#Gay #Incesto #Teen

Escravo Familiar: Capítulo 45 (Brincadeiras entre primos)

5.2k palavras | 0 | 0.00 | 👁️
Tártaro

Na manhã seguinte, acordei sozinho na cama grande de papai. O quarto ainda estava escuro, com a porta do banheiro fechada. Do lado de dentro do banheiro, vinham sussurros explícitos.

— Calma, pai! Aí, assim, isso, mete, mete, aí meu cuzinho...

— Caralho, Thiago, que cu gostoso! Apertadinho do jeitinho que eu gosto! Huuuuuuuuuum!

Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc...

Caralho! Será que estava escutando isso mesmo? Papai estava fodendo meu irmão no banheiro?

Fazia muito tempo desde a última vez que papai tinha dado pirocadas no meu irmão, e, se me lembro bem, foi por punição. Não conseguia acreditar naquilo.

Parei para escutá-los e aproveitei para me masturbar.

— Hããã! Hãããããã! Hãããããã!

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Aaaaaaah, cara! Aperta meu pau, filho, vai, assim, faça-me gozar! Ãããããh, Ãããããh, Ãããããh, toma leite, putinha, toma meu leiteee nessa cucetinha. Aaaaaaaaaaaaaah!!!!

Eu me masturbava escutando os dois foderem no banheiro, e, no mesmo instante em que eles gozaram, eu também gozei.

Pffffffffffffffffffffffff PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

— Ãããããh!!

Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf

Em seguida, escutei estalos de beijos vindos do banheiro.

muá muá muá muá muá.

Depois que gozei, virei de lado, fingindo que ainda dormia, e esperei que eles saíssem do banheiro.

Papai abriu a porta e verificou o quarto, olhando se eu ainda estava deitado e dormindo. Como não viu nenhum movimento suspeito, saiu do banheiro em silêncio junto ao meu irmão.

Os dois colocaram as roupas e logo saíram do quarto, batendo a porta atrás de si. Abri meus olhos novamente, espreguicei-me na cama e, jogando o cobertor para o lado, levantei.

Fui para o banheiro, não encontrei nenhum vestígio da porra dos dois, abri o cesto de roupas sujas e vi a cueca suja e gozada de papai. Peguei-a e a levei para minha boca.

Lambi a porra fresca que estava grudada na cueca que ele havia usado para se limpar e depois cheirei, sentindo seu odor. FSSSSS!!

O cheiro era forte, cheiro da pica e do cuzinho do papai, mas esse cheiro mexia com algo dentro de mim que eu não entendia naquele momento, mas que mais tarde iria entender.

Coloquei a cueca em cima da tampa da privada e voltei a bisbilhotar o cesto de roupas sujas. Encontrei a do meu irmão e fiz a mesma coisa: cheirei FSSSSS! A dele estava com gotas de urina no tecido, o que deixava o cheiro mais forte e atrativo para mim. Aspirei fundo, sentindo o odor ácido e salgado do seu xixi e pau, depois procurei o cheiro do cuzinho dele e me acabei cheirando, delirando com os odores.

Sem me importar, segurei o meu pau duro e comecei a me masturbar, cheirando a cueca suja dele, gemendo baixo, imaginando e suplicando para que fosse sua pica, ao invés da sua cueca.

— Ãããããh irmão, que pica cheirosa , isso marque seu território com seu cheiro delicioso em mim. Aaaah!!

Comecei a acelerar minha punheta e gozei, espirrando minha porra pela pia e pelo chão do banheiro.

— Aaaaaaah! Pffffffffffffffffffffffff!!!

— Arf Arf Arf Arf Arf Arf

Recompus-me e devolvi as cuecas no cesto de roupa suja. Limpei a sujeira que tinha feito, lavei minhas mãos e saí do banheiro.

Saí procurando minhas roupas pelo quarto; elas estavam jogadas no chão ao lado da cama. Peguei-as e vesti, coloquei meu chinelo nos pés e, abrindo a porta, fui para o andar de baixo atrás dos meus dois machos.

Desci as escadas e fui para a cozinha. Papai estava tomando um café preto enquanto meu irmão o chupava de joelhos no chão.

— hum! COFF COFF COFF COFF! Papai se engasgou ao me ver e retirou meu irmão do seu pau.

— Filho, acordou, querido! Ele disse, recompondo-se.

Meu irmão levantou-se rápido, olhando-me com constrangimento.

— Levantei. Bom dia! Mas por que vocês estão constrangidos? Não entendi, vocês já haviam transado outras vezes, até mesmo junto comigo, mas agora estão se fazendo de puritanos? Não entendi.

Eles se entreolharam e meu irmão, coçando a garganta, disse:

— Bom, é que faz tanto tempo que não transamos que ficamos constrangidos de fazer amor na sua frente, até porque eu e papai nunca tínhamos feito amor, sempre foi só punição e nunca tinha prazer, então isso é fora do que estamos acostumados, e você pegou-nos no flagra.

— Sei! Mas vocês são ridículos!

— Olha a boca, putinha, senão te estouro! Disse papai, repreendendo-me.

— Ah, pai, para! Não vem dar uma de machão para cima de mim não, porque transamos com inúmeros homens até esse momento, e você já comeu e deu várias vezes. Para de frescura.

— Vamos mudar de assunto, por favor! Papai falou, esquivando-se.

— Tá, se você é fraco para admitir que gosta de outros homens, além de mim, te chupando, então pelo menos poderia fazer isso mais escondido. Eu escutei vocês dois fodendo no banheiro, e sim, eu gostei e gozei muito.

Papai ficou de boca aberta e depois a fechou, tentou se explicar, mas para quê?

Fiz sinal de que não me importava e comecei a caçar algo para comer. E logo perguntei os planos do dia.
— Meu senhor, você não me deve satisfação de onde enfia seu pau, então não quero explicações. Vamos falar sobre o que interessa, que é o que você tem para mim hoje?

Papai coçou a garganta, continuou com ar de constrangimento, mas logo disse:

— Bom, meu filho, hoje é sábado, papai não vai trabalhar, e seu tio Manoel convidou-nos para uma festinha mais tarde, na casa dele. O que você acha? Vai estar a família toda reunida, e faz muito tempo que isso não acontece, então quero ir.

— Oba! Finalmente algo de bom está acontecendo. Falei animadíssimo.

— A que horas tenho que estar pronto? E a mamãe vai?

— Ah, com certeza! E vamos sair daqui umas 19:00. Preciso que você esteja muito bem arrumado, porém você não tem permissão para transar com seu ninguém hoje. Se eu souber que você fodeu com algum macho nessa festa, você e ele ganharão umas porradas lá mesmo, tá ouvindo?

— Sim, meu senhor! AFF, e quanto tempo vou ter que esperar para foder novamente? Perguntei todo assanhado.

— Mas é uma putinha vagabunda mesmo! Não sei, viadinho, não tenho planos para isso, mas tenho certeza de que, durante a festa, algum tio, primo, ou seja lá quem, vai pedir para marcarmos algo.

Ah! Você vai ficar comigo o tempo inteiro, preciso ficar de olho em você, senão seu cu roda! Ele disse, dando risada.

— Tá bom, meu senhor, mas quero pica o quanto antes. Falei, mordendo os lábios.

— AH, é? Então vem cá!

Papai pegou no meu braço e me puxou para si, beijou minha boca e abaixou minha calça junto com minha cueca. Meu irmão Thiago foi para trás de mim e enfiou o dedo no meu cuzinho e a boca no meu pescoço.

— Hããã! Gemi para os dois.

Meu irmão segurou seu cacete duro pela base e abriu minhas nádegas, pincelou seu cacete na porta do meu cuzinho e começou a pressionar a cabeça da pica rosada.

— Hãããããã! Gemi baixinho, na boca de papai, que enfiava a língua dentro dela enquanto me punhetava.

— Ah, cuzinho gostoso! Vou te estourar, moleque! Disse meu irmão Thiago, chegando até minha próstata.

Papai me pressionou no seu corpo, deixando nossos paus grudados, e começou a se movimentar. Já meu irmão segurou no meu ombro e começou a me foder.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Hããã! Pepe, cuzinho delicioso do caralho!

— Aaaah, aaah! Eu gemia fino para ele e papai.

Papai segurou meu maxilar com a mão esquerda e, com a direita, começou a me bater na cara.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT...

