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Vigilante roludo sarrando minha filha no ônibus

2594 palavras | 14 |3.96

Botei minha filha sentada bem em cima da mala dele, ela estava de vestidinho, o ônibus tremia, eram curvas e quebra-molas. (Parte 2: A, B, ou C?)

Adv: contém atos sexuais de adulto com menor, se você clicou é porque vai gostar.

Meu nome é Fabiano, trabalho numa indústria, aos 22 anos eu engravidei minha namorada e depois terminamos. Minha filha Tamara já estava com 9 anos e fazia dois anos que ela morava comigo.
A mãe dela estava na cadeia, ela se envolveu com um cara e fez trafico de drogas com ele. Eu tive que pegar a guarda total de Tamara, eu ainda continuava morando com meus pais aos 31 anos. Não tinha uma vida financeira fácil, meus pais aposentados acabavam cuidando mais dela do que eu, mas eu sempre me esforçava para cumprir todo o papel de pai.

Tamara era muito arteira e estava na idade que ia surpreender pai com curiosidades e perguntas. Ela não recebeu uma boa educação, se educou na rua mesmo, no começo era um pouco rebelde e mal criada mas comigo ela melhorou, mas agora ficava inquieta parecia que tinha pulga e se esfregava nas almofadas, braço do sofá, dizia que era nada só brincadeira. Ela tinha cintura fina e ia ficar tanajura igual a mãe, mas o peitos eram só dois mamilos começando a inchar. Meus pais gostavam de deitar cedo e ver televisão no quarto deles, eu servia a janta pra ela, mandava tomar banho, brincava um pouco e íamos dormir.
Ela começou com história de querer dormir comigo porque gostava de conversar, no começo eu não ficava a vontade mas acabava deixando, daí percebi que ela estava com uns comportamentos sexuais, ficava só de calcinha e abrindo as pernas pra eu ver, e as vezes cutucando sua pepeka enquanto via tv. Eu tentei não ter pensamentos inapropriados com minha filha, e quando ela estava pelada eu tentava não olhar muito, mas ela fazia de tudo pra se mostrar e eu as vezes não era de ferro, ela abria as pernas e eu via sua pepeka gordinha, e depois eu disfarçava meu pau duro.

Quando eu tinha 19 anos eu acabei comendo uma menina de sete, filha da vizinha, nunca mais havia feito nada do tipo, mas isso sempre ficou rondando minha cabeça, as coisas iam ficando mais complicada pois agora eu tinha minha própria garotinha. Eu também comecei a ficar mais a vontade, ela tinha tendência a agir de acordo as suas vontades e estava tento sensações novas, expliquei algumas coisas básicas sobre as vontades do corpo, que ela ia virar mocinha etc. As vezes a deixei me ver pelado casualmente, sem fazer drama.

Nessa época eu não tinha carro, usava o carro do meu pai no fim de semana pra alguma coisa, então eu buscava Tamara da casa de sua tia nas sexta-feiras depois do trabalho na hora que todo mundo ia pegar ônibus então estava sempre lotado.
Nessa noite eu me espremi pra ir até o fundo segurando a mão dela, tava um sufoco, pessoas em cima de pessoas e acabei praticamente de frente com um cara do meu bairro, mas nunca havia falado com ele, eu soube seu nome pelos outros, ele nunca olhava nem falava nada. Mas eu fantasiava em ver esse cara comer a mãe de Tamara quando namoravamos, eu até tinha comentado isso com ela, porque esse cara era bem viril, ele era moreno escuro, devia ter uns 27 anos, trabalhava de vigilante e estava vestindo uniforme.

Ficamos imprensados, com Tamara entre a gente, ela não tinha onde se segurar e estava com a cara na barriga dele, suas mãos ficavam perdidas e acabava se segurando no cinto do homem. O ônibus fazia as curvas em alta velocidade e freiava ja em cima dos quebra-molas eu preocupado tentava analisar a situação, o cara tinha um olhar apático, do tipo maconheiro que não se estressa por nada, mas na sua calça azul dava pra ver que ele estava gostando pois estava nítido o seu pau pressionando o corpinho da minha filha, meu pau ficou na costas de Tamara, eu me segurava no ferro em cima com uma mão e outra no ombro dela, e não tinha como ajeitar minha rôla. Minha filha estava sendo sarrada na frente e atrás.

