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Escravo Familiar: Capítulo 44 (Suruba no SPA)

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Tártaro

Rodamos com o carro por alguns quarteirões em busca do hospital mais perto, que ficava aproximadamente a 1h00 da área deserta em que estávamos.

No banco traseiro, papai e Thiago tinham enfiado o Kiko e o contido com o cinto de segurança. Ao olhar para o seu rosto, vi que parecia que ele estava com febre; ele tremia e resmungava baixo.

— Que frio!

— Está tudo bem aí atrás, filho? Papai perguntou-me.

— Acho que o Kiko está com febre, ele está tremendo de frio, e seu corpo está pegando fogo e está muito vermelho. Acho que não foi uma boa ideia ter vindo para este local.

— Droga! Papai esbravejou baixo.

Rodamos por mais alguns minutos e logo papai estacionou na frente de um pronto-socorro 24h.

Saímos de dentro do carro e, com o Kiko mole nos braços do meu irmão Thiago, entramos na unidade.

— Olá, moça, tudo bem? Estou com meu primo em estado um pouco crítico, e também nós três (ele apontou para eu, ele e meu irmão Thiago) não estamos nos sentindo muito bem.

— Ok, senhor, poderia dizer o que os senhores estão sentindo? A atendente perguntou.

— Dores fortes no corpo, calafrios e o meu amigo aqui — ele disse, apertando os ombros do Kiko. — Parece que está com febre, veio no carro reclamando que está com frio, e está bem quente.

— Certo, preencham essas fichas com as informações dos senhores e depois me tragam.

— Ok! Papai respondeu.

Fomos para o banco do pronto-socorro e preenchemos os nossos dados.

Papai depois pegou o celular e ligou para o Léo.

— Oi, Léo, tudo bem? Tem encaixe para quatro pessoas agora no final da tarde?

— Tenho sim. A que horas vocês querem vir? O Léo perguntou no celular.

— Agora são 14:00, caraca. Lá para umas 17:00 pode ser? Na verdade, Léo, consegue deixar para amanhã? Vou combinar com os garotos e te mando as informações deles daqui a pouco.

— Claro! Na parte da manhã, tarde ou noite?

— Manhã!

— Umas 10:00 tá bom, Senhor João?

— Está ótimo!

— Ótimo, espero vocês amanhã às 10:00. Só me mandem as informações de quem vem pelo WhatsApp para eu deixar registrado.

— Ok! Até amanhã, querido.

— Até amanhã, seu João.

Papai desligou o celular e perguntou:

— Ah, Kiko, topa amanhã ir para um SPA com nós três? É por minha conta, e acho que vai ser bom para relaxarmos e cuidarmos um pouco da nossa pele queimada.

— Não sei não, você vai me castigar de novo? Ele perguntou com um pouco de medo na voz.

— Não se preocupe, não vai acontecer nada com você, e você foi punido por ter violentado meu filho. Você sabe das regras e, mesmo assim, as infringiu.

— Olha, seu João, não é por nada não, mas o senhor tem um ESCRAVO SEXUAL. Até onde eu sei, ser escravo tem a ver com castigá-lo, e fazer com que ele te dê prazer sem questionamentos e somente prestar obediência aos seus senhores.

— Você não está errado de pensar assim, mas, nesse caso, trata-se do meu filho. Ele foi feito para dar prazer, e, pelo relato dele, ele não desobedeceu você em nada, e também não deu motivos para ser castigado. Ou deu?

— Não, senhor! Respondeu o Kiko.

— Pois então, concorda que você descumpriu as regras e que quem infringe as regras paga por isso?

— Claro, senhor! Mas isso não significa que aceito!

— Bom, aí, nesse caso, só existem duas possibilidades: ou você aceita os termos e continua usufruindo do escravo, ou você está fora. Ah, é, lembrando, você agora vai ter restrições para isso. O certo seria eu te proibir de usá-lo novamente, mas ainda quero te dar uma chance. O que você acha?

— Não aceito os termos e não vou pensar mais nisso, ok?

— Certo! Respondeu papai.

