#Corno #Traições

O primeiro chifre

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João Gaia

O dia que minha esposa deu pro ex Café para as amigas, comida para o ex.

Era uma tarde de domingo abafada, daquelas que convidam ao pecado sob o pretexto do tédio. Janaína, com uma calça jeans e um body preto transparente com uma blusinha por cima, e um sorriso que escondia segredos profundos, estava nervosa com o que viria a fazer, mas com muita vontade e tomada pelo tesão.

Terminou o café com as amigas por volta das 17h30. Elas falavam de futilidades e, a essa hora, a mente de Janaína estava a quilômetros dali, focada no encontro que já havia agendado por mensagens discretas.

Ao se despedir, ela não pegou o caminho de casa. O destino era um apartamento antigo, onde Rafael, seu ex-namorado e eterno ponto fraco, a esperava. O reencontro foi explosivo. Havia uma urgência animal entre os dois, uma química que o casamento com Antônio jamais conseguira replicar. Nos braços de Rafael, Janaína se entregou sem reservas, deixando que ele marcasse cada centímetro de sua pele. Foi uma sessão intensa, suada e crua, que a deixou trêmula.

Naquele look, ela carregava um body preto, com botões na parte inferior, bem próximo à sua vagina. Por baixo, um conjunto de lingerie preta de renda com detalhes vermelhos que mal cobria sua vulva inchada, quente e, nessa hora, pra lá de úmida, completava a provocação: sexy, discreto, perigoso.

O encontro com Rafael tinha sido combinado para aquele domingo. Ele a esperava num apartamento antigo, onde a cidade parecia mais silenciosa do que o normal. Ela deixou o carro estacionado em lugar ermo, e ele a pegou com seu carro. Ela, casada com Antônio, conhecido na cidade, tinham que ser discretos. Chegando no apartamento, a troca de olhares foi rápida; a necessidade era uma chama que não precisava de palavras para inflamar. Ele a beijou com a paixão crua de quem não precisa de apresentações, puxando-a para a cama. Janaína sentiu o mundo afundar na massiva excitação que só aquele homem – que a desejava há muito tempo, e ela o mesmo – sabia despertar nela.

Ela deixava que a confiança de vestir o corpo naquela lingerie especial se misturasse à sensação de ser possuída por alguém que a desejava – e ela, mais ainda.

À medida que o tempo passava, a fome de ambos parecia aumentar. O corpo de Rafael moldava o deleite de Janaína com a firmeza de quem sabe exatamente onde tocar para fazê-la estremecer.

Assim que entraram, ele a beijou com paixão, jogou-a na cama e começou a despir ambos: tirou a própria camiseta e depois a blusa dela, até que estivessem totalmente nus. Ele beijou e chupou a vulva de Janaína – grande, úmida e superquente – antes de iniciarem o sexo. Depois de verificar que não precisava mais lubrificar, pois nessa hora a vulva dela já jorrava aquele líquido maravilhoso em cachoeiras, posicionou-se por cima e meteu gostoso naquela “casadinha” que há tanto tempo queria foder. Entre os movimentos, Rafael a xingava de “puta safada” e “vadia”, intensificando o prazer dela. Depois de um tempo, ele perguntou se ela queria pular no pau dele ou ficar de quatro; como Janaína adora levar estocadas fundas e sentir as bolas batendo em seu grelo, escolheu a segunda opção. Enquanto ele metia nela de quatro, confessou que já queria comê-la fazia tempo e falou que achava que ela também queria tanto quanto ele, pois ela já havia chegado lá completamente molhada, avisando que com certeza iria querer repeteco.

Enquanto isso, Antônio, o marido, aguardava ansiosamente em casa. Ele já sabia do encontro e não estava nervoso; a expectativa funcionava como um ritual, e a ansiedade de saber como teria sido o primeiro chifre consensual. Sentado na cama, imaginava detalhadamente o que Janaína estava vivenciando e se perguntava: Será que ela chupou o pau dele? Será que ela usou camisinha ou vai chegar toda cheia e lambuzada? Excitado com a ideia da esposa sendo possuída por outro homem, aguardava ansiosamente a chegada da esposa; mesmo assim, desejava tudo aquilo com uma intensidade quase louca.

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