Uma Boa Titia Ensina O Prazer Aos Sobrinhos

Já que tanta gente escreve contos eróticos, eu também decidi contar um, com pitadas de realidade. Meu verdadeiro nome não importa, mas como esta história será contada em primeira pessoa, meu nome será Kátia. Atualmente tenho 30 anos e para contar direito, vou ter que voltar 5 anos. No verão de 2011 eu passei um mês na casa do meu irmão no litoral do estado. Meus sobrinhos tinham 4, 7 e 9 anos (Isabel, Ivan e Ingrid) e eu ficava tomando conta deles quando meus irmão e cunhada saíam. Meus sobrinhos são todos morenos claros, já eu sou bem branquinha. Isabel ficava brincando no quarto enquanto os dois mais velhos gostavam de conversar comigo e me ajudar nas tarefas domésticas. Ingrid frequentemente me fazia perguntas sobre o corpo feminino, como era fazer sexo. Ela demonstrava grande interesse pelo assunto, o que é absolutamente normal para uma adolescente. Me contava sobre os meninos que já tinha beijado, os que mais gostava e os que detestava, conversas de tia e sobrinha enfim. Ivan ainda não tinha muito para conversar neste sentido, porém gostava de mexer no pintinho dele, já sabia que ele dava prazer e frequentemente o fazia na frente das irmãs. Os pais dele não gostavam que fizesse isso na frente delas, por esse motivo sempre o repreendiam. Mas eu achava bonitinho e me despertava curiosidade de vê-lo se descobrindo, por isso lhe disse que quando eu estivesse sozinha com eles, poderia brincar com seu pinto à vontade. Falei com Ingrid sobre isso para garantir que ela manteria segredo.

Uma daquelas tardes, depois de pôr almoço para a garotada, fui para o quarto descansar. Um de meus passatempos favoritos é ler contos eróticos e encontrei alguns bem excitantes, que envolviam adultos com menores (meus preferidos). O tesão foi tão forte que não resisti e comecei a me tocar. Estava de olhos fechados quando me assustei com a presença de Ingrid, parada porta me observando. Ela estava com a mão dentro do short, também se tocando. Chamei-a para perto de mim e comecei a conversar com ela sobre o que tinha visto, expliquei que eu também gostava de me tocar e que não havia nada de mal nisso. Ela pegou meu celular e viu que eu estava lendo um conto erótico e perguntou se poderia ler também. Eu já estava naquela situação mesmo, disse a ela que tudo bem. O conto descrevia várias situações sexuais envolvendo um homem e uma menina de 8 anos. Depois ela leu outro em que uma mulher fazia sexo com um menino de 12 anos. Foi ficando cada vez mais interessada nos contos, porque descreviam adultos ensinando crianças e adolescentes de uma maneira gentil e carinhosa. Ficou bem curiosa porque nas histórias, os adultos não diziam que era feio ou errado como os pais dela, mas apoiavam essa prática com carinho e amor.

Uma das passagens do texto descrevia as incríveis sensações da menina ao receber sexo oral. Ela me perguntou se ser chupada era mesmo muito gostoso e eu tive que responder que era maravilhoso. Contei a ela que eu já tive experiências com mulheres da minha idade. Não sei o que me deu na hora, que resolvi perguntar a Ingrid se queria experimentar. Eu me ofereci para fazer sexo oral na minha sobrinha de 9 anos! Ela ficou um pouco sem graça na hora, mas muito excitada. Então eu lhe disse para tirar short e calcinha e abrir bem as pernas para a titia chupar. E assim saboreei sua linda e fofa pepeca, ainda sem pelinhos. Ela, que nem seios tinha ainda, estava de olhos fechados sentindo um prazer enorme provocado pela minha língua nos seus jovens genitais. Ingrid teve vários orgasmos e ficou um pouco zonza. Depois eu a abracei e disse que a amava, ela me respondeu que me amava também. Perguntei se ela queria me mostrar como já sabia beijar e me deu uns selinhos. Ela precisava de umas aulinhas de beijo, então ensinei minha sobrinha como se deve beijar de língua, para arrasar com os meninos. Foi demais, ela era tão dengosa e se entregava toda. Depois eu lambi seus mamilos e o cuzinho, beijei e lambi muito o bumbum fofinho da Ingrid.