Ficaram quietos por um tempo, e meu irmão Thiago foi chamado para a sala de consulta médica do PA para receber atendimento.

Passados alguns minutos, papai disse:

— Tenho uma proposta para você.

— Fala! Estou ouvindo! Respondeu o Kiko.

— Quero que você tenha a última foda com o escravo, a última, e deixemos tudo para trás. E, se você não quiser mesmo assim usufruir dele mais, não terá problema, e não combinaremos mais nada.

— Certo, aceito, mas essa última foda tem que ser no SPA que você acabou de marcar; será nossa despedida, mas me prometa uma coisa.

— Sim! Papai respondeu.

— Deixe-me em paz depois disso!

— Tudo bem!

— E dessa vez não quero um sexo pesado, eu quero fazer amor com vocês, com os quatro no SPA.

— Com o Léo, nosso massagista, também? Perguntou papai.

— Sim, com ele também.

— Certo, vou só avisar a ele, e se ele topar, fazemos.

Papai mandou uma nova mensagem para o Léo, e, depois de dez minutos, ele respondeu.

"Topo, porém não me arrume problemas depois."

"Não se preocupe, Léo, estamos indo em paz."

"Então está bom, seu João, espero por vocês até mais tarde!"

"Até mais tarde. Léo"

Os minutos se passaram, e cada um de nós foi atendido.

Papai perguntou ao médico se era possível que nós fôssemos ainda hoje para um SPA, ou se tinha alguma contraindicação.

O médico respondeu que não era o correto a se fazer, mas que, com responsabilidade e com os procedimentos certos, poderíamos ir; porém, teríamos que tomar banhos mais frios e nada de usar qualquer fonte de calor para aquecer o copo, para não correr o risco de piorar as queimaduras da pele causadas pelo sol.

Papai aceitou os termos, pegou uma receita de um antitérmico e fomos embora.

Já estava na hora do almoço, então papai resolveu que iríamos a um restaurante para comermos.

Ficamos uma hora por lá e depois voltamos para casa.

Quando cheguei, fui direto para mamãe e avisei que já havia almoçado com papai na rua.

Ela se espantou quando me viu, a pele vermelha e um pouco inchada, brigou comigo e depois ligou, puta da vida, para meu pai.
Xingou-o de tudo quanto foi jeito e, depois, ainda brava, ajudou-me a passar um pouco de creme hidratante.

Avisei-a que papai tinha marcado para mais tarde irmos para o SPA do Léo para cuidarmos um pouco da pele, e depois voltaríamos para casa.

Saí da casa da mamãe e fui atrás de papai.

Desci as escadas da casa de mamãe e depois subi as da nossa casa. Indo logo atrás de papai.

Fui para seu quarto no andar superior da casa, bati na porta do seu quarto, que estava encostada, e entrei.

Papai estava no banho, fui para o banheiro e abri a porta.

— Pai, posso tomar banho com o senhor?

— Claro, querido, venha. Estou refrescando o corpo para mais tarde podermos ir relaxar.

Entrei no banheiro e tirei minhas roupas; papai deu espaço para eu me molhar e o sabonete nas minhas mãos.

Comecei a me lavar e a espalhar o sabonete pelo corpo, esfregando meu pescoço, axilas, as partes íntimas e o pé.

Minutos depois, meu irmão Thiago veio para junto de nós. Entrou no quarto do papai e veio para o banheiro, tirou suas roupas e pediu espaço embaixo do chuveiro.

Fiquei de canto e observei meu irmão e meu pai pelados, e já estava ficando louco para meter com os dois ali, debaixo do chuveiro mesmo.

Papai fez contato com meus olhos e balançou a cabeça negativamente para mim, e falou:

— Sei o que você está pensando, mas hoje não. Guarde energias para mais tarde, você vai precisar.

— Ok, meu senhor!

Tomamos banho juntos, e, por mais que não chegássemos a transar embaixo do chuveiro, rolaram algumas mãos bobas aqui e ali, brincadeiras de passar a mão, um no pau do outro, e um na bunda do outro.

