Chupei minha amiga de bexiga cheia e…

Conto verídico e longo – se quiser ir para a parte ‘molhada’, vá direto para a parte 2, mais abaixo no conto

Vou contar uma história que aconteceu comigo há mais ou menos 3 meses. É uma história longa e cheia de detalhes, então aproveitem. Sou o Marcio, 28 anos, bem de vida. Namoro a Mariana (Mari), 27 anos, baixinha de 1,60 e apenas 48 kg, um tesão de menina: branquinha, corpo violão, peitos médios, bunda redondinha… Essa história envolveu também um casal de amigos dela, a Larissa e o Edu; ela é amiga da Larissa desde a época do primário e eu acabei ficando mais ou menos amigo do Edu pela convivência das duas. Nos damos bastante bem. Há uns 3 meses, calhou de todos nós estarmos com 4 dias livres durante uma semana – as duas de férias da faculdade (a Mari faz eng. de alimentos e a Lari medicina), eu de folga entre um emprego e outro e o Edu sem projetos para tocar na sua empresa. Por influência das duas, resolvemos tirar uma mini-férias todos juntos, para relaxar. Escolhemos Ilha Grande, em Angra dos Reis, e pra lá fomos.

Reservamos uma pousada simples, enchemos minha caminhonete de malas e fomos. Eu fui dirigindo, então, obviamente, não bebi nada. O Edu não bebe cerveja, só vodka, e eu vetei tomar vodka no carro. Então as duas foram a viagem toda tomando cerveja no banco de trás. Chegando lá, pegamos a balsa e fomos para ilha. Nossos quartos eram conjugados e deveriam ter uma porta dividindo, mas, chegando lá, a pousada avisou que a porta fora removida, pois estava com cupim e que ia levar alguns dias para colocar de volta. Tivemos que ficar praticamente no mesmo quarto, nós 4, pois, sem a porta, a devassa era total. As duas colocaram os biquínis e fomos para a praia. Não pude deixar de reparar melhor na Lari: que morena espetacular. Mais ou menos 1,75, alta, 25 aninhos, peitos grandes e redondinhos, pouca bunda mas um par de coxas torneadas simplesmente fenomenais. A melhor parte eram os peitos, fico com água na boca só de lembrar. Já era fim de tarde; fomos até a praia, tomamos algumas cervejas e voltamos para a pousada tomar banho e jantar. Chegando na pousada, cada casal foi para um banheiro tomar banho, e eu saí antes com a Mari. Aproveitamos o quarto vazio e ficamos nos pegando de leve – eu adoro brincar com os peitos dela, são pequenos mas firmes, uma delícia. Logo após, o Edu e a Lari saíram do banheiro, ambos de toalha, e pegaram a gente “no flagra”, pois a divisória estava aberta. Eles começaram a rir da gente e a nos chamar de safados, e a Lari perguntou:

-Qualé, vão transar na nossa frente?

A Mari, que é bem mais desinibida, lançou logo:

-Sem problemas!!! Se você der pro Edu eu também dou pro Ma aqui…

-Eu não teria coragem – disse a Lari, rindo, mais recatada um pouco.

Aproveitei o gancho e disse, tirando um sarro da Mari:

-Você não me aguenta normalmente, vai passar a vergonha de pedir água na frente deles?

A Mari, meio puta com o comentário, disse:

-Que não aguento o que, te dou a maior surra de boceta aqui que você vai ver – e se jogou em cima de mim, tentando me morder de brincadeira. O Edu pegou a deixa e jogou a Lari de toalha em cima do outro lado da cama, que era enorme, e começou a tentar morde-la também.

Essa brincadeirinha de mão esquentou o clima entre os casais, e em pouco tempo as duas estavam com os peitos de fora sendo chupadas. Cada casal no seu canto, sem muito contato visual, até que a Mari soltou uma gemida mais alta e chamou atenção da Lari:

-Eita, ta bom aí hein?

Peguei carona e já perguntei pro Edu

-Bora dar uma surra nelas?

