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Comi a concunhada

1034 palavras | 3 |4.19
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A esposa do meu cunhado precisa de rola.

Meu nome é Erick 34 anos morando em Londres, mas o ato aconteceu em Brasília em 2018. Sou casado com Mariana e planejavamos mudar para a Europa e tentar a vida fora do Brasil. Para juntar dinheiro fomos morar com meus sogros e meu cunhado Pedro que tinha uma namorada Flávia.
Pedro trabalhava com T.I. e toda sexta-feira Flávia ia para casa dos meus sogros ficando lá até domingo. Essa rotina de finais de semana em casa, eram regados com muito álcool e marijane.
Flávia bêbada um dia, falou para minha mulher que Pedro estava passando por problemas psicológicos não muito grave ,mas ele tomava um remédio que não deixava seu pau subir. Flávia era uma baixinha de 1.50m falsa magra, morena deliciosa. 22 aninhos.
Sexta e sábado a noite meus sogros eram os primeiros a dormir, por volta de 22h… daí fazíamos um Beck e depois íamos beber. Eu comprei um whisky Jack Daniels e abri mais cedo ficando esperto para não beber muito, servindo mais para a minha esposa e meu cunhado, Flávia não bebeu porque disse que não gostava, ficou só na cerva. As 23h depois que Mariana minha mulher e Pedro meu cunhado davam sinal de estar bêbados, botei fogo no Beck e nos 4 fumamos.
Vinte minutos depois Pedro saiu e foi pra cama, minha mulher foi vomitar e coloquei ela depois na cama. Voltei para o quintal e Flávia ainda estava la no celular.
Eu e Flávia conversando e fui perguntando como eles estavam.

– Tá muito ruim, o Pedro tá atolado de trabalho, fica com problemas psicológicos e eu não estou gostando dessa rotina. Nós não vamos para uma festa. Ele não pode dirigir.
– Por causa dos remédios?
– Sim
– Mas ele vai melhorar, ele gosta de você.
– Eu sei, mas já falei para ele parar com esses remédios, ele não tem mais libído. Ontem ele ficou de pau mole enquanto eu chupava. É muito frustrante para uma mulher. Ele não me elogia mais. Estou treinando durante a semana, estou mais em forma do que nunca.
– É verdade, você está com o corpo incrível.
– E você e Mariana?
– Estamos bem, mas em relação ao sexo está um pouco monótono, como nosso quarto fica ao lado do meus sogros ela fica arrumando desculpa para não transar e depois de 6 anos fica um pouco rotineiro.
– Tem mais Beck? Estou sem sono
– Quer fumar mais um?
– Por favor, prometo que te dou um beijo.
– Tenho que ir lá no quarto pegar.
– Eu também vou lá para ver como está o Pedro.

Quando entrei no quarto, com a lanterna do celular Mariana estava roncando forte, peguei um fininho já enrolado e voltei para o quintal.
Depois aparece Flávia de pijaminha. Uma blusinha regata bem fininha sem sutiã e um micro-shorts socado.
– O Pedro tá apagado, roncando alto.
– A Mariana também, ela só vai acordar as 14h de amanhã. Quer acender agora?
– Espera vou buscar água.
– Pega um casaco.
– Nesse calor? Tá doído.
– O Pedro pode até não ter libido com você. Mas eu não me garanto.
– Besta.

Flávia, buscou a água e fechou a porta da cozinha que dava para o quintal. Já sabíamos que quando alguém abria a porta fazia um barulho e dava tempo de se safar.

– Erick, põe fogo nesse fininho
– Não
– Cadê meu beijo?

Flávia segurou meu queijo e deu um beijo no meu rosto.

– Não tem Beck, então.
– Se tá doido? Se alguém acorda.
– Sem chance dos dois acordarem e promessa é dívida.

Mesmo assim lhe entreguei o fino e o isqueiro . Estávamos sentados em um banco sem encosto um de frente ao outro.
Flávia deu uma tragada e jogou sua cabeça para trás olhando pro céu e se segurando com os braços esticados para trás no banco, deixando seu pescoço esticado e seus seios furando aquela blusinha do pijama. Eu fiquei olhando e meu pau endureceu rapidamente. Flávia voltou a posição de me encarar, mas continuei olhando seus seios completamente hipnotizado, eu a encarei, respirando fundo.

– Você é linda demais.
– Tá aqui seu beijo.

Flávia cruzava as pernas em minha cintura e eu a segurava pelas costas em um beijo com muito tesão.
Eu beijava seu pescoço e tirava a alça esquerda da sua blusinha, aparecendo uma tetinha linda bem bicudinha, implorando para ser chupado.

– O outro vai ficar com ciúmes.

Ela tira a outra parte e chupo seus dois peitinhos, intercalando com seu pescoço e boca. Flávia passa a mão na minha rola e toma um susto.

– Que pau grosso.
– Tá durão.

Afastei a bermuda pro lado e saiu a cabeça e metade dele espremido na cueca. Deito ela no banco tirando seu shorts e dou de cara com a bucetinha toda molhada. Chupo muito , fico pelo menos uns dez minutos chupando aquela xaninha. E ela rebolando na minha cara.

– Mete logo, só vou gozar com essa rola dentro de mim.

Arrastei ela até um banheiro ainda no quintal, botei ela de frente para o espelho a segurei pelos cabelos e levantei um perna dela. Rola na xaninha. Ela gemia baixinho e sussurrava.

– Por trás é bom demais, assim vou gozar.

Ela perde as forças na pernas e goza gostoso.
Com aquele gemido e carinha de tesão eu também não consigo segurar e encho a bucetinha dela de leite.

– Aí, eu precisava disso. Mas isso foi só essa vez. Vamos ser pegos e não quero terminar com o Pedro.
– Nem eu com minha mulher, mas vou sempre estar pensando em te fuder.

Um beijo longo antes de irmos pra cama e essa foi a minha primeira e não última vez que comi minha concunhada.

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3 Comentários

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  • Responder Cacalo64 ID:gqb0tai8l

    Delícia…

  • Responder Fabio ID:1cwbgjlqvgkl

    Eu comi a irmã da minha esposa por dois anos era uma delicia!!!

  • Responder Camilinha18 ID:bf9drktb0j

    Gostei conta mais.