Meu irmão Thiago e papai esfregaram minha cara nos seus suvacos fedidos e depois me obrigaram a cheirar seus cus, paus e bolas.

Logo terminamos o banho frio, nos secamos e colocamos novamente uma roupa limpa.

Papai foi para o sofá assistir um pouco à televisão, e meu irmão foi deitar um pouco na cama.

Deitei-me no colo de papai e assisti um pouco à televisão junto a ele.

As horas passaram e já estava na hora de começarmos a nos arrumar para ir para o SPA do Léo.

Papai mandou mensagem para o Kiko, perguntando se e ele ainda queria ir, e na mesma recebeu a resposta.

"Já estou pronto. Você quer que eu vá e os encontre lá, ou espero você me buscar?"

"Eu te busco, sem problemas."

Terminamos de nos arrumar e papai pegou a chave do carro, chamando meu irmão para irmos embora.

Entramos no carro e caímos fora, em direção ao SPA do Léo. No meio do caminho, paramos para buscar o Kiko.

Ele estava lindo, com uma roupa mais leve para que o tecido não ficasse a todo momento em contato com a pele machucada, bermuda e camisa regata, e um chinelão no pé grande.

Entrou no carro sem falar nada e papai deu partida no carro.

Meia hora depois, estamos no SPA do Léo. A atendente nos recebeu, nos saudou e nos encaminhou para uma sala reservada.

Tiramos nossas roupas e colocamos o roupão do SPA, depois fomos para a sala onde ficavam as macas. Quando estávamos nos posicionando, a atendente veio correndo ao nosso encontro.

— Perdão, acabei de falar com o Léo. Ele pediu para vocês irem para o ofurô até ele terminar o atendimento que está realizando, e ele encontra vocês lá logo em seguida.

— Tudo bem! Disse papai e nós quatro fomos para a área dos ofurôs.

Chegando no cômodo, nos deparamos com um ofurô fora dos padrões; ele era maior e tinha um formato octogonal. Podíamos escolher a temperatura e os sais e óleos que queríamos despejar na água.

Papai escolheu uma temperatura morna que não nos machucasse a pele queimada. Tiramos nossos roupões, ficando nus uns na frente dos outros, e entramos no ofurô.

A água estava incrível, morna, e fazia o corpo relaxar. Papai tinha colocado uma essência de baunilha na água, o que deixava tudo ainda mais gostoso.

Ficamos ali, um de frente para o outro, e começamos a conversar.

— O que acharam? Estão gostando? Papai perguntou.

— Claro, espero sair daqui bem relaxado! Disse meu irmão Thiago e passou seu pezão largo no meu pau dentro da água.

— Aaah! Gemi baixinho, ficando logo de pau duro.

Os três riram de mim baixinho e trocaram olhares de cumplicidade, e meu irmão continuou a esfregar seu pezão no meu cacete duro.

Ficamos ali conversando amenidades, e papai voltou a tentar mudar a ideia do Kiko de se afastar de nós e parar de me usar como escravo sexual.

— E aí, Kiko, mudou de ideia?
— Não, e não queira que eu mude. Preciso me distanciar de vocês antes que eu me arrependa no futuro.

— Que isso, Kiko! Sinto muito por tudo que aconteceu, mas deixemos isso no passado.

— Dessa vez não dá, seu João, hoje será definitivamente nossa última foda.

— Bom, tudo bem então. Já que é assim, bora iniciar o que viemos fazer aqui. Não trouxe vocês aqui só para ficarmos boiando dentro da água. Papai disse e puxou meu irmão Thiago pelo pescoço, dando-lhe um beijo de língua.

Ali as coisas começaram a esquentar; o Kiko, assistindo meu irmão e meu pai se beijarem, puxou-me para sua boca, enfiando sua língua dentro da minha.

Os pés do meu irmão continuaram a me acariciar no meio das minhas pernas, pisando com mais força no meu pau e nas minhas bolas e esfregando mais forte, enquanto eu me deliciava na boca do Kiko.

