Eu Ariana amo o sexo
Minha iniciação no sexo, Ruben foi meu primeiro homem, depois não parei, adoro sexo, sem tabus morais,
Oi, meu nome é Ariana, 29 anos, professora, moro em Niterói — cidade linda, mas com trânsito que é osso, viu? Minha mãe se separou quando eu tinha 14, e dois anos depois conheceu o Roberto, um cara gente boa que já tinha um filhão, o Ruben, dois anos mais velho que eu. A gente se mudou pra casa dele e, em vez de rivalidade, rolou uma amizade leve, daquelas de cúmplice, sem frescura. Cada um no seu quadrado, mas com uma sintonia que ia além.
Sempre fui adiantada. Na escola, as amigas ensinaram sobre se tocar, e eu testei. No começo, tímida, trancada no quarto. Até que um dia, pelada na cama, me explorei de verdade — seios, mamilos, descendo até a xaninha melada. Esfreguei num vai-e-vem, respiração pesada, até vir aquela onda elétrica que me deixou mole, tremendo igual vara verde. Fiquei ofegante, sorriso bobo, viciada na sensação.
Um tempo depois, confessei pro Ruben: "Ô, você já se tocou?" Ele riu, mas mandou a real: "Claro, pô! Quem nunca?". A partir daí, o clima mudou. Num dia que a casa ficou vazia — mãe e Roberto tinham saído — me cheguei nele, falei baixinho com a voz rouca: "Sabe o que a gente falou? É muito gostoso, né?".
Ele me encarou, não desviou. Passou a mão no meu rosto, os dedos macios deslizando pela minha pele, e me beijou. Foi um beijo lento, gostoso, que foi ganhando força. Eu tremi inteira, sentindo meu corpo esquentar como se tivesse pegando fogo, um arrepio subindo da nuca até os pés.
Na sala, as carícias foram rolando — ele enroscou os dedos nos meus cabelos, eu passei a mão no peito dele, sentindo o coração acelerado. Ele me puxou pela cintura, e a gente se beijou com mais fome. Ele deslizou a mão pela minha costela, devagarinho, deixando um rastro de arrepios, pegou minha mão e beijou cada dedo, um por um, com a língua roçando de leve. Eu tremi toda de novo. A gente ficou ali, trocando carícias — ele acariciava minha coxa por cima da calça, fazendo círculos lentos que me deixavam toda arrepiada; eu passava a mão pelo pescoço dele, sentindo o pulso disparado.
Eu tava tão excitada que nem pensei duas vezes. Segurei na mão dele, puxei com força: "Vamos pro meu quarto". Ele hesitou um segundo, mas eu insisti, com um sorriso safado, e ele foi, meio bobo, meio rendido.
No quarto, a porta fechou com um clique. O ar tava pesado, quente. Eu virei pra ele, beijei sua boca com mais vontade, enquanto minhas mãos já tiravam minha blusa, jogando no chão, de sutiã. Olhei nos olhos dele, pedindo: "Me despê". Ele entendeu, abriu meu sutiã com dedos meio trêmulos, e a peça escorregou. Eu devolvi, puxei a camisa dele, passei as mãos pelo tronco enquanto a camisa subia, até ele ficar nu da cintura pra cima.
Deitei na cama e puxei ele junto. A gente se enroscou no lençol, corpos colados, pele quente suando de leve. Os beijos ficaram mais intensos, línguas se encontrando, respiração ofegante. Minha mão desceu, escorregou pela barriga dele, passou pela borda da calça e segurou seu pau — duro, quente, pulsando. Ele gemeu baixo contra minha boca, e eu senti meu corpo todo tremer.
Com a voz carregada de tesão, mandei: "Tira a calça". Ele obedeceu na hora, abriu o botão, puxou o zíper. A calça deslizou, e ele ficou de cueca, o volume marcando forte. Meus olhos grudaram ali, e eu senti um calor subir. Me aproximei de joelhos na cama, passei a mão por cima da cueca, sentindo a dureza. Com jeito, puxei devagar, revelando ele inteiro — nu, duro, exposto. Fiquei doida olhando.
