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A vida sexual de uma BBW – DEGRADAÇÃO – Parte 1

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Tenho no meu passado 3 anos que eu não quero recordar, mas que ainda hoje me atormentam.

O que vou relatar em seguida, é um período da minha vida passado a quase 30 anos atrás, quando o Lu faleceu. Vou partilhar em contra da opinião do Tiago, da Cátia e da Olga, em contra a opinião dos meus filhos mais velhos, porque os mais pequenos ainda são demasiado pequenos para entenderem o que vou descrever.
Porque o faço? Para ajudar uma jovem mãe, que neste momento tenta lutar contra aquilo que eu lutei naquela altura, algo que me atraia tanto, e que ainda me atrai, disso eu não tenho dúvidas nenhumas, mas que eu consigo resistir graças ao amor que me rodeia. Falo de droga, e de prostituição, álcool, mentiras… e sei lá mais o quê.
Bem, está a morar temporariamente na minha casa a filha de uma colaboradora da minha empresa. A mãe dela é a Rosa e a filha chama-se Rita.
Conheço a Rita desde que ela nasceu, andei com ela ao colo, a mãe dela praticamente trabalha para mim desde que a empresa começou a funcionar.
A Rita, atualmente, trabalhava numa outra empresa, e era casada, feliz, mãe de 2 crianças, mas tal como eu, ficou viúva ao 22 anos.
Até aqui, embora sendo uma tragédia, são coisas que acontecem na vida. Mas ela, infelizmente, caiu num mundo feio…droga…prostituição…álcool… e se não fosse ajudada, estava perdida…tal como eu estive á 30 anos. A Rita vai recuperando, mas existem outras Ritas e Lex´s pelo mundo, e por elas eu vou descrever o que passei, contra a vontade dos que em amam, não que eles me condenem, não nada disso, apenas porque eu sofro muito ao recordar-me daqueles tempos, mas eu tenho que partilhar.

ANO DE 1994

O Lu falecera havia dois ou três meses, e eu estava naquela relação com o homem de 58 anos, onde eu era fodida sem apelo nem agravo por ele, eu era a puta dele, completamente submissa.
Nessa altura da minha vida, comecei a drogar-me, com heroína. Primeiro snifava a droga pelo nariz, bastava uma pequena quantidade… e a droga aliviava-me…fazia eu suportar a vida melhor…sabem, fazia-me sonhar com o Lu…quase que o podia tocar nos meus sonhos.
Comecei também a beber muito, eu apanhava bebedeiras quase diariamente, e depois ia foder com quem me quisesse foder.
Não tinha dificuldades nenhumas em arranjar homens e mulheres para foder, as minhas mamas enormes, colossais, atraem quem eu quiser, além do resto do meu corpo.
Não sei como consegui naquela altura, manter a sanidade para ainda trabalhar, estudar e tratar dos meus filhos.
Para manter os meus vícios comecei a prostituir-me, ao fim de uns meses. Já não estava com aquele homem, mas cada vez estava mais dependente da bebida e das drogas…já me injetava quase diariamente.
Fazia coisas sexualmente falando, que não me orgulho nada. Scat, pissing…enfim.
Eu fodi com homens só para manter os vícios, como disse e cobrava dinheiro…ou pagavam-me com alguma dose de droga.
Alguns queriam apenas foder-me a cona e o cu, e u fodia com eles, onde quer que fosse o sítio. Cheguei a foder noites inteiras em bares, toda nua, naqueles bares em bairros violentos, onde os homens um após o outro vinham foder-me. Cheiravam mal, muitos deles trabalhadores, ganhando pouco nos trabalhos, mas mesmo assim, gastavam algum do dinheiro na minha cona, cu e boca.
Sinceramente na altura pouco me importava. Queria era foder e drogar-me e beber, pelo menos naquela altura eu esquecia de tudo…da morte do Lu… do pouco dinheiro que ganhava trabalhando desde o nascer do sol, até quase ao por do sol…até esquecia que tinha 3 filhos em casa, um deles um bebé.
Eu era mesmo parva, cheia de pena de mim, meu deus, como eu era estúpida.

ANO DE 1995

Continuava na mesma vida, mas cada vez mais dependente das drogas e da bebida. Nunca esquecerei o dia 23 de Fevereiro desse ano, o que eu fiz por uma injeção de droga…
Estava num bar, já completamente bêbada, estava já sem camisa, havia pouca gente naquele dia naquele bar, não me lembro já porquê.
Um homem, sentou-se na mesa do canto onde eu costumava sentar-me, e disse-me:

– QUANTO LEVAS POR EU TE MAMAR NESSAS MAMAS DE VACA???
– 1000 ESCUDOS. ( Naquela altura ainda não havia o Euro).
– Por 5000 ESCUDOS DEIXAS-TE FODER???
– SIM….
– OK…TOMA. ele deu-me 5000 escudos.

