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Convento de putas no interior do Paraná - Vida de caloura

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AnãoJediManco

O sino tocou às 5h45 em ponto. O som metálico e antigo cortou o silêncio do dormitório das novatas. Cecília acordou sobressaltada, o corpo nu arrepiado pelo ar frio da manhã. Ao lado dela, Maria Clara já estava sentada na cama, olhos vermelhos de quem mal dormira. As outras doze novatas do 1º semestre também se levantavam rapidamente, todas completamente nuas, apenas com os sapatos de salto médio que lhes haviam entregado na noite anterior.
— Alinhadas! Ordenou Irmã Laura, entrando com a vara fina na mão.
As jovens se posicionaram ao lado das camas, pernas abertas, mãos atrás da cabeça, peitos estufados. A inspeção foi rápida e humilhante. Dedos enluvados verificaram depilação, higiene e, principalmente, o estado das bocetinhas. Algumas já estavam levemente úmidas por causa do nervosismo e do frio. Cecília sentiu um toque frio em sua entrada e estremeceu. Maria Clara mordeu o lábio quando a instrutora passou a vara de leve entre suas coxas.
— Bom dia, noviças. Hoje começa de verdade, disse Irmã Laura com voz suave. Quem falhar na obediência hoje vai passar a tarde com o plug médio.
No refeitório, as novatas foram colocadas em uma longa mesa de madeira. Todas sentadas nuas nos bancos duros, coxas coladas na madeira fria, seios expostos. O silêncio era absoluto, quebrado apenas pelo tilintar de talheres e o som distante dos pássaros lá fora.
Cada uma recebeu um copo de café preto quente, um pão francês ainda quente, aberto e generosamente passado com um creme branco espesso, de cheiro adocicado e levemente salgado, um copo de água com um pequeno comprimido branco no fundo.
Cecília olhou para o pão, hesitante. O creme brilhava na luz da manhã. Ao seu lado, Maria Clara sussurrou quase sem mover os lábios:
— O que é isso…?
Uma novata mais adiante já comia, obediente. Irmã Laura circulava atrás delas.
— Comam tudo. O creme é enriquecido com hormônios e afrodisíacos naturais para ajudar na adaptação. O comprimido é um relaxante muscular leve e estimulante da libido controlada. Vocês vão engolir, e sem perguntas.
Cecília sentiu o rosto queimar de vergonha enquanto mordia o pão. O creme era cremoso, com um gosto levemente amargo no fundo. O comprimido desceu com a água, deixando um leve formigamento na garganta. Aos poucos, um calor sutil começou a se espalhar pelo ventre das garotas. Algumas coxas se apertaram involuntariamente contra o banco.
Após o café, as 14 novatas foram colocadas em fila dupla, de mãos dadas, cabeças baixas. Caminharam nuas pelos jardins bem cuidados do convento. O sol de fevereiro já aquecia o ar, mas a grama molhada de orvalho gelava seus pés dentro dos sapatos de salto. Seios balançavam suavemente com o passo, bicos endurecidos pelo ar fresco e pela crescente excitação provocada pelo comprimido e pelo creme.
— Olhos no chão. Ombros para trás. Sintam o ar tocando seus corpos. Isso agora pertence ao convento, ordenava Irmã Laura, caminhando ao lado com seu uniforme impecável.
Cecília apertava a mão de Maria Clara. Ambas sentiam o mesmo, uma vergonha profunda misturada com um calor incômodo entre as pernas. Algumas novatas já respiravam mais rápido.
Na sala de aula austera, carteiras de madeira enfileiradas diante de um quadro negro e um grande crucifixo. Antes que pudessem se sentar, Irmã Laura e outra instrutora auxiliar, Irmã Beatriz, 22 anos, pararam na frente da turma.
— Pernas abertas, noviças. Mãos atrás da cabeça.
Elas obedeceram, expostas. Irmã Beatriz carregava um pote de pomada transparente e espessa.
Uma por uma, as garotas receberam a aplicação. A instrutora passava dois dedos generosamente na entrada da boceta de cada novata, espalhando a pomada em movimentos circulares lentos, pressionando levemente sem penetrar. A pomada esquentava rapidamente, criando uma sensação de calor pulsante, latejante, como se o clitóris e os lábios inchassem de atenção.
