Como fui Violada – o começo

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Meu nome é Karina, sou arquiteta, e em 2007 escrevi esse relato como um desabafo sobre algo que aconteceu comigo em 2006, quando eu tinha 28 anos.
Contudo, os fatos aqui narrados acabaram iniciando uma avalanche de mudanças na minha vida as quais, agora, transcorridos quase 12 anos daquele evento, me permitem uma nova perspectiva.
Se o evento aqui narrado foi traumático quando de sua ocorrência, e se quando do primeiro relato eu ainda me encontrava confusa e emocionalmente ferida em virtude desses fatos, hoje consigo entender o quão prazerosos foram esses eventos e como eles foram importantes para que minha vida, sexual e pessoal, seguisse outros rumos, os quais eu pretendo contar em outros relatos que seguirão.
Por isso, revisei o meu relato anterior, adicionando fatos que eu havia omitido naquele primeiro relato.

Antes de passar a narrativa, permitam-me fazer uma breve descrição de como eu aparentava naquele ano de 2006.
Sou morena clara, descendente de italianos, e naquela época, apesar do pouco tempo para academia e etc., tinha um corpo muito bonito (ainda tenho, modéstia a parte). Meu cabelo preto levemente ondulado descia até minha cintura, mas, pelas características do meu trabalho, usava ele a maior parte do tempo em um rabo de cavalo, por praticidade. Meu rosto de italiana apresentava grandes olhos castanhos, além de meus lábios serem naturalmente cheios.
Com uma altura média (1,71 m), o que se destacava em mim eram meus quadris largos, minha cintura fina, e minha grande bunda (101 cm para 62 cm de quadril). Meus seios também eram medianos (89 cm) e minhas coxas naturalmente grossas. Dizem ainda hoje que pareço muito com a Cacau Colucci, ex-BBB, apenas mais morena, e na época, essa seria uma descrição perfeita para mim, uma Cacau Colucci mais morena.

Trabalhava como arquiteta autônoma, com minha própria empresa, realizando pequenas reformas em casas, escritórios, lojas e apartamentos. Quando estava no último ano da faculdade comecei a estagiar numa grande construtora aqui em São Paulo, fui contratada e trabalhei lá seis anos, e lá conheci meu marido, o pai de meus filhos. Havia montado minha empresa há menos de um ano, e, em razão do crescimento econômico acelerado que o país experimentava naqueles anos de 2005 e 2006, tinha obtido vários contratos e oportunidades.
Uma dessas era essa grande mansão no Morumbi, uma grande empreitada, onde trocamos toda toda parte elétrica e hidráulica da casa.
Quando os fatos aqui narrados ocorreram, estavamos no processo final de acabemento, terminando o serviço de pintura.

Geralmente não trabalhava aos sábados e domingos, mas essa casa era importante, e o proprietário tinha muita pressa em finalizar o serviço.

Naquela manhã de sábado, tinha que dar uma passada no shopping para trocar a bermuda de meu filhinho, mas antes precisava comprar algumas coisinhas que o pintor estava precisando para terminar o serviço (lixa, rolo, pincel, verniz, etc. ).

O pintor era o senhor Pedro, um senhor nordestino que aparentava ter uns cinqüenta anos, e fazia trabalhos para mim, há quase dois anos, desde do meu último ano na firma de arquitetura. Ele era ótimo, e fazia todo tipo de trabalho com qualidade, o que me levava a procurá-lo sempre para trabalhos diversos. Como aquele serviço era importante para minha nova empresa, e o proprietário estava com pressa, o senhor Pedro se prontificou a ficar na obra naquele final de semana trabalhando para terminar o serviço e precisava, portanto, dos materiais.

Comprei os materiais e me dirigi até a obra. Entrei na garagem da casa e o senhor Pedro veio imediatamente me receber. Abri o porta malas do meu carro e ele começou a descarregar o material.

O senhor Pedro então me disse: – dona Karina este é meu último serviço que faço pra senhora.

Eu repliquei: – mas porque isso seu Pedro?

Ele disse: – porque estou voltando pra minha terra natal.

Eu retruquei, realmente incomodada com o fato: – sério, não poderei mais contar com o senhor?

– infelizmente não. Respondeu o senhor Pedro.

Realmente chateada disse: – puxa que pena, já tinha um outro serviço na próxima semana para o senhor.