Agarrou em mim, deitou-me em cima da mesa do bar onde eu estava sentada, eu abri as pernas, como tantas vezes já ali fizera, e ele mete-se entre as minhas pernas e começou a foder-me. Noutras mesas algum homem que lá estava via eu a ser fodida, e continuava a beber a sua bebida, eu já era mais do que conhecida, a dona do Bar, deixava-me eu ser lá fodida, sempre haviam alguns homens que iam lá foder-me e que depois gastavam dinheiro naquela espelunca, que cheirava só a mijo e cerveja, mas que eu adorava lá ir.
Bem o homem fodeu-me a cona durante uns 15 minutos, veio-se, puxou as calças para cima e foi embora, para o balcão beber cervejas. Voltei a sentar-me na cadeira, nem me preocupei em estar nua da cintura para cima, se lá aparece-se algum polícia, que em prende-se, eu estava pouco me lixando. Aliás um dos que me fodiam muitas vezes naquele bar ou noutro ali perto, era mesmo um polícia.
Mas naquela noite, passados uns minutos, um homem gordo, peludo, ele usava a camisa desabotoada quase até ao umbigo, apesar do frio, e usava um casaco. Tinha um capacete daqueles que se usam na construção debaixo do braço. Assim que entrou no bar e meu viu, com as minhas mamas colossais ao léu, veio ter comigo.

– QUERO FODER-TE, QUANTO LEVAS.
– 5000.
– OK… E SE EU TE DER UMA DOSE JÁ PREPARADA…
– TAMBÉM PODE SER…
– MAS AÍ EU QUERO OUTRA COISA, PUTA…QUERO UMA COISA EM PARTICULAR.
– QUE QUERES???
– CAGAR PARA ATUA BOCA.
– DESCULPA???
– OUVISTE BEM…ABRES ESSA BOQUINHA LINDA EU METO O MEU CU EM CIMA DELA E CAGO PARA DENTRO DA TUA BOCA…LEVAS A DOSE E AINDA OS 5000 DA FODA.
– ISSO NÃO FAÇO.
– FAZES SIM… PENSA LÁ BEM… e ele tira uma seringa já preparada do bolso do casaco. VAMOS LÁ PARA AS TRASEIRAS.

Eu só pensava na seringa…fui com ele.
Fodeu-me comigo dobrada, apoiada numa parede, na rua, num beco escuro. Mas antes despiu-me, bem tirou-me a mini saia que eu levava vestida, porque eu fui tal como estava no bar, sem a camisa vestida…ele fodeu-me com força, as minhas mamas enormes balançavam por todos os lados e naquela altura eu tinha 23 anos, as minhas mamas ainda tinham firmeza.
Veio-se na minha cona… depois agarrou em mim, deitou-me no chão, e… agachou-se com o cu dele cheio de pelos a ficar mesmo em cima da minha cara…deu dois peidos bastante mal cheirosos, quase que vomito…mas depois…começou a cagar…eu estava de boca aberta…o cocó era sólido, e eu comecei a mastigar ele e a engolir…tive tanta vontade em vomitar, mas comi tudo, tive sorte não era muito…mas ele quando acabou mandou-me lamber o cu dele, para o limpar…assim o fiz. Ele largou a seringa em cima das minhas mamas e o dinheiro e foi embora a rir.
Ele apenas foi o primeiro, fiz scat inúmeras vezes naquela altura.
De vez em quando lá vinha um homem que me pagava para eu comer a merda dele e depois limpar o cu dele.
Eu estava no fundo do poço, tinha de me drogar diariamente, e beber então, nem me lembro da quantidade de bebida que eu consumia quase diariamente, e nem de quantos homens pagavam para me foder.
Bem, alguns nem pagavam, aproveitavam-se de eu estar completamente bêbada ou drogada ou ambas as coisas, e fodiam-me.
Lembro-me vagamente de certos dias, estar numa casa abandonada, nua, bêbada, completamente toda nua, e ser fodida por vagabundos, gaiatos ainda menores…
Lembro-me de uma vez ter sido fodida por mais de 20 rapazes de seguida, eles davam-me dinheiro, e eu dava-lhes o que eles queriam, cona, boca e cu.
Um dia chego a casa, estava como escrevi no fundo do poço, os meus filhos estavam mais com os meus pais do que comigo, mas naquela noite a minha mãe esperava-me dentro da minha casa.
Viu-me chegar, completamente bêbada e drogada…com esporra a escorrer pelas minhas pernas abaixo, uma mama de fora, eu havia fodido numa esquina ali próximo da minha casa, com um nigeriano, que eu já escrevi aqui sobre ele, nos meus contos iniciais, e ele fodeu-me a cona e o cu nesse dia.
Entro em casa e nem vi a minha mãe sentada na sala á minha espera…fui diretamente para o meu quarto, despi-me toda e deitei-me na cama.
A minha mãe não falou nada enquanto eu me despia e deitava…apenas acendeu a luz do quarto quando eu estava já deitada nua na cama.
Quando ela acendeu a luz, eu lembro-me perfeitamente do que eu disse. Eu estava de costas voltadas para a porta.