Quando chegou a vez de Cecília, ela soltou um gemidinho involuntário. A pomada ardia gostoso, fazendo sua bocetinha jovem pulsar ritmadamente, quente, sensível ao ar. Maria Clara, logo depois, apertou os olhos com força, coxas tremendo levemente enquanto a pomada fazia efeito.
— Essa pomada vai permanecer ativa durante as próximas quatro horas, explicou Irmã Laura com calma. Vocês vão estudar com ela pulsando. Isso ensina que seu corpo não lhes pertence mais. A atenção sexual é constante, mas o prazer só vem quando autorizado. Sentem-se. As novatas se sentaram nas carteiras duras. A madeira fria contrastava com o calor latejante entre suas pernas. Muitas se remexiam discretamente, coxas apertando uma contra a outra.
A primeira aula foi matemática. A professora, uma mulher de voz seca, explicava equações enquanto as garotas tentavam se concentrar. A pomada não dava trégua, pulsava, esquentava, fazia os músculos internos contraírem involuntariamente. Cecília sentia a boceta molhada, o líquido misturando-se à pomada e escorrendo devagar pela fenda. Maria Clara respirava pela boca, olhos vidrados no caderno, tentando ignorar o latejar insistente.
Em Literatura, leram trechos de textos clássicos sobre obediência e virtude feminina. A cada vez que uma novata se distraía, a instrutora batia com a vara na palma da mão como aviso. O calor entre as pernas só aumentava. Corpos jovens, virgens, expostos e agora quentes, pulsando em silêncio enquanto tentavam absorver equações e versos.
O segundo dia mal havia começado e as duas amigas já sentiam o peso real da rotina. O comprimido, o creme e a pomada trabalhavam juntos, derretendo aos poucos a resistência inicial.
As aulas terminaram pontualmente às 9h00. As novatas, com as bocetinhas ainda latejando forte por causa da pomada, foram conduzidas em fila para o pátio central do convento, um grande quadrado de pedra cercado por colunas antigas, com um crucifixo monumental no centro e vista para os campos de soja ao longe. O sol de fevereiro já estava forte, aquecendo as pedras claras.
Irmã Laura e Irmã Beatriz as esperavam, ambas com varas finas de bambu nas mãos.
— Formem duas filas. Mãos atrás da cabeça, pernas abertas. Vamos começar o Treinamento de Obediência Básica, anunciou Irmã Laura, voz calma e autoritária. As ordens vieram rápidas e precisas:
— Ajoelhem!
Quatorze corpos nus se abaixaram ao mesmo tempo, joelhos batendo na pedra quente.
— Sentem-se sobre os calcanhares, coxas bem abertas!
Elas obedeceram. A pomada fazia a carne sensível pulsar mais forte na posição.
— De quatro! Testa no chão, bunda empinada, pernas abertas!
Cecília sentiu o rosto queimar de vergonha ao encostar a testa nas pedras quentes, a bunda redonda e firme bem levantada, exposta para todas. Ao lado dela, Maria Clara tremia visivelmente, a bocetinha inchada e brilhante de excitação forçada brilhando ao sol.
— Balancem a bunda. Devagar. Como cadelinhas querendo atenção.
Algumas novatas hesitaram. O som cortante da vara de bambu ecoou duas vezes. Duas garotas levaram vergões vermelhos e firmes nas nádegas, que imediatamente incharam em linhas finas e doloridas. Elas gritaram baixinho, mas voltaram à posição e começaram a balançar os quadris.
Cecília e Maria Clara obedeceram rápido. O movimento fazia seus seios balançarem e a pomada trabalhar ainda mais, enviando ondas de calor latejante para o clitóris.
— Agora, lambam minha bota.
Irmã Laura estendeu o pé direito, o salto alto brilhando. As novatas tiveram que se arrastar de quatro, uma por uma, e passar a língua pela superfície de couro preto, desde a ponta até o tornozelo. Quando chegou a vez de Cecília, ela hesitou meio segundo. A vara acertou sua bunda com um estalo seco, deixando um vergão vermelho vivo que ardeu imediatamente. Lágrimas brotaram em seus olhos grandes enquanto ela lambia, sentindo o gosto de couro e cera.