Meu irmão e meu pai começaram a se pegar mais forte, gemendo alto e masturbando um o cacete do outro.

Fiquei mais atrevido e enfiei minha mão no meio das pernas do Kiko, masturbando seu cacetão preto.

— Huuuuuuuuuum! Ele gemeu na minha boca e foi logo enfiando a mão no meio das minhas pernas e tateando. Chegou no meu cuzinho depilado e enfiou a ponta do dedo, massageando.

— Huuuuuuuuuum, gemi alto.

Ao longe, escutei passos vindos na nossa direção. E parei de beijar o Kiko e fui descendo com a cabeça para o meio das suas pernas.

Segurei no seu cacete duro e expus a glande roxa, e fui descendo com a boca em direção a ela. Quando a envolvi com os lábios, o Léo disse indignado:

— Caralho, não esperaram nem por mim, seus filhos da puta!

Rimos, e o Léo retirou seu roupão e entrou na água.

Eu caí de boca no cacetão duro e preto do Kiko, engolindo até meu nariz bater na sua virilha cheirosa e na água, tirando um gemido gutural da sua garganta.

— Ãããããh!

O Léo foi para o lado do meu pai e meu irmão, e ficou entre eles dois, puxou-os para perto e, segurando nos pescoços deles, começou a beijá-los. Primeiro foi meu pai, depois virou-se e beijou meu irmão Thiago.

Continuei chupando o caralho do Kiko enquanto assistia os três se beijando e se amassando.

GLUB Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub

— Aaaarrrfff!

Passando a mão na minha nuca, o Kiko a apertou forte e, sem pensar duas vezes, afundou-me no seu pau, emergindo minha cabeça na água. Quando estava prestes a perder o fôlego totalmente, ele liberou minha cabeça, deixando-me recobrar o fôlego novamente.

— Arf Arf Arf Arf Arf

Levantei da pica do Kiko e comecei a observar os três homens à minha frente batendo uma punheta.

O Léo desceu para o pau dos dois ao seu lado, afundando a cabeça na água, e colocou o pau de papai na boca e começou a chupar gostoso, tirando gemidos baixos e roucos da boca de papai.

GLUB Glub Glub Glub

— Hãããããã! Isso, Léo, me chupa, seu gostoso.

O Léo descia e subia a cabeça lentamente, chupando fundo o pau gostoso do meu senhor e dono, tirando gemidos cada vez mais altos dele.

Depois, sem permitir que papai gozasse, o Léo parou de chupá-lo, virou para meu irmão e agarrou seu pau grosso, e o colocou na boca, tirando altos gemidos dele.

GLUB Glub Glub Glub...

— Hãããããã! Cara, que delícia de boca! Falou, meu irmão, gemendo alto.

O Léo o chupava, fazendo garganta profunda e acariciando seus bagos fartos, repousados entre as deliciosas coxas grossas e grandes do meu amado irmão.

GLUB Glub Glub Glub Glub Glub

COFF COFF COFF COFF

Engasgando, ele levantou e aproximou-se de mim e do Kiko.

Foi para o meio das pernas do Kiko, segurou na base do cacetão preto dele, que, naquele momento, apontava duro para cima, exibindo uma cabeça roxa brilhosa de pré-porra que escorria lentamente pelo cacete abaixo, e foi se abaixando para chupá-lo, e, olhando no fundo dos olhos dele, disse:
— É um prazer conhecê-lo. E desceu com a boca até a base dos 22 cm de pica do Kiko.

O Kiko só conseguiu gemer alto, jogando a cabeça para trás e abrindo mais suas pernas.

— Hãããããã! Caralho, que boquinha quente gostosa.

O Léo começou a se movimentar, e subia e descia fundo, até a base da pica do Kiko, fazendo o cacetão preto dele escorregar para dentro da sua garganta profunda.

GLUB Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub

COFF COFF COFF COFF

Ele se engasgava com o pau preto do Kiko, sorrindo, divertindo-se com a sensação da cabeça roxa da pica esfolando sua garganta, que apertava forte o pau, causando sensações absurdas para aquele macho preto que relinchava igual a um cavalo.