– SE QUERES FODER MAIS, TENS QUE PAGAR…
– TEM MAS É VERGONHA NESSA CARA, SUA PUTA DE MERDA.

Quando ouvi a voz da minha mãe, eu rodei na cama e fiquei virada para ela… ela parecia-me tão grotesca, uma cabeça enorme num corpo pequenino… comecei a rir-me, dava mesmo gargalhadas.

– MÃEEEE… SE QUERES FODER TAMBÉM TENS DE PAGAR… NÃO É POR SE….

Levei nessa altura as únicas 3 bofetadas na minha cara que a minha mãe me deu na vida dela.
Fiquei a olhar para ela surpreendida…a minha mãe chorava. Vi medo e raiva na cara dela…quando ela me agarra num braço e vê as marcas das picas das seringas, ela disse:

– QUE FAZES TU AO TEU CORPO, SUA DESGRAÇADA???
– DEIXA-ME EM PAZ MÃE… QUERO DORMIR.
– LEX… ACORDA FILHA…ACORDA PARA A VIDA…TENS 3 FILHOS PARA CRIAR E ANDAS A DROGAR-TE…BEBADA E AINDA POR CIMA A FODER POR DINHEIRO????
– SIM ANDO…PORQUÊ…IMPORTA ALGUMA COISA???
– SE IMPORTA ALGUMA COISA…OS TEUS FILHOS…PERDERAM O PAI E PRECISAM DE UMA MÃE…ACHAS POUCO???
– OS MEUS FILHOS…
– SIM, ELES, ACHAS QUE TÊM CULPA DE ALGUMA COISA, SUA DESGRAÇADA???
– NÃO…NEM EU TENHO…TODA A GENTE FALA E FALA…MEUS FILHOS…E EU MÃE??? EU???? ESTOU SOZINHA…NA MERDA DESTA CAMA SÓ ME DEITO EU…PRECISO DO LU…NÃO PERCEBEM QUE EU NUNCA MAIS O TEREI AQUI COMIGO??? ELE MORREU E DEIXOU-ME SOZINHA… ODEIO ELE…ODEIO…ODEIO… FOI EMBORA…QUERO IR TER COM ELE, MAS NÃO TENHO CORAGEM DE AGARRAR NUMA ARMA E DAR UM TIRO NOS MEUS MIOLOS…POR ISSO ESTOU A MATAR-ME ASSIM…EU QUERO MORRER, MÃE…SAI DAQUI E DEIXA-ME, DESAPARECE.

A minha mãe foi-se embora…deixou-me. No dia seguinte acordei, fui para escola, a tarde fui trabalhar e a noite voltei a drogar-me a beber e a prostituir-me…andei assim umas semanas.
A minha mãe e o meu pai meteram um processo judicial contra mim, para ficarem coma custódia dos meus filhos. Acham que em importei com isso??? Não.
Eu buscava a injeção de ouro, aquela que me encontrariam deitada numa esquina qualquer, com uma agulha cravada no braço e eu morta.

