# # # #

Sozinho nos EUA, fui adotado pelo meu novo Papai

2898 palavras | 2 |4.39
Por

Quando fui para o Estados Unidos pela primeira vez, com 12 anos, tive a certeza que queria voltar, estudar morar. Consegui convencer meus pais e com muito esforço fui para o high school.

Conseguimos para o Colorado, uma cidade menor ao norte de Denver, onde consegui me estabelecer, fazer algumas amizades inclusive.

Fui recebido por uma família muito simpática, que eram meus “pais” na america, estudava com os filhos deles e ia e voltava da escola, fazia as refeições e também tarefas da casa junto com meus “irmãos”.

No segundo ano que estava lá, meu pai “quebrou”, uma confusão e minha mãe se separou dele.

Resumindo, eu deveria voltar para o Brasil ou conseguir uma bolsa.

A família que eu morava era muito simples, poderia ficar comigo sem receber auxílio do Brasil, mas iria apertar MUITO as finanças deles. Mesmo assim eles disseram para eu não me preocupar.

Mesmo assim fui procurar trabalho, encontrei nessa mesma cidade uma oportunidade de “meio período” (2h por dia) e finais de semana.

Salário de estagiário. Bem, daria certo, claro que daria. Não tenho medo de trabalho e de esforço físico! Porque pensava assim? Porque era em uma fazenda da região.

Fui com meus responsáveis até a fazenda conhecer tudo e me oferecer. Foi uma festa, uma alegria ao encontrarem um jovem tão novo disposto a trabalhar assim, não se ve isso muitas vezes.

Comecei meu trabalho muito bem recepcionado pelo David, dono da fazenda.

(para resumir tudo o que não interessa)

Ele soube de toda minha história e me “adotou”. Entraram em um acordo todos, e fui morar com ele na fazenda, 30 minutos da minha escola.
Eu já tinha 15 anos e ele dizia que ao fazer 16 me daria um carro e eu poderia me virar.

Pois bem, aprendi tudo na fazenda, desde os animais até as plantações, como armazenar tudo para o inverno e distribuir silagem e feno para o gado. Serviço pesado mas muito divertido. Equipamentos gigantescos e muito tecnológicos eu aprendi a usar.

Mesmo 10 anos atrás, já tinha uma tecnologia embarcada muito grande.

Com o tempo fomos nos dando bem, realmente como pai e filho. Ele era sozinho, divorciado a poucos anos, não tinha filhos ainda. No Auge dos seus 40 anos. O que era muito engraçado, pois alguns lugares achavam que eu com 15 era realmente filho dele, pois os americanos tem filhos cedo naquela região. Achavam que eu era o mais velho dele. e ele entrava na pilha e dizia que era mesmo. hahaha

Aos meus 16 anos ele realmente me deu o carro, muito emocionado eu fui para a escola de carro “novo” haha… um civic se desmanchando, vermelho, pagou 3 mil dólares por aquele carro na época. haha

Chegando na escola deram um alerta de tempo severo e dispensaram todos para casa novamente.

Fui bem feliz, dirigindo. Parando no Drive pegando lanche, bem emocionado.

Fui para fazenda rápido quando percebi que o tempo estava virando e fui correndo para casa.

Cheguei em casa e não encontrei o David, olhei pela volta e não tava, provavelmente ele tava na lavoura fazendo algo, liguei para avisar do alerta do clima e nada de atender.

A camionete dele estava perto do celeiro do feno, fui até lá e ouvi um barulho. Mesmo com MUITO vento batendo e assobiando eu conseguia ouvir alguma coisa.

Quando cheguei perto, vi ele jogado nos fenos, se masturbando e vendo um filme porno em uma televisãozinha.

Para meu espanto porno Gay… Pegava aquela giromba dele com as duas mãos e massageava lá em cima na cabeça grande e vermelha, e deslizava até as bolas, bem devagar e subia novamente.

Me assustei e fui saindo devagar, peguei o carro na frente de casa e fui embora.

Deixei dar o horário da aula, esperando em um posto, comendo besteira e pensando besteira também. Pensava na cena, e no tamanho do pau dele e ficava excitado.

O que estaria acontecendo, porque não consigo tirar essa cena da cabeça…

Quando voltei pra casa ele estava preocupado, porque eu tinha ligado, ele tinha recebido o alerta mas eu não atendi mais…

Disse que como ele não atendeu eu não sabia se para nosso lado estava tudo bem, etão resolvi ficar pela cidade e fui no cinema, nem vi a ligação com o telefone no silencioso.

