Mané do sexo 5

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Partimos para o resort. Sentei nu fundo do ônibus, sozinho, duas poltronas a frente, Ingrid e Marcy, que ficavam pescoçando para ver o que eu estava fazendo. Me peparei para dormir. Nisso, sabem aquele monumento de mulher, super bem vestida, com umas pernas lindas, um rosto de mulher, cabelos presos, lindos, um olhar maravilhoso, um tremendo para de seios, ou melhor, um tesão. Este lugar está vago, que legal, é o único. Bem séria. Sim, pode sentar-se, a senhora não prefere a janela, eu fico com o corredor. Já que vamos viajar juntos, meu nome é Patricia, sou professora e pode chamar-me de você. Senhor ???, Valter, muito prazer. Tomou o lugar, eu abaixei a poltrona do corredor, olhei as duas meninas, estavam levantando a cabeça para ver. Quatro horas depois, acordei com a Marcy me chamando e quando acordei, me assustei ver e sentir a cabeça da Patricia no meu peito. Ô pai, qual é?. A Patrica acordou assustada pedindo desculpas e logo tudo se arranjou. Descemos do ônibus, fomos para a distribuição de quartos e, eu fiquei num chalé com quatro outros senhores. Na manhã seguinte, fui para o café, e, depois para os quiosques, para bater papo. Meu pai, as três apareceram de biquínis, minúsculos. Eu senti meu pau dar sinais de tesão. Cumprimentei todas elas e fui de imediato para um banheiro. Lá, bati a maior punheta. Porra, tudo aquilo ali e eu só babando. A Marcy, desconfiou,.Logo após o almoço, estávamos conversando, e, discretamente, alisou o meu pau e, disse “Tá com tesão que nem eu, tá?”, respondi, “Tô”. “Deixa a gente chegar em casa, vamos fazer a nossa festa de sempre, eu estou até sentindo o gosto dele na minha boca.” ;“É, e eu da sua aguinha na minha .” . Aí, chegou a Ingrid e logo em seguida a Patricia. A Ingrid já foi perguntando “Já até posso imaginar qual é do cochicho, por que, euuuuu tanbénnn queroooo.” Ó que?” perguntou a Patricia,”É conversa de pai, filha e amiga, coisa nossa,” e a Ingrid responde”E, que coisa, deliciosa, hummmm.” “Não liga não Patricia, é um sorvete especial que compramos na praia, uns meses atrás.” E todo mundo deu um sorriso, Voltamos para casa e, após todo aquele social de despedidas, troca de telefones, fomos para casa. Vocês acreditam que mau deu para fechar a porta, a Marcy já estava nua e tirando a minha roupa. ”Eu quero e fuder, pai, fuder, fuder, fuder, me chupa me fode, eu não estou aguentado…..USHHH. deixa eu chupar, vamos pro um 69, amor, chupa minha boceta, minhas tetas, mexe no meu cu…AAAAAAHHHH, ne fode pai.” “Eu comecei a chupar suas tetas e partimos para um 69, a água escorria, o grelo estava levantado, gemia como uma gata, e, ela levantou se e sentou no meu pau, entortou um pouco, mas entrou, com gemidos, gritos e rebolados, quase que eu acabo dentro. Ela chupou o restante, endureceu novamente e partimos para um pouco na boceta e o restante no cu. Passamos a noite fudendo. Descansava, fudia, até cansar. Foi memorável. “Pai, que cê achou da Patricia?””Sei eu, uma bela mulher.””Cê viu que corpão?””Vi.”. “ `Pois é, pai, o marido dela, trocou tudo aquilo por um homem, amiguinho de infância dele.” “É, para consolar ela, deixa eu te chupar um pouquinho, abre bem as pernas, abre….”” Ficou com tezão, né meu macho, vem que aqui tem, chupa tua filhinha, UUUUUUUUUHHHH, me fode, pai, ne fode gostoso. Aí vai devagar que tá dolorida. Vai devagar. Isso, põe devagar, tá doendo seu jumentinho, vai devagar.” Noutro dia parece que eu estava de ressaca, levei a Marcy para a faculdade e fui trabalhar. No fim de semana, a Renata já tinha marcado um encontro comigo, mas, os pais chegaram. A Marcy ia com pessoal num festival de rock e, eu ia descansar, esperando a volta da Marcy. Toca o telefone, era a Patricia. Escuta só “A sua filha me emprestaria você para um evento aqui na escola, depois, ela dexaria você jantar comigo???” “ Vou perguntar para ela, kkkkkkkk.” Tudo bem, te encontro lá na faculdade.” ”Tá legal, lá pelas 18:00 h, tá ok.” .Dezoito horas, sai mais cedo para o encontro. “Oi, Patricia, como vai?” ”Eu vou indo e, você?”Legal, recebi um beijo no rosto e senti aquele