duas putinhas maravilhosas.
Não aguentando mais, comecei a mexer Ana com uma velocidade maior em meu colo. Amassava sempre o corpo dela contra o meu. Sentindo o calor do seu corpinho. O cheiro gostoso dos seus cabelos.
Minha esposa percebendo que eu não estava mais aguentando, começou à dizer para Aninha:
-Beija o pescoço do papai. Passa a língua. Chupa.
Aninha achou engraçado e beijou meu pescoço, passou a língua.
Eu suspirei de tesão, gemi. Ela me olhou, percebeu que eu gostei.
-Gostou papai ?
-Amei meu amor! Faz mais. Continua… Continua.
E ela continuou. Beijava, lambia, chupava meu pescoço. Luiza começou à fazer o mesmo com a mãe.
Eu e minha esposa nos olhavamos. Nossos olhares eram só desejos e tesão por aquelas duas pequenas tão gostosas.
O que era brincadeira pra elas, era puro tesão para mim e minha esposa.
Minha esposa gemia loucamente, enquanto acariciava a bucetinha da Luiza por baixo do shortinho que deixava ver a bucetinha perfeitamente.
Ela levava os dedos na bucetinha de Luiza, colocava um na entradinha e trazia o dedo até a boca. Dava pra ver um melzinho na bucetinha da menina.
Aquilo era loucura de mais para mim.
Segurei Ana mais forte pelo bumbum, e fiz ela cavalgar bem forte. Então comecei à gozar alucinadamente.
Eu gemia muito alto, e Aninha não entendia.
Minha esposa começou à dizer:
-Isso. Goza. Goza meu amor.
E revirava os olhos. Estava gozando com a luiza no colo também.
As meninas não entendiam, mas suadinhas, gemiam também.
Estão gozei em abundância mesmo de short. Sentindo a bunda de aninha no meu pau e nas minhas mãos.
Estava tão gostoso, que mesmo após gozar, eu ainda segurava o bumbum da menina fazendo ela rebolar.
Minha esposa desabou no sofá e Luiza saiu de seu colo, sentando ao seu lado e indo assistir tv.
Ana queria descer, mas eu ainda segurava sua cintura, beijava seu rosto, seus cabelos.
Depois de um tempo eu à soltei. E ela foi se sentar ao lado da irmã.
Quando ela se virou, eu pude ver que eu apertei tão forte sua bunda que dava para ver a marca dos meus dez dedos no bumbum branquinho de Aninha.
Que delícia de visão. Delícia de menina.
As duas sorriam e brincavam. Enquanto eu e minha esposa nos olhávamos.
Minha esposa levantou, veio até mim e, antes de ir para o quarto tomar um banho, disse:
-Você nunca vai precisar procurar na rua. Tem tudo que precisa em casa.

***Continua***

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