Ele não respondeu, enfiou a mão dentro da calcinha da Larissa e começou a beija-la. Fiz o mesmo com a Mari, e alguns minutos depois, o Edu e a Lari estavam num 69 e eu chupando a deliciosa bocetinha da minha namorada. Ela gozou gemendo alto para “provocar” o Edu e a Lari, que responderam começando a foder com força, com ela cavalgando nele. Nessa hora, reparei que o pau do Edu é pequeno, não fiquei olhando pois não é do meu interesse, mas não deve ter mais do que 15 cm. A Mari também notou, e quis logo exibir seu namorado mais bem dotado. Montou em mim e disse e ficou com a bunda virada para eles, descendo e subindo devagar até meu pau duríssimo quase sair da bocetinha macia dela. Não gostei muito, pois essa posição dava uma visão privilegiada do cuzinho rosa virgem da Mari para o Edu, mas ao mesmo tempo, também queria exibir meu pau de 19 cm e grosso como uma lata de desodorante para a Lari.

Ela logo mordeu a isca e eu a peguei olhando minha pica, mas ela não disse nada e tentou disfarçar o olhar.

O Edu também deve ter visto, pois tive a impressão que, para compensar eu mostrar meu pau maior para a namorada dele, ele quis exibir para mim a namorada mais gostosa que a minha. Ele virou, sentou de frente e colocou a Lari para cavalgar de costas para ele. Fiz o mesmo com a Mari, de pernas cruzadas, e ambas agacharam nas picas, uma de frente para outra.

-Seus peitos são muito lindos, Lari!

-E sua barriguinha é perfeita, Mari, muito lisinha!

A Mari, desinibida que só ela, logo enfiou a mão nos peitos da Lari, que assutou um pouco, mas deixou:

-Que peitos liiiiindos amiga

A Lari ficou sem jeito, e comentou “vocês também transam sem camisinha!”

Eu disse que gozar em uma xoxota apertada sem camisinha era a melhor sensação do universo. O Edu disse que não goza dentro da Lari por medo de gravidez, mesmo ela tomando pílula. A Mari entrou no meio:

-Que besteira! Todas as gozadas dele nos últimos dois anos foram dentro de mim, a pílula é sussa…

Já irritado pelo movimento que tinha parado…

-Por falar em porra, já estou quase enchendo sua xoxota – e agarrei os peitos dela, incentivando ela a voltar a cavalgar.

Ela começou novamente a quicar no meu pau, assim como a Lari no namorado dela, e eu pedi bem baixinho no ouvido da Mari para que mostrasse a xoxota cheia de porra no final para eles para a Lari ficar com inveja. E quanta porra: eu naturalmente gozo MUITO, pelo menos 8 jatos fortes, daqueles que voam a 1 metro de distância, uma verdadeira mijada de porra. Como eu estava há 3 dias sem gozar, essa vez viria mais ainda. Pouco tempo depois, senti aquela conhecida repuxada no saco e anunciei que ia gozar. A Mari, vendo que a Lari estava prestando pouca atenção no Edu, virou e disse:

-Ele vai me enxer amiga, olha – e segurou as mãos da Larissa para se apoiar.

-Deixa eu sentir seu útero, gata – disse para Mari

Ela se inclinou mais para trás, eu levantei ela com as mãos e fiz ela quicar mais algumas vezes, e depois espetei meu pau fundo nela enquanto gozava, sentindo aquele útero macio encostado na cabeça. Vi que a Lari ficou vidrada nas pulsadas do meu pau, devo ter alagado a bocetinha da Mari com uns 10 jatos de porra. Assim que terminei, a Lari levantou do pau do Edu e começou uma gostosa chupeta – ele não demorou para gozar, mas, quando gozou, deu umas 2 ou 3 pulsadas só. A Lari engoliu tudo. Logo após, a Mari levantou e deixou escorrer uma enorme golfada de porra na toalha que colocamos em baixo, e ficou lá com a xoxota aberta e transbordando de porra branquinha. A Lari fez uma cara de espanto, mas não falou nada.

Cumprimentei o Edu tirando um sarro da brincadeira que tinha rolado, e fomos para o banho novamente.

