#Gay #Teen

Minhas Estórias - 1

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Agora com os meus 55 anos de vida, resolvi compartilhar minhas gostosas estórias da minha adolescência, tempos bons.

Meus pais e meu irmão, mais velho, trabalhavam fora, de manhã ia para escola e a tarde ficava sozinho em casa, tinha como obrigação fazer as tarefas passada pelos professores e revisão das matérias e depois disso, tinha a tarde livre para brincar e mesmo a noite quando a molecada da rua se juntava para brincar de salva, pé na lata entre outras brincadeiras da época.
Mudou-se para perto da nossa casa uma família, de negros, que também os pais trabalhavam fora, Carlinhos o único filho deles, que tinha mesma idade, entrou na mesma escola e sala minha, logo fizemos uma boa amizade e passamos a trocar informações sobre a escola, contei a ele a minha rotina em casa e me confessou que também que ficava sozinho todos os dias da semana, pelo mesmo motivo meu, falei que se quisesse poderíamos estudarmos juntos nas tardes e depois nos juntarmos aos colegas da rua para brincarmos.
Nossos pais acharam interessante, mesmo porque um faria companhia ao outro e ao mesmo tempo, estaríamos nos dedicando mais aos nossos estudos, um ajudando o outro, com isso, todas as tardes, após o almoço, as vezes na casa dele outras na minha casa, fazíamos as nossas obrigações e depois, quando a turma da rua se juntava para brincar, íamos pra lá, as vezes brincávamos só nós dois.
Um dia, mexendo numas gavetas no quarto meu e do meu irmão, acabei encontrando umas revistas de estórias de sexo, com fotonovelas de sexo, quando terminamos nosso momento de estudos e íamos brincar, eu falei com Carlinhos o que havia achado, ele ficou curioso e quis ver também, com muito cuidado para deixar do mesmo jeito que encontrei as revistas, para que meu irmão não desconfiasse, peguei duas revistas.
Ficamos folhando e vendo as cenas da revista, isso despertou a curiosidade de como as mulheres aguentavam tudo dentro, a gente admirava tudo, pois era novidade, até então o que sabíamos sobre sexo, era o que os moleques falavam.
Um dia a gente vendo uma revista, Carlinhos perguntou se eu sabia o que os meninos haviam dito um dia quando estávamos brincando, falaram sobre punhetas, até falaram que um dia a gente poderia nos reunir para batermos todos juntos, mas tínhamos que pensar em alguma coisa para estimular, não disse nada pra turma sobre as revistas, mesmo porque não eram minhas, mas falei pro Carlinhos que um dia tinha visto algo sobre punheta, mas nunca havia feito nada igual, ele disse que também nunca havia feito, nos concentramos nas revistas e logo estávamos com nossos pinto durinhos, levantei para beber água
Carlinho – Porque será que a gente fica com o pinto duro, quando vemos a revista? O seu está duro.
Eu – Você também está com o pinto duro, rsrs.
Carlinhos – Quer ver?
Eu – Mostra aí, deixa eu ver, e já tirei o meu do short também pra ele ver.
Eu – O seu é maior que o meu.
Carlinhos – Só um pouco, mas o seu é mais grosso.
Pegamos uma outra revista e aí já mais à vontade vimos juntos, já pegando nos nossos pintos, iniciando assim uma punheta, cada um no seu pinto, de vez enquanto um acabava olhando para o pinto do outro, chegamos ao clímax, a respiração mais acelerada, gozamos, pegamos outra revista.
Eu – Senta aqui perto assim você vê melhor.
Eu – Vamos ficar pelados, assim a gente fica mais à vontade.
Ele topou, pelados facilitava ainda mais nossos movimentos da punheta, assim pudemos contemplar ainda mais o pinto do outro, mas também não perdemos a oportunidade de ver a bunda do outro.
Eu – Sua bunda é bonita, até parece com a da mulher da revista.
Carlinhos – A sua também parece igual.
Eu por ser branco, bunda redondinha e branquinha e lisa com a marca de sol, a dele, também redondinha e lisinha, só que pretinha, por ser negro. Logo voltamos bater mais uma punheta até gozar.
Continua...

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