– minha esposa não acostumou com a cidade. Vim para São Paulo faz quase três anos, depois de um ano vieram esposa e os filhos, ficaram um pouco mais de um ano e a esposa quis voltar pro norte. Deu tudo errado pra nois aqui, nosso barraco foi invadido pela chuva duas vezes no mesmo ano, perdi tudo que tinha conseguido, geladeira, armário, cama, aparelho de som, tv, tudo perdido. Foi uma desgraça. Explicou o senhor Pedro.

– nossa que triste seu Pedro, quantos filhos o senhor têm? Perguntei, realmente sensibilizada com a situação daquele senhor tão prestativo e trabalhador.

– tenho sete filhos, quatro meninos e três meninas. Disse o senhor Pedro.

Eu disse então: – eu tenho dois meninos, um de sete outro de quatro anos e já acho muito.

– na Paraíba o cabra que tem menos de cinco filhos é frouxo. Disse o senhor Pedro, com um estranho sorriso no rosto.

Não percebi aquele sorriso no momento, e continuei a conversa: – puxa vida. Sua esposa foi embora faz tempo?

– sete meses. Fiquei aqui para juntar um pouco de dinheiro. Respondeu o senhor Pedro.

– o senhor tem saudade da esposa e dos filhos? Perguntei eu.

– muita saudade. Mas estou com a passagem comprada, embarco nesta próxima semana. Disse o homem.

– é uma pena, não vai ser fácil conseguir alguém como o senhor. Complementei, realmente sensibilizada.

Foi então que o senhor Pedro disse: – dona Karina, preciso mostrar uma coisa pra senhora na suíte do andar de cima.

– o quê é? precisa ser rápido, pois já estou muita atrasada. Respondi.

Acompanhei então o senhor Pedro para dentro da casa, quando fomos subir a escada, ele fez um gesto para que eu fosse primeiro. Na hora, estranhei, e pensei comigo: Gentil? Ou queria apreciar minha bunda?

Enquanto subiamos a escada o senhor Pedro disse: – o seu marido é um homem de muita sorte dona Karina.

– por quê? Perguntei inocentemente.

– a senhora tem a bunda mais linda do mundo. Disse o senhor Pedro sem papas na língua.

Quase parei, desci a escada e despedi aquele homem ali mesmo. Mas fingi que não era comigo e continuei pensando em ir embora o mais rápido possível.
Eu subia a escada e o seu Pedro ía atrás me comendo com os olhos.
Senti um arrepio na espinha.
Nas obras, sempre procurava usar roupas discretas que não mostram meu corpo, mas sempre percebia que os homens me devoravam com os olhos.
Apesar disso, no meu trabalho tinha contato quase diário com pedreiros, eletricista, encanadores, colocadores de gesso, marceneiros, pintores, mas até esse dia, sempre havia sido muito respeitada.

Chegando no andar superior, entrei na suíte, parei e fiquei olhando atentamente cada detalhe no quarto: janela, parede, gesso, piso, procurando o possível problema.
Reparei que um colchão de casal meio sujo e velho estava em um dos cantos, com uma bolsa ao lado que provavelmente era do seu Pedro.
Nisso, virei para trás e olhei para a porta e fiquei pasma.
Que cena era aquela? Gelei.
Meu coração disparou. Minhas pernas bambearam. As palavras não saiam da minha boca. Gaguejei. Tremia toda.
O seu Pedro estava em pé, imóvel, sem palavras, parado na porta, totalmente pelado, com um monstro semi adomercido pendurado entre suas pernas que ia até a altura do seu joelho pelo menos, a cabeçorra do tamanho do meu punho cerrado já saltava para fora do prepúcio, vermelha.

– O que é isso seu Pedro? Eu sou casada. Você esta louco? Disse, indignada.

– vou comer a senhora dona Karina. Por bem ou por mal. Disse o seu Pedro com os olhos esbugalhados fixados em mim e no meu corpo.

– o quê? Gritei eu. – você está louco, isso é estupro, você vai ser preso, ponha já sua roupa e ponha-se daqui pra fora ou eu chamo a polícia.

