Comi meu amigo no churrasco em família
Durante o churrasco da avó, com a família toda do lado, eu fugi pra casa vazia com o meu amigo e rolou a nossa putaria.
A tarde tava quente pra caralho, daqueles dias que o sol queima até o asfalto. Eu voltava de moto com o pão fresquinho no bag, o cheirinho invadindo tudo, quando vi duas motos paradas na esquina. Meu peito apertou na hora. Era ele. O amigo de infância que tinha se mudado. Do lado, um primo dele de São Paulo, daqueles que vieram passar a Copa. Quando passei devagar, o primo acenou:
— Opa, eae!
E aí veio a voz dele, baixa e seca:
— Viado.
Não sei se foi pra mim. Mas aquela palavra entrou no meu capacete e não saiu mais. Cheguei em casa puto, sentindo uma mistura louca de raiva e tesão. Porque a gente não era mais próximo, mas o passado... ah, o passado voltava forte demais. Lembrei da última vez, no churrasco da casa da minha avó. A casa bem no meio: direita do meu primo, esquerda da minha mãe. Quintal cheio de gente da comunidade, fumaça de churrasco, cerveja rolando solta. No final da tarde, quando a maioria já tinha ido embora, uns poucos amigos ficaram na sala vendo pornô no celular. As rolas tudo marcando nas bermudas, o clima pesadão. Um a um os caras foram vazando. Sobramos eu, ele e mais dois. Despistei meu irmão e o outro com a desculpa de buscar bolacha em casa. Ele entendeu na hora o que eu queria e veio atrás. A casa tava vazia. Coloquei o pacote de bolacha na mesa só de fachada, abri um vídeo bem safado no celular. Ele sentou na cadeira. Antes dele terminar de falar qualquer merda, eu já tava de joelhos na frente dele. Ele nem hesitou:
— Porra, vai...
Fomos pra sala de estar. Deixei só a luz da cozinha acesa, o resto no escuro. As janelas de vidro eram perigosas pra caralho, qualquer movimento dava pra ver das casas do lado. Ele quis acender a luz, eu mandei:
— Não acende não, seu doido. Quer que todo mundo veja a gente comendo o cu um do outro?
Começamos bruto. Ele me jogou no sofá, eu de costas no assento com as pernas bem abertas pra cima. Ele cuspiu na rola grossa e meteu tudo de uma vez. Socou forte, bem fundo, gemendo baixo enquanto me arrombava. Depois trocamos. Eu sentei ele de quatro no sofá, aquela bunda carnuda, morena e empinada brilhando de suor. Segurei aquele cabelo cacheado dele bem firme, puxei pra trás e meti tudo. Socava gostoso, batendo fundo, falando no ouvido dele:
— Tá gostando da rola, hein safado? Geme pra mim baixinho... isso, assim...
Ele gemia rouco, controlando a voz pra não vazar pra fora, empinando mais a bunda pra tomar tudo. Depois a gente ficou em pé. Ele me virou, segurou minha cintura e meteu com força pra caralho. A rola dele entrava inteira, batia fundo, me fazia ver estrela. Eu tentei fugir me segurando nas paredes da sala porque não tava aguentando o tamanho, mas ele me segurou firme e rosnou no meu ouvido:
— Não tira não, porra... aguenta esse pau.
A gente fodia sabendo que a família inteira tava a poucos metros dali. Sabendo que era proibido. Sabendo que tinha o primo dele também, aquele que foi pro interior. Os três juntos, várias vezes... trenzinho, ele no meio gemendo feito puta, levando rola na boca e no cu ao mesmo tempo. Segredo nosso, só nosso. E agora esse mesmo cara, que já tinha sentado gostoso na minha rola e me pedido pra não parar, soltava “viado” na rua na frente de outro macho. Eu poderia acabar com a onda dele. Poderia chamar de corno na frente de todo mundo, já que a namorada tinha dado o maior chifre. Poderia contar que ele gemia igual vadia quando tava com a bunda arrombada. Poderia abrir o jogo sobre o trenzinho.Mas se eu abrisse a boca, o segredo explodia. Virava fofoca na comunidade inteira, briga de família, olhares tortos em todo churrasco.
A gente se considerava hétero pra caralho, né? Pegava mina, comia garota pra todo lado quando dava. Mas na comunidade era foda, poucas garotas, as que tinha eram tudo novas demais. Aí, quando o tesão apertava e não tinha buceta por perto, a gente se aliviava um com o outro. Era só putaria entre amigos, coisa de moleque pra descarregar, sem frescura. Ele sentava gostoso, eu metia nele, ele me comia... e no outro dia tava tudo normal. Ou pelo menos era pra ser assim.
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