Maria Clara foi mais rápida, mas ainda assim levou uma varada leve na coxa por não ter aberto suficientemente as pernas na posição anterior.
— Mais entusiasmo, noviças. Vocês não estão aqui para serem princesas. Estão aqui para aprender a servir.
O treinamento durou quase uma hora. Ordens se repetiam, levantar, ajoelhar, de quatro, abrir a boca, esticar a língua, ficar imóveis em posição de apresentação. Quem demorava ou errava a postura recebia uma ou duas varadas precisas. No final, quase todas tinham marcas rosadas ou vermelhas nas nádegas e coxas. O ar cheirava a suor jovem, excitação e um leve toque de choro contido.
Depois do treinamento, cada novata recebeu uma vassoura grande de palha.
— Varram todo o pátio. Sem pressa, mas sem parar. Sentem o sol no corpo. Sintam que estão expostas porque merecem estar.
Nuas, suadas, com as bundas marcadas e as bocetinhas ainda pulsando pela pomada, as garotas varreram o pátio inteiro sob o sol forte do final da manhã. Seios balançando a cada movimento, suor escorrendo entre eles, descendo pela barriga e se misturando à umidade entre as coxas. Cecília sentia o vergão arder a cada passo. Maria Clara, ao seu lado, respirava pesado, o rosto vermelho de vergonha e calor.
Algumas instrutoras seniores passavam ocasionalmente, observando com sorrisos satisfeitos.
Quando o sino tocou anunciando o almoço, Irmã Laura ordenou:
— Deixem as vassouras. Em fila, mãos atrás da cabeça.
Elas foram levadas para a sombra generosa de uma grande mangueira antiga, perto do refeitório. O chão estava coberto de folhas secas e grama macia. As novatas foram mandadas se ajoelhar em círculo, ainda nuas, corpos suados brilhando.
As novatas ainda estavam ajoelhadas em círculo sob a sombra generosa da grande mangueira, corpos suados brilhando, bundas marcadas pelos vergões vermelhos do bambu, bocetinhas latejando sem parar por causa da pomada. O ar estava quente e pesado. Irmã Laura bateu palmas uma vez, chamando atenção.
— Noviças, chegou o momento de sua primeira lição prática com o corpo masculino. Lembrem-se, seus futuros maridos esperarão que vocês saibam exatamente como agradar. Vocês ainda são virgens e permanecerão assim, mas suas mãos, bocas e corpos já começam a servir.
Ela fez um sinal, e do caminho que vinha dos celeiros, aproximou-se um jovem negro alto, musculoso, de uns 25 anos, chamado Jonas, um dos trabalhadores contratados discretamente pelo convento para o treinamento prático. Ele usava apenas uma calça leve, o peito largo brilhando de suor. Parou no centro do círculo, olhando para as 14 garotas nuas e ajoelhadas com um sorriso calmo e dominante.
Irmã Laura posicionou-se ao lado dele.
— Observem com atenção, disse ela, voz suave e didática, quase maternal. Uma boa esposa sabe como extrair prazer do homem de forma eficiente e obediente.
Ela abaixou a calça dele, revelando um pau grosso, semiduro, bem escuro e veioso. As novatas arregalaram os olhos. Algumas soltaram suspiros abafados de choque. Irmã Laura envolveu o membro com a mão, começando a mover lentamente, mostrando a técnica:
— Seguram firme na base… movimentos longos e ritmados… prestem atenção na cabeça, passem o polegar por cima… apertem um pouco mais quando ele endurecer. Olhem para ele com submissão, nunca desviem o olhar. Isso excita muito mais.
Ela acelerou o ritmo, a mão branca contrastando com a pele escura do pau. Jonas gemeu baixo. As novatas observavam hipnotizadas, coxas apertadas, a pomada fazendo suas bocetinhas pulsarem ainda mais forte. Depois de alguns minutos, Irmã Laura sentiu o pau latejar, mas ela não parou. Com habilidade, continuou até que Jonas grunhiu e gozou forte, com jatos grossos e brancos de porra espirrando na palma e nos dedos dela.
Sem hesitar, a instrutora lambuzou a própria mão no sêmen quente e esfregou no próprio rosto, bochechas, lábios, um pouco no nariz. Um fio escorreu até o queixo.
— Assim, noviças. Com gratidão. A porra de um homem é uma bênção que vocês aprenderão a receber com alegria.