Ele foi se aproximando devagar como uma onça armando seu bote.
Fiquei em pânico, pensei em gritar, mas não consegui e também ninguém ouviria, pois a mansão era isolada no meio de seu terreno imenso com altos muros.
Tremia e suava de medo, fiquei petrificada.
Será que minha vida acabaria ali? Pensei.
Naqueles poucos segundos pensei nos meus dois filhinhos, no meu marido, meus pais, meus irmãos.
Fiquei com medo de morrer.
E se ele me matar? Pensei. Ninguém sabe que estou aqui hoje. Meu celular ficou no carro.
Meus Deus. Estava paralisada, as lagrimas começaram a escorrer em meu rosto.

Seu Pedro se aproximou, me pegou pelo braço, e me levou até a janela que dava para o quintal.
Não ofereci resistência. Estava paralisada.

– Não vou te machucar, dona Karina. Disse ele, enquanto me segurava firme pelo braço. – Fique boazinha. Que eu só quero comer a mulher mais bonita e gostosa desta cidade.

Eu via o seu mastro enorme inchando, venoso, latejante, mais grosso que meu pulso. Enquanto ele me olhava nos olhos e dizia: – Hoje a dona vai conhecer o que um cabra macho de verdade.

Eu apenas chorava, e soluçava. Apoiei as mãos no batente da janela, estava a ponto de desmaiar.

Seu Pedro abaixou a minha saia bruscamente e ficou apreciando minha bunda.

– Mas como a dona é gostosa. Disse ele. – Que bunda gostosa.

Deu um puxão e rasgou minha calcinha.
Com suas mãos ásperas, apertava minhas nádegas, abaixou e ficou de joelhos acariciando minha bunda. Com as duas mãos separou minhas nádegas, passou a língua no reguinho até chegar em meu cuzinho.
Deu um beijo de língua, molhado e longo, no meu cuzinho, enfiando a ponta de sua língua pelo meu buraquinho.
Depois foi até minha xaninha, lambeu, beijou e mordiscou meus grandes lábios, alcançando meu clítoris no qual deu pequenas mordidas, enquanto colocava sua língua dentro da minha bucetinha.
Subiu e começou a morder as grandes polpas da minha bunda. Passava suas mãos nas minhas coxas até que alcançou minha bucetinha.
Enfiou seu dedo grosso e sujo na minha xaninha, enquanto usava outro dedo para manipular meu grelo.
Com a outra mão começou a massagear meu cuzinho. Empurrava com o indicador forçando meu buraquinho. Apesar da minha grande bunda, havia praticado muito pouco sexo anal. Era praticamente virgem do cuzinho, e havia muito tempo que meu marido havia pedido meu cú. Desde de nossas últimas férias na praia, quase um ano atrás.
Após forçar um pouco, seu Pedro enfiou seu dedo sem dó no meu cuzinho. Enfiava e tirava, com um olhar delirante, forçando minhas entranhas.
Eu chorava, e pedi: – seu Pedro, por favor, o senhor está me machucando. Deixa eu ir embora, eu não vou contar para ninguém. Eu lhe dou seu pagamento e o senhor pode ir embora. Não me machuque. Eu sou uma senhora casada. O senhor está sendo muito bruto comigo.

Seu Pedro então ficou em pé, e disse: – fique calma, dona Karina. Vai doer só no começo, depois a senhora vai gostar.
Senti seu pinto enorme roçando na minha bunda, depois na minha xaninha, até que a cabeça encontrou seu destino na minha vagina, foi forçando a entrada, sem pedir permissão, foi invadindo minha xaninha, parecia que não tinha fim aquele cacete.
Nunca tinha recebido um pau daquele tamanho, parecia de um jegue, de um cavalo, de um animal.
Sentia muita dor. Dor física de estar sendo violentada no corpo, dor de ter um pau enorme invadindo meu corpo, mas também dor na alma, na dignidade, nos sentimentos.
Senti seu pau animalesco, pulsando dentro de mim, parecia que crescia dentro da minha buceta.

Ficou parado com seu pinto dentro de mim por um tempo. Depois começou a fazer movimentos bem lentos de vai e vem.
Seu Pedro arrebentou os botões da minha blusa e arrancou meus seios pra fora, rasgando meu sutiã.
Começou acariciar meus seios com suas mãos sujas e ásperas, pressionando meus mamilos entre seus dedos.
Colocou meus cabelos de lado e começou a beijar minha nuca, orelha, ombro, nuca de novo, enquanto sussurava o quanto eu era linda, gostosa, tesuda.
Comecei a perder o controle. Seu Pedro estava pegando no meu ponto fraco.
Estava sentindo um tesão incrível. Um pau de jegue enorme na buceta e ele beijando minha nuca, passando as mãos em meus seios, barriga, coxa, nos meus seios de novo, no meu grelinho, beliscando meu grelo e meus mamilos.