Ele disse para eu tomar um banho que logo iriamos comer e ver o jogo.

Já no banho me masturbei para acalmar minhas ideias um pouco.

Para ver o jogo eu tava todo errado, ainda mais ele de bermudinha mostrando o volume, que eu realmente nunca tinha percebido.

Bebendo cerveja e comendo, com uma regata mostrando os braços definidos pelo trabalho pesado, uma barriguinha saliente (nada de mais), pelos por todo corpo.

De repente sai do transe quando ele falou “Filho, que tu acha de fazer um churrasco agora pra nós? Amanhã é sexta, ficamos até tarde, nem precisa ir na aula.”

Logo concordei e fui pegar as coisas. De repente o Broncos fez um Touchdown e ele levantou feliz para me dizer como foi, e para eu olhar o replay, fui até a varanda e fiquei em pé na frente da TV.

Então ele comemorando veio por trás de mim e deu um beijo na minha cabeça, dando tapa na minha cabeça como sempre fez.

Eu meio que no automático virei a cabeça um pouco pro lado e dei um passo para trás como fosse me escorar nele, ao mesmo tempo que joguei minha bunda para trás.

Não sei como, não sei porque, mas do além, parecia uma das meninas da minha escola quando são dengosas.

por 2 ou 3 segundos, ficamos na posição, 3 segundos que durou 1 século.

Logo ele me abraçou com a mão que estava segurando a cerveja, me puxando para mais perto do corpo dele, me deu um beijão no pescoço e disse “o papai te amo filho, vai lá preparar as coisas”.

Dei uma olhadinha pra trás e vi o que recém tinha sentido. Ele realmente estava excitado, me olhando e sorrindo.

Depois daquilo, sempre tinha um “esfrega esfrega”. Ele sempre dizendo que me amava, e eu sempre “me entregando” nos braços dele.

Sem perceber, comecei ficar até mais “meigo” perto dele, mais afeminado. (Logo mais eu conto como sei disso).

Escondido dele, quando ele ia para lavoura, eu procurava os DVDs dele e colocava para assistir. Tinha de tudo, gay, hetero, travesti…

Comecei me masturbar e me tocar vendo aquilo. Também comecei procurar na internet algumas coisas e ver vídeos online também.

Até que um dia, já inverno. Muita neve pelo lado de fora, uns 4 meses depois do início de tudo.
Ele estava de calça de moletom, casaco de moletom e meias, sentado na sala vendo uns papeis.

Eu fui até ele e sentei emburrado e dizendo que estava entediado, não tinha nada para fazer.

E realmente não tinha, era sábado mas estava tudo trancado por causa da Neve.

Então ele disse bem sério, sem olhar pra mim: “Vai arranjar algo para fazer, vai para a oficina martelar algo, vai comer algo, vai olhar porno… tu que sabe, só não posso falar com você agora, preciso entregar segunda esses papeis para o contador.”

Olhei meio incrédulo pra ele e disse: “Olhar porno sozinho não tem graça”

Ele me olhou e riu. Como sozinho? Isso é coisa que se faça na frente dos outros?

Eu respondi “ah, do pai não teria problema!” E provoquei: Sr. Olha porno pai?

Ele rui de novo e disse “é claro que sim! um solteirão que ninguém quer, tem que saber se divertir sozinho!”

Eu disse: Então está ai a resposta. Vamos nos divertir juntos!

Ele me olhou sério e me jogou um lápis e disse “que você está falando?”

Eu me assustei e disse todo sem jeito… NÃO NÃO… perae!! To dizende de OLHAR, OLHAR juntos… Igual fazemos com o Futebol (americano).

Ele riu de novo e disse: Acho bom! Tu não tem idade para essas coisas.

Oii? Idade? Então se eu fosse mais velho?? (Pensei comigo mesmo!)

Duas semanas depois veio uma tempestade de neve e ficamos sem luz. Claro que nesse meio tempo tivemos muitas provocações e mais esfrega esfrega.

Então tomei coragem para perguntar se poderia dormir com ele, pois não tinha luz e eu não me sentia muito confortável.

Tomei meu banho no banheiro do quarto dele. Ele me recomendando que eu não demore muito, devido a tempestade ele não sabia se o gás não seria cortado também.