//Parte 2

No dia seguinte, o dia não estava perfeito para passeios de barco, então resolvemos comprar uns engradados de cerveja (e uma garrafa de vodka para o Edu…) e ficar bebendo na praia. Escolhemos uma praia praticamente deserta e montamos um pequeno acampamento. Após algumas cervejas, surgiu um problema: não tinha onde mijar, e entrar no mar estava fora de cogitação, pois, sem sol, ia ser péssimo se secar. Na areia não rolava, pois tinham alguns gatos pingados pra lá e pra cá na praia. Saí com o Edu para uma pequena trilha na mata para ver se levava a algum lugar, e descobrimos que após 3 minutos de caminhada, chegava a um antigo bar abandonado, cujo fundo tinha uma grande clareira com grama cuidada e algumas árvores. Aquele seria nosso banheiro oficial.

Só tomamos café da manhã, e, lá pelas 4 da tarde, estávamos os 4 bêbados e com aquela mijadeira típica de cerveja – a cada 15 minutos alguém levantava para mijar. O Edu estava passando um pouco da conta, e, a Mari, a mais sóbria, percebendo que ele ia dar trabalho, disse que ia até a vila pegar um pouco de comida para ele. A caminhada de ida e volta até a vila leva uma meia hora, e, como eu estava cansado, resolvi deixar a Mari ir sozinha mesmo.

Assim que ela saiu, com o Edu já dormindo, a Lari disse para ele “Mor, me leva fazer xixi… não vou sozinha ali pelo mato.”

Ele respondeu, meio acordado, meio dormindo e muito bêbado, para mim: “Leva ela fazer xixi, vai…”, e virou para o outro lado e dormiu na toalha.

-Ok, se você quiser vamos lá, Lari – disse.

Dei o último gole na minha cerveja, peguei outra e disse para ela pegar outra também, e fomos para a trilha que dava no “nosso” banheiro.

No caminho, que leva uns 3 minutos, fomos conversando amenidades, e eu no mundo da lua, só lembrando daquela xoxotinha rosa e depilada dela. Até que resolvi jogar um verde, pois ainda não tínhamos falado no que aconteceu no dia anterior:

-Ontem a noite foi foda, né?

-A Lari, um pouco envergonhada: “sim, nunca imaginei que fosse fazer aquilo na frente de outras pessoas.”

-Pois é, nem eu! Parece que o tesão que fica no ar ajuda a se soltar mais. Parece que todo mundo queria fazer cada vez melhor para mostrar para os outros hahahaha – disse eu

-Exatamente!! E eu não sei como a Mari…

-O que você ia falar?

-Nada, tô com vergonha

-Imagina, fala logo garota!

-Não sei como ela aguenta você! Seu pau é bem maior do que o do meu namorado, e ela é mais baixinha do que eu

Eu, bastante orgulhoso pelo comentário, disse “ela acostumou, no começo era mais difícil…”

-Sinto até cólica de lembrar dela engolindo seu pau com a xoxota… você sente o utero dela, né?

-Sim, e a bexiga também… E olha que você estava de bexiga vazia, ela não fez xixi antes de transar desde que voltamos da praia.

-Ta doido, Ma! Sinto o xixi saindo só de imaginar – e ficou em silêncio até chegarmos

Chegando lá, ela olhou pra um lado, olhou pro outro, tomou mais um gole da cerveja e cruzou as pernas de vontade de fazer xixi. “Tô com vergonha de fazer xixi na sua frente” – disse.

-Lari, ontem eu vi você mamando o Edu até ele gozar, e ainda engoliu tudo… vai ter vergonha de fazer xixi? Larga mão, nada que você tenha eu não vi hahaha

-Ah, vai você primeiro então.

-Quer que eu vá no canto ou posso fazer na sua frente?

-Ela ficou tímida, deu um sorrisinho e disse “você quem sabe”

-Então tá bom – e tirei devagar o pau pra fora – ele está duro por que fiquei lembrando da transa de ontem.

-hahaha se fodeu, não vai conseguir mijar então – disse ela.

-Ué, por que não? – me fiz de desentendido

-Por que é impossível mijar de pau duro

Dei umas duas punhetadas para liberar todo potencial, pois estava preso dentro do short. “A maior parte não consegue, mas eu consigo, fácil fácil.”

-Não consegue não! Sou estudante de medicina e vi isso na faculdade. Não tem como.

-E se eu mijar de pau duro na sua frente, o que eu ganho? – dei mais algumas punhetadas e coloquei as bolas fora do short também

Ela ficou visivelmente vermelha, mas não tirava o olho do meu pau duro.

