# #

Primeira Vez Com O Dudu

962 palavras | 2 |3.17
Por

Relato da primeira contato zoo. Com Dudu, nosso cão.

Desde muito cedo, eu já me tocava sentindo as deliciosas sensações que isso proporciona. Com meus 12 anos perdi minha virgindade com um dos meus primos, mas isso é pra outro conto. Agora com 14, tive minha primeira experiência zoo, com o Dudu, cão da nossa família, na época.

Tudo começou em um dia em que cheguei do colégio, fui até meu quarto, joguei a mochila em um canto e deitei em minha cama. Senti uma sensação entre as pernas. Levei minha mão tocando minha intimidade ainda por cima da calça de malha, porém, a sensação do toque foi deliciosa. Meu corpo já pedia por mais.

Tirei a camiseta do uniforme e, com as pontas dos dedos, comecei a tocar a parte superior dos meus pequenos seios, ainda com o sutiã. Fui escorregando meus dedos para dentro do bojo, toquei meu mamilo durinho. Não aguentei e puxei meu sutiã para baixo deixando meu seio livre e pronto para que eu pudesse massageá-lo.

A sensação era maravilhosa. Me sentia cada vez mais quente, em brasa. Tirei minha calça ficando apenas com a calcinha branca de algodão. Passei os dedos por ela e me estremeci. Puxei o tecido para o lado e acariciei meu grelinho. Neste instante eu já quase gozei.

Fiquei ali me deliciando com a sensação de me masturbar, quando de repente, senti algo mais tocar minha intimidade e meus dedos. Era a língua do Dudu. No momento me assustei e tapei com a mão para ele não fazer mais.

Contudo, a sensação tinha sido tão gostosa e excitante, misturada com o susto, que por um momento, cogitei em deixar ele me lamber. “Você deve estar louca!” Pensei comigo mesma.

Ergui minha cabeça e o vi ali, parado, com aqueles olhinhos de felicidade e com a enorme língua para fora. Não sei porque, mas não conseguia tirar os olhos daquela língua. E no mesmo instante, meu desejo foi querer senti-la me saboreando.

Acho que estava realmente louca. Me posicionei na beirada da cama, ainda deitada de costas, abri bem as pernas e puxei a calcinha de lado. Nem precisou eu chamá-lo, acho que ele já sentiu meu cheiro de fêmea, e veio me lamber.

— Hmm! — Deixei escapar um gemido quando senti seu órgão úmido e macio começar a me saborear.

Dudu lambia com vontade como se eu fosse realmente uma cadela. Mas afinal, eu não estava sendo? Com meus dedos, abri meus lábios para ele chegar mais, e quando tocou meu grelinho, o êxtase foi enorme e acabei gozando pela primeira vez com a língua do meu dog.

O orgasmo foi tão forte que fiquei sem forças. E ele, parecendo entender, passou a lamber mais suavemente.

Ainda com certa dificuldade, coloquei os pés sobre a cama e abri novamente para ele. Neste instante ele se levantou e tentou meter em mim. O segurei e então notei o tamanho do pau dele, que estava todo para fora. Me ajeitei mais um pouco para facilitar para ele, e então ele começou seus movimentos.

O cacete dele apenas batia na minha bocetinha sedenta, mas não conseguia entrar. Passava deslizando por entre meus lábios, meu grelinho e saía para cima. Com certo medo, tentei pegar nele e direcionar, mas não consegui, fazendo com que ele descesse de cima de mim.

Foi então que pensei: “as cadelas andam de quatro, melhor eu ficar de quatro que ele vai saber.” Desci da cama, me ajoelhei recebendo lambidas no rosto, pois ele estava eufórico, parecia que sabia o que eu ia dar pra ele.

Assim que apoiei as mãos no chão ficando na posição, ele já foi para trás de mim, me lambeu um pouco a boceta e também pegou um pouco no meu cuzinho, o que me deixou com mais tesão. Eu já tinha feito anal com meu primo, poucas vezes, mas a sensação da língua do Dudu era totalmente diferente.

Dudu se jogou sobre mim. Por ele ser um vira-lata, ele tem porte médio, quase deu a altura. Tentava frenéticamente me penetrar. Tive que abaixar um pouco a bunda e então ele conseguiu.

— Aaahh! — Gemi feito uma cadela quando o pau dele escorregou pela minha boceta molhada e se enterrou em mim. — Hummmm!

Seus movimentos eram firmes e contínuos. Suas patas dianteiras agarradas em minha cintura, me seguravam para não ter como fugir. Enquanto ele metia deliciosamente,naquele vai-e-vem delicioso e animal.

— Aaah! Hmmm! — Era só o que consegui proferir enquanto ele me fazia sua cadelinha.

Não demorou e eu senti o pau dele crescendo ainda mais. O nó estava entrando em mim e me rasgando todinha. Então não aguentei e gozei loucamente no pau do meu cachorro, e logo em seguida, senti ele me inundando com sua porra quente.

Dudu parou seus movimentos e ficou grudado em mim. Eu estava em êxtase. Nunca tinha gozado tão forte e tão gostoso daquela maneira. Sabia que de alguma forma eu já estaria viciada no meu dog.

Estava exausta, e então decido me deixar cair no chão. Foi onde o nó do pau dele puxava minha intimidade como se fosse me rasgar. Que sensação maravilhosa!!! Acabei gozando novamente assim.

Assim que saiu, meu corpo despencou no chão, exausto e Dudu, como um cavalheiro, lambeu minha bocetinha toda gozada e usada. Que delicia!

Depois desse dia, eu sempre procurava me deliciar com Dudu sempre que possível.

*.*.*.*.*.*.*

Se gostaram votem e comentem!
Em breve mais!

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 3,17 de 12 votos)

Por # #
Comente e avalie para incentivar o autor

2 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder GAÚCHO DE TOCANTINS ID:41igtspg49i

    MUITO BOM…..GOSTEI…SE QUISER CONTAR MAIS [email protected]
    abraços

  • Responder @jrcontagem ID:1d280j9r8zpm

    Que delícia seu conto, que tesão, acho que todas as meninas e mulheres deveriam passar por esse prazer também