Calma, irmãozinho cuida de ti

Não larguei quando ela começou a pedir pra parar. O que é compreensível, haja visto todo o sentimento que havia culminado naquilo. Aturei semanas, meses de provocação e tentava fugir de todos os pensamentos repetindo pra mim mesmo que era minha irmã, sangue do meu sangue. Mas na jovialidade dela, após ter me flagrado comendo a vizinha no quintal de nossa casa, era de se imaginar que os hormônios tenham mexido com sua cabeça e a feito agir daquela forma irracional.

Era sempre a mesma coisa, bastava ficarmos sozinhos e ela começava com as piadinhas. “Você parecia um cachorro enquanto comia ela.”, “Ela parecia estar gostando bastante.”, “Será que estava doendo? Do jeito que tu tava fazendo, parecia muito bruto.” e tudo acompanhado daquele risinho safado, interessado, enquanto eu tentava fugir do assunto. Piorou quando ela partiu pra outros joguinhos – ou eu talvez tenha começado a ver coisa demais -, coisas do tipo como andar só de blusa e calcinha pela casa quando estávamos a sós, se empinar desnecessariamente para pegar qualquer coisa quando sabia que só eu estava vendo.

O ápice, também o que nos trouxe a esse momento, foi invadir meu quarto tarde da noite, quando só estávamos nós dois em casa, com a desculpa de que precisava de ajuda para fechar o feixe do sutiã, que ela não estava conseguindo. Me flagrou de pau duro, já que eu estava no meio de uma maratona no PornHub, mas sustentava no olhar àquela expressão de que tudo estava planejado. Entrou no quarto segurando o sutiã solto sobre os seios, os tapando e só e cueca feminina. Pediu o favor com uma voz safada e não fez a minima questão de disfarçar o quanto ela havia reparado no volume embaixo do meu samba canção. Ainda assim eu tentei resistir, não quis levantar para não ficar mais evidente, mandei que desse o jeito dela. Mas não adiantou. “Por favor, irmãozinho.” E se virou de costas e se empinou.

Que bunda perfeita. Puta merda, por que tinha de ser minha irmã?
Meu coração acelerou, meu pau pulsava. Pensei comigo mesmo que tentaria fazer aquilo da forma mais rápida possível para me livrar dela. Mandei que se aproximasse, não tinha a intenção de me levantar, e tentei fechar a merda do feixe. Sem sucesso. Eu estava nervoso. E aquela bunda na minha frente enquanto ela segurava os seios. Cada segundo que passava piorava a situação. Ela estava de costas então não veria meu pau, me levantei e tentei fechar de novo. “Tá difícil?” questionou. Nem respondi. “Acha melhor eu ficar sem?” Engoli seco. Minha mente já estava vertiginosa. Até que ela segurou o sutiã só com um braço e com o outro encontrou minha mão. “Me ajuda aqui, deixa que eu tento.” E pôs minha mão sobre o seio dela, para sustentar o bojo. Longe demais, longe demais…

Segurava os dois seios dela enquanto ela tentava – ou fingia tentar – fechar o feixe. Num impulso, minha boca já estava no pescoço dela e minhas mãos apertavam seus seios enquanto colava o corpo dela no meu. Tudo que ouvi foi um “Ai.” com falsa surpresa, sussurrante. Sarrei meu pau naquela bunda e senti ela se empinar. “O que você tá fazendo, seu doido?” questionava, sem qualquer alarde, enquanto inclinava o pescoço a medida em que eu o mordia. Senti seu braço se voltar pra trás e alisar minha perna, subindo até meu pau, apertando-o com força.

Agarrei em sua cintura e agachei levemente, encaixando o volume do meu pau entre suas nádegas e dei aquela sarrada forte, sentindo a bundinha dela acomodar meu pau. Ela soltou aquele risinho safado de sempre. Direcionei ela pra parede e a deixei de costas, continuei sarrando enquanto apertava seu peito, deixando cair o sutiã e brincando com o bico. Ela já gemia e forçava a bunda contra minha pélvis. Ainda havia culpa na minha consciência, mas ela estava tomando uma surra da gangue que compunha aquele tesão.

Desci uma mão, correndo por sua barriga e adentrando sua cueca feminina, senti os pelinhos finos de sua púbis e invadi sua vagina com o dedo do meio, que ficou encharcado com toda viscosidade que ela estava produzindo. Definitivamente eu tinha uma irmã safada, muito safada. Apertadinha, notei quando ela tentou se acomodar mais confortavelmente enquanto eu tentava penetrar com o dedo. Como podia? Quase não pude notar que ela havia começado a ficar nervosa. Mas parar não era minha intenção. Mordi sua orelha e ela voltou a inclinar o pescoço e soltar seus gemidos, enquanto isso meu pau pulsando em sua bunda.

Sua respiração começou a ficar mas ofegante. “Tá nervosa?” questionei. “Uhum.” respondeu, monossilábica. Não estendi o assunto, continuei – eu já não me importava mesmo. Era comer ou comer. Tirei a mão e me abaixei atrás dela, descendo sua calcinha. Enfiei minha cara no meio de sua bunda e a apertei, mordiscando aquela perfeição. Levei meus dedos por baixo e penetrei, devagar, ela abriu as pernas. Dois dedos, realmente apertada. Poderia ainda ser virgem, mesmo com todo aquele fogo? Era algo que eu não havia questionado. Mas a despeito do que normalmente eu poderia pensar, aquilo só serviu pra me inflar ainda mais. Eu nem sequer iria tirar a dúvida, me agradava mais a hipótese de ser o primeiro a foder aquela buceta.

Pus meu pau pra fora e arreganhei sua bunda, só encaixei e sarrei, pele na pele. Anal era um fetiche, o prêmio mais alto pra qualquer jovem a minha idade, mas eu não pensava em tentar. No entanto, ela não parecia se importar. Apoiou as duas mãos na parede e me olhava por cima do ombro enquanto eu roçava meu pau pelas pregas do cu dela. Hora do prato principal – pensei. Segurei meu pau e direcionei pra entradinha de sua buceta, a princípio, ela não falou nada. Massageei a glande entre os lábios externos, ela gemeu. Quando cheguei no ponto certo, forcei. Apertada, apertada demais! Era virgem, tive a certeza. Sorri largamente. Ela continuou sem se manifestar contra, forcei de novo, ainda com calma e mais uma vez se mostrou difícil. Me ajeitei atrás dela e segurei firme em sua cintura, forcei mais uma vez – a cabecinha entrou, ela urrou. “Aí, tá doendo! Para, para!” Não larguei. Como poderia fazê-lo naquela altura do campeonato? Impossível.

“Calma, calma! Já já passa.” a tranquilizei, mas aparentemente a dor era demais e ela tentou se desvincilhar, me empurrando com uma das mãos. Agarrei e prendi à parede. “Calma, porra.” falei, nervoso. Colei mais meu corpo no dela, pressionando-a contra a parede, forçando de modo que involuntariamente ela tivesse de se empinar mais, com isso meu pau escorreu pra dentro numa estocada só. Ela prendeu um grito, sua cara se contorceu de dor. Quase pude imaginar sua buceta sendo rasgada por dentro com a deslanche da minha pica rumo ao seu interior. Não me movi, mas mantive tudo lá dentro. Por alguns segundos apenas observei sua cara.

“É só esperar sua bucetinha se acostumar e o prazer vai voltar.” disse. Vi lágrimas escorrendo de seus olhos fechados. Com a voz embargada ela admitiu; “Eu sou virgem e seu pau parece grande demais, tá doendo, tira por favor.” Deu pena, mas não tanto quanto deu prazer. Aquilo sim era um fetiche real. Um que eu nunca havia cultuado. Ela estava na ponta dos pés, sua coluna envergada, uma posição péssima, mas eu não podia sair ainda. Continuei ali, com meu pau atolado em sua buceta até a respiração normalizar um pouco. Logo, puxei meu pau pra fora levemente – sem tirar – e calmamente enfiei de novo. Com estocadas leves senti que aos poucos o fluxo ficava mais fácil, fosse por causa do secreção natural ou por causa do sangue – não tava afim de conferir.