— Hããã! Hãããããã! Seu guloso!

O Kiko, sem avisar, segurou na cabeça do Léo e socou com força sua tora grande e grossa na garganta dele, fodendo forte, bombando e arregaçando sua garganta como se nada mais importasse e como se fosse uma bela buceta.

Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt

Ele então, na última vez que a boca do Léo encostou no seu púbis, segurou firme, pressionando seu rosto de encontro com sua virilha, tampou o nariz do Léo para que ele não conseguisse respirar por alguns segundos e o soltou, fazendo com que ele tossisse e recobrasse o ar.

— COFF COFF COFF COFF COFF COFF COFF COFF COFF, Ãããããh!

O Kiko deu dois tapinhas no seu rosto e o libertou.

— Caralho, cara, você é bruto, hein! O Léo reclamou

O Kiko só riu, e o Léo veio para mim. Beijou minha boca com o gosto da rola do Kiko na sua língua, enquanto, com uma das mãos, batia lentamente uma punheta para mim.

— Huuuuuuuuuum! Gemi baixinho com ele me masturbando.

— Senti sua falta, escravinho. O Léo me disse.

— Muá! Também senti. Respondi entre beijos.

— Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum!

— Para, senão vou gozar! Falei ofegante na sua boca.

O Léo bateu por mais algum tempo e depois caiu de boca, tirando-me vários gemidos.

— Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum!

Ele olhava para cima, enquanto segurava, puxando gentilmente meu saco com as bolas para baixo, e descia e subia com a boca no meu cacete duro.

Quando meu pau apresentou que iria jatar o primeiro gozo, ele retirou rápido a boca, interrompendo-o.

— Arf Arf Arf Arf Arf, caralho, Léo, assim você me mata.

— Hahaha! Ele riu radicalmente e se levantou do ofurô.

Saiu de dentro e pediu.

— Sigam-me, vamos para o próximo passo.

Levantamos os quatro e pegamos uma toalha. Tiramos o excesso de água do corpo e as enrolamos em nossas cinturas e seguimos o Léo rumo à próxima sala do SPA.

Entramos em uma sala branca com quatro macas preparadas para nós.

Um rapaz de seus 14 anos estava organizando alguns óleos e essências. Ele era a coisa mais linda, magrinho, com uma bundinha grande e empinada, loirinho, de olhos verdes, o cabelo cortado em tigelinha, estava de roupão branco e descalço e era lisinho.

Quando nos viu, fez contato visual comigo e abaixou a cabeça.

— Bianco, esses são nossos clientes vips. Disse o Léo: — Preciso da sua ajuda a partir daqui!

— Ok, tio! Ele respondeu, ficando vermelho, vendo nós quatro.

Fomos colocados nas macas e retiradas nossas toalhas.

Bianco ficou responsável por mim e meu irmão Thiago, enquanto o Léo se dedicava ao meu pai e ao Kiko.

Ambos começaram dos mais velhos para o mais novo, então papai e Kiko foram os primeiros.

Tiveram suas toalhas retiradas e aplicaram um óleo amadeirado nas peles. Em seguida, os dois começaram a massagear os corpos melados do óleo.

Para cima e para baixo, rodando, usando as mãos e os cotovelos. Começando dos ombros largos e do pescoço, seguidos pelas costas largas e musculosas de ambos, até a lombar profunda, aplicando força em cada músculo com as mãos.
Depois foram para as nádegas, massageando com as palmas das mãos e as pontas dos dedos. Logo, abriram as nádegas de ambos e escutamos o Léo dizer:

— Essa técnica é exclusiva para massagear o ânus. Espero que gostem.

E juntos, enfiaram a língua bem fundo nos cuzinhos do Kiko e de papai, fazendo-os urrarem de tanto prazer.

— Ããããã Ããããã Ããããã Ããããã Ããããã!!!!

— Aããããããhhhh!!!! Caralho, que língua gostosa do caralho! O Kiko falou, empinando o cuzão gostoso na cara do Bianco, rebolando e sufocando-o no seu delicioso cu de macho.