Sei lá, tomei um booom banho, me lavei bem, lavei bem meu cuzinho, colocando os dedos e lavando bem internamente. Na minha cabeça poderia acontecer qualquer coisa aquela noite.

Lembrava da tromba dele e me tremia as pernas, mas me acalmava lembrando que tinha treinado com alguns “consolos”. Mesmo não tendo comprado um grande pois não tinha encontrado.

Ao sair do banho ele disse: Poxa, disse para não demorar…

Respondi e aproveitei para provocar… “ué, primeira vez que vamos dormir juntos, não poderia ficar fedendo”… Ele me olhou com uma cara de desaprovação e disse: “SEI… tu sempre demora!”

Ele foi para o banho e eu dei uma de maluco, deitei completamente Nu…
Qualquer coisa para me defender eu iria contar que vi ele se masturbando, olhando porno Gay, achei que ele iria gostar… no fim do drama ainda poderia rolar algo… isso… decidido.

Uns 10 minutos deles ele sai do banho, secando o cabelo com a toalha, e para minha grata surpresa, completamente pelado… Com aquela maravilha balangando meia bomba.

Parecia que eu estava realizando meu sonho de tão deslumbrado que eu estava!

Perguntei pra ele: “Pai, o que é isso?”

Ele respondeu: “Ué filho, eu durmo pelado, não sabia?”

Eu tirei a coberta de cima de mim e disse: “Então tal pai tal filho, eu também…”

Ele deu um sorrisinho e veio em direção aos pés da cama, e colocou um joelho em cima da cama…
Eu me ajustei, olhando pra ele, que nem uma menininha e abri as pernas, ele veio chegando perto e eu abrindo as pernas e levantando elas, ele veio vindo e eu me arregaçando, até que ele parou no meio das minhas pernas, rosto com rosto me olhando, e eu de frango assado, com as pernas abraçando a cintura dele.

Ele me olhou e disse: “Papai vai cuidar bem de ti”

E me deu um beijão de lingua de tirar o folego… Não sei como ele fez isso, mas eu só fazia movimentos com a cintura enquanto piscava meu cu, querendo sentir ele entrar, mas não encontrava nada.

Levei minha mão para baixo tentando pegar o pau dele mas não alcançava… então ele riu e disse “não vou te dar, vai ter que implorar”…

Dei um tapinha nele e disse “seu safadooo, ta fugindo de mim?”

Ele riu e disse que nunca fugiria.. estava só brincando.

Então senti aquele toque geladinho na portinha do meu cu, e já estremeci… dei uma gemida…

Ele me beijou o pescoço e agarrou minha bunda forte com as duas mãos, e me chamou de gostoso!!

Quase perdendo a sanidade ele disse: “Meu brasileirinho gostoso da bundinha grande!!”

Ali eu mordi meu lábio, sem entender muito bem ainda tudo isso. Depois descobri que ele olha porno gay brasileiro, e travesti também. Segundo ele, os melhores no anal.

Saiu do meu pescoço e deitou no meu peito, mordiscando meu mamilo, desceu para minha barriga e abocanhou meu pau, que é de um bom tamanho, bem desenvolvido…

Após me chupar e quase me fazer gozar ele ergueu minhas pernas novamente, e começou me dar um beijo de língua no cu. Quase gozei de novo, pedindo pra ele parar, que eu queria gozar com ele dentro de mim.

Ele veio de novo para o meio das minhas pernas, esfregando o pau dele nas minhas bolas, como se fosse penetrar na minha buceta, apertando, apertando… com força, o que foi me deixando muito excitado novamente… Então ele chegou um pouco para trás, se deitou bem por cima de mim…

Disse que colocaria só a cabeça, e eu ficasse a vontade para forçar mais.

Pensei comigo, “a cabeça vai ser fácil, pois sabendo disso eu treinei com um pinto grosso e bem curtinho que comprei”

Ele começou massagear a portinha, e eu levando meu cu até ele e piscando, pedindo pra ele me comer… Ele bem devagar e com receio foi se afastando e eu dizendo que ele podia deixar que eu avisaria se doesse.

Ele deixou e eu fui me mexendo até sentir meu anelzinho rasgando… Dei um gritinho e segurei bem os braços dele. Parei um pouquinho e forcei um pouco mais…

Até que senti minha próstata apertando e coçando, parecia que ia estourar…
Estremeci e gozei litros de porra na minha barriga, peito e no peito dele.

