#Assédio

A Ladra

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O Narrador de Contos

Peguei uma ladra sendo segurança...

Já faz mais de dez anos que trabalho como segurança no Shopping das Hortências, um centro comercial pequeno, mas movimentado. Meu trabalho é basicamente ficar perambulando por aí, fazendo rondas e expulsando os mendigos que tentam pedir esmola nas portas das lojas. Não costumo ter muito trabalho, já que a maioria das pessoas aqui são bem comportadas.
Mas hoje foi diferente. Estava fazendo minha ronda de sempre no segundo andar quando ouvi um barulho vindo da Loja das Rosas, uma butique chiquérrima que vende roupas de grife importada. A princípio pensei que fosse apenas um cliente atrapalhado, mas ao chegar mais perto, vi uma mulher com uma calça preta colada e uma blusa branca saindo correndo porta afora.
Sem pensar duas vezes, saí atrás dela, gritando para que parasse. A mulher era jovem, provavelmente na casa dos vinte anos, com cabelos loiros. Tinha uma beleza comum, mas me atraiu de algum jeito. Ela correu o mais rápido que pôde, mas eu estava logo atrás, pronto para agarrá-la.
Finalmente a alcancei e a agarrei pelo braço, puxando-a com força. Ela resistiu por um momento, tentando escapar de mim, mas fui mais forte. A mulher começou a chorar histericamente, suplicando para que eu não chamasse a polícia.
— Por favor — ela soluçou —, eu preciso do dinheiro. Meu filho está doente e precisa de remédios caros...
Olhei para ela com uma mistura de raiva e compaixão. Sabia que não devia me deixar enganar por uma ladra chorosa, mas havia algo me fez hesitar.
— Qual é o nome dele? — perguntei, cruzando os braços.
— Quem? — ela pareceu confusa por um momento antes de se lembrar do seu blefe. — Ah, meu filho. Ca... Caio. Ele tem quatro anos.
Balanço a cabeça lentamente.
— Muito bem — falei calmamente —, vou lhe dar uma chance. Mas você vai ter que fazer exatamente o que eu mandar.
A mulher me olhou com desconfiança por um momento antes de concordar relutantemente. Comecei a levá-la para um canto mais reservado do shopping, afastados das câmeras de segurança e dos olhares curiosos dos outros clientes.
— O que você vai fazer comigo? — ela perguntou, com uma mistura de medo e fascinação na voz.
— Confie em mim — respondi com um sorriso por entre meu bigode —, você não vai se arrepender.
Quando chegamos ao local isolado, pressionei a mulher contra a parede e comecei a beijá-la intensamente. Ela resistiu por alguns segundos antes de ceder, retribuindo meu beijo com paixão. Minhas mãos exploraram seu corpo curvilíneo, acariciando cada centímetro de pele exposta.
A mulher gemeu baixo quando comecei a puxar o zíper da calça, e dedilhei seu sexo que já estava molhado.
Sem perder tempo, tirei minha calça e entrei nela, fazendo-a gritar de prazer enquanto a penetrava profundamente. Começamos a nos mover juntos, nossos corpos se encaixando perfeitamente um no outro. A mulher envolveu suas pernas em torno da minha cintura, me puxando cada vez mais para dentro dela.
Ficamos assim por alguns minutos, perdidos na intensidade do momento. Mas logo percebi que precisávamos encontrar um lugar mais privado antes que alguém nos visse. Saímos dali, e fomos em direção à minha sala de segurança no andar de cima.
Lá dentro, continuei a explorar e provar sua vulva com prazer.

A ladra suspirou de prazer enquanto eu continuava a explorar seu corpo com minhas mãos e boca. Beijei cada centímetro da sua pele macia, desde os ombros até a curva da barriga. Quando cheguei à beirada da calça, comecei a puxá-la para baixo juntamente com a calcinha preta combinando.
A mulher estava completamente nua agora, e eu não pude evitar um suspiro de admiração diante da visão dela. Comecei a acariciar sua coxa interna, subindo cada vez mais até chegar à sua intimidade. Ela abriu as pernas para mim, ansiosa pelo meu toque.
Com cuidado, comecei a massagear seu clitóris inchado, fazendo-a gemer alto. Introduzi um dedo dentro dela, explorando suas dobras molhadas e quentes. A mulher começou a se mover contra minha mão, buscando mais pressão e profundidade.
Adicionei um segundo dedo, então um terceiro, movendo-os para dentro e para fora enquanto ela gemia cada vez mais alto. Com meu polegar, continuei a circular seu clitóris, levando-a cada vez mais perto do orgasmo.
A mulher estava ofegante agora, seu corpo inteiro tremendo de prazer. Senti suas paredes internas começarem a se contrair ao redor dos meus dedos enquanto ela alcançava o clímax. Gritou e agarrou meus cabelos com força enquanto ondas de prazer percorriam seu corpo.
Quando finalmente voltou à realidade, sorri para ela e disse:
— Ainda não terminamos...
Comecei a me despir também, revelando meu corpo musculoso e um pênis já ereto. A mulher ficou olhando para mim com desejo, mordendo o lábio inferior.
A puxei para perto de mim novamente e comecei a beijá-la com paixão enquanto esfregava meu membro em sua vulva molhada e quente. Ela gemeu na minha boca e envolveu suas pernas ao redor da minha cintura, me incentivando a entrar dentro dela.
Com uma estocada forte, penetrei-a completamente, fazendo-a gritar de surpresa e prazer. Comecei um movimento lento e profundo, entrando e saindo do seu corpo quente e molhado com cuidado e carinho.
A mulher arqueou as costas, pressionando seus seios contra meu peito enquanto eu a preenchia por completo. Podíamos ouvir o som molhado de nossos corpos colidindo a cada investida, juntamente com os gemidos altos que ela não conseguia conter.
Continuamos assim por algum tempo. A mulher começou a se mover junto comigo, rebolando seu quadril para encontrar minhas estocadas cada vez mais fortes e rápidas.
Senti meu orgasmo chegando rapidamente, mas me segurei para que ela pudesse alcançar o dela novamente primeiro. Com uma mão, comecei a massagear seu clitóris inchado enquanto a penetrava sem dó, levando-a ao limite do prazer.
A mulher gritou alto quando finalmente atingiu seu segundo orgasmo, suas paredes internas se contraindo fortemente ao redor do meu membro latejante. Não aguentando mais, soltei um gemido rouco e me derramei dentro dela, preenchendo-a com meu sêmen quente.
Ficamos ali por alguns momentos, ofegantes e suados, desfrutando da sensação de estarmos conectados um ao outro. Quando finalmente nos separamos, sorri para ela e disse:
— Bom, você me deve uma...

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