Um grupo de pessoas desceu, um banco ficou disponível onde coloquei Tamara pra sentar, e sentei no banco de trás com as nossas mochilas. O cara ficou em pé bem do lado dela, e ele dava espaço pras pessoas passarem inclinando seu corpo pra cima da minha filha, sua virilha tocava seu ombrinho, Tamara percebeu que algo duro encostava nela e viu o volume do cara dentro da calça, ela deu uma olhadinha pra trás pra ver onde eu estava, continuou de olho no volume do cara e dava umas olhadas pra cima pra ver o rosto dele, ele olhava pro nada, mas até que peguei ele baixando os olhos pra ver minha menina. O engraçado é que ele nem ligava do pai estar atrás, afastou suas pernas mais um pouco e projetou sua virilha pra frente até sua mala pressionar na orelha dela. Eu coloquei as mochilas nos meus pés e mexi no meu pau disfarçadamente pra esconder a ereção, e quando olhei pros olhos do cara, vi que ele estava me olhando e Sabia o que eu estava fazendo, eu rapidamente desviei o olhar pra fora do ônibus, eu fiquei com vergonha e o pior era que ele descia no mesmo ponto que eu, mas eu andei mais devagar pra ficar longe. Essa situação repetiu várias vezes mas nunca nos falávamos, eu só ficava cada vez mais atentado por pensamentos obscenos.

Numa dessas noites quando subimos no ônibus ele estava sentado no fundo. Então fui empurrando pedindo licença, me esmagando com Tamara até chegarmos onde ele estava sentado. Ele só nos olhou com aquele olhos pesados, e demos uma encara no olhar, parecia que nós conversávamos, parei com minha filha perto dele, comigo atrás apertando as costas dela, algumas pessoas passaram atrás de mim e fui pra frente fazendo minha filha quase cair em cima do cara, suas pernas eram grandes e um joelho tinha que ficar pra fora, roçando a perna de Tamara.
⁃ Tá cansada né filha! – falei massageando o ombro dela.
⁃ Pode sentar aqui com ela! – disse o cara se levantando.
⁃ Não Não não! não quero que se levante!
Insisti bastante até ele permanecer sentado.
⁃ Continue sentado! Você deve ter trabalhado muito! Sou Fabiano! – me apresentei cordialmente.
⁃ Jorge. – disse com sua voz grave.
⁃ Oi , meu nome é Tamara ! – disse ela toda assanhada.
⁃ Vocês querem que segure algo, as mochilas no meu colo…
⁃ Não, não, nem é pesada! Só se fosse Tamara, ela não ia ficar pisando no seu pé! – falei em tom de brincadeira. – Mas se não se sentir a vontade com isso, tranquilo.
⁃ Bom, você que sabe, .. . não me importo de por uma criança no meu colo. se for pra ajudar…

Botei minha filha sentada bem em cima da mala dele, ela estava de vestidinho, o ônibus tremia, eram curvas e quebra-molas, meu pau duro por baixo do jeans quase na cara da minha filha e ele com as mãos gigantes na cintura dela, do lado dele, na janela, havia um velho dormindo com a cara no vidro, Tamara ficava, rebolava como se quisesse se encaixar no colo do homem, e ele prendia sua cintura mantendo ela firme no colo dele, nisso a saia da menina acabou subindo e se expandiu em volta, então ela estava de calcinha montada na rola do cara, por baixo da calça. Na hora de descer eu tirei ela do colo dele e seu pau estava duro pro lado, ele levantou sem nenhum constrangimento, chamando a atenção de algumas pessoas, quando olhei pra trás percebi uma manchinha bem sobre o ziper, só podia ser da bucetinha de Tamara. Fomos descendo a rua, mas desta vez eu segui o ritmo de seus passos.
⁃ Ah então você mora na rua de trás! Se eu tivesse sozinho em casa daria pra gente tomar cerveja e bater papo, mas eu moro com meus pais. – expliquei.
⁃ Eu moro sozinho numa kitnet, se quiser vir agora, tenho bebida lá. – disse com os olhos na Tamara.
⁃ É já que é sexta, por que não? Vamo lá Tamara?
⁃ Vamos pai! Eu posso tomar um gole de cerveja? Não conto pra ninguém!