As garotas estavam em silêncio absoluto, coradas, respirando rápido.
Irmã Beatriz trouxe mais alguns homens, todos jovens, fortes, de diferentes tons de pele, contratados para a sessão. Eles formaram um semicírculo. Cada novata foi ordenada a se posicionar de joelhos diante de um deles.
Cecília ficou diante de um homem moreno, alto, de pau grosso e pesado. Maria Clara, ao lado dela, ficou com Jonas, o mesmo da demonstração, ainda meio duro.
— Comecem, ordenou Irmã Laura. Usem as duas mãos se precisar. Movimentos como eu mostrei. Olhos nele. E não parem até ele gozar.
Com mãos trêmulas, Cecília segurou o pau quente e firme do homem. A pele era macia por cima, mas dura por baixo. Ela começou a mover, desajeitada no início. O homem grunhiu de aprovação. Ao lado, Maria Clara também obedecia, lágrimas de vergonha nos olhos enquanto masturbava Jonas.
As instrutoras circulavam, corrigindo:
— Mais firme, Cecília. Aperta a base. Olha para ele como se fosse seu dono.
— Mais rápido, Maria Clara. Use a saliva se precisar.
O pátio encheu-se do som molhado de punhetas ritmadas, respirações pesadas e gemidos baixos dos homens. Uma novata hesitou demais e levou duas varadas rápidas na bunda já marcada. O choro dela se misturou ao som das mãos trabalhando.
Um por um, os homens gozaram. Cecília sentiu o pau latejar forte em sua mão e, de repente, jatos quentes e grossos de porra cobriram sua palma e dedos. O sêmen era quente, viscoso, com cheiro forte. Ela parou, chocada.
— Não pare de esfregar até ele terminar, corrigiu Irmã Beatriz, dando uma varada leve na coxa dela.
Quando todos os homens haviam gozado, veio a ordem final:
— Agora, noviças… lambuzem bem as mãos na porra. E passem no rosto e no cabelo da colega à sua direita. Em círculo. Sem desperdiçar uma gota.
Cecília, com a mão cheia da porra do seu homem, virou-se para Maria Clara. Seus olhos se encontraram, ambas vermelhas de vergonha. Com dedos tremendo, Cecília espalhou o sêmen quente no rosto da amiga, bochechas, testa, lábios, e depois esfregou no cabelo loiro longo de Maria Clara, deixando fios brancos viscosos grudados.
Maria Clara fez o mesmo com a novata à sua direita. E assim seguiu o círculo inteiro. Logo, todas as 14 novatas tinham rostos e cabelos lambuzados de porra fresca, brilhando ao sol que atravessava as folhas da mangueira. Algumas tinham sêmen escorrendo pelo queixo até os seios. O cheiro forte e almiscarado dominava o ar.
Irmã Laura sorriu, satisfeita.
— Muito bem. Essa é a primeira marca de hoje. Vocês agora carregam o cheiro de obediência. Vão assim para o almoço, e nada de limpar até a ordem ser dada.
As novatas, humilhadas, marcadas e com bocetinhas ainda latejando violentamente pela pomada, foram colocadas de pé e levadas em fila para o refeitório, rostos brilhando de porra, bundas vermelhas de varadas, corpos nus suados.
Cecília e Maria Clara caminhavam lado a lado, sentindo o sêmen secando lentamente na pele. Nenhuma das duas conseguia falar. O treinamento estava apenas começando.
O sino tocou ao meio-dia e meia. As novatas, ainda com rostos e cabelos lambuzados de porra seca e fresca, foram levadas ao refeitório em fila silenciosa. O sêmen de vários homens já começava a endurecer na pele, crostas brancas e translúcidas grudadas nas bochechas, testa, queixo e fios de cabelo. O cheiro forte e almiscarado pairava no ar quente do refeitório. Nenhuma tinha permissão para limpar.
No refeitório, as mesas foram afastadas. As 14 novatas foram ordenadas a se ajoelhar em duas fileiras longas no chão de pedra fria, joelhos afastados, mãos atrás das costas, peitos estufados. A pomada da manhã ainda pulsava forte entre suas pernas, agora misturada ao suor e à excitação acumulada.