Agora não tinha mais volta, o melhor que tinha a fazer era não resistir e sair com vida daquela situação.
Foi aí que relaxei, lembrando que ele tinha falado que não queria me machucar.
Minha buceta começou a gostar daquela brincadeira. Já não sentia tanta dor. O vai e vem constante e o tamanho daquele pau foram crescendo o tesão dentro de mim como um tsunami.
Comecei a gozar como nunca tinha feito até aquele dia.
Percebendo que eu estava gozando e gemendo alto, seu Pedro começou um vai e vem, rápido, selvagem. Eu sentia seu saco bater em minha bunda com força.
Ele começou a grunhir e me foder com fúria. Metia sua tora enorme até o talo, socando meu cervix. Comecou a me chamar de puta, oferecida, cadela, vadia rica, piranha, quenga, vaca, cuzuda, e outros nomes que nem me lembro, enquanto me fodia como um animal, forte, rápido, violento e duro.
Minha xaninha gozava como nunca.
Eu comecei a gritar de prazer, como uma égua sendo coberta por um garanhão. Eu gemia alto: – Fode! Fode! Arromba! Mais fundo! Estupra! Machuca! Vai! Mais rápido! Forte! Faz como macho!
Jamais tinha tido uma sensação de prazer igual. Não sei se foi o medo, misturado com a dor, a violência, o tamanho daquele pau e os orgasmos seguidos que ele me causava. Não sei, mas a verdade que a sensação foi indescritível.

Finalmente senti minha bucetinha sendo invadida por um liquido quente. Ficamos parados naquele posição, engatado como uns cachorrinhos. Estávamos molhados de suor. Um cheiro forte de sexo.
Seu Pedro foi me puxando para o colchão até cairmos deitados, estasiados, respirando forte. Ele me abraçou pela cintura e ficamos deitados, com seu membro ainda latejando dentro de mim.
Depois de alguns minutos, aos poucos seu pau foi saindo da minha buceta. Ficamos calados, apenas nossa respiração ofegante.

Tentei me levantar, mas seu Pedro me segurou forte e disse: – fica dona Karina. Eu já tô ficando teso de novo.
Eu disse: – por favor, seu Pedro, preciso ir embora, preciso pegar meu filhinho.

Ele disse: – fica dona Karina. Esquece de tudo. Pensa só na minha jeba. Eu quero a senhora.
E enquanto falava, sua "jeba", como ele disse, voltava a vida.

Eu me tremia toda, minha buceta queimava, minha cabeça rodopiava. Nosso suor e o cheiro de sexo tomavam conta do ambiente.
Meus peitos começaram a doer e eu sentia eles pesados. Sentia meu grelo inchando também e meu cuzinho piscava como louco. Não conseguia levantar.

Seu Pedro percebeu e começou a encaixar o pauzão na minha bucetinha de novo dessa vez de ladinho.
Eu gritei: – não, seu Pedro! Não! O senhor me arrombou! Seu cacete é grande demais! Para! Não!

Ele foi virando meu rosto enquanto dizia: – calma. Fica calma puta gostosa. Calma. Vem cá.
E me beijou na boca. Um beijo de língua molhado, babado e profundo. Eu perdi o controle de novo. E ele enterrou o cacete de uma vez na minha xotinha aberta.

Eu mordi o lábio dele e gritei: – Não, seu puto! Tira, seu viado!

Quando eu chamei ele de viado ele se revoltou. Me virou de uma vez e me colocou embaixo do corpo dele, com a cara no colchão e a bunda pra cima. Ele empurrou minha cabeça contra o colchão e começou a me fuder com ódio de novo, usando o peso do corpo dele pra me prender.

Ele empurrava com força e muito rápido, gritando: – Vaca! Piranha! Cadela! Puta! Toma pau!

Uns cinco minutos assim e eu parei de gritar "não". Gozei forte de novo, e comecei a gemer alto.
Seu Pedro tinha enfiado um dedo no meu cuzinho, agora ele colocara mais dois e cuspira algumas vezes.
Aqueles dedos grossos me abriam toda. Meu cú doia, latejava, mas também queimava de tesão. Eu sabia o que ele queria e no fundo eu queria também, mas o pouco de consciência que me sobrava sabia que aquele homem-animal ia me matar se enfiasse aquilo no meu cuzinho.