ANO DE 1996

Havia meses que eu não via os meus filhos, eu apenas fazia duas coisas na vida, fodia e drogava-me. Levava homens para a minha cama, onde eu e o Lu tínhamos sido tão felizes, e fodia com eles que nem uma doida. Deixei o meu trabalho e a escola.
Fiz de tudo pelo dinheiro que me davam, deixava-me amarrar, vendar e ser fodida sem dó nem piedade. Comecei a ser explorada por um homem, havia um tipo por quem eu pateticamente me apaixonei e ele passou a ser que era o meu chulo, ele arranjava homens para me foderem por dinheiro.
Passava os dias ou deitada na minha cama a foder, ou ia foder a certos locais, em orgias de sexo louco. Pouco me importava, desde que houvessem caralhos e droga eu alinhava.
Até que a sorte, ou pelo menos eu quero acreditar que foi sorte, a Rute entrou na minha vida.
Eu escrevi logo num dos meus primeiros relatos que eu conheci a Rute num grupo de apoio a pessoas que perderam alguém que amavam, digamos assim. Sim é verdade que ambas frequentávamos um grupo de apoio, mas menti, eu não a conheci lá, eu fui para esse grupo, porque ela levou-me lá, eu conheci a Rute antes de eu me integrar nesse grupo.
Eu conheci a Rute depois de ter uma das piores noites da minha vida, eu não morri nessa noite por puro acaso.
Como escrevi, eu naquela altura tinha um chulo. E ele marcou uma mega orgia com um grupo de mais de 30 homens, onde eu era a única mulher presente. Acontece que essa orgia teria de ser feita num sitio amplo, seguro…e a Rute naquela altura, alugava o celeiro dela, para que dessem lá festas, ela estava viúva a pouco tempo, precisava de ganhar dinheiro, a quinta mal se sustentava a si própria, ela estava a começar o negócio dela a vender automóveis, e precisava de capital para investir na modernização da quinta e para adquirir automóveis.
Naquela sábado, ela alugou o celeiro a um grupo de homens, ela sabia que haveria uma orgia, mas como eles pagavam bem, aceitou o pagamento.
Quando eu cheguei acompanhada pelo meu chulo, os homens já estavam lá no celeiro.
Um dos homens esperava a gente na porta do celeiro.

– ESTA É QUE É A PUTA QUE VAI FODER COM A GENTE HOJE???
– SIM… ELA AGUENTA TUDO, FODAM ELA A VONTADE…
– REALMENTE ELA TEM UMAS MAMAS ENORMES, CARALHO…E BOM CU… TOMA O DINHEIRO, AMANHÃ VENS BUSCAR ELA DE MANHÃ.
– COMBINADO.

Ele foi-se embora e eu acompanhei aquele homem para dentro do celeiro.
Havia apenas um grande monte de feno no chão do celeiro, havia grades de cervejas, algumas garrafas de vinho, whisky… havia também drogas.
Mandaram-me despir as roupas todas, eu fiquei toda nua em pé em cima do monte de feno. Aquela festa era uma despedida de solteiro.
Um dos homens, era o noivo, foi o primeiro com quem eu fodi naquele monte de feno, um homem ainda novo, teria uns 23 a 25 anos no máximo, e um pau enorme…mamei naquele caralho, com outros a verem tudo, incentivando ele a foder-me.
Rapidamente estava com ele em cima de mim, a foder-me a cona, ordenhando as minhas mamas colossais, sendo aplaudido pelos amigos dele, que acompanhavam o ritmo das estocadas dele com palmas…depois ele foi-me ao cu, agarrando-me pelos cabelos, fazendo-me dobrar a cabeça para trás, e assim as minhas mamas colossais batiam a frente da minha cara e na minha barriga. Depois dele foi o homem que me foi buscar á entrada do celeiro, era o padrinho dele…fodeu-me igualmente com força a canzana na minha cona…e depois…de terem bebido bastante e terem consumido também bastantes drogas,…bem depois, fui devorada viva pelos outros homens… era um monte de corpos a foderem a minha cona, uns a seguir aos outros, sem me darem descanso, drogaram-me antes de tudo aquela carnificina começar.
Mamavam na minhas mamas enormes, chupavam elas sem se preocuparem em deixar nódoas negras nelas quer em cima delas que na parte de baixo, faziam o mesmo na minha barriga, chegavam a morder mesmo com força nas minhas mamas, arrancando-me gritos desesperados de socorro.
Parecia que queriam tirar bocados de carne de mim, fodendo-me na cona e no cu, outros mamando e mordendo nas minhas mamas enormes, já corriam fios de sangue delas, mordendo-me e dando-me chupões pelo meu corpo todo, eu bem que berrava e protestava mas eles não paravam…e eu não resisti, e desmaiei com as dores.
Acordei amarrada, pendurada pelos pulsos numa trave do teto do celeiro.
Amarram-me de modo a ficar coma minha cona e o meu cu expostos, e eles a fodiam-me sem qualquer dificuldade, cheguei a ter 3 caralhos atolados dentro da cona, e dois no cu, enquanto outros mamavam e mordiam as minhas mamas, nos meus pés e pernas, nos meus braços… pedi a Deus para morrer, eu tinha dores horríveis.
Depois baixaram-me e continuei amarrada, mas no chão, e eles montavam-me um a seguir ao outro, fodendo-me com força, metendo os caralhos deles atolados na minha cona, e na minha boca.
Eles a certa altura começaram a cagar na minha boca, e mijaram-me toda, e esporraram-se na minha cona, cu, boca , cara mamas colossais, pelo meu cabelo, e pelo resto do corpo…quando acabaram era de dia, o sol estava a raiar. Eu estava sem forças nenhumas, eu nem reagia a mais nada, estava acabada, demolida. Deixaram-me lá quase morta, á espera do meu chulo, que nunca chegou a aparecer… e eu adormeci e acordei apenas por breves instantes, e vi uma mulher pequena e magra, assustada, agarrava- me com delicadeza na minha cabeça e numa das mãos, e ouvia ela falar, mas mal a escutava.

– ACORDE…AI MEU DEUS…MATARAM A MOÇA…ACORDEEEEE…
– AAAII…
– ESPERE VOU CHAMAR A AMBULANCIA…
– NÃAOO…

Tentei levantar-me mas não consegui, mas com a ajuda da Rute levantei-me, e consegui caminhar até á casa dela, e ela meteu-me debaixo de um chuveiro e quando a água morna começou a cair sobre o meu corpo, eu desmaiei, perdi os sentidos, não dei pela Rute esfregar o meu corpo, cheio de fezes e de esporra e cheirando a urina. Eu ainda estava sobe o efeito da droga, mas acordei com ela a limpar-me o rosto. Levou-me depois para um quarto.
Estive quase um dia a dormir, e acordei com o meu corpo a tremer, eu não tinha controlo nos meus braços e pernas, estava a sofrer com a falta da droga, e ao mesmo tempo suava imenso, e começo a vomitar, uma pasta verde e amarela, era a droga a sair do meu corpo. Que pesadelo foi…eu berrava com dores no corpo, implorava por uma seringa cheia de droga, mas a Rute esteve sempre lá ao meu lado…nem sabia o meu nome e nem eu o dela, mas esteve comigo…foram 5 dias horríveis, quando finalmente comecei a melhorar, o quarto cheirava pior que a merda.
Entretanto a minha mãe chegara havia dois dias, a Rute consegui-o contactar ela, porque eu tinha uma pequena agenda comigo, onde eu guardava alguns números de telefone, na altura não haviam telemóveis.
Quando eu digo que a Rute é minha amiga…irmã…uma mãe para mim, eu não exagero, pelo contrário, sou talvez demasiado modesta nos meus elogios.
Quando estava capaz de viajar, a minha mãe levou-me para a aldeia dos meus avós, os pais dela. Eu precisava de estar afastada de Lisboa, e dos meios que eu frequentei quase 3 anos da minha vida…quando penso que estive 3 anos naquela vida, nem quero acreditar.
Arranjei trabalho numa vila próxima, e quando recebi o meu primeiro ordenado, fui gastar ele em roupas, comprei tanta roupa…tinha medo de o ir gastar em droga, por isso o gastei todo.
Passaram 6 meses, e estávamos perto do Natal, quando eu estava a regressar á casa dos meus avós, eu vi eles, estavam á minha espera, com os meus pais…eram os meus três filhos.
Começaram a correr para mim, chamando-me de mamã, eu parei de andar, faltaram-me as forças nas pernas, caí de joelhos no chão, e quando eles chegaram aos meus braços estendidos, e me abraçaram, a minha felicidade era tão grande, que eu soluçava mas de alegria. Já não os via havia 1 ano.
Passei o Natal com eles e os meus pais e aminha família lá na aldeia, e depois regressei com eles a Lisboa. No dia seguinte a ter regressado, logo pela manhã, fui ter com a Rute, a minha salvadora.
Cheguei á quinta dela, acompanhada pelos meus filhos e meus pais.
Depois de nos cumprimentarmos, eu apresentei a minha família.

– NEM SEI COMO TE AGRADECER…A MINHA MÃE JÁ CONHECES, ESTE É O MEU PAI, E ESTES OS MEUS FILHOS…OBRIGADO, MAS AINDA PRECISO DE TI…AJUDA-ME…TENHO MEDO DE VOLTAR A SER COMO ME VISTE NAQUELA NOITE.
– HOJE A NOITE PASSA POR AQUI, E VAMOS AS DUAS TENTAR PASSAR MAIS UM DIA SEM DROGAS, BEBIDAS…

CONTINUA

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PéssimoRuimMédioBomExcelente
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1 comentário

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  • Responder Nando ID:1einu1f9mhkb

    E triste relembrar mas tbem por outro lado superast e conseguiste vencer só t podes orgulhar depressão e uma arma letal no nosso corpo