Cada novata recebeu uma tigela rasa colocada no chão à sua frente. Um caldo ralo de legumes, um pão francês aberto com o mesmo creme branco espesso da manhã, agora reforçado com mais afrodisíacos, um copo de água com outro comprimido.
— Comam sem usar as mãos, ordenou Irmã Laura, caminhando lentamente entre elas com a vara fina. Boca apenas, cabeça baixa, como animais. E mastiguem devagar, quero ver vocês sentindo o gosto da obediência enquanto a porra dos homens seca em seus rostos bonitos.
Cecília baixou o rosto para a tigela. O cheiro do caldo misturava-se ao sêmen seco em seus lábios. Quando ela lambeu a primeira porção, um fio de porra que estava no queixo escorreu e caiu dentro da comida. Ela sentiu o gosto salgado misturado ao caldo e engoliu com dificuldade, lágrimas silenciosas descendo e carregando mais sêmen para a boca. Ao seu lado, Maria Clara tremia enquanto lambia o creme do pão diretamente do chão, o cabelo loiro grudado com esperma seco balançando a cada movimento.
As instrutoras comentavam em voz alta:
— Olhem como as novatas estão bonitas marcadas. Isso é o que vocês são agora, receptáculos.
— Mastiguem com gratidão. Essa porra é o primeiro gosto do que seus futuros maridos vão depositar em vocês pelo resto da vida.
Quem levantava o rosto ou tentava limpar discretamente o queixo levava uma varada precisa nas nádegas já marcadas. O som dos estalos ecoava junto com os soluços baixos e o barulho molhado de línguas no chão. Algumas novatas tinham tanto sêmen no rosto que ele se misturava à saliva e escorria para dentro da tigela. Cecília e Maria Clara comeram tudo, rostos brilhando e sujos, bocetinhas latejando dolorosamente de excitação negada.
Após a refeição, tiveram trinta minutos de “repouso controlado”, ainda ajoelhadas, pernas bem abertas, mãos atrás da cabeça. As instrutoras circulavam tocando levemente os seios, beliscando bicos ou passando os dedos na fenda molhada das novatas sem permitir orgasmo.
— Sentem como estão encharcadas? Isso não é para vocês. É para os homens que as possuirão.
O calor de fevereiro estava no auge. As novatas, ainda sujas de porra seca no rosto e cabelo, foram levadas para o trabalho braçal nos fundos da propriedade.
Divididas em grupos pequenos, foram enviadas para a horta para carregar sacos de adubo e terra, ajoelhadas ou curvadas, bundas empinadas. O suor escorria, dissolvendo parte do sêmen e fazendo ele escorrer pelo pescoço até os seios. O celeiro para limpar baias de vacas, carregando baldes pesados de leite e esterco. Corpos nus ficavam sujos de terra, suor e poeira. Cecília, com seus olhos grandes agora vermelhos, carregava um balde enquanto a porra seca craquelava em sua pele. Maria Clara, ao lado, tinha dificuldade para respirar com o esforço, coxas tremendo tanto pelo cansaço quanto pela pomada ainda ativa.
Durante o trabalho, ordens sexuais eram intercaladas:
— De quatro e continue carregando o balde com uma mão.
— Balancem a bunda enquanto andam.
Instrutoras passavam e enfiavam dedos rapidamente nas bocetinhas molhadas só para verificar “nível de excitação” e dar palmadas.
Por volta das 15h, foram levadas para uma sala ampla com colchões no chão, correntes nas paredes, bancos de spanking e vários acessórios.
Novatas colocadas em posição de apresentação, de quatro, testa no chão, bunda para cima, por longos minutos enquanto vibradores pequenos eram pressionados contra o clitóris por cima da pomada, em intensidade baixa. Não podiam gozar. Quem tremia demais ou fechava as pernas levava varadas.
Usando paus de borracha de tamanhos médios, as novatas praticaram boquetes.
— Língua por baixo, garganta relaxada, olhos abertos olhando para cima, ensinava Irmã Laura.
Cecília se engasgou várias vezes com o objeto, baba escorrendo pelo queixo e misturando-se aos restos de porra. Maria Clara chorou baixinho enquanto era corrigida com palmadas na bunda toda vez que recuava.
Cada novata foi colocada sobre um banco, pernas abertas. Instrutoras usaram dedos e pequenos vibradores para levá-las até a beira do orgasmo repetidamente, parando segundos antes.
— Implorem para parar ou para continuar. Mas não gozem.
Cecília chegou a soluçar de frustração, quadris se mexendo involuntariamente. Maria Clara murmurava “por favor… por favor…” sem saber exatamente o que pedia.
Antes de terminarem, todas foram alinhadas de quatro em círculo novamente. Cada uma teve que lamber a boceta da colega da frente por dois minutos, um exercício de “serviço mútuo supervisionado”. O gosto de suor, pomada e excitação encheu suas bocas enquanto as instrutoras elogiavam ou castigavam com a vara.
Às 16h30, as novatas estavam exaustas, suadas, sujas de terra, sêmen seco, baba e lubrificação. Rostos vermelhos, corpos tremendo, bundas cheias de vergões frescos sobre os antigos.
Irmã Laura sorriu ao vê-las alinhadas:
— Vocês estão indo bem para o segundo dia. Logo vão implorar por essa rotina. Agora vão se lavar coletivamente, sem portas, sem privacidade, e preparem-se para as aulas noturnas.
Cecília e Maria Clara se entreolharam, quebradas, envergonhadas e com uma estranha sensação de calor no ventre que já não era só da pomada.
Após o adestramento intenso da tarde, as novatas foram levadas para o grande banheiro comunitário, um salão amplo de azulejos brancos frios, com dez chuveiros abertos alinhados na parede, sem divisórias, sem portas, completamente exposto. O chão era ligeiramente inclinado para escoar a água. Todas ainda carregavam no corpo a sujeira do dia: terra, suor, porra seca craquelada no rosto e cabelo, baba e lubrificação entre as coxas.
Irmã Laura e Irmã Beatriz supervisionavam.
— Um único sabão para todas. Vocês vão se lavar em círculo, ajudando umas às outras. Sem pressa, quero ver mãos carinhosas e obedientes. Isso também é treinamento, aprender a tocar e ser tocada sem vergonha.
O sabão era um único bloco grande de sabonete neutro. As 14 novatas se posicionaram em um círculo apertado sob os jatos de água morna. Cecília pegou o sabão primeiro, as mãos ainda tremendo. Começou a passar no próprio corpo, mas logo recebeu a ordem:
— Esfreguem a colega ao lado.
Cecília virou-se para Maria Clara. Seus corpos molhados se aproximaram. Ela deslizou o sabão pelos seios firmes da amiga, sentindo os bicos endurecerem sob seus dedos. Maria Clara soltou um gemido baixo quando Cecília desceu o sabão pela barriga e chegou à bocetinha ainda sensível e inchada pela pomada. Os dedos escorregaram, limpando o suor e a excitação acumulada, roçando o clitóris inchado. Maria Clara retribuiu, passando o sabão entre as coxas de Cecília, esfregando devagar, os dedos deslizando pela fenda quente e molhada.
Ao redor, o banheiro encheu-se de sons molhados, mãos deslizando em pele ensaboada, gemidos abafados, respirações aceleradas. Seios se esfregavam contra seios, bundas marcadas de vergões eram lavadas com cuidado, dedos curiosos e obedientes passavam entre pernas, limpando e, inevitavelmente, estimulando. Uma novata soltou um suspiro mais alto quando outra enfiou dois dedos ensaboados brevemente em sua entrada, só para limpar.
Irmã Laura observava com um sorriso:
— Vejam como seus corpos respondem. Vocês estão aprendendo a servir até no banho. Mais devagar nas partes íntimas… sintam o toque.
O banho durou quase vinte minutos. Quando terminaram, todas estavam limpas, pele rosada, mas ainda profundamente excitadas. A porra seca havia sido removida, mas a memória e o cheiro sutil permaneciam na mente de cada uma.
Ao anoitecer, ainda nuas e com os cabelos úmidos, as novatas foram levadas de volta à sala de treinamento adjacente ao celeiro. Os mesmos homens da manhã aguardavam, agora completamente nus, paus semiduros pendurados pesados. Eles estavam sentados em bancos largos.
— Desta vez, sem demonstração, anunciou Irmã Beatriz. Cada uma vai se ajoelhar diante do mesmo homem da manhã. Vocês vão colocar o pau dele na boca, chupar, lamber, adorar. Olhos para cima o tempo todo. Quero ver dedicação e submissão.