Quando eu gozei mais uma vez, me mijando toda, ele aproveitou do meu amolecimento e tirou a picona de uma vez da minha xota. Aquela sensação de vazio repentino provocou outro gozo estonteante e eu meio que dismaei.

Acordei com uma dor lancinante no meu cú. E percebi que o seu Pedro já tiha passado a cabeçona pela portinha e estava alojado no meu esfincter.
Eu gemia alto: – nã, nã, nã, não. Ti-ti-tira! Tá me rasgando, seu animal!
Ele movia devagar, um movimento de vai e vem e dizia: – calma, dona Karina. Se acostuma com meu pau. Fica calma, não tranca o cu. A senhora vai gostar. Fica calma.
E o pior que, passados uns cinco minutos de vai e vem eu comecei a sentir outro gozo vindo. Mas dessa vez não era só na minha xota, era meu cuzinho, minha barriga, meus peitos, tudo.
Eu me tremi toda, gritando algo incompreensível, e me mijei de novo. Quer dizer, não era mijo porque não tinha cheiro de urina, mas eu como que me mijei de novo.

Percebendo que eu tinha gozado no cú, seu Pedro começou um vai e vem mais forte e profundo.
Em pouco tempo ele fodia meu cú como tinha fodido minha boceta, rápido, forte, fundo e violentamente.
Ele me xingava e eu respondia que nem uma puta: – fode vai. Arromba sua puta. Mete fundo seu pedreiro de merda.

O sexo estava muito renhido e eu já tinha gozado umas dez vezes, quando ele me virou e falou: – cavalga putona.
Eu comecei a cavalgar ele com ele deitado de barriga pra cima, e eu cavalgando ele de costas, com meu bundão batendo contra a barriga dele.
Eu estava em outro planeta. Olhava fixo para a parede e a porta e só viajava nas sensações daquele cacetão dentro do meu cú e daqueles dedos de pedreiro abrindo minha buceta.

Sem que eu percebesse, o seu Pedro tinha pego uma lata dessas de tinta spray e tinha vestido ela com umas luvas de borracha ou algo parecido.
Ele levantou esse dildo improvisado e colocou do lado da minha cara falando: – chupa puta.
Eu fora de mim obedeci meu macho e comecei a mamar aquela lata como se fosse um pau, babando muito. Eu senti que o pau dele no meu cuzinho ficou mais duro e inchado enquanto eu fazia isso.
Ele então pegou aquela lata envolta de borracha e toda babada e foi enfiando na minha bucetinha.
Era enorme, mas eu já estava bem arrombada pelas fodas com seu Pedro, então deslizou fácil para dentro. E quando eu percebi estava cavalgando o pau enorme daquele pedreiro nordestino enquanto ele estuprava minha buceta com aquela lata grossa e comprida.
Eu já não era mais humana. Urrava como um animal e me movia descontrolada contra aquela lata e o pauzão.
Balbuciava algumas coisas como: – fode. Estupra. Mete mais. Forte. Mais forte. Gozo. Arromba.
E embaixo o seu Pedro se satisfazia com o show daquela puta rica que era eu: – vai vadia. Fode essas rolas. Vou te levar lá na favela pra você fuder com uns dez bandidos ao mesmo tempo. Sua puta. Sua piranha.

A cena era tão forte, e a idéia de eu fodendo com um monte de caras ao mesmo tempo tão erótica, que tanto eu quanto o seu Pedro gozamos muito forte e ao mesmo tempo.

Ele caiu quase desmaiado e eu cai por cima dele deitada com a barriga pra cima em cima do peito dele.

Estava com as pernas bambas, toda melada de gozo e suor, a buceta ardendo em chamas, o cú esfolado e doendo, a cabeça rodopiando, mas tinha que sair naquele momento.
Aquele era o momento, ou me tornaria a puta daquele pedreiro para sempre.

Respirei fundo, e falei: – tenho que buscar meu filho, ele está esperando.

Peguei minha sandália, a saia que estava jogada no meio do quarto e olhei para seu Pedro deitado no colchão sujo.
Ele parecia estar numa sauna, todo ensopado de suor e molhado do seu e do meu gozo.
Olhei para seu pinto, meu duro meio mole, todo sujo do meu mel, além de sua porra, e também de merda e sangue, e pensei: nossa, que jumento. Não acreditava que aquilo tudo tinha entrado na minha buceta e no meu cú várias vezes. Era enorme e muito, mas muito grosso.

Disse mais uma vez como querendo justificar para mim mesma: – tenho que buscar meu filho ele deve estar esperando a horas.

Sai correndo, pelada, não sei como consegui descer as escadas sem cair.
Minhas pernas estavam moles, minha bucetinha e meu cuzinho ardiam. Meu corpo todo doía.
Entrei no carro, coloquei a saia por cima tampando minha buceta, coloquei os seios dentro do que tinha sobrado da minha blusa, dei a partida, enquanto Seu Pedro se aproximava da janela do carro.

Ele disse: – este vai ser nosso segredo, ninguém precisa ficar sabendo, certo? Espera vou abrir o portão.

Engatei a primeira e sai em disparada. Minha cabeça girava, estava tonta, pálida, suja, descabelada, dolorida, um verdadeiro horror.

Precisava me concentrar, não poderia bater com o carro naquele estado. Disse para mim mesma: – respire fundo, Karina. Diminui a velocidade.
Parei num semáforo. Trânsito parado. Pela primeira vez agradeci a Deus de estar parada no trânsito.
Precisava pensar, minha buceta e meu cú estavam ardendo, escorrendo a porra do Pedro.
Meu Deus, o banco esta encharcando de porra. Mas que merda. Pensei.
Peguei uma caixa de lenços de papel no porta luvas, limpei o banco e coloquei também na minha buceta e no meu cú, para segurar a porra que ainda escorria.
Coloquei a saia.
E agora? Como vou entrar no prédio cheirando sexo e toda rasgada? E se meu marido já estiver em casa? E se a empregada ainda não foi embora? Como vou fazer? Pensei desesperada.
Peguei o celular na bolsa, já eram 17:30! Havia passado pelo menos seis horas de foda ininterrupta com o seu Pedro.
Haviam três ligações perdidas, e uma mensagem de texto do meu marido: "vou almoçar no clube com os meninos, e depois vamos ao shopping. Só voltamos de noite. beijos."
Graças a Deus. Pensei, aliviada.
Liguei para casa, ninguém atendeu.
Obrigada meu bom Deus. Pensei mais uma vez.
Entrei no prédio. A garagem estava vazia. Corri para o elevador de serviço pensando que não poderia encontrar nenhum morador ou os porteiros, faxineiros ou vigilantes.
O elevador estava vazio e por sorte nosso prédio era de um apartamento por andar.
Cheguei no lobby do sétimo andar e abri a porta de casa, ninguém. Graças a Deus. Pensei.
Coloquei minha roupa em balde com água sanitária e sabão.
Fui para o banheiro e coloquei a banheira para encher, entrei na banheira e adormeci.

Só tive coragem de voltar aquela casa na terça-feira, já haviam me informado que o serviço de seu Pedro não havia sido realizado. Ele deve ter ido embora naquele sábado mesmo.

Nunca contei uma só palavra do ocorrido para meu marido. Nunca dei queixa na polícia.
Depois daquilo tive pesadelos com seu Pedro por vários meses. Passei três meses sem ter sexo com meu marido.
Apenas fui desabafar quando publiquei o primeiro relato.
Vivia uma sensação de culpa constante por ter gozado como uma puta, tão forte e tantas vezes, apesar de ter sido estuprada violentamente por aquele pedreiro.

Contudo, depois que publiquei aquele primeiro relato em 2007, os comentários que recebi me levaram a repensar o evento. E, realmente, percebi que havia sido uma experiência sexual violenta e selvagem, mas que havia sido a mais prazerosa de toda a minha vida, e que precisava de mais.
Busquei o seu Pedro. Viajei até a Paraíba tentando encontrá-lo. Mas sem sucesso. Acabei buscando alcançar a mesma satisfação sexual em outros locais, e vivi muitas aventuras, as quais contarei em futuros relatos.
Tudo graças ao seu Pedro, e aos comentários eróticos e pornográficos que recebi naquele primeiro relato dessa mesma história e que me ajudaram a me tornar a mulher sexualmente liberada que sou hoje.

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