Meu irmão começou a rir atrás de mim e também começou a me dar palmadas na bunda.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

Segurou mais firme na minha cintura e bombou muito forte e rápido.

Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

— Aaaaaaah Aaaaaaah Aaaaaaah!!

Deu uma estocada bruta e gozou fundo no meu cuzinho, enchendo-o de porra.

— Ãããh! PLOC! Pffffffffffffffffffffffff!

Gozei junto com ele, com papai me masturbando e batendo na minha cara.

Arf Arf Arf Arf Arf Arf

Ele saiu de dentro e papai parou de me bater, beijou minha boca e disse:

— Limpa essa sujeira e se prepara para mais tarde; nada de foder com mais ninguém hoje.

— Tá bom, meu papai! Prometo não te desobedecer.

Fui atrás de papel higiênico, aproveitei e peguei um desinfetante para jogar no chão da cozinha.

Removi nosso sêmen, ainda com o do meu irmão, no meu rabo, descendo perna abaixo. Depois de tudo limpo, fui tomar um banho e me distrair para mais tarde aproveitar a festa.

No banho, senti um pouquinho de ardência no meu cuzinho, mas sabia que tinha sido do sexo. Lavei-me, passando sabonete e higienizando-me bem. Enxaguei meu corpo e desliguei o chuveiro, me sequei e fui pelado para meu quarto, deixando a toalha no aparador.

Entrei no meu quarto e coloquei uma roupa simples, uma calça de moletom com uma camiseta de manga curta, e fui aproveitar alguns de meus hobbies.

No final da tarde/início da noite, papai veio até meu quarto.

— Já comece a se arrumar, às 19:00 vamos sair. Quero você bem lindo para eu poder exibir você bastante, e não esqueça sua coleira.

— Tá bom, meu senhor!

Levantei da minha poltrona, deixando meu notebook em cima dela, e fui para meu guarda-roupa escolher o que vestir.

Escolhi uma bermuda jeans azul-escura, com uma camiseta preta de manga curta, coloquei um All Star, passei um perfume, recolocquei minha coleira e saí do quarto.

Fui para o andar de cima da casa, para o quarto de papai. Entrei e ele estava se trocando.

— Está pronto, filhão?

— Estou!

— Que roupa simples, não quis se produzir hoje?

— Para quê? O senhor deixou bem claro que eu não posso foder com ninguém na festa, então não tenho motivos para ir tão produzido.

— Ah, então quando você sai com uma produção, é porque você vai transar, né, safadinho!

— Sim, papai, você inclusive que compra as minhas produções.

— Então tá bom, meu filhote. Papai terminou, vamos atrás do seu irmão e da sua mãe para podermos sair.

— Está bem!

Ele entrou no closet novamente do seu quarto e pegou a guia da minha coleira na primeira gaveta da sua cômoda, prendeu na argola da minha coleira e, logo, saímos do quarto.

Conforme fui andando destraidamente, papai puxou e enrolou a guia no seu pulso direito, fazendo meu corpo encostar de encontro ao seu.

— Ei, calminha aí, não precisa de pressa!

Ele encoxou-me e enfiou o nariz no meu pescoço, me cheirando.

— Fssssssssssssss!

— Huuuuuuuuuum! Como meu amor tá cheiroso, late pro papai, late, minha cadelinha. PLAFT! Ele deu um tapa na minha bunda.

— Au! Au! Lati para ele, todo dengoso.

Voltamos a andar e descemos a escada para o andar de baixo. Meu irmão saía do quarto todo arrumado, todo de preto, com o cabelo bem penteado e com um relojão no pulso.

— E aí, o que acharam? Perguntou ele, exibindo-se, e dando uma voltinha para vermos o look dele.
Papai puxou minha guia para ele, fazendo meu corpo ir de encontro ao seu, e me agarrou firme.

— Está lindão! Comentei.

— Que bom que gostou, putinha, você está simples demais. Por quê?

— Para não chamar atenção e para ninguém tentar foder comigo hoje, estou proibido de fazer sexo na festa, ordens do papai.

— Sei! Melhor assim, já sabe: se quebrar as regras, você é castigado. E, sinceramente, eu gostaria que isso acontecesse. Estou louco para te foder.

— Vai ficar querendo! Não vou dar esse gostinho para você!