Cecília se ajoelhou diante do homem moreno. O pau dele estava na altura do seu rosto. Com mãos trêmulas, ela o segurou, abriu os lábios vermelhos e o colocou na boca. O gosto era forte, pele limpa, mas com resquícios do dia. Ela chupou desajeitada, a língua passando por baixo, tentando lembrar as instruções da manhã. O homem gemeu e segurou levemente seu cabelo.
— Mais fundo. Relaxe a garganta, corrigiu Irmã Laura, dando uma varada leve na bunda dela.
Ao lado, Maria Clara lutava com o pau grosso de Jonas, baba escorrendo pelos cantos da boca enquanto ela subia e descia a cabeça, olhos grandes e úmidos erguidos para o rosto dele. O homem respirava pesado, claramente excitado com a visão das novatas virgens aprendendo a chupar.
Uma por uma, as garotas chupavam com esforço, sons molhados e engasgos enchendo a sala. Algumas eram corrigidas com palmadas ritmadas. Cecília sentiu o pau inchar em sua boca, latejando forte contra sua língua. O homem grunhiu e segurou sua cabeça com mais firmeza, gozando copiosamente. Jatos quentes e grossos de porra encheram sua boca de repente. O gosto era salgado, viscoso, forte.
— Não engula, não cuspa. Mantenha tudo na boca, ordenou Irmã Laura.
Todas as novatas receberam a mesma ordem. Com bocas cheias, foram mandadas se virar ligeiramente e abrir bem os lábios, mostrando a porra branca e espessa para o homem e para a instrutora. Algumas tinham lágrimas escorrendo, outras tremiam com a bocetinha pulsando. Em seguida veio a parte mais humilhante:
— Agora, beijem a colega da direita. Boca aberta, e compartilhem o gozo. Bem profundo.
Cecília virou-se para Maria Clara. As duas se aproximaram de joelhos, bocas cheias colidindo em um beijo babado e viscoso. A porra misturou-se entre suas línguas, escorrendo pelos queixos enquanto elas se beijavam obedientemente, empurrando o sêmen de uma boca para a outra. O gosto se intensificou, depois de um minuto, passaram para a próxima.
Fizeram duas voltas completas no círculo. Cada beijo era mais molhado, mais degradante. Porra misturada de vários homens circulava entre todas as novatas, fios brancos escorrendo pelos seios, queixos e barrigas. Gemidos abafados, soluços e o som molhado de línguas se entrelaçando ecoavam.
Finalmente, Irmã Laura deu a ordem:
— Engulam. Tudo. Devagar. Sintam descendo.
Cecília engoliu com dificuldade, o sêmen quente descendo pela garganta. O gosto permaneceu forte na boca. Maria Clara tossiu um pouco, mas obedeceu, lágrimas descendo enquanto engolia a mistura viscosa.
Os homens sorriram satisfeitos. As instrutoras aplaudiram suavemente.
— Muito bom para o segundo dia. Vocês já são um pouco menos virgens na alma.
As novatas, exaustas, com gosto de porra na boca e corpos tremendo, foram levadas de volta para as aulas noturnas e, depois, para o jantar.
Irmã Laura e uma instrutora sênior, Irmã Helena, de 28 anos, corpo escultural e olhar severo, comandavam a aula.
— Hoje vamos começar a moldar o que vocês serão por fora e por dentro, anunciou Irmã Helena com voz aveludada. Uma boa esposa é elegante no salão e uma puta insaciável no quarto. Vocês vão aprender a rebolar, a olhar, a mover o corpo como quem implora por pau.
A aula começou com exercícios básicos de postura sensual, caminhar rebolando devagar, quadris balançando exageradamente, seios empinados, olhar de puta, olhos semicerrados, lábios entreabertos, língua passando de leve no lábio inferior, expressão de desejo submisso.
Depois veio o rebolar. As novatas foram colocadas em fila diante dos espelhos.
— Pernas abertas, joelhos flexionados, mãos atrás da cabeça. Rebolem!