Ele só deu um urro forte, contraio o abdômen e fez um barulho “Pufff”…

O Jato de porra dele no meu cu foi tão forte que chegou desencaixar, e “estourar a mangueira”… Pois estava encaixada “só a cabecinha”.

Nos deitamos daquela mesma forma e dormimos…

Por umas duas vezes senti ele colocando o dedo dentro do meu cu na madrugada…

Dizendo: “O Paizinho está cuidando de ti…”
Eu podre de sono só rebolava um pouquinho e dizia que ele podia continuar.

(Descobri que ele tava tão excitado, que se masturbava enfiando o dedo no meu cu, até gozar, e depois pegava o gozo e colocava dentro do meu cu, fez duas vezes isso. Na madrugada e quando acordou)

Fiquei dormindo até mais tarde, e depois desci, sentindo cheiro de café recém passado.

Cheguei na sala meio sonolento e ele estava vendo TV, a previsão da nevasca. Me avisou que tinha café e torradas.

De repente ele arregalou o olho, me olhando, percebeu que eu estava de toca, moletom, e sem cueca e calça… peladinho com meu pintinho frio e pequeno balançando.

Fui em direção a ele para dar bom dia e acavalei, dando um beijo de língua gostoso, e me esfregando nele.

Já senti o negócio endurecer embaixo de mim.
Peguei as calças dele e puxei para baixo, revelando aquele pau babando pra mim.

Peguei um gelzinho que trouxe do quarto no bolso do moletom, passei no meu cu e e no pau dele…

Subi, coloquei a cabeçona na portinha e forcei, sentindo dor… e tesão ao mesmo tempo, assim que minha próstata começou ser massageada pela cabeça do pau dele eu já relaxei… tirei e passei mais lubrificante…

Sentei de novo… Perguntei se o brasileirinho dele estava fazendo certo… ele me deu um tapa forte (que ficou marcado 3 dias) na bunda e disse meio rindo “não me provoca que ainda não está pronto para me aguentar!”

Eu quase beijando ele, respirando a respiração dele perguntei “Sr. prefere que eu fique gemendo que nem uma menininha ou menininho??”

Ele me puxou para baixo, atolando mais ainda no meu cu e disse: “Menininha… Eu gosto quando tu é bem feminina…”

Eu subi tudo de volta, quase tirando do meu cu e perguntei… “Então o sr. quer uma filhinha a partir de hoje?” e desci quase tudo beeeeeem devagar…

Ele gemeu e disse: “podemos providenciar isso…” colocando as mãos por dentro do meu moletom e agarrando meus mamilos…

Eu subi tudo de novo, apertando meu anelzinho na cabeça do pau dele e disse: “Vou comprar até uma calcinha rosa de renda assim que conseguir ir na cidade…”

E desci até o talo, sentindo um pouco de dor inclusive… mas decidido a fazer pelo menos uma vez…

Subi e comecei cavalgar bem devagar o pau dele e gemer que nem uma menininha!

Ele me agarrando forte e gemendo disse para eu parar… me agarrou, me agarrou e tremeu todo… Enchendo meu cu de porra… dessa vez bem menos, mesmo assim senti meu interior ficar quentinho…

Após algum tempo encaixados ali, ele me colocou deitado e mamou meu pau até eu gozar na boca dele. Ficamos ali, deitados e nos beijando até a próxima rodada.

Após aquilo, decidimos que tomaria alguns hormônios, só para eu ficar mais feminino, sem a intenção de ser ou parecer trans… Só para criar um pequeno peitinho, ficar mais lisinho e bundudo. Tudo para agrada-lo e também para me agradar.

Sou Homem, difícil perceber ao me ver na rua…
Mas dentro de casa, colocando um shortinho e camisetinha marcando os mamilos, fica difícil distinguir estando de costas.

Nossas aventuras foram muitas nesses 10 anos…

quem sabe conto mais um dia.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,39 de 44 votos)

Por # # # #
Comente e avalie para incentivar o autor

2 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Luiz ID:3v6otnnr6ic

    Maravilha quero saber mais 10 de vara ficou todo arrombadinho , alguma vez tranzou com outro amigo dele ?

  • Responder Musseo ID:bemlqenv9j

    amei, poderia virar um série