#Grupal #Incesto #Teen

Diversão entre irmã e irmãos

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DPIsa!!!

Meus irmãos, Lucas e Gabriel, sempre foram como sombras pairando sobre mim. Eu, a caçula, a que eles juravam proteger, mas que sempre senti um calor diferente no olhar deles. Hoje, a casa está vazia. Apenas nós três, e a tensão que sempre esteve ali, agora palpável, quase sufocante. Eu os provoquei, sabia que estava provocando. Com minhas roupas mais curtas, com meus olhares demorados, com as risadas que eu sabia que os atingiam em cheio.

A noite caiu, e com ela, a coragem. Ou a falta dela. Estava no meu quarto, fingindo ler, mas meus ouvidos estavam atentos a cada passo no corredor. Eles entraram juntos. Lucas, o mais velho, com aquele sorriso de quem sabe de tudo. Gabriel, o mais novo, com os olhos fixos em mim, um misto de desejo e hesitação.

"O que você quer, pequena?", Lucas perguntou, a voz rouca.

Eu apenas sorri, um sorriso que eu sabia que era perigoso. "Vocês dois", eu disse, e o silêncio que se seguiu foi mais elétrico do que qualquer trovão.

Eles se aproximaram. Aquele toque hesitante no meu braço, que logo se tornou mais firme. A pele arrepiada, o coração disparado. Minhas roupas, que antes pareciam um convite, agora pareciam uma barreira que eu ansiava por remover. As mãos deles, que sempre me acariciaram de forma fraternal, agora exploravam meu corpo com uma fome nova, uma urgência que me incendiava por dentro.

O beijo. Oh, o beijo. Não era mais um beijo de irmãos. Era voraz, desesperado. Lucas me puxou para perto, seus lábios invadindo os meus com uma intensidade que me deixou sem fôlego. Gabriel se juntou, seus lábios buscando meu pescoço, minhas orelhas, me enlouquecendo.

As roupas foram pro chão, em um turbilhão de tecidos e suspiros. Eu estava exposta, vulnerável, mas sentia um poder avassalador. Meus seios médios e firmes eram alvo de seus olhares famintos, e suas mãos exploravam cada curva do meu corpo magro, da minha bunda arrebitada que parecia implorar por mais.

Eles me deitaram na cama. A dupla penetração começou sem aviso, uma explosão de sensações que me fez gritar. A intensidade era quase insuportável, mas eu queria mais. Queria sentir cada centímetro deles dentro de mim. Lucas me agarrava com força, seus movimentos agressivos me empurrando para o limite. Gabriel, mais suave, mas igualmente determinado, explorava o meu cu com uma precisão que me deixava sem ar.

As palavras que eles diziam, os gemidos que escapavam de suas gargantas, tudo se misturava em uma sinfonia de luxúria. Eu estava sendo consumida por eles, por esse desejo proibido que agora nos unia em uma dança selvagem. As gozadas vieram, uma após a outra, em ondas que me deixavam sem forças, mas com uma sede insaciável. Elas foram dentro da minha buceta, no meu cu, e quando eles se afastaram por um instante, eu me virei, e eles, em um ato de pura dominação, me gozaram no rosto.

O clímax foi avassalador. Múltiplos orgasmos, um atrás do outro, me deixaram exausta, mas realizada. Deitada na cama, ofegante, com o corpo dolorido e a mente em êxtase, eu sabia que algo havia mudado para sempre. Eles se deitaram ao meu lado, os corpos suados e satisfeitos, e eu senti um calor que não era apenas de desejo, mas de uma conexão perversa e indestrutível. A cidade moderna lá fora parecia distante, irrelevante. Ali, naquela cama, éramos apenas nós três, perdidos em um tabu que nos consumia e nos libertava ao mesmo tempo.

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