A música lenta e grave começou a tocar. Cecília sentia o rosto queimar enquanto tentava mover o quadril de forma circular e provocante. Seu corpo jovem, ainda desajeitado, balançava as nádegas redondas. A instrutora corrigia com palmadas:
— Mais baixo, mais safada, Cecília! Empina essa bunda como se estivesse pedindo para ser comida!
Maria Clara, ao lado, rebolava com mais dificuldade, lágrimas de vergonha escorrendo enquanto seu quadril subia e descia. A pomada residual ainda fazia sua bocetinha pulsar a cada movimento. As instrutoras demonstravam: Irmã Helena rebolava com maestria, bundas firmes subindo e descendo com precisão, olhar fixo e devasso no espelho.
Em seguida, vieram exercícios em dupla, uma novata ficava de quatro enquanto a outra rebolava por cima, roçando a boceta na bunda da colega, simulando uma dança erótica. Cecília e Maria Clara foram pareadas. Cecília sentiu a bocetinha quente e molhada da amiga deslizando devagar sobre sua bunda marcada, enquanto ambas tentavam manter o olhar safado uma para a outra.
— Olhem como putas. Imaginem que é o pau do futuro marido que vocês estão seduzindo, ordenava Irmã Laura.
A aula terminou com todas ajoelhadas, rebolando sentadas sobre os calcanhares, repetindo em voz alta:
— Meu corpo é para agradar. Minha boceta, boca e bunda existem para servir.
No refeitório, as novatas foram novamente colocadas de joelhos em círculo, mãos atrás das costas. A comida era mais reforçada, arroz, feijão, carne macia e salada, mas tudo cortado em pedaços pequenos para ser comido com a boca ou com colher segurada pelos dentes em alguns casos.
O diferencial daquela noite foi o licor. Cada novata recebeu uma taça generosa de um licor doce, forte e aromático, uma mistura especial do convento com ervas afrodisíacas, álcool e estimulantes suaves. O gosto era doce no início, queimando agradavelmente na garganta.
— Bebam tudo, ordenou Irmã Beatriz. Isso vai ajudar a soltar o corpo e a mente para o treinamento noturno. Vocês vão aprender que até o álcool serve à obediência.
Cecília sentiu o calor descer rapidamente pelo estômago e se espalhar. Sua cabeça ficou leve, as bochechas coradas, e a excitação entre as pernas voltou com força. Maria Clara bebeu um pouco rápido demais e tossiu, olhos marejados. O licor deixava as novatas mais sensíveis, risinhos nervosos escapando, corpos mais soltos.
Enquanto comiam de joelhos, as instrutoras caminhavam entre elas, às vezes segurando a taça nos lábios de alguma novata ou dando palmadas leves quando uma se distraía. O ambiente estava carregado, cheiro de comida, licor, bocetas excitadas e o leve suor pós-banho.
— Vocês estão ficando bonitas assim, coradas e molhadas, comentou Irmã Laura, passando a mão no cabelo de Cecília. Amanhã será ainda mais intenso.
Após o jantar, uma breve sessão de devoção, oração ajoelhadas, recitando versículos sobre obediência conjugal e o treinamento noturno leve, uma revisão rápida das posições aprendidas, as novatas foram levadas ao dormitório.
Cada uma recebeu um pequeno plug anal de silicone médio, para manterem o treino durante a noite. Foram orientadas a colocá-lo elas mesmas sob supervisão. Cecília e Maria Clara se ajudaram mutuamente, envergonhadas, empurrando o plug devagar nas bundinhas ainda sensíveis. O licor tornava tudo mais confuso e quente.
Elas se deitaram nuas em suas camas simples, pernas ligeiramente abertas como ordenado. Algumas tinham vibradores de baixa intensidade ligados dentro da boceta, pulsando devagar a noite inteira como lembrete constante, e as luzes se apagaram.
No escuro, Cecília sentiu o plug pressionando dentro dela, o licor ainda circulando no sangue, o corpo latejando de desejo negado. Ao lado, Maria Clara respirava pesado.
— Cece… sussurrou ela baixinho. Eu tô… com medo… mas tô tão quente…
Cecília apenas apertou a mão da amiga no escuro. O convento dormia, mas os corpos das novatas permaneciam despertos, sendo lentamente moldados.
O segundo dia terminou com as duas garotas exaustas, marcadas, cheias de porra na barriga e plugs no cu, começando a sentir os primeiros sinais de quebra.

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