#Assédio #Coroa #Incesto #Teen

Entre minha mãe e eu rolava tudo, menos penetração (parte 2)

1.0k palavras | 0 | 5.00 | 👁️
Esfregador

Penetrei minha mãe e levei um tapa na cara.

Depois de nossa noite intensa no domingo, acordei sem short ou cueca ao lado da minha mãe sem calcinha. Já acordei de pau duro e quis surpreender ela, então abri as pernas dela e tentei meter na buceta, mas estava seca e não entrava. Forcei um pouco e a pontinha entrou, mas vi que não ia rolar, então decidi fazer outra coisa. Subi a blusa dela e comecei a chupar os peitos e a fazer carinho na buceta com a mão. Nisso ela acordou.

— Eita, que filho bom, acordando a mamãe assim!

Então me inclinei pra beijar a boca dela e a cabecinha tocou na entradinha molhada. Por instinto tentei meter, mas ela me parou.

— Não pode enfiar não! Esfrega esse pintão gostoso na minha buceta!

Então comecei a esfregar a cabeça na buceta dela, ela mandou focar no clitóris e foquei. Após alguns minutos, ela gozou, se tremendo toda, e ficou ofegante e toda aberta na cama. Nisso eu não resisti, meti na buceta molhada e quente dela. Meu pau entrou direto. Foi uma maravilha, a melhor sensação do mundo, mas durou pouco. Eu meti só 3 vezes e ela gritou, me mandando tirar.

— Tira essa porra! Eu disse que não pode! — ela gritou, me empurrando e dando um tapa na minha cara.

Eu fiquei obviamente ressentido, e saí do quarto dela. Me arrumei e fui logo pra escola, só voltei de noite, até o almoço eu comi na casa de um amigo, filho da comadre dela (comi ela depois, em outra oportunidade conto).

Cheguei em casa injuriado e envergonhado, pensando até em fugir de casa, mas ao chegar, minha mãe me esperava na mesa de jantar. Ela me chamou para conversar.

— Filho, desculpa por mais cedo, talvez tenha sido demais te bater daquele jeito... Bom, você também devia ouvir quando eu digo que não pode! — ela respirou fundo, e continuou — Mas eu também devia ter te explicado por quê não. Olha, o que fizemos ontem foi muito gostoso, mas é só uma brincadeira, podemos brincar e nos tocar assim porque somos mãe e filho... Mas sexo, sexo não é brincadeira! É algo que só o casal pode fazer, se fizer com outra pessoa é traição. Eu nunca trairia seu pai assim, mas me sinto carente e quero buscar alento no meu filho, ao invés de sentir vontade de procurar fora de casa.

Basicamente, ela admitiu estar se satisfazendo comigo e disse que só a penetração estava fora de jogo.

— Entendi, mãe, talvez você tenha razão. Eu devia ter respeitado quando você disse que não!

— Isso, fico feliz que entenda! — ela disse, me abraçando. — Que tal um banho para fazer as pazes?

Assim tomamos banho juntos, ensaboamos um ao outro e nos abraçamos, eu fiquei esfregando meu pau ensaboado na buceta dela até ela gozar, então ela me fez uma punheta até eu gozar. Ela não quis dormir junto essa noite, por causa do que aconteceu antes.

No entanto, acordei com algo quente e molhado no meu pau... Era minha mãe fazendo um boquete.

— Bom dia meu amor! Ontem seu dia começou mal com aquele tapa, então quero que hoje comece bem! — ela disse, logo mais voltando a me chupar.

Gozei muito na boca dela e ela engoliu tudo.

— Delícia de leite! Vou te dar um pouco também!— ela disse, botando o peitão na minha boca.

Chupei um pouco, até ela mandar parar.

— Caralho, deu até vontade de ser chupada... Só não agora pra não te atrasar, tem escola hoje! Mas quando você voltar... Quero "brincar"!

Dito e feito, tomei café, me arrumei e fui à escola, voltei, almocei e no meio da tarde estava na cama com minha mãe, chupando ela. Minha primeira chupada nela não foi muito boa, eu foquei pouco no clitóris e não excitei ela direito, daí ela me pediu pra esfregar o pau. Fiz e ela gozou, mas fiquei insatisfeito por não chupar direito. Ela me agradeceu passando loção no meu pau e me deixando meter entre os peitos gostosos dela, até gozar.

De noite, quando assistíamos a novela, me abaixei na frente dela, tirei sia calcinha e chupei a buceta gostosa dela, os pelinhos fazendo cócegas no meu rosto. Fiquei meia hora chupando, mas ela não gozou.

Por fim, na hora de dormir, ela me chamou pro quarto pra dormir com ela. Ela estava sem calcinha, não botou de volta, e tinha acabado de mijar. Nisso que ela deitou, fui direto com o rosto entre suas pernas.

— Não chupa não meu amor, tô mijada e suada!

Mas isso tornou tudo mais excitante. O cheirinho de urina, o pinguinho nos pêlos, o cheiro da bundona suada... Tudo isso me encheu de vontade! Chupei com gosto aquela buceta, cheio de tesão, todo safado, até que ela gozou, tremendo, a buceta soltando líquido, me lambuzando todo. Ela ficou ofegante, e eu comecei a punhetar e apontei a cabeça bem pra buceta inchada e quente dela.

— Vou gozar na sua buceta? — eu disse, como se quisesse marcar território depois de fazer ela gozar.

— Goza na minha buceta! Pode me melar toda! — ela murmurou, ofegante.

Eu gozei aos montes por fora da buceta, na testa, na entrada, nos lábios, nos pêlos, e ainda peguei minha porra com o dedo e botei na boca dela, e ela engoliu tudinho.

Abracei ela, os dois ofegantes, uma sensação imensa não de depravação, mas de cumplicidade. Olhei o rostinho de safada dela, cheio de amor, e quis gozar mais. Fiquei de joelhos na cama, apontando o pau pro rosto dela.

— Ainda tenho mais leite pra você! — eu disse, punhetando.

Ela começou a lamber a pontinha do meu pau, até que eu gozei em seu rosto. Mesmo sem penetrar, fiz dela minha puta.

Dormimos melados e abraçados, nus.

(Continua)

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos