Oportunidade
Eu juro que estava em paz, vivendo uma vida sem problemas, até que....
Tenho cinquenta anos embora aparente ter menos idade, professor universitário e tive muitas experiências na vida e que, em sua maioria, só me renderam problemas, muitos deles financeiros.
Passei por dois casamentos frustrados e alguns relacionamentos que não deram certo. Talvez não tenha encontrado a mulher certa, pois as que tive ao meu lado sempre se mostraram de um jeito no início e a partir que o relacionamento evoluía, lá vinham cobranças excessivas, ausência de reconhecimento em relação a tudo que era oferecido, falta de carinho e até mesmo sexo ficava meio mecânico, enfim, uma série interminável de oposições.
É muito difícil você se dedicar de corpo e alma à sua parceira, investir sério no relacionamento, mostrar que quer o melhor para os dois, planejar, resolver os problemas e ainda sim, ser ignorado.
Foi assim que durante a pandemia que tomei duas decisões importantes: a primeira é que não me envolveria emocionalmente com mais ninguém e a segunda é que se porventura eu me envolvesse, não correria mais o risco de engravidar, por isso resolvi fazer uma vasectomia.
E assim minha vida prosseguiu tendo algumas relações com algumas mulheres e que quando percebiam que eu não queria nada sério, acabavam por terminar o relacionamento. Por incrível que pareça, outras continuam minhas amigas e de vez em quando saímos e fazemos sexo. Até hoje não entendi bem como isso funciona.
Há pouco mais de três anos, conheci Menudo e Paquita, apelidos dados por mim e quem nem eles sabem, jovem e lindo casal que se mudou para o apartamento ao lado do meu. Recém-casados, vindos de outro estado e sem parentes próximos, acabei me tornando um mentor para eles em todos os assuntos.
Acredito que tenham visto em mim uma pessoa de confiança porque, ao longo dos anos, desenvolvemos uma amizade sincera e sem interesses. Inclusive participei, como ouvinte e conselheiro em momentos de crise do casal e não foram poucos. Sempre, um ou outro, às vezes os dois, me procuravam para ouvir a minha opinião.
Enfim, estávamos juntos sempre que possível, pois eu era uma das poucas amizades que eles tinham. Além disso, passei a dar carona a Paquita pelas manhãs, já que era meu caminho para a faculdade, o que se tornou um convívio diário.
É possível que você esteja pensando: Ah... Deu em cima da menina. A resposta é não, embora ela seja linda. O respeito sempre imperou por alguns motivos meus, como por exemplo a idade, pois ela poderia ser minha filha. Do lado dela, nunca deu espaço e nem alguma indireta para algo, digamos, mais íntimo.
Nos últimos tempos, passei a notar que Paquita estava muito calada, pensativa e parecia magoada. Tentei puxar assunto perguntado se estava tudo bem, mas ela respondeu que sim e não quis prosseguir. Claro que não estava tudo bem, mas como não quis se abrir, fiquei na minha.
Até que numa manhã ela resolveu me contar. Chorando me disse que havia descoberto que o Menudo a estava traindo com uma antiga namorada e me mostrou uma sequência de fotos em que apareciam os dois. Sinceramente, Paquita era muito mais bonita e desejável do que a menina da foto, mas sabe como é, acho que o fato de transgredir motivou Menudo.
Essas redes sociais são perigosas, pois foi de lá que ela puxou o fio da meada, começou a ligar os pontos. Tudo isto ocorreu em outra cidade, a mais de seiscentos quilômetros de onde estamos e que Menudo tem ido com frequência, pois segundo ele, tem um cliente com uma máquina complicada. Cada vez que vai fica cerca de dois a três dias.
Sinceramente, eu sempre achei que estas coisas acontecem somente em filmes, que é impossível você descobrir e até conseguir provas, mas agora percebo que você precisa ter o máximo de cuidado. Quanto menos você se expõe, menos a chance de ser descoberto.
Olhei para ela com um sentimento de compaixão, afinal é uma menina nova, sofrendo por ser corna e mesmo sabendo que é muito comum, causa um pouco de revolta, mas não vou me meter neste vespeiro, pensei. O único conselho que dei foi o de conversar com ele.
O tempo passou, ela continuou quieta e numa sexta-feira o Menudo me liga pedindo:
- Você poderia levar minha esposa na academia amanhã. Estou fora da cidade aproveitando uma grande oportunidade e só volto na segunda-feira à noite. Vou fazer uns testes numa máquina e tem que ser feito no final de semana.
Concordei e pensei: que cara-de-pau: oportunidade.... Sei.... Num feriado prolongado.... Fazer testes com uma máquina. Ao mesmo tempo deduzi que Paquita não havia falado com ele, mas não seria eu que iria me intrometer, como já escrevi, porém, tudo começou a mudar.
Naquela noite, entrei na sala de aula da faculdade e comecei a discorrer sobre um assunto da minha matéria. Tudo normal, até que noto, com surpresa, a presença da Paquita, sentada e misturada com os demais alunos.
Prossegui a aula normalmente até o seu final quando todos foram embora e ela se aproximou de mim pedindo uma carona, pois estava num shopping próximo e resolveu vir para até a faculdade. Falei que Menudo havia me ligado e que a levaria na academia amanhã. Ela riu com ironia dizendo, como ele se preocupa comigo. Fiquei meio sem graça, mas...
Chegamos ao prédio por volta das onze e meia da noite e ela me convidou a entrar no seu apartamento dizendo:
- Não quer comer uma comida quentinha.... É rapidinho...
Com toda a minha experiência, não sabia se nessa fala havia um componente malicioso ou se era a minha imaginação. Resolvi não aceitar, dizendo que estava cansado, ela riu e entrou sozinha.
Fiquei no meu apartamento pensando e encarando a realidade. O que uma menina que não chegou aos trinta anos vai querer com uma pessoa muito mais velha. Estou imaginando coisas onde elas não existem.
Na manhã seguinte, ela toca a minha campainha e quando abro a porta me surpreendo. Ela estava com roupa para academia, aquela que é bem justa e que quando se tem um corpo bonito, como é o caso, a mulher fica espetacular.
Dei a carona e antes de descer ela me convidou para almoçar. Fiquei surpreso e ela entendeu e riu, me mostrando uma malinha e dizendo que estava levando outra roupa para se trocar depois do treino. Falei que não podia pois teria aula na parte da manhã e da tarde.
- Então tá. – Disse ela – Mas, de noite quero que você me faça companhia no jantar. Juro que preparo algo bem gostoso para você comer.
Assim que ela saiu do carro, pensei: Puta que o pariu de novo essa insinuação. O fato é que não era só as palavras como você está lendo aqui, era a expressão do rosto que ela fazia e o jeito como falava. Havia uma leve malícia implícita e me deixou confuso.
Sei que para muitas pessoas a situação de idade, de ser casada e mulher de amigo não tem nenhuma relevância, mas para mim, existia uma parte moral. Além disso, será que ela queria isso mesmo? Estaria ciente das consequências? Poderia não ser nada disso e eu não iria dar um passo que fosse me arrepender depois.
No final da tarde, de volta ao meu apartamento, tomando banho, repensei na situação e resolvi deixar acontecer, mas não iria forçar nada, a iniciativa teria que ser dela. A única coisa é que eu levaria umas duas garrafas de vinho branco, já que fazia muito calor e sabia que ela gostava.
Por volta das oito e meia da noite toquei a campainha no apartamento dela. Quando abriu a porta me surpreendi. Linda, estava com um shortinho e uma camisetinha curta, deixando à mostra seu umbigo. Gostosíssima é a palavra. É.... Posso ser respeitador, mas não sou cego.
Assim que servi o vinho ela tomou o copo de uma única vez e como se fosse água. Tudo bem que não era um copo cheio, mas evidenciava que ela estava nervosa. Propôs sentarmos na sala, assistirmos um pouco de televisão ao que concordei.