-Nada, ué… mas você não vai conseguir.

-“Não só estou de pau duro, como estou com dor no saco de passar o dia vendo vocês de biquini sem poder fazer nada” – era a primeira vez que falava algo sobre ela. Ela aproveitou o gancho:

-Pois é, também estou com tesão de ver vocês pra lá e pra cá de short sem camisa… mas eu sou menina, posso fazer xixi mesmo assim ahahaha

“Você tá com tesão também?” – ela ficou mais vermelha e não disse nada – “Pode falar, estamos entre brothers hahaha”

Ah… – tímida – digamos que se eu fosse transar agora, não precisaria de preliminares, estou pronta pra ser penetrada… relaxada e totalmente molhada. Passei o dia assim, na verdade

-“Caramba, Lari! Não sabia que você tem tanto tesão assim. Eu não estou pronto… consigo mijar de pau duro, mas gozar com vontade de mijar, não… Poderia passar 1 hora dando cabeçadas no seu útero que não iria gozar, preciso esvaziar a cerveja antes” – e comecei a bater uma punheta rápida – “eu sinto o gozo subindo e pronto pra sair, mas ele para no meio do caminho.”

Fiquei com medo da reação dela, pois essa vez fui bem mais longe

Ela não disse nada, mas ficou olhando eu punhetar. Acelerei um pouco e meu saco, que estava doendo de tão carregado de porra, balançava. A vontade de mijar aumentou com o vento frio que estava vindo.

-Mas você não vai conseguir gozar com essa vontade de mijar – ela desconversou um pouco.

-Eu sei que não… mas é gostoso sentir tesão… não acha?

-Acho! Também estou trincando…

Encostei na parede e disse pra ela “encosta aí na árvore e curte um pouco seu tesão também, não estamos fazendo nada de mais…”

Ela foi devagar até a árvore, que ficava a mais ou menos 1 metro e meio de mim – “que estranho, eu molhada, você duro, mas você namora a Mari e eu o Edu, e somos todos amigos…”

-Relaxa, não vamos fazer nada, curte o tesão aí e eu aqui… jajá mijamos e voltamos para praia. O Edu tá dormindo e a Mari ainda vai levar meia hora.

Ela encostou na árvore de pé, com as pernas bem para frente, um pouco abertas, e colocou a mão dentro da calcinha.

-“Sabe que é gostoso sentir esse tesão todo junto com a vontade de mijar? Nunca tinha sentido.”

-“É gostoso sim… já transei com a Mari na piscina de bexiga cheia e me aliviei antes de terminar, para poder gozar.”

-Mentira! não da pra mijar de pau duro

-Dá sim, eu consigo, só preciso fazer um pouco mais de força

Pode forçar o quanto você quiser, se estiver duro assim, não consegue.

Ela não tirava o olho do meu pau enquanto mexia na xoxota, já visível pelas laterais do biquíni, e agora eu batia a punheta mais devagar

-Você aposta quanto que eu consigo?

-Quanto você quer apostar?

-Não sei… faz uma oferta.

Ela desconversou um pouco, afastou totalmente o biquini, me dando visão total daquela xoxota rosa, ensopada de mel e toda relaxada, pronta para receber uma surra de pau.

-Vou ter que aliviar um pouco a siririca, eu ainda to morrendo de vontade de mijar, se gozar agora vou fazer xixi

Aproveitei que a conversa estava indo para onde eu queria e decidi apimentar um pouco:

-Seria uma bela cena! Já fodi a Mari na mesma situação que você tá, se você gozar assim, vai perder o controle e mijar com muita força, mesmo que tente segurar.

Ela demonstrou curiosidade pelo que eu acabara de dizer:

-Você comeu ela de manhã?

-Não, o xixi de manhã é ruim, não rola! Tem que ser exatamente na mesma situação que agora. Cada um de nós já encheu e esvaziou a bexiga pelo menos umas 7 vezes, estamos os dois carregados com um litro de água praticamente pura.

-É verdade! Faz tempo que meu xixi está totalmente transparente – ela disse.

-Assim é gostoso… não tem gosto de nada, chega a ser adocicado – arrisquei

-Mas você deixou ela… mijar na sua boca?

