# # # #

A nova realidade que mudou o mundo – parte 63: Adeus virgindade

1094 palavras | 4 |4.04
Por

Ana dormiu caída no corredor da prisão, ela estava tão exausta que apenas encostou em sua nova amiga para se aquecer, e nem se importou que estava com os pés e mãos amarrados. Elas estavam tão cansadas, que foi como se desligassem, e só acordaram já na manhã seguinte, com um policial chutando seus corpos magros e pequenos. Os guardas da prisão, levaram as duas meninas para o pátio, deram um banho frio, de mangueira, limparam seus corpos, inclusive enfiando a mangueira dentro do cuzinho delas, e quando estavam bem cheias, com a barriga estufada, eles retiravam a mangueira e a água explodia para fora delas, jogando par afora toda sujeira. Isso foi repetido várias vezes, para deixá-las bem limpas e perfeitas para o sexo anal. Em seguida elas foram depiladas com um creme químico, o mesmo que todas as escravas públicas usam, que causa uma coceira por várias horas, mas derruba todos os pelos. E suas bocas foram escovadas.
A oriental, que foi batizada pelos guardas da prisão como ratinha chinesa, chorava e se contorcia de dor, pois a experiencia do enema foi doloroso para ela, que era bem mais jovem que Ana. Porém a sua idade pouco importava ali, pois sendo uma estrangeira com valor de mercado muito pequeno, ninguém se importaria se ela se machucar, ou não suportar as longas sessões de estupro.
Quando estavam limpas e secas, os guardas puseram seus paus para fora, e ordenaram que elas chupassem. Elas logo obedeceram, e foram revezando aqueles três paus enormes. Os guardas avaliavam quem chupava melhor, e apertavam os pequenos seios das meninas. Foi então que a pobre ratinha chinesa foi colocada de quatro, e um dos homens colocou seu pau na entrada de seu cuzinho, empurrando bem devagar, até que a enorme cabeça foi toda engolida por aquele furo de couro. A menina gritou, ela sentiu muita dor, mas logo foi abafada por uma corda passando por sua boca. O homem já dentro dela, começou a fazer um movimento de vai e vem acelerado, enfiando todo o pau dentro dela, e fazendo seus testículos baterem em sua vagina, que de forma involuntária estava úmida e piscando.
Ana foi colocada sobre uma mesa, e outro homem colocou seu pau na entrada de sua bucetinha, que estava tão molhada que encaixou e já entrou sem muito esforço. Um pequeno fio de sangue escorreu quando o hímen dela rompeu, e ela deu um grito, mas os tapas que estava levando na cara fez ela ficar bem quieta de medo. Quando os homens resolveram gozar, gozaram na cara das meninas, que foram forçadas a se beijarem em seguida, limpando todo creme que escorria pelos rostos chorosos.
Foram várias fodas, e mesmo sentindo tesão, nenhuma das garotas conseguiu gozar, o que tornava elas ainda mais interessante, pois estavam excitadas, molhadas e gemiam de um jeito muito gostoso, que causou uma enorme euforia nas celas que ouviram aquela música safada da boca delas. Elas estavam com medo, mas estavam sentindo um calor imenso e um desejo desconhecido por elas, que causava confusão mental e um prazer imenso.
Depois de serem desvirginadas pelos guardas, Ana e a ratinha chinesa foram presas em um banco, uma de frente para a outra, sentadas sobre dois grandes vibradores, que prensavam suas bucetas, quase sendo engolidos por elas. Depois os vibradores foram ligados, e em pouco mais de dois minutos, já podia se ouvir a respiração das meninas acelerar, seguido por gemidos baixinhos e não demorou para que elas começassem a estremecer, era o primeiro orgasmo daqueles corpos tão sofridos, e o segundo veio em seguida, prenunciando um terceiro, quarto e por aí vai… Com o tempo Ana já não conseguia lembrar quantos orgasmos já tinha tido, ela inclusive nem entendia direito o que era aquilo, e esses orgasmos forçados estavam tão fortes, que ela mal podia entender quando um acabava e outro começava. Era como se o corpo dela não respondesse mais às suas vontades, e ela estava descontrolada. A oriental, gemia alto, e sua buceta estava tão molhada que estava pingando no chão.
Mas tudo em excesso é ruim, e após um tempo, os orgasmos tão deliciosos passaram a ser dolorosos, pois o clitóris delas estavam tão duros que doía, e esfolava com o vibrador. Era como se o corpo não suportasse mais aquilo. E tanto Ana quanto a ratinha chinesa desmaiaram e acordaram muitas vezes, só para desmaiar de exaustão novamente. O cheiro de gozo estava tão forte, que todos os presos sentiam o aroma das meninas.
Quando os vibradores foram desligados, e Ana e sua colega foram libertadas do banco, elas caíram no chão, sem forças para ficar em pé, e foram largadas ali pelos guardas por um tempo, pois precisariam estar recuperadas para serem colocadas nas celas.
O Sol já estava no meio do céu, quando Ana e a ratinha chinesa foram acordadas, e levadas cada uma delas para uma cela, celas cheias, com vinte e cinco homens cada, que tiveram autorização para estuprar as meninas de todos os jeitos, mas foram proibidos de bater, machucar ou deixar marcas nas garotas. Foi um espetáculo dantesco, pois Ana em poucos minutos estava sentada sobre um homem que estava todo enfiado em sua buceta, dois outros se contorciam, como um espetáculo circense, dividindo o cuzinho dela, que recebeu dois paus ao mesmo tempo, enquanto a boca dela era feita de rodízio pelos outros presos. Quando um se cansava, logo outro assumia o lugar, e foram horas nesse rodízio sexual, até que todos estivessem satisfeitos. Quando acabaram as violações, tanto Ana quanto sua colega, estavam destruídas, seus buracos estavam arrombados, abertos e avermelhados, elas estavam com um olhar vazio repleto de pavor, e seus corpos tremiam de exaustão. Elas estavam cobertas de porra, desde o cabelo até os pés, que como estava secando, causava uma visão feia, como se ela estivesse porca, suja, elas fediam.
Elas foram retiradas das celas, levadas para descansar, pois durante a tarde, os estupros recomeçariam, e elas seriam levadas ao limite. O que elas ainda não sabiam, é que durante toda a semana, elas seriam daqueles homens. E não só de sexo seria feita aquela experiência.

Continua…

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,04 de 25 votos)

Por # # # #
Comente e avalie para incentivar o autor

4 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Leila ID:1cy7nvyvt7u7

    Os cornos odeiam isso. Mas eu adoro

  • Responder Fiscal de pátio ID:46kphpc1d9a

    Uma delícia de capítulo

  • Responder Lule 131 ID:y2rd08qqb5c

    Uma pena que o brasileiro não valorize esse tipo de conteúdo. Aqui só tem corno e viado. Mas isso é uma obra prima. Excelente

  • Responder Luka ID:46kphpcdv9j

    Isso que eu chamo de perder o cabaço de forma memorável demais