Levei a mão até ele, toquei com a ponta dos dedos, sentindo a textura macia e quente. Fechei a mão em volta e comecei a masturbar ele num vai-e-vem lento. Ele jogou a cabeça pra trás, fechou os olhos, soltou um gemido alto. Eu olhava cada reação, cada contração do corpo dele, enquanto minha mão deslizava num ritmo que parecia ter vida própria.
Tirei minha calcinha, jogando pro lado, ficando completamente nua. Vi o corpo dele tremer de excitação e ansiedade. Ele mordeu o lábio, os olhos devorando cada pedaço de mim.
Me deitei na cama, sentindo o lençol frio contra minhas costas quentes, abri as pernas devagarinho e estendi a mão, puxando ele pra cima de mim. Ele se ajeitou, o corpo dele cobrindo o meu, o peso gostoso me pressionando contra o colchão. Ficamos nos olhando, respiração misturada, suor começando a brotar.
Eu queria. Queria sentir ele dentro de mim. Ele encostou a ponta do pau na minha entrada, bem devagar, e eu senti um arrepio subir inteiro. Ele olhou nos meus olhos, pedindo confirmação, e eu acenei, ofegante: "Vai".
Ele começou a entrar, centímetro por centímetro, devagarinho. Eu senti uma pressão, uma ardência gostosa, e minha mão agarrou as costas dele, enterrando as unhas de leve. Ele parou, esperou eu me acostumar. Eu respirei fundo, sentindo meu corpo se abrindo pra ele.
Quando ele foi mais fundo, senti uma fisgada — minha virgindade se foi naquele instante, num misto de dor aguda e uma sensação tão intensa que parecia que meu corpo inteiro tinha despertado. Soltei um gemido alto, misturando o incômodo com uma onda de tesão que vinha de dentro. Meu corpo tremia inteiro, as pernas se fecharam em volta da cintura dele, puxando ele mais pra perto.
Ele começou a se mover devagarinho, num vai-e-vem lento que me fazia sentir cada centímetro me preenchendo. A pele dele batendo na minha, o som molhado se misturando aos nossos gemidos. A dor foi virando prazer, um prazer profundo que subia do pé da barriga, e meus gemidos foram ficando mais altos, mais soltos.
O ritmo foi acelerando, ele começou a estocar com mais vontade, mais força. Meu corpo todo balançava na cama, os seios pulando, a respiração cortada. Minha mão deslizou até minha própria xaninha, comecei a me tocar junto com a penetração, e aquilo foi o gatilho — uma onda elétrica começou na ponta dos pés e subiu até a cabeça. Meu corpo inteiro contraiu, fechei os olhos com força, soltei um gemido longo e rasgado, e gozei. Foi um tremelique gostoso que me deixou mole, bamba, os braços caídos no colchão, a respiração disparada.
Mas ele não parou. Mesmo comigo toda molinha, derretida, ele continuou estocando, cada vez mais rápido, mais fundo. O pau duro deslizando na minha umidade, me fazendo gemer baixinho a cada entrada. Meu corpo reagia sozinho, pequenos espasmos que se misturavam aos movimentos dele. Eu sentia o peso dele sobre mim, o calor, o ritmo constante que parecia não ter fim.
Até que ele jogou a cabeça pra trás, os músculos do abdômen se contraindo, e soltou um gemido rouco, profundo, enquanto gozava dentro de mim. A sensação quente e molhada se espalhou por dentro, e eu tremi de novo, sentindo cada pulsação dele.
Ficamos ali, ofegantes, o corpo dele ainda pesado sobre o meu, a respiração se acalmando aos poucos, o suor grudando a pele, o cheiro de sexo pairando no ar. Eu olhei pro teto com um sorriso bobo no rosto, sentindo cada parte do meu corpo vibrar ainda, e pensei: "caralho, isso foi tudo o que eu imaginei — e mais um pouco".
Espero que tenham gostado nosso relacionamento esquentou mesmo, depois eu conto.
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