Fingi um pouco de vergonha para não dar na cara e respondi “ah… me deixou com vergonha. Me dá uns segundos pra eu bater uma lembrando da cena antes…”

-“Aff, Ma… você deu 10 jatos de porra no útero da sua namorada olhando pra mim, pensa que não vi safado? Agora vai ficar com vergonha” – e afastou mais ainda o biquini

-Ok, vai… Não foi na boca, ela gozou cavalgando, mas eu chupei ela logo depois e senti o gosto, é praticamente doce depois de tanta cerveja.

Ela deu uma coxeada com as pernas – esse papo está me fazendo explodir, preciso mijar.

“Eu também” – respondi. “E sabe o que é legal? Eu só não gozei ainda por que estou de bexiga cheia, então se eu mijar agora, a sensação do fluxo é muito parecida com gozar… dá um tesão danado.”

Ela insistiu: “você não vai conseguir de pau duro, bobo”

-Eu apontei o pau pra ela e disse

-Ok, então se eu der um jato que acerte daqui nos seus peitos, você vai me deixar eu te chupar até você gozar, mas você vai ficar segurando o xixi até eu terminar, se não…

-Ela olhou pra baixo e disse “se não o que…?”

-Se não eu vou continuar te chupando até você mijar tudo, mas depois você vai ter que mamar meu pau até eu gozar, e eu só consigo depois que esvaziar bem a bexiga…”

Até me encolhi um pouco, imaginado que tinha ido rápido demais. Mas a reação dela foi diferente:

-Mas isso é errado, eles estão lá…

Ok, pensei: não levei nenhum coice, então vamos em frente.

-Relaxa, eu não vou foder sua boceta, isso seria mancada, você vai acostumar com um pau maior e vai perder o tesão no Edu. A gente fica só num oral molhado, pra aliviar o tesão um do outro.

-O tesão e a bexiga – ela disse, enquanto soltava o laço do biquíni.

-“Caralho, Lari… meu pau deu uma pulsada só de ver seus peitos, eles são maravilhosos.” Os peitos dela eram firmes, grandes, mal cabiam na mão, com bicos e auréola rosados. Já tinha visto na noite anterior, mas não cheguei a olhar tão diretamente.

-“Não encosta nos meus peitos, se não você vai perder o tesão nos peitos da Mari” – disse, e riu por ter se vingado do meu comentário sobre o pau do Edu.

Concordei, apontei o pau pra ela e perguntei “posso?”

-Duvido que você consiga.

Tadinha, mal sabia ela que, desde que descobri como dá tesão mijar de pau duro, minhas punhetas durante o banho ficaram bem mais divertidas. É difícil, mas com prática, é possível aprender a mijar mesmo com o pau trincando de tesão.

Apontei o pau pra ela e soltei um jato que começou tímido, apenas para abrir caminho. Bati uma punheta enquanto mijava um pouquinho a cerveja já totalmente transparente, como água. Ela arregalou os olhos, então fiz força e veio um jato forte que acertou primeiro a barriga dela e depois os peitos.

-Que xixi clarinho, parece água quente! – disse, um pouco tímida ainda

Como estava com a bexiga muito cheia, aproveitei para fazer uma graça e já me aliviar um pouco, pois sabia que teria que dar conta de bexiga dela inteira antes de esvaziar a minha na boca daquela putinha.

-Olha, eu consigo simular uma gozada

Comecei a dar jatos rápidos, pulsando a mijada. Dei uns 5 ou 6 jatos curtos de mijo cristalino em cada um dos maravilhosos peitos dela. Ela estava boquiaberta, sem acreditar.

-Caralho! Não imaginava que era possível!!

Um pouco mais aliviado – embora ainda bem cheio – já ajoelhei na frente dela e disse: “é bom você segurar a sua bexiga, ou vai ser punida depois…”

Antes que ela pudesse protestar, abocanhei a xoxota dela. Era doce e macia. Primeiro lambi toda extensão, para espalhar bem o mel dela. Ela estava incrivelmente molhada. Tirei a boca rapidamente e disse pra ela que nunca tinha visto uma xoxota com tanto tesão. Com o tesão que minha língua provocou na bocetinha dela, a vontade de mijar veio como um raio para ela: “estou desesperada, deixa eu mijar”

-Não, aposta é aposta!