— AH, é safado! Ainda bem que te fodi de manhã, senão você ia ver agora!

— Epa! Disse papai, intervindo e olhando para meu irmão: — Não ouse fazer merda de novo, Thiago. Lembre-se do que aconteceu quando você desobedeceu.

— Buff!!!! Saco! Meu irmão disse e se afastou da gente.

Papai soltou um pouco minha guia e me puxou para a bancada onde estava a sua chave do carro, pegou-a, desceu para a garagem e me arrastou junto.

Quando terminamos de descer, ele soltou a guia, entregando-a a mim. Peguei meu celular no bolso, e avisei mamãe que papai estava colocando o carro para esquentar, e que esperávamos por ela.

Alguns minutos depois, mamãe e Thiago desceram, e entramos no carro.

Papai trancou novamente o portão e saiu com o carro da frente de casa.

Era por volta de 19:25 quando chegamos à casa da minha tia Maria. A rua em frente à casa dela estava tomada por carros de nossos familiares, carros vindos de várias partes de São Paulo.

Papai estacionou o carro um pouco distante do portão da casa dela e descemos os quatro de dentro. Devolvi a guia às suas mãos e fomos em direção à casa.

Paramos no portão que estava trancado e apertamos o interfone.

Piliiim!!!!

— Pois não! Ela atendeu.

— É o João, seu cunhado!

— Ah, vocês chegaram. Vou abrir só um minuto.

O portão destravou, e papai empurrou-o para dentro, e entramos. Papai fechou o portão e me conduziu rumo ao terraço da casa, com minha mãe e meu irmão logo atrás.

Subimos as escadas e abrimos a porta do terraço e, caramba, tinha muita gente. Acho que toda a família Andrade estava ali, bebendo e comendo, rindo, se divertindo.

Haviam grupinhos de pessoas conversando, e papai se juntou com nossos tios para conversar, pegando uma cerveja.

Mamãe foi interagir com minhas tias e primas, e eu fiquei sendo arrastado por um tempo por papai.

Encostei delicadamente no seu ombro e pedi:

— Papai, estamos em uma festa de família, deixa eu interagir com meus primos, prometo que não vai acontecer nada.

— Filho, não! Preciso estar o tempo todo de olho em você para ninguém tentar nada. Não confio em você solto por aqui.

Fiquei bravo! Porra, nem em festa posso me divertir e interagir, tenho que ficar só bajulando meu pai e a quem ele permite. Que saco!

Papai sentou-se no sofá com alguns de meus tios para conversar, e meu tio Manoel, irmão dele, falou:

— Deixa o menino curtir um pouco, estamos em festa, e todos aqui sabem das regras e não vão tentar fazer nada, porque já sabem o que acontece.

— Não! Já tive problema demais com isso!

Fiquei entediado; alguns de meus primos vinham me cumprimentar e pediam para meu senhor me liberar para podermos interagir.

Papai ficava puto a todo momento que algum de meus primos tentava, até que, perdendo a paciência, permitiu.

— Tá porra, vai, mas tem uma coisa: se você ousar a dar um beijo, se quer, em qualquer um aqui, eu vou te cintar tanto que você vai se arrepender de ter vindo para essa festa.

Estremeci; papai falou aquilo com uma cara tão perversa que meu corpo entrou em estado máximo de alerta.

— Estou falando sério, João Pedro, se você fizer merda, eu vou matar você! Entendeu.

Fiz cara de choro e levei um tapa.

PLAFT!

— Responde, porra! Entendeu? PLAFT!!

Fazendo cara de choro e deixando uma lágrima cair, respondi:

— Sim, meu senhor! Papai!

— Ótimo, vem cá! Ele retirou a guia da argola da minha coleira, colocando-a no bolso da sua calça, puxou-me para si, dando-me um beijo profundo de língua, e me liberou em seguida.

Fui me juntar aos meus primos.
— Oi, Pê, como você está? Perguntou meu primo Gabriel.

— Bem! Eu disse, limpando meu nariz com o dorso da mão e enxugando uma lágrima teimosa que escorria pelo meu rosto.

— O que foi? Ele perguntou.

— Nada respondi. — Não se preocupe.

— Tá bom.

