No quarto dela

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Olá! Sou Marnie. Em meus dois últimos relatos, descrevi as aventuras com minha paixão (minha sobrinha Marcelinha) e, como adepta a esta forma de amor, resolvi postar dois contos maravilhosos inspirados em duas postagens que li em um blog em inglês (juicysecrets). A primeira parte, será a mãe, madrasta, tutora (como queiram) que se põem como narradora. A segunda, será do ponto de vista da menina sobre a mesma situação. Ou quase, pois o final não será o mesmo. Espero que gostem.
“Tarde da noite, sentada na cama com meu laptop, curtindo histórias eróticas e já excitadíssima e ofegante, fecho meus olhos e aperto mais os dedos entre minhas pernas até sentir o calor latejante do meu gozo desaparecer gradualmente.
Ainda excitada, decido fazer o que sempre faço nesse ponto. Até agora não era realmente uma decisão consciente, mais uma reação automática.
Adoro ler histórias quentes e pervertidas, com paixão, sobre mulheres com menininhas, especialmente que envolvam incesto. E nos últimos meses, essa obsessão levou-me ao que estava prestes a fazer a seguir.
Levantei-me da cama e tirei minha calcinha molhada, deixando-a no chão, ficando apenas com meu curto robe. Normalmente, me masturbo usando calcinha por me sentir mais sexy. O gozo vem mais intenso.
Mas para o que estava prestes a fazer, não queria usar nada por baixo.
Saí para o corredor e para o quarto dela.
De forma cuidadosa e silenciosa, abri a porta e entrei. Esperei, deixando meus olhos se ajustarem à escuridão, escutando os sons suaves de sua respiração, certificando-se de que ela estava dormindo.
Voltando um pouco ao tempo, em quando comecei as minhas visitas noturnas a seu quarto, ainda vinha usando calcinha e nas primeiras vezes, ficava apenas na porta. Pelo menos eu estava no mesmo quarto com ela, e isso foi o suficiente. Abria meu robe, colocava a mão dentro da calcinha e com a xoxota já molhada começava a esfregar meu grelo até o orgasmo.
Mas isso não bastou. Eu queria mais.
Depois de algumas noites, tive que ir mais longe. Fui mais além dentro de seu quarto, mais perto de sua cama, onde poderia ver o rostinho lindo da minha anjinha.
No final da terceira semana, eu estava de pé ao lado de sua cama, muito perto dela, tentando ficar o mais silenciosa possível. Perguntei a mim mesma que, se ela acordasse, que desculpa inventaria por estar ali tão perto, de robe aberto e com dois dedos dentro da calcinha, profundamente enfiados em minha xana.
Por alguns dias, isso foi o suficiente. Mas não durou. Eu precisava de mais.
Comecei a levar uma almofada e me ajoelhava ao lado de sua cama, próximo a sua cabecinha, onde me masturbava até gozar, mas ainda usando calcinha. Rapidamente saia assim que terminava.
Então, há algumas semanas decidi ir apenas usando o robe e aí comecei a ficar mais ousada, quando em uma noite, levantei um pé e pus no colchão, dobrando-me um pouco e com uma das mãos mantendo os dedos minha buceta aberta, expondo meu grelo molhado e faminto pelo rostinho da minha garotinha, dormindo ali, sem imaginar meu tesão e amor obsessivo por ela. Quando eu cheguei daquele jeito, foi quase como um raio me atingindo. O prazer era tão intenso. Tinha que me segurar para ficar quieta e não gemer alto o suficiente para que ela não acordasse.
E isso me disse que era hora de ir ainda mais longe.
Algumas noites depois, eu estava de pé na cama, um pé de cada lado do travesseiro, minha buceta molhada acima do rosto. Eu sabia que, se meu orgasmo fosse especialmente farto e molhado, como costumava ser, poderia até pingar em seu rosto, arriscando despertá-la. Sim, era arriscado, perigoso, imprudente. Mas perversamente, isso me excitava ainda mais.
Eu fiz assim por quase uma semana. Era quase o suficiente. Eu quase decidi não ir além. Quase.
Então, apenas duas noites atrás, eu fui ao próximo nível. Em vez de ficar acima dela, eu estava de joelhos, minha buceta a poucos centímetros de seu rosto, do lindo e adorável rosto de minha querida menina. Minha doce criança. Me masturbava bem a sua frente, tão perto que se ela acordasse e quisesse, poderia me lamber. Seria fácil, bem fácil.
Isso me levou ao maior orgasmo da minha vida. E, de qualquer forma, consegui me manter quieta o suficiente para não acordá-la. Sou muito afortunada que ela seja tão dorminhoca.
Então, voltando ao presente, esta noite, estou aqui novamente. Em seu quarto, movendo-se para a cama, caminhando furtivamente em seu colchão, arreganhando minhas coxas sobre o rosto, abrindo minha buceta com meus dedos.
Olho para a minha virilha e da luz noturna que entra pela janela, dá para perceber grânulos de brilho de umidade nos pelos de minha xoxota. Posso cheirar minha excitação e me pergunto se ela conseguirá sentir o cheiro na parte da manhã. Quero esfregar-me sobre ela. Quero tomar o seu rosto em minhas mãos e trazer seus lábios para minha buceta. Quero entrar em sua boca.
Mas não consigo ir além. Por medo e incerteza do que virá depois.
O que faço agora é suficiente. Mergulho os dedos em minha xota, sentindo a umidade quente e escorregadia, e então eu deslizo os dedos lubrificados até o grelo, massageando-o suavemente, apenas … apenas … ali mesmo … apenas assim … oh, sim … Eu estou tão perto …
Em alguns momentos, tenho outro orgasmo, um orgasmo maravilhosamente poderoso, insanamente excitante, quase em cima da boquinha de minha menina.
E então deixo seu quarto. É o suficiente. É tudo o que preciso.
Para agora.”