-Deixa, depois eu deixo você me foder, não me importo

-Não. Segura aí, se puder – e abocanhei a xoxota dela de novo.

-Procurei o clitóris dela, que estava saltado para fora tamanho o tesão que a Lari estava sentindo.

Ela gemeu e se contorceu, agarrando minha cabeça. Fiquei uns segundos chupando o grelinho delicioso dela, então resolvi sacanear. Desci a língua alguns centímetros e forcei um pouquinho o pequeno furinho da uretra dela.

Ela gemeu alto e senti marejar um pouco de xixi na minha boca. Ela pareceu não ter percebido que deixou escapar. O líquido estava praticamente doce. Senti meu pau pulsar de novo, e continuei alternando entre o clitóris dela e a uretra, até que ela disse: “seu filho da puta, você tá querendo que eu mije né?”

Não respondi, mas agora fazia uma pequena força de sucção enquanto abocanhava aquela bocetinha deliciosa – “Eu vou mijar, sai daí”

Sentia a xoxota dela se contrair e relaxar, e a cada relaxada sentia um pouquinho daquela cerveja deliciosamente filtrada na minha língua

-Estou avisando, eu vou mijar! Minha bexiga é maior que a sua, você não vai dar conta!

Respondi aumentando a sucção.

-Filho da mãe… você quer, né? Só pra depois poder mijar na minha boca? Então toma, quero ver você mamar minha bexiga inteira seu puto.

Primeiro, senti um jatinho, depois outro, até que começou a ficar continuo. Engolia sem nenhuma dificuldade aquele néctar adocicado, então, para judiar dela, tampei a uretra dela com a língua. Abri os olhos e olhei para cima, ela olhou para mim, deu um sorriso e, antes de fechar novamente os olhos, tudo que vi foi aquela barriguinha perfeita dela se contraindo com a força que ela fez para mijar. Não consegui segurar a pressão. O jatinho se tornou um jato contínuo, ainda não muito forte, e fui engolindo tudo enquanto mamava com força o grelinho dela.

-Caralho, Ma, eu to mijando na sua boca! Não acredito nisso!

Ela já estava mijando um jato leve por uns bons 20 segundos quando contraiu a xoxota com força, parou o jato e disse: “Quero ver engolir agora…”

E relaxou com força. Senti a xoxota dela se abrir como uma flor na minha boca. Veio um jato forte e contínuo, que deixei escorrer um pequeno fio pela lateral da minha boca. Ela manteve pressão total por pelo menos 5 segundos que pareceram uma eternidade, ela ria e gemia enquanto soltava uma cachoeira de mijo na minha boca. Logo depois, ela deixou um jatinho fraco por mais alguns segundos e parou.

-Gostou, filho da puta? Me avisa quando quiser a outra metade, por que eu só mijei metade da minha bexiga! Eu te avisei que é grande, não avisei?

Ela estava com tanto tesão que falava quase dando risada e rebolava a boceta na minha cara. Respondi apertando ainda mais minha boca na xoxota dela e abraçando ela com minhas mãos por trás das coxas dela.

-Vou entender isso como um sim… aí vai.

E então relaxou a xoxota em pulsadas rítmicas, cada vez mais fortes, até que se abriu totalmente. Era uma cachoeira de mijo cristalino e adocicado, fui engolindo o quanto dava, mas um pouco estava escorrendo pelo canto da minha boca. Mesmo me esforçando para não desperdiçar nada, eu ainda conseguia mamar o grelinho dela, até que o jato ficou mais fraco e ela disse:

-Eu vou gozar, não para não para não para

Assim que o gozo veio, ela perdeu a força nas pernas e tive que segura-la para ela não cair. Gozou por uns 30 segundos, gritando, gemendo e pulsando jatos de mijo descontrolados na minha boca. Quando ela terminou, sentou no chão e mal conseguia falar.

-Nunca gozei tão forte na minha vida. Puta que pariu, que tesão – arfava e respirava profundamente

-Gostou, putinha mijona?

Ela respondeu se ajoelhando e me puxando. Abocanhou meu pau, duro como pedra, e começou a mamar enquanto batia uma punheta de leve. Eu estava com 80% da minha bexiga cheia, mas tinha tomado quase toda a bexiga dela, então estava com a cabeça do pau ardendo de tanta vontade de mijar. A ideia de mijar na boca dela me deixava com um tesão que nunca senti antes, nem com a Mari.