Começamos a conversar sobre amizades e descobri que alguns de meus primos estavam namorando e planejavam se casar. Partimos para vários outros assuntos até entrarmos no assunto de sexo.

Alguns diziam que já tinham tido sua primeira vez, outros diziam que ainda não se sentiam prontos e perguntaram como era para mim, que fazia sexo com todos os membros da família.

— Bom, tem seus momentos bons e ruins! Quem tirou minha virgindade foi meu pai, me pegou cheirando suas cuecas e me disse que eu não precisava cheirá-las porque ele poderia deixar eu sentir o cheiro da sua pica e do seu cuzinho, se eu quisesse. Então acabou que nós transamos, depois veio meu irmão Thiago e o Juan, e foi aí que papai resolveu me transformar em um escravo sexual. Minha mãe não aprova, mas sabe que eu gosto, então não fica mais implicando com isso.

— Nossa , bom pelo menos você gosta ! Disse meu primo Gabriel.

Depois entramos em várias outras conversas paralelas até que falei que precisava usar o banheiro.

Fui atrás de um banheiro e desci as escadas indo para o térreo da casa da minha tia. Entrei na casa e fui para o primeiro banheiro que achei.

Tranquei a porta e olhei no espelho; restava com o olho meio vermelho e o nariz escorrendo um pouco. Lavei meus olhos com água corrente e limpei meu nariz com papel higiênico.

Depois apaguei a luz e sai do banheiro. Do lado de fora estava meu primo Gabriel.

— Pedro, queremos brincar de luta para relembrar o tempo de infância. Quer participar?

— Tudo bem!

Saímos dali e fomos para a sala de estar , meus outros primos estavam brincando, tanto os pequenos quanto os mais te adultos e comecei a participar.

Um tempo depois, papai desceu as escadas vindo do terraço conversando com meu irmão Thiago, e me pegou brincando com meus primos de um ficar pegando no pau do outro, como normalmente meninos brincam, o que acho estranho, porém participo, e nos questionou:

— Que brincadeira é essa, hein? Papai perguntou, olhando para nós com a cara nada boa.

— João Pedro?

— Calma, pai, estamos só enchendo o saco um do outro, nada demais. E é só para relembrar as brincadeiras de infância.

— Sei! Pare com isso agora , senão já sabe !

— Ok, meu senhor!

Ele e meu irmão foram procurar uma bebida e usar o banheiro, e eu continuei a brincar com meus primos.

Em uma das vezes que meu primo Gabriel levou a sua mão para frente, acabou que desprotegi o meu pau e ele o dele e ele acabou pegando no meu cacete e eu no dele.

Ali as coisas mudaram, ele massageou meu pau por cima da minha bermuda e eu o dele , não pensei nas consequências que aquilo teria, e deixei rolar.

Ficamos um pegando no pau do outro, na brincadeira, e às vezes tentávamos nos afastar e pegar na bunda um do outro para tentarmos libertar nossos cacetes.

Aproximei-me mais dele e antes que ficasse muito estranho para nossos primos, meu primo Gabriel encostou ainda brincando no meu ouvido e disse:

— Vem cá, Pedro! Vamos comigo ali fora.

Ele chamou-me para sairmos pela porta da sala com as mãos e irmos para embaixo da escada, onde meu tio, seu avô, guarda algumas ferramentas.

— O que você quer? Perguntei.

— Eu quero transar com você! Ele falou bem direto.

— Eu quero saber qual a sensação de te foder, sei que temos que pedir para seu pai e senhor, mas eu não aguento mais imaginar te foder e até mesmo ser fodido por você.

Fiz cara de espanto. Tá legal que ele quer me foder, é compreensível, já que sou um escravo sexual e que eu tenho obrigação de ser fodido pelos homens da família, mas foder ele para mim era novo.

O medo bateu em mim, nós não podíamos fazer aquilo, se meu pai ou meu irmão Thiago nos pegassemos fodendo eu e ele seríamos seriamente castigados. Papai já havia me alertado antes de sairmos de casa.

— Olha escuta , hoje não posso! Você tem que pedir para meu pai me liberar em um dia para você , senão seremos castigados por descumprir as regras.

— Eu sei disso, mas eu não quero esperar, eu quero agora. Ele disse aproximando - se dos meus lábios e me beijando.