Aos poucos a expressão dela foi mudando. Os dentes trincados deram lugar a uma língua molhando os lábios, seguida de uma boca entre-aberta expirando uma respiração leve. Como podia a bucetinha da minha irmã ser tão gostosa? Eu ficava me questionando. Concluí que em seu joguinho de provocação adolescente ela talvez tivesse romantizado demais suas depravações. O que ela havia esperado, afinal? Carinho e cafuné? Não era o que eu queria dar. O que eu queria dar naquele momento era pica – só isso. Preso em minhas reflexões enquanto a fodia lentamente, nem pude notar quando ela começou a movimentar a pélvis. Havia também descido uma das mãos e agora massageava o próprio clitóris. Já havia se acostumado? Então eu podia voltar a pensar em mim só.

Voltei a direcioná-la e a pus com um joelho sobre a cadeira do meu computador, deixando que ela se apoiasse ali, com a bunda virada pra mim. Nem sequer tirei o pau de dentro para não correr o risco de que saísse correndo ou se negasse a deixar eu enfiar de novo. Ela no entanto não se manifestou contra, obedecendo como uma putinha. Empinada pra mim, segurei em sua cintura e comecei a estocar com mais força. Seu corpo era jogado pra frente com cada botada e ela gemia. Meu pau parecia duro como uma rocha e já penetrava ela com facilidade, sendo massageado pelo seu interior. “Tá indo tão fundo. Nunca imaginei que chegasse até lá.” disse, entre um gemido e outro.

Com uma estocada mais forte aleatória entre tantas, eu era recepcionado por um gemido de proporção igual e as vezes um pedido de calma. “Com cuidado, maninho. Por favor. Eu não tô sentindo minhas pernas.” E aquilo era esteroide pra mim – tal como seria pra qualquer homem. Meus dedos fincavam em sua pele e com um tapa ou outro eu estampava minha mão na sua bunda. Ela não se importava. Havia nascido pra dar. Me dar. No auge da minha puberdade, me senti o cara mais sortudo da face da terra.

Aos poucos fui chegando ao gran finalle. Meu pau pulsava anunciando o orgasmo. Eu sentia o calor subindo as minhas pernas e, sem precisar avisar, ela parecia sentir o mesmo. Seus gemidos cada vez mais finos. Fui aumentando o ritmo e fodendo aquela buceta cada vez mais forte. Sentia minha pélvis e as pernas dela completamente molhadas pelo líquido que ela produzia. Se havia sangue ainda, não via. Meus músculos se contorceram e eu botei o mais fundo que pude, agarrado em sua cintura como se um furacão estivesse passando e pudesse me levar – ou seja, não soltava por nada. Fiquei na ponta dos pés e forcei tanto o meu pau pra dentro, que mais uma vez vi a coluna dela envergar de uma forma que parecia bem desconfortável, mas ela só gemeu. Senti algo novo naquele momento e que não partia de mim – sua buceta parecia ‘prender’ meu pau, se fechando. Olhei pra baixo e vi se cu piscando e a sensação foi adorável. Gozei, gozei pra caralho. Fiquei ali alguns segundos, corri a mão por suas costas, quase como que agradecendo, mas não disse nada. Tirei meu pau e porra pingou no chão e na cadeira, no entanto, extasiado demais, nem sequer lembrei de me preocupar em não ter usado camisinha.

Ali mesmo ela se sentou na cadeira, disse que não conseguia levantar. Eu me joguei na cama e a fiquei observando de longe. “Melhor eu tomar um banho.” disse e eu apenas movi a cabeça, concordando. Não sabia o que dizer. Bem, eu havia acabado de comer minha irmã. O que se diz quando você tira a virgindade da sua irmã? É algo que não se pensa sobre, normalmente. Ela parecia envergonhada, puxou uma camisa minha e vestiu. Saiu após alguns segundos, meio cambaleantes. Enquanto se retirava, sua bunda à mostra, descoberta pela camisa que, larga, revelava suas curvas, só me fez pensar o quanto ela era realmente gostosa. Minha irmã! Tão gostosa.

Eu não sei que merda resultaria daquilo. Mas definitivamente estava disposto a aproveitar bastante antes de descobrir.

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