E assim foi mais um ou dois copos até que ela tomou a iniciativa, provavelmente vendo que eu não iria fazer. Se aproximou de mim, sentando-se mais próxima e sua mão veio por cima da minha bermuda alisando o meu pau. Agora eu tinha certeza do que ela queria.
- Tem certeza do que você está fazendo? – Perguntei.
- Claro. – Disse ela rindo – Sempre quis ter relação com pessoa mais velha e ainda mais com um professor. É uma fantasia antiga e se meu marido pode fazer o que bem entende, eu também posso.
Na hora a palavra que me veio à cabeça foi: oportunidade. A mesma palavra que Menudo havia me dito que teria naquele final de semana. Uma rápida visão passou pela minha mente enquanto já sentia a boca dela no meu pescoço e pensei: Estou sendo instrumento de uma vingança, mas se ela quer e o marido a está traindo, então foda-se.
Me virei e comecei a beijá-la. Acho que não consigo descrever o tesão que aquela mulher estava. Sabe aquele beijo cheio de troca de línguas, babado, molhado, mordido e aí meu tesão foi a mil. Queria enfiar a rola naquela menina.
Entramos no quarto, a agarrei por trás, beijando seu pescoço enquanto minha mão desabotoava o seu short. Vencido este primeiro desafio, minha mão deslizou, por dentro da calcinha.
Puxei o short e a calcinha para baixo e comecei a encoxar aquela bundinha gostosa. Ela rebolava levemente. Meu dedo entrava e saia, com delicadeza, naquela bucetinha que já estava molhadinha, até que ela disse:
- Ai professor.... Me come....
Rapidamente tirei minha roupa e quando a vi ela estava peladinha. Sabe aquela mulher que tem um corpo entre adolescência e mulher adulta. Peitinhos pequenos, bucetinha lisinha, completamente depilada e daquele tipo que os lábios ficam internos e só fica um rasgo na frente. Por outro lado, coxas grossas e a bunda perfeita.
- Sou vasectomizado. – Falei – Posso te comer sem camisinha?
- Pode. – Respondeu ela. – Eu já sabia porque uma vez ouvi você falar para o meu marido.
A deitei na cama, puxei suas pernas deixando-a num frango assado e comecei a brincar na entrada, esfregando meu pau naquela bucetinha e novamente ela pediu:
- Ai professor... Me come logo.... Eu não estou aguentando de tesão.... Me come.
Fui enfiando meu pau e sentindo todo calor que estava ali dentro. Posicionei minha mão por cima da vulva dela e comecei a massagear, levemente, seu clitóris. Acho que não demorou um minuto e aquela menina explodiu de prazer.
Eu já tive muitas relações na vida, mas nunca tinha visto alguém gozar tão rápido. Acho que o clima de vingança e o álcool deve ter potencializado o seu tesão. Como ela praticamente ficou sem reação, parei de meter, tirei o pau de dentro e ela disse:
- Caralho professor.... Que gozada gostosa.
Nisso, o celular dela tocou e era o Menudo. Ela atendeu, olhando e sorrindo para mim, dizendo ao marido que estava tudo ótimo. Conversaram por uns minutos e depois que desligou contou para mim que ele disse que estava com saudades, que estava todo carinhoso, que sentia falta dela.
- Professor, ele é um cara de pau, mas eu gosto dele. – Disse ela rindo. – Preciso me alimentar um pouco porque você me deixou cansada.
Para mim estava sendo uma experiência totalmente fora de padrão. Sempre havia comido mulheres de uma faixa etária entre cinco a seis anos da minha idade. Agora, comer uma novinha como ela é muito diferente, pois parece que você também é mais jovem e dá muito mais tesão.
Essa geração de mulheres mais nova é muito diferente da minha. Jantamos, bebemos mais vinho, conversamos, continuamos pelados e não havia nenhum pudor entre nós. Estava começando a ficar preocupado com isso, porque sabia que não podia me envolver porque era apenas uma aventura.
Depois de umas três horas voltamos para o quarto. Novamente beijos calorosos, até que ela começou a chupar meu pau. Acho que as mulheres não sabem a força que tem se souberem fazer um belo boquete. Paquita tem este dom, chupa macio, quente, babado, aproveita cada centímetro e tive que pedir para ela parar porque senão iria gozar.
Deitamos na cama e comecei a chupar aqueles peitinhos pequeninos e durinhos. Pequenas peras que quase cabiam inteiramente na boca. Os mamilos estavam eretos e sensíveis, pois só de tocá-los sentia a respiração dela aumentar.
Ela resolveu vir cavalgar. Ajeitou meu pau na entrada da bucetinha e veio descendo, até entrar tudo. Então começou a rebolar sensualmente. Minhas mãos foram ao encontro daqueles peitinhos para apalpá-los. Ela suspirava de tesão.
Começou o sobe e desce e minhas mãos começaram a ajudá-la. Deixei que ela controlasse da forma que quisesse e só tentava me segurar o máximo possível para não gozar. A danada sabe meter e o fez até que aumentou a velocidade e a força, já sussurrando coisas inaudíveis até que acabamos gozando juntos e ela, sem forças, desabou em cima de mim.
Ficamos ali, curtindo aquele momento, por uns minutos. Dava para ver que estávamos satisfeitos, cansados e disse a ela que iria para o meu apartamento, pois era o início da madrugada.
Já no meu apartamento, tomei um banho e deitei, pensando nestes momentos deliciosos que havia passado. Dormi que nem um anjinho e fui acordado com a campainha. Olhei no relógio e eram dez da manhã. Abri a porta e era Paquita que me disse sorrindo maliciosamente:
- Professor.... Preciso de uma aula de reposição.
- Então, deixe a porta aberta, vá para a sala de aula e me espere que já vou. – Respondi.
Que surpresa maravilhosa, pensei comigo mesmo e já tomei um Tadala, só para garantir. Fui para o apartamento dela, tranquei a porta e quando cheguei no quarto ela estava deitada, peladinha, me esperando.
Tirei a roupa e deitei ao seu lado começando a chupar seus peitinhos. Sua pele exalava um cheiro de sabonete gostoso. Ela estava arrepiadinha de tesão. Fui descendo pela barriga até chegar na vulva. Beijinhos, lambidinhas, mordidinhas, até que ela posicionou a minha cabeça por entre suas pernas.
Claro que ela queria ser chupada e assim o fiz. Lambendo seu clitóris, depois invadindo a vagina com a minha língua, fui me deliciando com seu sabor. A menina gemia, estremecia e eu tentava proporcionar o máximo de prazer.
Até que ela pediu:
- Professor.... Quero pinto.
No clássico papai-mamãe, abriu as pernas e deitei sobre ela. Com aquela dificuldade inicial fui penetrando-a e sentia meu pau sendo, literalmente, abraçado e acolhido naquele lugar quentinho.
De olhos fechados, ela gemia e mordia os lábios a cada estocada que eu dava. Alternei bastante a força e a velocidade porque também não queria gozar, queria aproveitar ao máximo aquela bucetinha deliciosa.
Enfim, ela começou a se contrair, suas unhas cravaram nas minhas costas, passou a gemer mais alto o que me fez aumentar o ritmo e, mais uma vez, acabamos gozando praticamente juntos. Cansado, permaneci em cima dela por uns momentos, até que saí.
Um prazer indescritível ver aquela menina, peladinha, com a bucetinha escorrendo meu sêmen. Ela estava tranquila, com sorriso no canto da boca, satisfeita naquele momento. Eu a abracei e ficamos assim, praticamente calados, até a hora do almoço.
Nos levantamos, tomamos um banho, almoçamos. Feita a digestão começaram as brincadeiras e ela me disse:
- Professor.... Quero ficar de quatro que é a posição que eu mais gosto.
Ver ela de quatro, aquele hambúrguer exposto, não tem como não comer. Enfiei a rola nela que jogou a bunda para trás para que entrasse tudo. A agarrei pela cintura e comecei a fazer os movimentos com os corpos se chocando e fazendo aquele barulho característico. A cada enterrada era um gemido.
Eu podia sentir a menina vibrando de tesão, principalmente quando eu dava tapas na bunda dela e ela pedia:
- Isso.... Me come.... Me come.... Não pára.... Me come...
Olha, fiquei uns bons minutos ali, sem gozar, acho que graças ao remédio que havia tomado. Meu pau estava sendo, literalmente, mordido pela bucetinha dela, mas eu estava firme e então, ela gozou, gemendo alto.
Tirei meu pau e deitei ao lado dela. Quando passou a euforia dela, me perguntou:
- Você gosta de bundinha?
- Claro. – Respondi surpreso porque é difícil ouvir isso de uma mulher.
- Se você tomar cuidado e ir devagar, de ladinho eu deixo – Disse ela.
Ela me entregou um lubrificante, camisinha e ficou deitada de bruços. Lambuzei seu anel, brinquei com os dedos e quando senti que ela já estava pronta, coloquei a camisinha.
De lado, como ela pediu, levantei um pouco a perna dela, apontei meu pau para o anelzinho dela e dei a primeira cutucada, de leve. Um gemido e uma contração. Encaixei novamente e fui colocando devagar, sem forçar.
Ela foi suportando sem se queixar. Coloquei uma mão eu seu seio e a outra na bucetinha onde passei a manipular. Isso fez com que ela jogasse a bunda um pouquinho para trás e com isso, gradativamente, fui introduzindo tudo.
Já sentia meus pentelhos roçando a bunda dela. Estava tudo dentro e comecei os movimentos. Ela gemia, mas não pedia para tirar. Fui comendo e aumentando a força. Ela é apertadinha e estava sentindo um tesão enorme.
Quando senti que ela estava dominada, sem tirar de dentro, nos ajeitamos e a coloquei de bruços. Com as minhas pernas, empurrei as dela para ficarem abertas e comecei a socar naquela bundinha. Eu prestava atenção nas reações dela, mas estava quietinha, gemia baixinho, respirava rápido.
Eu estava neste bem bom quando toca o celular dela novamente. Era o marido, bem na hora que eu estava prestes a gozar naquele cuzinho. Saí de cima dela para que atendesse. Péssima notícia, o marido estava a caminho e deveria chegar dentro de umas duas horas. Segundo o que ela me disse o teste com a máquina não tinha dado certo e ele decidiu voltar e curtir o feriado com a esposinha, acabando com a minha farra.
- Você não gozou. – Disse ela – Vamos tomar um banho que eu faço você gozar lá no banheiro.
Entramos no chuveiro e ela se ajoelhou e começou a chupar. Meu pau estava meia bomba mas com o contato com aquela boca imediatamente foi despertado. Chupou, punhetou e tomou uma gozada no rosto e logo pôs a boca na cabecinha para limpar e aproveitar o sêmen.
Nos enxugamos, eu a ajudei a arrumar as coisas na cozinha, peguei os vasilhames vazios do vinho e voltei para o meu apartamento. Não os vi mais no feriado.
Na terça pela manhã, ela me chamou como de costume para dar a carona. No carro perguntei:
- E aí.... Tudo bem?
- Tudo.... – Respondeu ela – Pena que tenha sido interrompido daquela maneira, mas quem sabe, teremos outra aula porque gostei do conteúdo.
- E o teu marido? – Perguntei.
Rindo ela me respondeu:
- Ele me disse que deu tudo errado lá. Que a máquina era velha e não prestava e que ele não iria mais voltar lá. É.... Máquina velha pode dar muito problema. O senhor prefere as velhas ou as novinhas professor.
- Depende. – Disse a ela – Mas sem dúvida tem novinhas que são espetaculares.
Ela gostou do que ouviu e deu um sorriso. Meu olhar para os dois mudou muito. Tenho pena do Menudo, pois virou corno. Sobre a Paquita é só tesão e sigo a vida e esperando uma nova oportunidade.
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Comentários (1)
Aninha: Adorei
Responder↴ • uid:8efjj5o20i