— Não! Vai dar merda isso! Melhor pararmos.

— Ah, qual é, Pedro? Vamos, damos uma rapidinha e ninguém vai saber.

Ele me agarrou e eu pude sentir seu cheiro masculino. Meu primo é dois anos mais novo do que eu, tem 24 anos e é um gato. Ele é branco, cabelos negros e lisos cortados em estilo social, máquina três dos lados e o cabelo maior em cima arrepiados, usa óculos, tem olhos castanhos escuros, usa uma barba rala, seu corpo é gostoso, definido pela academia, mas não bombado, tem as pernas grossas, braços e ombros largos, e uma bela pica de 18 centímetros de espessura média, reta da cabeça rosada não circuncidada, um par de bolas fartas no meio das pernas grossas e um pé gostoso 39. Ele mede por volta de 1,80 m.

Ele então me segurou pela cintura e me empurrou para a parede. Meu corpo só sentiu sua excitação e correspondeu sem que eu tivesse controle.

Quando percebeu que eu já não resistia mais, me beijou de língua, um beijo forte e descontrolado. Ele alisava meu corpo enquanto eu agarrava sua cabeça, enfiando meus dedos no seu cabelo liso. Gemiamos um na boca do outro, enquanto nossas mãos descontroladas passeavam pelo corpo um do outro.

Ele foi saindo da minha boca e segurou na barra da minha camiseta.

— Levanta os braços! Pediu.
Levantei e ele retirou minha camiseta, jogando-a no chão. Em seguida, afastou-se um pouco de mim e retirou a sua camiseta cinza-claro, jogando-a em cima da minha e voltando a atacar minha boca.

Enquanto nos beijávamos, desci minhas mãos pelo seu peito largo, em direção à sua barriga, até chegar ao cós da sua calça jeans. Abri o botão e o zíper, e, apertando sua bunda, abaixei sua calça, fazendo-a ficar amontoada aos seus pés.

Ele tateou meu quadril em busca do botão da minha calça e fez o mesmo, abriu e deixou que ela caísse junto com minha calcinha.

Peguei no elástico da sua cueca com os dedos e puxei-o para frente com a mão esquerda; com a direita, enfiei-a dentro da sua cueca e segurei seu cacete duro, alisando, apertado, e depois comecei a bater uma punheta para ele levemente.

— Huuuuuuuuuum? Ele gemeu e, com as duas mãos, apertou minhas nádegas e as abriu. Com a ponta do dedo indicador, tateou meu cuzinho e começou a alisá-lo.

— Huuuuuuuuuum! Gemiamos um na boca do outro.

Ele então subiu suas mãos para meu ombro parando de me beijar, e fez uma pressão leve para baixo , fazendo um pedido silencioso para eu me abaixar e chupar o seu cacete.

Agachei aos poucos, beijando seu corpo, seu pescoço, os ombros, o peito, sugando forte seus mamilos, descendo pela barriga definida até chegar ao seu púbis de pelos aparados.

Lambi-o e segurei no seu pau duro, cheirando-o até a cabeça rosada não circuncidada. Depois expus a glande rosada e dei uma lambida, fazendo-o morder o dorso da mão para não gemer alto.

E cai de boca, fazendo uma deliciosa garganta profunda, sentindo seu pau deslizar deliciosamente até minha garganta.

Ele segurou na minha cabeça careca e jogou seus cabelos para trás, entregando-se. Subi minha mão direita pelo seu corpo até seu peito e comecei a massageá-lo.

Com seu pau na minha boca até a garganta, dei alguns apertões com ela e logo comecei a mamá-lo, indo para frente e para trás, sugando forte, deslizando meus lábios até a cabeça e voltando até sua virilha, várias e várias vezes, até sentir seu cacete vibrar e ele sair de dentro da minha boca.

— Para, senão eu vou gozar!

Ele retirou o pau e me fez levantar, beijou minha boca compartilhando o gosto de seu pau com sigo mesmo. Um beijo farto , forte de língua.

Depois me deu um tapa na cara.

PLAFT !

— Putinha gostosa! Ele me disse e virou - me de costas.