Papai só gemeu alto e, colocando a mão para trás, segurou firme a cabeça do Léo e começou a rebolar, gemendo mais alto.

— Huuuuuuuuuum!

Logo, os meninos desceram massageando a panturrilha dos dois e, depois, massageando com a boca os deliciosos e imensos pés de papai e Kiko.

— FSSSS! Cheiraram e depois começaram a chupar, lamber e esfregar os pezões deles no rosto.

Logo em seguida, os dois saíram do papai e do Kiko e vieram para mim e meu irmão Thiago.

O Léo foi para o Thiago, e o Bianco para mim. Fizeram o mesmo ritual, aplicaram uma porção de gel de massagem em nossos corpos e começaram a espalhar. O Bianco massageava meus ombros no mesmo ritmo que o Léo massageava os ombros do meu irmão Thiago.

Logo desceram para nossas costas, massageando com os cotovelos e antebraços, depois o cóccix com a ponta dos dedos. Retirando nossas toalhas, começaram a massagear nossas nádegas, apertando-as com as palmas das mãos para destravar a musculatura do glúteo.

Depois, assim como fizeram com papai e o Kiko, abriram nossas nádegas e, com a língua, enfiaram-nas no nosso cuzinho e começaram a massageá-los.

— Hãããããã!

— Huuuuuuuuuum!

Eu me empinava para que a língua do Bianco entrasse mais fundo no meu cu rosado, e segurava sua cabeça de encontro com meu cu e rebolava livremente.

Meu irmão fazia o mesmo com o Léo, gemendo alto e contorcendo-se todo.

Logo, desceram para nossas pernas, massageando-as até chegar aos nossos pés, e repetiram o que fizeram com meu pai e o Kiko.

Com a boca, beijaram nossos pezões largos, depois lamberam toda a extensão e, por último, cheiraram nossos pés.

Afastaram-se de nós, e pude sentir meu corpo mais relaxado, mais leve, e eu estava mais disposto.

Nós quatro nos levantamos das macas. O Léo e o Bianco prepararam um colchonete no chão, maior do que os tradicionais, e logo o Léo disse:

— Agora, para finalizarmos com chave de ouro, proponho relaxarmos todos juntos, fazendo um sexo gostoso. O que acham nós seis? Concorda, seu João?

— Com toda certeza, Léo! Papai respondeu.

— Então ótimo! Meninos — ele apontou para mim e o Bianco — quero que vocês fiquem de quatro nos colchonetes. Vocês irão receber o que é de vocês por direito, ou seja, nossos cacetes.

Eu e Bianco ficamos de quatro nos colchonetes, um de frente para o outro. Em seguida, de dois em dois, eles foram comendo nossos cuzinhos.

A primeira dupla foi papai no Bianco e o Kiko em mim; apontaram seus cacetes duros no nosso cuzinho e foram socando lentamente.

— Ããããã Ããããã Ããããã Ããããã Ããããã Ããããã Ããããã

Gemiamos juntos, com nossos cus sendo invadidos pelos nossos machos. Quando ambos enfiaram o pau todo no nosso rabo, começaram a bombar lentamente e depois com força.

Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt...

— Ããããã Ããããã Ããããã Ããããã Ããããã Ããããã Ããããã Ããããã Ããããã Ããããã Ããããã!!! Gemiamos juntos em alto e bom som, e às vezes acabávamos nos beijando várias vezes, enfiando um a língua na boca do outro.

Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt...

Pffffffffffffffffffffffff

Os dois primeiros gozaram e saíram de dentro de nós dois, dando lugar a mais dois.

O Léo veio para meu cu, e meu irmão Thiago foi para o Bianco. Apontaram as cabeças das picas nos nossos cuzinhos e começaram a forçar.

— Ãããããh Ãããããh Ãããããh Ãããããh Ãããããh Ãããããh Ãããããh Ãããããh — gememos juntos, nos beijando enquanto éramos penetrados pelos nossos machos.

Os dois enfiaram até as bolas nos nossos cuzinhos e começaram a arregaçar.

Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt

E começaram a gozar.

— Ããããã!

Pffffffffffffffffffffffff PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Saíram de dentro e, sem falarmos nada, fizemos uma fila imensa.

O Bianco era o mais novo, então foi o que ficou no início da fila de quatro no chão. Depois, eu, com meu pau, penetrei-o, sentindo aquele cuzinho macio, rosado, que fazia meu pau deslizar sem dificuldades para dentro. Em seguida, veio o Léo, penetrou-me, fazendo seu delicioso caralho deslizar igual manteiga quente pelo meu cuzinho que piscava louco.

Segurei firme no Bianco e para não cair e esperei o próximo. O próximo foi meu irmão Thiago, veio por trás do Léo e o penetrou fundo, tirando vários gemidos dele.

— Hããããã!

Logo veio o Kiko, com sua trolha grande e grossa, e penetrou lentamente o cuzão tesudo do meu irmão Thiago, fazendo-o urrar.

— Aaaaaaah, caralho!

Por último veio papai, penetrou firme o cuzão do Kiko sem dó, fazendo-o gritar.

— Aaaaaaah! Meu cuuuu, porra!

— Isso é para você aprender a cuidar direitinho do meu filho, seu filho da puta!

E em um grande trenzinho nós seis começamos a nos mexer, rebolando, indo para frente e para trás, gemendo alto, e nos perdendo no prazer corporal uns dos outros.

Nossos gemidos soavam como uma grande sinfonia; o ambiente esquentava, tirando-nos da realidade. Nossos corpos batiam um nos outros, sujavam um ao outro de suor e óleo de massagem, e todos juntos explodimos em um orgasmo tão absurdo e tão intenso, que nunca na minha vida achei que seria possível, sujando o chão e fazendo vazar porra pelos nossos cus e nossos paus numa explosão violenta.

— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Pffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffff

Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf...

Desabamos no chão, fazendo uma montanha de corpos sujos e suados. Ficamos lá recobrando o fôlego por minutos, até mesmo horas, até nos levantarmos e o Léo nos levar para os chuveiros.

Tomamos banho, papai pagou um extra generoso para o Léo e, depois de trocados, nos despedimos dos dois gostos.

— Até a próxima, Léo, e vou querer a participação desse seu sobrinho gostoso de novo.

— Claro, seu João, combinaremos! Até a próxima.

— Até a próxima! Papai disse.

Logo demos um tchau grupal e saímos pela porta.

Papai, eu e Thiago fomos para nosso carro, entramos e fomos para um restaurante.

Ao chegarmos, papai estacionou o carro e descemos, entramos e cada um fez seu prato.

No fim do almoço, voltamos para o carro, papai deu partida e voltamos para casa.

Quando chegamos, fui direto para a casa de mamãe, visitei-a e logo voltei para casa.

Quando desci, papai e meu irmão estavam no sofá assistindo à televisão. Fui para o colo do papai, deitei-me, colocando minhas pernas em cima do colo do meu irmão Thiago, e fiquei mexendo no celular.

Papai depositou um beijo no topo da minha cabeça e depois voltou a afagá-la.

— Em breve, querido, você volta a foder com os outros membros da família, mas, por enquanto, descanse um pouco, tá bom?

— Sim, papai. Respondi.

— Que pena que o Kiko não queira mais participar do nosso círculo sexual; vai fazer falta.

— Pois é, mas também você o castigou. Você acha que ele iria querer continuar depois do que você fez com ele, papai? Falei para ele.

Papai deu um beijo no topo da minha cabeça, mas não respondeu.

As horas passaram e, quando percebemos, já era tarde da noite.

Papai levantou-se comigo no colo e, chamando meu irmão Thiago, fomos para a cama.

Entramos no quarto de papai, escovamos nossos dentes, fizemos xixi e tiramos nossas roupas.

Deitamos na cama um atrás do outro, com Thiago no meio. Ele me agarrou e papai agarrou ele. Fechamos os olhos e esperamos o sono nos abraçar e a escuridão nos tomar.

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