Jorge morava nos fundos de uma casa, era pequeno e bem simples, sala e quarto era um cômodo só. Ele pediu se podia tirar a camisa e eu tirei a minha também, fiquei de jeans. Servimos a cerveja e ficamos conversando enquanto eu me sentava na cadeira de uma mesinha. Ele me contou que tinha 28 anos, era do interior e sempre morou sozinho, era vigilante em dois lugares, teve várias namoradas mas no momento estava só curtindo por aí e só teria filhos se fossem todas meninas. Dei vários goles de cerveja pra minha filha, ela já estava mais solta.

Um grupo de axé se apresentava na tv e comecei a atentar Tamara dizendo que ela sabia dançar, pedimos pra ela dançar aquela música, mas ela disse que estava com vergonha, então falei se não dançasse não vai tomaria mais cerveja. Ela só fingia de tímida, pois começou a dançar e rebolar como uma louca. Jorge a comia com os olhos, seu jeito tarado descarado com minha menina estava me deixando enciumado, e excitado.

⁃ Se você precisar trocar de roupa ou tomar banho, não liga pra minha filha não, ela é acostumada!
⁃ ‘Ótimo então! Quero tirar essa calça quente! – disse tirando os coturnos. – Se você quiser tirar seu calçado, não tem problema!

Eu tirei meus sapatos, realmente aliviou. Tamara tirou as sandalinhas e se encaixou entre minhas pernas olhando Jorge descer as calças, mas ele se levantou de cueca e ficou de costas, tirou uma toalha da gaveta juntou suas roupas usadas e foi tomar banho de porta aberta pra conversar. Nisso eu forcei Tamara tirar o vestido e ficar só de calcinha, subiu aquele cheiro de bucetinha suada de menina. Seus petinhos já começam a formar os bicos e já estavam ficando salientes.
⁃ Se precisar eu vou em casa e pego mais cervejas. Eu não quero ficar tomando da sua sem trazer, me sinto um aproveitador! – dei ênfase na ultima palavra.
⁃ Não esquenta! – gritou do banheiro.
Depois de alguns minutos de conversa ele fechou a ducha e reclamou por ter esquecido a toalha. Eu estava sentado num sofa com Tamara na minha perna e vi a tolha dobrada no pé da cama.
⁃ Peraí, minha filha vai levar pra você! – gritei pra ele. – Filha, pega aquela toalha e leva lá pra ele!
⁃ Eu??? Mas eu tô sem roupa!
⁃ Então sua boba, não tem que ter vergonha!
⁃ Mas ele não tá pelado??!
⁃ Que que tem! Você também tá!

Tamara ficou com um sorriso de animada, mas ficou travada, eu deu um empurrão e mandei ir logo. Ela pegou a toalha e virou a quina da parede, então só pude ouvir.
⁃ Aqui tio! Sua toalha!
⁃ Obrigado! Mas não me chama de tio, eu sou novo ainda!
Ela não voltou, parecia estar vendo ele se enxugar, então gritei.
⁃ Ajuda ele Tamara, enxuga as costas dele!
⁃ Tio.. ops Jorgiii, quer que eu esfrego a toalha na sua costas?
⁃ Eu quero!

Eu ouvi Tamara ofegante fazendo esforço e imaginava a situação.
⁃ Você nem tem cócegas né …. Uiiiiii! – ela soltou um gritinho.
⁃ Ah ah, desculpa! Me virei muito rápido!
Tamara soltou umas risadinhas, ela devia estar de cara com a rôla de Jorge.
⁃ Que foi que você tá rindo? – ouvi ele dizer.
⁃ É que do meu pai é bem mais pequeno!
Na hora senti uma pontada de ciúmes e raiva por ela ter comentado aquilo.
⁃ Peraê, aonde você vai… vem aqui! Tem mais! – falou Jorge meio sacana.
⁃ Não tenham pressa! Tô tranquilo aqui! – falei pra eles ouvirem.
Pela sombra que batia na parede era como se ele estivesse fazendo ela pegar nele, ou esfregando nela. Ele passou a sussurrar umas palavras, com o som da tv eu não entendi exatamente, mas ouvi baruho de coisas caindo e batendo. De repente Tamara começou a gemer alto e rir ao mesmo tempo. O barulho de sucção que Jorge fazia era forte, e minha filha reagia gemendo e gritando. De repente Tamara veio correndo e se jogou no meu colo sem fôlego.
⁃ Toma mais cerveja, filha! – falei fazendo ela tomar uns goles.
Sua calcinha estava toda esticada e molhada, primeira vez que vi sua bucetinha inchada daquele tamanho.
⁃ Filha, escuta! É pra você brincar com Jorge hein, igual namoradinha!
⁃ Pai, ele beijou minha pepeka bem forte, e puxou a linguinha dela pra fora!!! – disse admirada. – Uiiii!!! – gritou ao sentir meu pênis duro por baixo da calça.
⁃ É o pinto do pai, filha! Primeiro você brinca com Jorge, depois papai vai brincar com você!