Abaixou e pegou uma camisinha no bolso da sua calça jeans no chão, abriu- a e encapou sua pica com agilidade, pegou sua calça novamente só chão, e do outro bolso retirou um sachê de lubrificante neutro, abriu-o e passou uma parte no seu cacete duro que pulsava louco , e abrindo minhas nádegas pediu para eu segura-las deixando meu cuzinho amostra para ele , apertou o resto do sachê do lubrificante nos dedos e passou na portinha do meu cuzinho.

Em seguida, enfiou um dedo, empurrando o lubrificante para dentro.

— Huuuuuuuuuum! Gemi baixinho.

Ele o enfiou fundo, rodando tocando fundo minha próstata e fazendo meu cu morder seu dedo. Depois, deslizou para fora até a ponta e enfiou um segundo junto com o primeiro, até o fundo, fazendo eu gemer mais alto.

— Shhhhh! Muá! Geme, baixinho, putinha, senão estamos fodidos. Ele disse para mim.

Controlei o volume dos gemidos e ele rodou os dedos dentro de mim duas vezes, depois enfiou um terceiro e fez o mesmo movimento.

Retirou-os e, segurando seu caralho pela base, pincelou a cabeça no olho do meu cuzinho, depois deu algumas batidinhas com ela na entrada.

PLAC PLAC

Empinou a bunda um pouco para trás e, em seguida, foi para a frente lentamente, me penetrando bem fundo.

— Huuuuuuuuuum! Gemi, ficando mole e me segurando na parede com o peito.

Ele esperou dentro de mim, prensando-me na parede e beijando meu pescoço, gemendo grosso.

— Que cuzinho apertado, nem parece que já está rodado. Ele disse e levou seu quadril para trás, fazendo seu pau sair de dentro de mim, e depois entrou com violência.

— Hããããã! Fode meu cuzinho, Gabi! Meu macho!

— Isso é assim que eu gosto das minhas putinhas bem submissas.

PLOC!

Ele afundou mais uma vez, fundo e bruto, depois começou a bombar ritmadamente.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Seu saco batia na minha bunda, ele rebolava, metendo firme, e, para me agradar, levou sua mão direita para meu cacete, que estava duro, e começou a bater uma para mim enquanto fodia meu cuzinho.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Hãããããã, hãããããã, isso, Gabriel, me come, caralho! Huuuuuuuuuum!

— É de pica que você gosta, primo, então é pica que você vai ter. Huuuuuuuuuum!

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC…

Meu primo destruía meu cuzinho com vontade, segurando-me firme e socando seu pau bem fundo dentro de mim.

— Vamos trocar de posição — eu disse, vibrando.

Ele logo parou de bombar e, ainda dentro de mim, colocou-me de quatro no chão, e foi para trás de mim, enfiou fundo seu pau dentro do meu cu.

Senti seu pau latejar dentro de mim, e suas bolas baterem nas minhas, e, contorcendo-se de prazer, começou a bombar.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Hããã! Come meu cuzinho, Gabi, come primo.

Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc.

Ele, sem parar de bombar, passou a perna em cima de mim, ficando quase de lado, e pisou na minha cabeça, e bombou ainda com mais força.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC…

— Hãããããã! Gemi.

— Isso me come, me comeeee!!

Estávamos fodendo muito gostoso e começávamos a suar, e acabamos nos entregando de corpo e alma e esquecemos de ficar de olho em quem entra e sai da casa.

E esse foi nosso erro: enquanto ele metia e eu delirava no seu pau, papai e meu irmão saíam de dentro da cozinha, que dava acesso a metade da escada e que dava para ver onde estávamos. Os dois desceram sem fazer barulho, enquanto eu e o Gabriel nos perdíamos em beijos e bombadas, até que:

Clap clap clap

— Que bonito, vocês dois, fodendo sem permissão.

— Que bonito quebrando as regras, seus viados!!

— Ããããã!! Meu primo aumentou a velocidade, mesmo tenso e arrepiado com nosso flagra.

— Aaaaaaah, porra, eu vou gozar! Eu tô gozando! Aãããããh

Ele socou fundo seu pau e gozou sem pena.PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF.

E em seguida meu irmão o arrancou de dentro de mim, fazendo eu dar um imenso berro e a porra do meu primo voar do pau dele e de dentro do meu cu.

— Aaaaaaah!!

Pffffffffffffffffffffffff PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

CONTINUA...

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos