#Bissexual #Corno

Convidámos um bissexual desconhecido, para realizarmos um trisal.

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Miguel

Ele falou-nos das suas fantasias e nos enviou fotos salientando o seu mega acessório que logo deixou a minha querida e bela esposa de queixo caído!

Foi como um tiro no escuro mas valeu a pena arriscar!
Como é habitual, comunicamos com vários homens pelo messenger e sempre há um ou outro que consegue conquistar a nossa mente, e desta vez foi o Armando!

Há vários meses que falávamos com este sugeito e desde logo sentimos alguma empatia por ele, só que como habita lá mais para o norte, era praticamente impossível virmo-nos a conhecer pessoalmente. Mas no entanto como o impossível não faz parte do nosso vocabulário, sempre mantivemos a fé... Esporadicamente, tanto ele como nós tomávamos a iniciativa de algo falarmos por mensagem, e desta última vez, foi o Armando a informar-nos que viria para a nossa área uma ou duas semanas em trabalho e logo de imediato a minha esposa fica radiante com a conversa.

Pouco tempo depois e já estando ele na zona há dois ou três dias, perguntou-nos se desejávamos mesmo que nos viesse fazer uma visita, informando-nos de imediato do dia e hora da sua disponibilidade.
E sim... no momento com todos os acertos, nos comprometemos.

Para quem ainda não nos conhece, eu sou o Miguel, 36 anos, 1,76 mt magro e de olhos azul turquesa.
Minha esposa Ana, 35 anos, 1,65 mt, elegante e também de uns lindos olhos azuis acinzentados e a cair para o loiro. Não posso também deixar de salientar as suas belas e rijas maminhas, que praticamente cabem, na concha da mão e costumo dizer, que todo o homem a quem ela se entrega, é um enorme sortudo.

Na hora marcada desse sábado à tardinha, tivemos então a honra de conhecer o Armando pessoalmente e depois das devidas apresentações, nos entrega uma garrafinha de branco ainda bem fresquinho, que de imediato abro e logo a todos sirvo um pouco.
Fizemos uma saúde a todos nós e também, a um belo serão que se avizinha prometedor sendo essas as minhas palavras como que dizendo, bem vindo ao nosso calor.

Apesar de toda a beleza da minha esposa, ela estava muito atraente, coberta por algumas transparências e de decote bem sugestivo.

Muito educadamente tal cavalheiro não fosse, o Armando perguntou à Ana se deixava ele provar seus lábios e logo a Ana se chega à frente.
Primeiro um pequeno toque para sentir, depois mais prolongado, para se provarem e quase como que de imediato a Ana me dá um pequeno pucho, para a três nos saborearmos e bastou-me ver a Ana em seus lábios, para que minhas calças começassem apertando.

Quando a Ana bebe, vira uma bela safada e o resto da garrafa, distribuo pelos copos.
Eu de um lado, vou tocando as pernas da minha querida, ele também as toca, mas não resiste mais aquelas arrebitadinhas maminhas e comenta; que mulher mais linda.

A Ana também quer algo tocar e sem algum preconceito, sente algo a que vai ter direito. Massaja e em sua mão aperta, para ter a certeza daquilo que a espera. Cinto, ela desaperta e da mesma forma também seus botões desaperta.
Sua mão mais fundo vai, pega nele e mais não larga até seu brilho ver, com o olhar de malandreca.

Ela logo se ergue do sofá, sem nunca o largar e pede ao Armando, para também se levantar, a camisa lhe vai tirando, seu corpo massaja, o beija com desejo e a seus pés vai ajoelhar e me desafia com o seu olhar, sinto que me provoca e nele vai mamar.
Por vezes volta-me a mirar , mostrando-me aquela enorme cabeça a sair e entrar.
O Armando geme todo louco e a Ana convida-me a ajudar.
Baixo-me e a Ana na minha boca também o mete e agora somos dois, nele a mamar.
Por vezes nossos lábios se tocam com ele a nos separar, mas nunca desistimos e depois de virmos de baixo, voltamos a nos beijar.
O Armando está prestes a estoirar e decidimos por ali parar, pois aquilo vai ter que durar.

A Ana sugere o quarto e logo o Armando na cama cai de costas, com o meu amor a seu lado, eu de pé fico a apreciar as dimensões daquele caralho nada normal.
Ele é grande, grosso e nada normal, não é cilíndrica como as que tenho visto, é mais para o achatado, é retangular.
Em toda a minha vida, só vi outra igual e tenho muita dúvida que a minha esposa a vá aguentar, pensei eu.

Ela se deita de costas e o desafia a meter, eu a beijo e acaricio toda ela, sua cara, seu pescoço e maminhas arrebitadas, enquanto ele do buraquinho se vai aproximando e metendo devagar.
Ela muito geme e grita, mas com ele quer levar.
Eu peço para ele a libertar por momentos e com minha boca mais a lubrifico e o seu enorme caralho, também vou lubrificar, para ele voltar a tentar.
A coninha da minha esposa toda é forçada a alargar e aos poucos ele a faz enterrar.
Toda ela está lá dentro e mesmo parado ela não pára de gemer.
Vem um pouco fora e a volta a meter, decerto ela está a ter dores e não a ter prazer.
Dela volta a sair porque ela assim quer e pede-me para ir buscar um lubrificante tipo gel e volta a tentar.
A Ana toda ela transpira e de seus olhos lágrimas chora de tanta dor, ou será prazer.
Com o gel, um pouco melhora, mas não quer mais continuar.
Se levanta e nele vai mamar, diz-me para me pôr a jeito, eu agora é que vou levar.
Muito bem nos lubrifica, aquele caralho ela bem me aponta e diz pro Armando, agora é só empurrar.
Agora gemo eu de dor, mas sei que o vou aguentar.
Ele empurra, eu lhe peço pra parar, ele volta a empurrar, até toda ela me enterrar. Por favor pára um pouco, deixa a carne se adaptar, assim suplico eu sem parar.
Um tempinho depois eu mesmo lhe peço para continuar e o Armando me dá sem piedade.
Não levou muito tempo para quase se estar a vir e de um ápice a tirou.

Então eu peço-lhe para me dar o leite na boca, limpa bem o barrote e a boca me vai foder.
Confessei que gostava de experimentar uma ejaculação bem no fundo da garganta, pois era minha fantasia.
Minha cabeça segura forte e bem no fundo da minha garganta se começa a vir. Sinto um pico de ácido, ou salgado só podia ser e leite sinto pela garganta a descer.
Tanto tempo estive sem respirar, que tusso sem parar e com tanta esporra acumulada, tudo à minha volta vou sujar. Leite espesso e em cascata da minha boca escorre e ele mete a mão, para a cama eu não sujar.
Esta estória é real, aconteceu há menos de dois anos e gostava de repetir.

Muitas outras aventuras idênticas tenho em meu reportório, só não sei se as gostam de ouvir!?

Agora a Ana acabou de me dizer que já é tarde e que temos que ir dormir.

Grande abraço para quem gosta de me ler!

Comentários (2)

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  • Tuga tarado: Quem sabe eu venha a ser um próximo a saborear a tua bela Ana e os dois a saborear o meu grande e grosso barrote ;) continua escrevendo, fico com muita tusa!

    Responder↴ • uid:b9408ou4fyk
    • Miguel: Muito obrigado pelo apreço, são pessoas como tu que me incentivam a partilhar a nossa doida vida sexual. Nós habitamos na área oeste, muito perto à praia azul e quanto ao bem bom, nunca se sabe!!!

      • uid:sgxcbim2