#Lésbica #Teen #Virgem #Voyeur

Menina João

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Cláudia

Minha vida sexual foi motivada por observações. Explico. Levei minha infância muito a sério, até os quatorze anos, eu não me importava com meus peitinhos que começavam a crescer, minha bundinha que adquiria forma gordinha e redondinha, eu vestia calção e camiseta, vivia no campinho perto de casa jogando futebol durante o dia e na quadra comunitária jogando basquete até desligarem a luz. Minha mãe vivia recebendo queixa das mães dos moleques por eu quebrar a cara por motivos esportivos ou porque ouvia dizer que os filhos das putas tinham me chamado de João, o que me tirava do sério mesmo. Algumas vezes enchia os caras de porrada por chamarem o Luizinho, minha paixão de veado. A única pessoa que me enchia o saco e eu não podia fazer nada era minha irmã dois anos mais velha que eu, a Ruth que vivia me caguetando para minha mãe ou para meu pai, o que invariavelmente me custava umas surra, mas eu não desistia de irrita-la chamando-a de galinha, por ser verdade. Ruth era sempre a mensageira de minha mãe e vivia me chamando no campinho, o que me deixava puta, até o dia que a vi vindo ao longe e me escondi e fiquei super curiosa ao vê-la entrar em um mato próximo do campinho, eu sabia que os meninos costumavam fazer troca-troca na clareira de tinha bem lá no meio. eu conhecia todos as trilhas para chegar lá, corri e cheguei bem próximo da tal clareira e escondida no mato, o que vi me encheu de tesão pela primeira vez, Ruth de Joelhos chupando a piroca do Nego Walter, um marginalzinho do pedaço, eu já tinha ficado com o grelo duro antes mas aquela visão me fez levantar a perna do calção e mexer nele, fui a loucura ao vê-la mudar de posição e ficar de quatro no chão e dizer em voz alta: "Vai filho da puta, mete no meu cu". Nego Walter obedeceu, e a putinha disse entre os dentes: "Isso, assim, empurra caralho, me arromba, isso, isso ..." A cara que ela fazia ao tomar no cu e a força que o negão fazia para enterrar ainda mais aquele pirocão na putinha, ditou o ritmo de meus dedos e tive meu primeiro gozo. Naquela fim de tarde nem fui para a quadra de basquete, saí dali e fui direto para a casa de Luizinho pois sabia que ele estaria estudando. Ao chegar lá a mãe dele me informou que meu "amiguinho" estava no quarto dele e eu entrei encontrando-o sentado na frente de uma mesinha e quando ele se virou para me dar um beijinho no rosto eu beijei sua boca, sem saber que deveria enfiar a língua nele, ao mesmo tempo enchi a mão em seu pintinho que logo estava durinho e o vi se animar. Sem ligar para a presença da mãe dele na casa, abocanhei aquele pintinho e suguei como tinha visto minha irmã fazer e quando estava ficando gostoso, me assustei ao receber na boca o leite dele, confusa saí da casa com a boca cheia de porra. Ao entrar em casa minha mãe segurou meu queixo e pelo que lembro pela primeira vez ela foi afetuosa comigo, eu não sabia que ela tinha sentido o cheiro de porra na minha boca e com os olhos brilhando de orgulho ela falou: "Você chupou uma piroca filha?". Envergonhada e confusa me tranquei no meu quarto. Lembrando dos dois pintos duros, o do Nego Walter e a do Luizinho senti como é gostoso mexer na buceta e acabei me masturbando. Aquele dia era o meu dia de sorte, pois logo após tomar banho, minha mãe me chamou na sala onde estavam o Prof. Fernando que treinava de graça a molecada no banquete e outro homem , o Prof. Celso de um clube grande da cidade , propondo que eu fizesse um teste na equipe do clube. Minha mãe aceitou e na tarde da segunda feira seguinte me apresentei no clube e não deu outra, passei a treinar lá e até antes mesmo de ser titular vi outra foda que me despertou a curiosidade, duas jogadoras do principal estavam se agarrando embaixo do chuveiro, uma mamando na outra e uma masturbando a outra, nossa, meu sangue ferveu e Lucy uma das lésbicas envolvida na foda, gozou no dedo da outra olhando para mim. Fiquei tesuda e passei a encarar todas as outras jogadoras esperando uma abertura para sentir aquilo que eu vi as duas sentirem. Passaram-se alguns dias e vi Lucy treinando cesta sozinha e me aproximei e ela jogou a bola para mim e jogamos por um tempinho e eu na cara dura a convidei para tomar banho. Ela com um sorrisinho sacana logo entendeu que eu queria ser comida e fomos para o vestiário tirei a camisa de treino e exibi meus peitinhos que até então nunca tinham sido tocado e Lucy não me decepcionou se curvou e passou a língua em meu mamilo deixando-o pontudinho enquanto uma corrente elétrica corria todo meu corpo e ela abocanhou meu seio inteiro enquanto passava o braço por minhas costas e levava a outra mão ao meio de minhas pernas, esfregando com vagar minha racha ainda por cima do calção de jogo que eu continuava usando sem calcinha. Aquilo era tudo que eu queria, me vi gemendo enquanto ela traçava meus seios meu pescoço com aquela boca deliciosa e finalmente ela me beijou enfiando a língua na minha boca e quando recolheu eu fiz o mesmo, sentindo que ela estava chupando minha língua e assim que ela penetrou minha boca novamente eu chupei sua língua, sentindo um prazer enorme e que me era desconhecido até então, enquanto eu me deliciava com minha descoberta Lucy enfiou a mão pela cintura do meu calção e seu dedo foi certeiro na minha racha e me levou a um orgasmo forte ali de pé mesmo. Enquanto eu recuperava meu folego, Lucy cochichou no meu ouvido: "Meu cabacinho". Nunca vou esquecer como aquela palavra soou tão carinhosa e trocamos um sorriso e quando eu ia agarrar minha fodedora entraram duas meninas falando no vestiário e eu me vesti vendo Lucy se dirigir para porta. Depois do treino me dirigi ao ponto de ônibus e Lucy parou sua moto em frente oferecendo-me uma carona e eu agarrei na cintura dela indicando o caminho para meu bairro, durante o trajeto ela me convidou no sábado ir a um bar encontra-la, aceitei de pronto e marcamos um ponte de encontro. No sábado, sem minha irmã ver, peguei um vestido pretinho de minha irmã que ficou agarradinho no meu corpo, uma sandalha baixinha preta da mesma cor do vestido e uma calcinha fio dental também Ruth, ao me olhar no espelho reconheci como eu estava gostosa e fui para o ponto de ônibus com toda putinha. Ao cruzar com os moleques vi a cara de espanto de cada um, eu não era mais a Maria moleque que eles insultavam chamando de João, tinha me transformado em uma gostosa que todos adorariam comer. Já no ônibus percebi a mudança, os homens me comiam com os olhos e minha auto estima foi lá em cima. Desci no ponto que tinha combinado com Lucy que já estava lá sentada no banco da moto com aquele jeitão duro de lésbica esperando sua menininha para dar uns malhos. Puxei o vestido até conseguir levantar a perna para sentar na garupa da moto exibindo minhas coxas para o povo. Chegamos ao barzinho e logo me toquei que era um ambiente liberal e meus olhos devem ter brilhado ao ver as meninas praticamente se comendo ali na frente de todos e Lucy colocou seu braço em cima de meus ombros encarando todas que olhavam para mim. Eu estava me deliciando com o ambiente e com a música ao vivo quando Lucy me puxou pela mão e andamos uns cinquenta metros e entramos em uma porta sem placas, minha companhia parou diante de um balcão e uma funcionária de deu uma chave e entramos em um quarto. Lucy fechou a porta e me agarrou, alisando todo meu corpo mordiscando por onde seu rosto passava, meus seios, meu abdômen, minhas coxas eu estava no céu sentindo meu sangue ferver e ela me virou de costas fazendo meu corpo inteiro tremer a ponto de um ter que me segurar na beira de móvel para não cair quando ela mordiscou meu bumbum e quando olhei para um espelho não me reconheci com aquela cara de tesuda e Lucy puxou meu vestido para cima deixando-me só de calcinha e chupou minha virilha virando-me de frente, mordiscou meu montinho rachado e entrei em êxtase com ela forçando a língua ainda sobre a calcinha pressionando meu grelo duro. No beijamos e ela me deitou na cama de casal enquanto se livrava de suas roupas e deitou sobre mim, finalmente pude sentir pele contra pele e nos esfregamos gostoso e Lucy escorreu abrindo minhas pernas e as levantando u pouco fez o que eu tanto esperava, passou a devorar minha buceta com sua boca mágica, passei a ter espasmos musculares por todo o corpo e gemi sem tentar me controlar e quando vi que Lucy esfregava o próprio grelo enquanto me chupava explodi arrastando minha comedora para o prazer junto comigo.

Comentários (1)

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  • Magali: Vem comigo gostosa. Adoro

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