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A nova realidade que mudou o mundo – parte 64: Unidas para sempre

1215 palavras | 4 |4.07
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(Esse episódio é completamente degradante, sem limites e com castigos da pior espécie. Se está com nojo ou gatilho, pule)

A semana de Ana e da garota oriental foi terrível para elas, mas um paraíso para os presos. Elas fizeram todos os dias desse período na prisão, um turno matutino de estupros, ficaram em descanso, depois foram para outras celas a tarde, num segundo turno de sexo, e a noite, fizeram o terceiro turno de estupros. Elas estavam machucadas, andavam com dificuldade, estavam literalmente largas, e o sexo que no começo foi muito gostoso, agora era só dor de sofrimento para elas. Mas para elas, aquele inferno era só o começo. Principalmente para a garota oriental, que era chamada de forma pejorativa de ratinha chinesa.
Enquanto Ana foi retirada do contato com os presos, e deixada para se recuperar, presa em uma cela solitária, onde via a luz do dia apenas por uma fina fresta aos pés da porta, sua colega de tormento, que sequer mereceu um nome para ser chamada, foi levada para seu pior castigo. Ela seria moldada para ser a mais inferior das criaturas, e qualquer resquício de esperança e humanidade que pudesse ter em sua mente, acabaria por ali.

Mercadoria com vida.

Nascida em um silo reprodutor na Coreia, a jovem garota que seguiu os passos de Ana, foi vendida para um mercador de escravas, e atravessou o mundo em um navio petroleiro sucateado, presa pelos pés e mãos, bebendo água suja, e comendo uma pasta de arroz e água, ela chegou ao porto fraca e magra, o que não atraiu compradores, e como ela não vale o investimento para leva-la de volta, ela foi doado ao governo local, acabando como uma escrava de limpeza, que tinha como única função, passar um rastelo no chão do galpão das meninas brancas, sempre que elas eram levadas para a escola.
Agora, como companhia de Ana, ela vai ser levada para todo lugar que ela for, mas não como uma escrava branca, mas um ser ainda mais inferior, submisso e com menos direitos ainda. Ela só foi usada para o sexo, porque aqueles presos não são exigentes, e ela ainda não foi destruída ao ponto de não questionar mais seu lugar no mundo. E como ela é uma menina nascida em um mundo onde nunca viu uma mulher livre, o único mundo que ela viu foi esse onde as meninas são usadas e escravizadas, ela não sabe o que é a liberdade, nem sofre com a sua privação de direitos. Ela nunca teve um jantar, um milkshake ou um abraço, ela só conhece o tormento e a angústia de uma vida animal, considerada um ser sujo e inferior. Mas dentro de sua mente, mesmo que em cacos, quebrada e fragilizada, um sentimento instintivo ainda estava vivo, dizendo para ela ter esperanças, e esse perigoso sentimento precisaria ser arrancado dela. Infelizmente para arrancar, só a dor pode cumprir essa tarefa.

Tormento prisional

Enquanto Ana se recuperava dos longos estupros, presa na solitária, a ratinha chinesa foi levada ao porão da prisão, onde ficou por cinco dias, sem ver a claridade do dia, presa no escuro, em uma caixa de amianto, que estava com algo mole e fedido no fundo, como se fosse uma sopa com cheiro horrível, que quando a menina se sentava, chegava em sua cintura. Na escuridão do porão, sem nenhuma fonte de luz, era impossível ver qualquer coisa ao redor, e aquela menina podia sentir algo se movendo entre aquela coisa pegajosa e com cheiro podre.
Como ela não recebeu comida em nenhum dos dias, ela estava faminta, e a sede começava a machucar, só restando para ela a pavorosa opção de pôr aquele líquido na boca, ainda mais que ela já tinha urinado e defecado naquela caixa, mas o desespero de ter sede era ainda pior. O sabor era horrível, ela tinha ânsias, mas matava um pouco da sede.
Os sons que ela ouvia fora da caixa, passos e caminhar de bichos, provavelmente ratos, era assustador, o breu a fez perder noção de tempo, e não dava para saber quanto tempo ela estava ali, nem se era dia, noite nem nada. Aquela pobre garota de olhos puxados, sem compreender as falas dos homens, não tinha como fugir, não tinha a quem pedir ajuda, não sabia rezar, nem sabia o que era fé. Apenas sentia a agonia, o medo e cheiro horroroso do lugar. O calor incomodava, sua bunda coçava, sua vagina ardia as vezes, e ela ainda não estava acostumada com os pequenos bichos que mexiam e passavam perto de sua pele.
Foram dias longos e intermináveis, e quando a tampa da caixa foi retirada, ela estava cabisbaixa, imunda, mergulhada em um caldo esverdeado e coberto de mofo, com muitas larvas de mosca, e muitas baratas. Seus olhos estavam tão adaptados ao escuro, que ela estava cega naquele momento, só voltando a enxergar quando já estava no pátio para ser lavada. Nem chorar ela não chorava mais.

Banquete diabólico

Após ser lavada por uma mangueira, a pobre ratinha chinesa pode reencontrar Ana, que estava sendo alimentada por uma grande seringa, com um líquido esbranquiçado, e ela tinha um grosso plug anal. Ela estava pálida, e seus pequenos mamilos estavam presos por cordas finas, que seguravam pesos pendurados nelas.
A garota oriental estava com muita fome, e foi instalado nela uma mordaça tubular, com um grosso tubo que entrava em sua boca, incomodando bem lá no fundo, e esse mesmo tubo saía para fora de sua boca, pelo menos uns vinte centímetros, e na lateral da mordaça tinha um cinto de couro. A ratinha chinesa foi colocada de quatro, e Ana foi abaixada em sua frente, o guarda empurrou Ana para trás, colocando a parte do tubo que saía da boca da menina oriental, e empurrou dentro do cu de Ana, que deu um abafado gemido. Em seguida o cinto foi preso na cintura de Ana, impedindo que as duas se separem, e aquele tubo ficou bem firme dentro delas.
O que nenhuma das duas sabiam, é que o líquido esbranquiçado que Ana foi forçada a beber, era na verdade leite que já havia passado pelo intestino de outra escrava, laxante, vinagre a óleo. Não demorou nem cinco minutos, e Ana começou a ter cólicas, e como o tubo mantinha seu reto todo aberto, ela não iria controlar, e todo o excremento que sair dela, vai direto para a boca da ratinha chinesa, que vai ser forçada a engolir tudo. A ratinha chinesa só não iria defecar no chão, porque no cuzinho dela foi colocado um plug inflável, e introduzido uma mangueira com água morna, que causaria um enorme desconforto. Era uma cena macabra, uma terrível montagem de duas meninas, que pareciam um personagem de filme de terror. Mas isso é só o começo da jornada delas.

Continua…

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4 Comentários

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  • Responder Fiscal de pátio ID:46kphpc1d9a

    Acho que ela nem sofreu ainda. Precisa ser mais cruel

  • Responder White Cock ID:7r03ucewqm

    Quanto mais racista melhor

    Mas cara, a gente quer ver ESTUPRO DE PUTAS PRETAS

    • Luka ID:46kphpcdv9j

      Concordo. Precisa usar essas macacas para foder

  • Responder Liliana ID:1dmdtdndyv7d

    Misógino, racista, nojento. Acho que passou um pouco do ponto, né