mulherão na minha frente. Fomos para um restaurante, bem gostosinho próximo no centro. Conversamos de tudo, e, sobre coisas que só minha filha para fazer o meu marketing pessoal. “A Marcy gosta muito de você. Ela não consegue entender a mãe dela. Mas, vamos e venhamos mais de dez anos sem um namoro, uns beijos, abraços e nada. O que foi? Perdeu o jeito? RSRSRS”. Respondi que eu não sentia falta de ter uma outra paixão. Estava sem animo, até recentemente voltar a pensar em sair, viver, etc. “Ora, vamos, isso não é desculpa! Mas, vamos deixar por ai.” Conversamos e conversamos, quase no fim da noite, perguntei a ela, o por que do divórcio repentino, se ela disse que ele lhe mostrou o lado bom da vida. Fechando a cara, ela, de um modo bem irado disse: “Você já foi trocado por alguém, sim alguém do seu mesmo sexo?”. Eu sabia, que tinha algo aí. Abaixei a cabeça e disfarcei. Pensei, quem foi o puto que trocou essa mulherona por um homem?. “Desculpe, eu não quis mexer na ferida.” Conversamos mais um pouco e depois levei-a para casa. Chegamos, abri a porta para ela descer e, nos despedimos com um beijo no rosto, num abraço apertado. “Puxa, acho que o vinho está fazendo efeito.” “Que vinho? Tomamos suco de laranja!” “Então, você me balançou.” “Quem manda ser um mulher bonita….” “Vem, vamos entrar, a casa é pequena e moro sozinha.” “Vamos lá.” Meu pau deu sinal de vida. “Como é bonita sua casa, tem bom gosto!.” “Obrigada!” Jogou a bolsa no sofá, virou-se, encostou em mim, me puxou pelo pescoço e me deu um beijo de língua. Meu pau na hora mostrou a resposta,e, ela sentiu. “Nossa, que lindo. Eu nunca pensei que fosse ser desejada novamente.” E, voltou a me beijar e eu segurando sua bunda, comecei a aperta-la contra mim. Foi o bastante. A mulher não metia fazia anos, e, ela pensava que eu também não. Começou se esfregar o corpo no meu e, logo estava chupando suas tetonas e, abaixando o vestido, calcinha e “Caramba, como você está molhada!” “Grande coisa, e, você não está duríssimo.” Ela abaixou a minha calça e cueca, olhou dando um gritinho de “como é lindo”, só vejo isso na internet. E, caiu de boca. Já fui chupado, mas, a Patricia ganhou de longe. Era saco, pau, dedo no meu rabo, puxava minhas nádegas com força e, finalmente, ela sentou no sofá, me puxando pelo pau. Abri aqueles coxões, abri os lábios daquela linda buceta, super molhada e meti a língua lá dentro. Ela gemia que eu pensava que iria acordar a vizinhança. “Ai,gozei, vem aqui e me dá um beijo.” Após alguns incontáveis minutos, lá estávamos tirando o restante da roupa e, ela pegou no meu pau e começou a esfregar ele naquela bucetona. Eu ficava pensando, como um homem desprezaria uma mulher assim, por outro homem. Devia ter algum distúrbio. Enquanto isso, ela foi se ajeitando e, abriu as pernas e, eu pensando que seria fácil, atolei meu pau. A cabeça nem entrava, a mulher era muito estreita, bem estreita, mas, ela se ajeitou e falou “Quebra a minha virgindade pela segunda vez, quebra. Eu forcei e, finalmente a cabeça entrou. Gritos, lágrimas e gemidos de tesão, eu não sabia se tirava ou continuava. Ela deu a resposta: “Me fode mais e mais amor, fode tua fêmea, fode. Não liga para mim, isto tudo é tesão acumulado.Vai, UUUUUIIIIII, USH, AAAAAAHHHHH, vou gozar, UUUUUIIIII, USHHH, GAAAAAAAAAAAAAAAAAA.” E, levantou, pegou no meu pau e, “Agora é a hora que eu mais gosto, quero ver se você gostou de mim.SHUPP,SHUPP, goza amor, goza e…. que porra gostosa de macho mesmo, SHLAP, SHLAP, e a língua dela lambia meu pau. Paramos, nos beijamos como dois loucos,fomos a banheiro no limpar e voltamos para a cama, descansando e, novamente lá fomos nós, só que com mais calma, pois estava dolorida. “Hoje ficamos assim, na próxima eu te dou um presente, ta.” Me beijou e descansamos o resto do tempo, conversamos e logo depois voltei para casa. QUE FODAAAAA. Bem o presente na próxima foda, foi o rabinho dela, ficou completo a coisa. Isto se repete, quando dá. Mas vamos indo.
Bom, vamos ficando por aqui. Fiquei quase 10 anos sem uma trepada e após esse tempo durante uns 2 anos e alguns meses, conheci bucetas, bocas e cus que não esperava mais comer.