Jorge veio de toalha branca na cintura com seu pau duro pra frente e o copo de cerveja na mão, lentamente passou na nossa frente pra fechar a cortina da janela e alcançar o interruptor da luz, ficou só a luz da tela da tv pequena. Ele se virou e parou na frente de Tamara que estava em pé entre minhas pernas, ele ficou em silêncio só com um sorriso nos lábios vendo a reação da minha filha, que por sua vez não controlava sua fascinação pelo o que estava debaixo da toalha.
⁃ Tira a toalha dele filha! – falei no ouvido dela.
Ela deu um sorriso se encolheu demostrando vergonha, eu olhei pra ela concordando com a cabeça, daí ela puxou e toalha e o pau do Jorge balançou livre na nossa frente, como eu estava sentado no sofá eu tinha a mesma perspectiva de Tamara, e estava diante de um cacete grande.

⁃ É grandão né filha!!! Agora você tem que fazer igual toda namoradinha faz, tem que por na boca e mamar!
⁃ Ela já provou e gostou. – disse Jorge passando seu dedo no cabelo da minha filha e firmando pra atrás da orelha.

Tamara olhava pra mim e olhava pra cima pra ver rosto de Jorge, com contornou os lábios dela com a ponta do dedo numa postura de superioridade, tirei meu pau pra fora do jeans para punhetar, era tudo que eu queria ver, na verdade, o começo. Era a primeira vez que eu ia fazer tal coisa com minha filha. Era como reviver o passado, de novo usar de muita persuasão pra convencer uma menininha a testar seus limites, mas desta vez muito mais fácil, pois era minha menina e fogo no rabo ela já tinha, eu só precisava saber como começar.

Você no lugar de Francisco:

A) Eu ficaria quietinho só assistindo ele fazer do jeito dele, afinal eu que quis dá-la;
B) Minha pequena com outro macho tem que ser do meu jeito, pois a fantasia é minha;
C) Ela ia ter que dar conta dos dois, porque não basta ser pai tem que participar.

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14 Comentários

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  • Responder Dona Maricota ID:1ebureqwfq6j

    Meu filho, eu acho que você é uma bichona e estava doida pra dar pro Jorge!

  • Responder Bucetuda ID:2ql00i3eq

    Voto no C

  • Responder mineiroleitador ID:1ecms24alcfd

    voto C

  • Responder mineiroleitador ID:1ecms24alcfd

    sensacional. Só continua. O mais rápido possível!

  • Responder Rimonteso ID:gqblwtt0b

    Voto no A… acho q vc podia fazer o A depois o C

  • Responder Jubileu ID:46kpiyw749k

    C voto

  • Responder Apenas mais um ID:1wm1mn5h

    Eu voto C

  • Responder @BURN0013 ID:1elrrsr03cr7

    Pra mim ela ia ter que dar conta dos dois,primeiro ia assistir ela sendo possuída de todas as formas e depois dele terminar com ela e deixa lá jogada na cama ia ser a minha vez de terminar o que ele começou
    TELE-BURN0013

  • Responder Amupse_1 ID:5h60a0m3

    Eu voto na C

  • Responder .. ID:8d5f705t0a

    Esse conto é do autor Identidade Bourne, ele nunca postou a continuação

  • Responder Fudido ID:1dai2i4t0a

    Eu voto no A

  • Responder Anônimos 1.2.3 ID:81rf701bd2

    Delicia que fantasia maravilhosa que menina gostosa vai dar conta dos dois com certeza

  • Responder Jucao ID:jtws9ifv4gi

    Delicia