Para não assunta-la, decidi ficar na minha até que ela falasse alguma coisa. Ela mamava e não dizia nada. Ficou uns 2 minutos assim, e eu com o maior tesão de mijo da face da terra. Até que ela tirou a boca e passava meu pau todo babado pelo rosto dela.

-Faz igual se tivesse gozando – ela pediu

-Então mama mais, pra vir porra tem que dar vontade – provoquei

Ela voltou a abocanhar meu pau, e eu disse que ia dar uma gozadinha igual a do namorado dela. Relaxei alguns segundos até enxer o canal, então dei três pulsadas curtas e leves, quase nada. Ela engoliu e disse “é adocicado e quente… gostei mais que porra!” e continuou mamando.

Disse que agora ia simular a minha esporrada.

Ela respondeu acelerando a punheta e abocanhando a cabeça do meu pau.

-Eu gozo uns 10 jatos e os primeiros jatos são bem longos, você vai mamar tudo?

-“Eu tô com sede, e você tá falando muito e gozando pouco, parece meu namorado…”. Voltou a mamar e lambia o buraquinho do meu pau, me deixando louco de tesão.

Fiquei puto com a provocação dela.

Respondi soltando um jato contínuo e forte por uns 2 segundos, tranquei rapidamente e comecei outro, tranquei novamente… Dei na boca dela uns 12 jatos curtinhos de mijo cristalino, me aliviando um pouco. Ela não parava de mamar, engolia tudo e punhetava com força meu pau. Sentia meu pau duro como uma rocha, com as veias saltadas e o coração disparado de tanto tesão. Era inacreditável ver minha amiga, que até 2 dias atrás me parecia a menina mais tranquila do universo, mamando com sede o meu pau mijão.

Quando me senti um pouco mais aliviado, cortei os jatos e fiquei curtindo a mamada. Ela se levantou e disse “Eu sempre beijo o Edu quando ela goza na minha boca”, e, antes que eu pudesse responder, meu deu um beijo de língua com muito tesão. Sua boca estava adocicada. Ficamos nos beijando por alguns minutos, mas mijo é diurético e eu tinha acabado de tomar a bexiga inteira dela, então logo precisava me aliviar novamente. Resolvi ir um pouco mais longe, e, como ela estava em cima de um pequeno morrinho no pé da árvore, aproveitei e coloquei meu pau na entrada da bocetinha dela.

-Vou te foder um pouquinho, só pra sentir como você é por dentro

Ela não disse nada, mas não reagiu quando eu levantei sua perna esquerda para facilitar a entrada.

Forcei e sentia a xoxota dela engolir meu pau, cujo tamanho ela não estava acostumada. Fui empurrando devagar enquanto a beijava apaixonadamente. Ela gemia na minha boca a medida que meu pau ia abrindo sua xoxota. Finalmente, senti o útero dela encostado na cabeça do meu pau, e perguntei se o que ela achou

-Nunca senti um tão grande, o do Edu é bem menor… seu pau me dá cólica e vontade de mijar

-E tesão? Tô sentindo sua xoxota pulsar

-Muito, mas estou me segurando… não quero fazer isso com o Edu

Senti que se insistisse, ia dar “ressaca” depois.

-Sua bocetinha é maravilhosa, macia, quente, apertada. Estou sentindo seu útero apertado na cabeça do meu pau e isso da uma vontade enorme de te enxer de porra

Assim que ela ia responder, tirei um pouco e dei uma bombada profunda, sentindo o choque com o útero dela. Ela gemeu alto e fechou os olhos.

-O Edu nunca encheu sua xoxota de porra?

-Nunca…

-Então eu vou simular uma gozada só para você ter uma ideia como é, ta?

Ela respondeu me abraçando e encostando os peitos contra meu peito, e comecei a bombar levemente nela. É mais difícil mijar com uma xoxota tão gostosa como a dela abocanhando o pau, então tive que ir devagar no começo, enquanto fazia força e olhava nos olhos dela. Assim que senti que estava pronto, disse pra ela “vou encher sua bocetinha mijona”, e ela fechou os olhos. Comecei a bombar com força enquanto pulsava longos jatos de mijo quente dentro dela. Instantes depois que eu comecei, ela desandou em uma gozada fortíssima, gritando e gemendo muito alto. Sentia ela contrair a xoxota com tanta força que tive que forçar um jato de mijo contínuo, pois fiquei com medo de gozar o monte de porra que já fazia meu saco doer.

