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Masturbei uma jovem no metro de Lisboa – Portugal

978 palavras | 1 |4.44
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Eu sou o Miguel, um homem comum. Sou casado com a Laura há vários anos e a nossa relação assenta em regras claras sobre a sexualidade. Assim, temo-nos envolvido com outras pessoas, sempre de acordo mútuo.
Devem concordar comigo: Não há nada como o regresso ao trabalho após uns dias de férias! Estou a ser sarcástico, claro, mas se o regresso é sempre traumático, há uns meses vivi um momento engraçado. Depois de sair do emprego, no primeiro dia de trabalho após 15 dias de férias, fui até à Baixa de Lisboa fazer umas compras. Apanhei o Metro, num daqueles momentos em que toda a cidade parece ter decidido fazer a mesma coisa. A plataforma cheia já era um prenúncio do suplício que se iria seguir e, quando o comboio chegou, toda aquela multidão se deslocou para as portas, tentando entrar num espaço claramente pequeno para tanta gente.
Entre encontrões e apertos lá me meti numa das carruagens. Quando as portas se fecharam – ao fim de várias tentativas falhadas – encontrei-me apertado entre uma multidão de gente anónima. Com um solavanco a composição arrancou. Procurei segurar-me a uma das pegas mas a mais próxima estava fora do alcance do meu braço. Consegui agarrar o poste, apesar de estar de tal forma apertado que mesmo sem me segurar a nada não corria risco algum de cair.
À minha frente, virado para mim e a poucos centímetros do meu rosto, ia uma moça de cerca de 25 anos. Não era feia nem bonita, alguém com um rosto mais ou menos indiferente para quem olha. Ia acompanhada por uma amiga e eu tinha-me intrometido entre as duas na enxurrada da entrada. Elas foram trocando algumas palavras até à estação seguinte. Quando as portas se abriram, a agitação na carruagem aumentou de tom: o movimento dos que queriam sair esbarrava na mole humana dos que queriam entrar; e os que apenas queriam continuar a viagem eram apanhados nesse turbilhão. A moça à minha frente tentava não me esmagar, mas era pressionada contra mim. Pediu-me desculpa algumas vezes e eu ia sorrindo, percebendo o seu esforço para evitar ficar completamente colada ao meu corpo.
Com a força de todos os que procuravam entrar acabei por ser empurrado contra a amiga, que estava atrás de mim. Foi a minha vez de pedir desculpa. Ela respondeu que não fazia mal e o seu rabo acabou por se colar ao meu sexo. Não sei se devido a todos os empurrões ou se de forma propositada, senti-a roçar-se nas minhas calças. O metro voltou a arrancar, provocando mais um abanão. A mão atrás de mim amparou-me a cintura. Virei-me um pouco de lado e olhei-a. Tinha um ar simpática e sorriu-me.
– É complicado viajar em hora de ponta! – disse-me.
Retribuí o sorriso e concordei. Acho que ela estava à espera de alguma reação de desagrado pelo facto de a mão continuar na cintura. No meio de todos aqueles apertos a sua mão era invisível aos olhares de quem estava por ali. Comecei a senti-la pressionar levemente os dedos sobre o meu corpo. Os seus gestos eram cautelosos, sempre na expectativa de perceber como eu reagiria. Mantive-me passivo, o que lhe agradou, de tal forma que a sua mão foi deslizando lentamente até pousar-me no meu sexo.
Embalado pelos leves balanços da carruagem e incentivado pela minha atitude, aquela mão tornou-se mais ousada e começou a acariciar-me…Aproveitando mais uma paragem e mais uns encontrões, virei-me de forma a ficar de frente para ela. Sorri-lhe num incentivo para que continuasse. A sua mão estava agora sobre o meu sexo.
Olhei para o lado. Ninguém reparava no que ia acontecendo por ali. Nem a amiga deste exploradora imaginava o que estava a passar-se. A carruagem aproximava-se de mais uma estação e preparei-me para mais uns apertos. Quando as portas se abriram fui empurrado contra a moça que me acariciava e desta vez não fiz nenhuma resistência deixando que o meu corpo se colasse ao dela. Continuava agarrado ao varão com a mão direita e usei a esquerda para a provocar, aproveitando o facto de ter o braço caído ao longo do meu corpo. Toquei-lhe na calcinha e senti o mel que se escondia por debaixo dos jeans. O metro arrancou para mais um percurso.
– Saímos a seguir? – perguntou-lhe a amiga
Ela tinha claramente pouca vontade de interromper a viagem, mas acabou por confirmar. E eu, vendo que estava a pouco mais de um minuto de ela se ir embora, procurei-lhe o fecho das calças e abri-o. Ela ficou atrapalhada com o meu gesto, e mais ainda quando a minha mão entrou pela abertura da sua braguilha e lhe toquei no sexo, pressionando aquela bucetinha de forma vigorosa e deslizei a minha mão sobre ela. Era agora eu que controlava a situação e ela estava visivelmente sem saber como reagir à minha investida.
A carruagem aproximou-se da estação em que ela iria sair. Sorri-lhe e, num último gesto, acariciei mais uma vez o seu sexo. Quando entrámos na estação, retirei a mão de dentro das suas calças. Ela olhava em volta para tentar perceber se alguém reparara no que acontecera. As portas da carruagem abriram-se e uma vaga de pessoas saiu. Nela foram também as duas amigas. Quase soltei uma gargalhada ao ver como ela ficou a olhar em rodor, sem dar muito nas vistas. Quando a porta se fechou e as carruagens arrancaram, vi-as uma última vez pelo vidro. Acenei-lhe e segui viagem, rumo à Baixa-Chiado.

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1 comentário

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  • Responder ZukeAnonimo ID:1der3s1rb8en

    Tuga, que conto maravilhoso. Amo Portugal. Se possível leia “Comendo a tuguinha em Lisboa”. Foi minha experiência ali. Meu telegram já não é mais aquele devido aos doentes mentais que aqui existem. Mas bom saber que ainda há muito amor em Portugal.