Depois de um tempo provando o corpinho dela, fiz cara de tristinha dizendo que só eu fazia carinho nela, sem ganhar nenhum. Ela então se ofereceu para chupar meus seios enquanto esfregava minha xereca. Depois eu fui aos poucos empurrando a cabeça dela em direção à minha vagina. Ingrid foi escorregando a cabeça até que atingiu em cheio o local que eu mais queria. Ela não demonstrou nojo algum com meu suco vaginal, muito pelo contrário. Lambeu e me chupou divinamente, tive orgasmos maravilhosos em sua jovem e inexperiente boca. Virei-a sobre mim e iniciamos um 69, que durou vários minutos até que vi Ivan completamente nu parado na porta nos observando. Estava mexendo no pintinho duro, parecia hipnotizado. Eu o chamei para brincar também e ele se juntou a nós. Eu disse a eles que não havia qualquer problema irmãos que se amam dando prazer um ao outro, desde que ficasse em segredo. Teria que ser algo muito sigiloso, por que as pessoas não concordam isso. Mas se os dois quisessem mesmo, deveriam fazer escondido e nunca contar a ninguém além de mim. Eles prometeram que seria algo só nosso e de mais ninguém.

Depois que voltei para casa e para meu dia-a-dia, continuei a conversar com meus sobrinhos, sempre lembrando aos dois para que tivessem cuidado e não permitissem que fossem flagrados. Todas as vezes em que meu irmão me chamava para ficar de olho nas crianças, nós fazíamos brincadeiras gostosas. O tempo foi passando e eventualmente Isabel começou a participar. Minha sobrinha me contava sobre suas experiências na escola e como já beijava bem os meninos, já tinha chupado alguns e ficado com algumas amiguinhas. Meu sobrinho também me contava sobre suas experiências com meninas e meninos, sempre muito divertidas e isso me excitava mesmo. Em seu aniversário de 11 anos, presenteei Ingrid com um tablet e mostrei a ela alguns sites de contos eróticos. Ela ficou fascinada com as histórias onde adultos ensinavam crianças o prazer do sexo, algo que havia acontecido entre nós. Perguntei a ela se gostaria de brincar com um homem de verdade, afinal só teve experiências com seu irmão e garotada de idades próximas. Ingrid ficou superempolgada, amou a ideia e eu fiquei de achar o cara ideal para isso. Comecei contatando alguns caras por e-mail e aplicativos de troca de mensagens até achar algum que morasse na minha região. Demorou quase 1 ano até eu sentir firmeza em um cara, mas depois de alguns encontros e muita conversa, senti que poderia confiar nele e convidei-o para ir à minha casa conhecer os meninos. Ele era um mulato de pele bem escura, com quase 40 anos e divorciado.

Meus sobrinhos logo de cara gostaram do meu novo amigo; naquele primeiro encontro, Ingrid já tinha 12 anos, Ivan 10 e Isabel 7. Brincalhão e muito paciente, meu amigo não tratava os mais velhos como criancinhas, travava diálogos mais maduros com eles e ouvia o que tinham a dizer. Foram ficando à vontade e deixei por conta deles para ver o que aconteceria. Procurei não interagir muito, fiquei só observando o comportamento do cara. Para minha felicidade e das crianças, e ele se mostrou a escolha certa. No mesmo dia estávamos todos nus na maior sacanagem. Meu amigo aproveitou para matar seus desejos por pepeca e pintinho, saboreou meus sobrinhos como se fossem delicadas sobremesas. Enquanto eu brincava com seu irmão, Ingrid não se cansava de chupar o pau enorme do meu amigo. Isabel também queria provar e juntou-se à maninha. Ficaram as duas lambendo e mamando naquele cacetão por um bom tempo. Sexo inter-racial para mim é extremamente excitante, especialmente entre mulheres brancas e homens negros. Mas também gosto de ver um homem branco metendo numa negra ou mulata. Para mim era lindo o contraste entre suas peles morenas e o pinto praticamente negro do meu amigo. Ivan me olhou com uma carinha triste, dizendo baixinho que também queria provar e eu pedi que as meninas deixassem um pouco de pica para o Ivan. Todos rimos e Ivan pôde enfim abocanhar o pauzão do meu amigo, que adorava toda aquela fome deles.

Ingrid quis deixar de ser virgem e meu amigo atendeu seu desejo com muito carinho. Depois de lambuzar bem o cacete com gel, ele meteu nela, que gemeu e soltou alguns gritos, mas manteve-se firme no propósito de fazer sexo pela primeira vez com um macho. Meu amigo fodeu a xereca e o cuzinho dela, que teve orgasmos maravilhosos de se assistir. Ivan e Isabel também tiveram suas oportunidades, mas no caso deles foi só no cuzinho. Isabel teve sua virgindade vaginal removida no ano passado, depois de completar 8 anos. Desnecessário dizer que nossas transas continuam secretas e meu amigo está sempre disponível para satisfazer aos meus desejos e de meus sobrinhos. Estamos conversando sobre a possibilidade de ele trazer um amigo para nossas transas. Antes eu quero conhecê-lo para ver se é discreto, gentil e tarado o bastante para brincar com meus sobrinhos. Hoje, o trio está mais safado do que eu, quem diria…

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