Assim que ela acabou de gozar, dei mais um beijo gostoso nela, disse que ela era a fêmea mais incrível que já tive a honra de foder e pedi para ela voltar a mamar. Ela não pensou duas vezes, se ajoelhou novamente a abocanhou meu pau. Depois de gozar pela segunda vez, ela se soltou completamente, como uma verdadeira putinha:

-Me da aqui esse caralho mijão tesudo que eu tô com sede

Como vi que ela tinha gostado da brincadeira, resolvi perder a timidez também

-Agora vou gozar como se eu tivesse passado dez anos sem foder uma boceta, ainda mais uma gostosa que nem a sua. Imagina o quanto eu teria acumulado e 10 anos!

Ela nem titubeou, continuava mamando. Comecei a soltar um jato contínuo com o máximo de força que conseguia. Mantive o fluxo por uns 10 segundos, ela mamava e engolia sem dificuldade.

-Continua mamando, minha putinha… esse é só o primeiro jato, mas tá tão gostoso que vou emendar com o segundo

Relaxei um pouco a pressão por um segundo e disse que ia soltar o segundo jato de porra acumulada. Ela me olhou com uma cara de puta que meu deu ainda mais tesão e começou a massagear meu saco

Como já tinha esvaziado mais ou menos metade da minha bexiga, ficou muito mais fácil mijar com força total agora. Sem um pingo de dó dela, dei o máximo de pressão novamente.

-Toma sua puta mama esse caralho mijão, mama! Tá gostoso o meu mijo? Vou te dar tudo na boquinha pra você mamar.

Mantive o jato mais forte que conseguia por pelo menos 10 segundos, e ela não diminuiu o ritmo da mamada, mas começou voltou a me olhar com cara de safada e deixar escorrer um pouco pelo cantinho da boca. Ela passava a língua na cabeça do meu pau o tempo todo e só parava as vezes para engolir uma golada.

Diminui um pouco o ritmo – “Tá gostoso meu pau mijão, tá?” – e soltava um ou outro jato longo que ela engolia sem dificuldade, enquanto curtia aquela mamada deliciosa.

Geralmente, eu sinto facilmente quando vou gozar e consigo segurar, mas aquela cena estava me dando um tesão tão grande, mas tão grande, que meu saco carregado de porra me pegou de surpresa: senti minhas bolas repuxarem e meu pau dar uma pulsada, já quase começando a gozada de porra de verdade.

-Caralho, Lari… a porra ta subindo, não vou conseguir segurar

Ela abocanhou a cabeça do meu pau, que ainda soltava um gostoso fluxo de mijo cristalino, e aumentou a velocidade da punheta. Mijei com ainda mais força na tentativa de não gozar, mas, por mais força que eu fazia, o jato ia perdendo volume, até que senti a mijada trancar e ser substituída por longas pulsadas de porra. Devo ter gozado pelo menos 10 jatos na boca dela, uma verdadeira mijada, mas agora de porra de verdade. Ela não se fez de rogada e mamou até a última gota.

Ela se levantou e me deu um beijo de língua com todo tesão possível. Sentia o gosto da minha porra na boca dela. Ela interrompeu o beijo e disse “não acredito que eu fiz isso”. Silenciei-a com outro beijo longo e um abraço apertado.

Assim que me recompus, lembrei ela que precisávamos voltar. Ela concordou, mas disse que antes ia mijar novamente.

Ela inclinou a bunda para trás como se fosse deixar que eu a fodesse, e deu uma longa mijada.

“Agora você perdeu a vergonha de fazer xixi na minha frente, né?” – ela riu.

Essa foi a primeira vez que fiz isso com a Lari. Infelizmente, não tiveram outras, pois conversamos longamente após e concluímos que continuar com essa brincadeira iria arruinar nossos namoros. Ficou tudo por isso mesmo; seguimos nossas vidas, mas nunca vou esquecer aquela deliciosa mijada trocada.