# # # #

A nova realidade que mudou o mundo – parte 62: Últimos momentos de virgindade

1499 palavras | 1 |4.36
Por

(Quem tem gatilho com lugares claustrofóbicos, situações nojentas e abuso, esse não é o capítulo para vocês)
Era uma madrugada fria, a temperatura não devia estar acima de doze graus Célsius, ventava muito, e apenas pequenos gemidos e alguns latidos de cachorro eram ouvidos pela pequena Ana, que estava sentada em meio a outras meninas, escorando umas as outras, comas mãos e pés amarrados, e tremiam de frio, que era doloroso naquele local úmido, sujo e gelado. Mas essa madrugada fria, não era como as outras que a pobrezinha já tinha experimentado, essa madrugada era o ponto de ruptura de sua vida infantil, e a inauguração de sua vida funcional, era seus últimos momentos de virgindade, e na condição submissa que ela vive, seus últimos bons momentos de vida.
Já passava das quatro horas da manhã, quando dois homens entraram no galpão escuro, pisando e chutando aquelas indefesas meninas, até chegar em Ana, que foi puxada pelos cabelos, colocada em pé, deram um tapa forte em seu rosto, somente para humilhá-la, e começaram a puxá-la para fora. Os homens também foram a jaula descoberta que ficava atrás do galpão, onde ficavam as escravas responsáveis pela limpeza do lugar, e com uma lanterna, que clareava os rostos tristes e assustados, escolheram uma pequena menina oriental, que provavelmente teria sido importada recentemente, e não compreendia a língua que ordenava ela a sair da jaula, o que fez os homens ficarem irritados, e chutarem ela para fora, pisando em suas costas, e dando chutes entre suas pernas. Ela chora e geme, gritando súplicas para pararem.
Já fora do galpão, Ana e a jovem escolhida para lhe fazer companhia foram acorrentadas pelos pescoços, e uma corda foi passada pela cintura delas, passando pela virilha sendo presa na parte de trás da corda, o que faria com que ao caminhar, aquela corda áspera incomode a vagina das meninas, até causando esfolamento e dor. Na boca das duas, foram colocadas mordaças aranha, que manteria a boca das escravas totalmente aberta até o final do trajeto. E com as mãos para trás, elas foram colocadas em uma caminhada forçada, até o local onde elas seriam levadas, que para as escravas ainda era desconhecido.
Estava frio, o vento cortante gelava a pele das meninas, que tremem de frio, e mesmo a caminhada não é capaz de esquentar o corpo delas. Elas saem da estrada do galpão, entram em uma avenida da cidade, e Ana e sua companheira olham uma longa linha de luz amareladas, que iluminam aquela via. Ao se aproximar, elas veem que são garotas como elas, jovens meninas, presas de ponta cabeça, tremendo de frio, vendadas e amordaçadas, com grossas velas enfiadas dentro delas, escorrendo fios de cera quente, que percorriam boa parte do corpo das garotas, e pingavam no chão. Ana se impressiona, e imagina que aquele pode ser o destino delas, eram muitas meninas, uma em cada poste, e a cada uma que passavam, era como se elas estivessem sendo moldadas pela cera.
Já fazia mais de uma hora que elas estavam caminhando, e ao virar uma esquina, ordenada pelos homens que seguiam elas em uma pequena charrete que era puxada por duas escravas negras, elas viram um jardim de uma casa, com muros de vidro, e atrás das vidraças, três escravas estavam presas, penduradas em uma marquise, nuas, como se dormissem, logo a frente, elas também viram um dono de escrava caminhando com duas meninas bem novas, que estavam de quatro, como cadelas, passeando na rua com uma guia e uma coleira no pescoço. Mais a frente, elas presenciaram a fúnebre fila das escravas que iam para uma pedreira fazer os trabalhos forçados, eram senhoras, com um olhar vazio, e corpos bronzeados e torneados, sujas e com um cheiro azedo, elas fediam ao ponto de serem sentidas à muitos metros de distância. E já quando o Sol dava as caras no céu, elas saíram da cidade, passando por uma estrada de terra batida e cascalho, que machucava os pés das meninas, e ali, na área rural, elas viram a cena que fez elas pararem por alguns segundos, assustadas com o que estavam vendo. De um lado da estrada, enquanto várias escravas negras estavam puxando pesados arados, presos em seus ombros e entre as pernas, que arrastavam com muito esforço aquilo no solo, e estavam ofegantes, na entrada daquela fazenda, duas jovens senhoras, estavam presas em postes, penduradas de ponta cabeça, como um bibelô decorativo no portão da fazenda, e duas pesadas pedras estavam penduradas em cada uma delas, presas aos seios daquelas mulheres. E do outro lado da estrada, um pouco a frente, uma escrava negra, que estava empalada, com um cano de metal entrando por sua buceta, e estava empurrando a pela do ventre dela para fora. Ela ainda estava viva, agonizando, com gemidos longos e terríveis, que pareciam cortar os ouvidos das meninas. Não dava para saber o que a negra havia feito para merecer aquilo, mas foi um castigo, uma execução para servir de exemplo para outras escravas.
Ana estava com muita sede, a boca aberta pela mordaça ressecava, e a cada passo, os pés doíam ainda mais. As horas vão passando, e o dia vai acontecendo, mas Ana e sua companheira estavam ainda andando para um lugar desconhecido, vendo cenas grotescas e marcantes, que fazia a mente das duas meninas alimentar um medo irracional por coisas que ainda não viveram, mas com certeza em algum momento, podem vivenciar. E só no começo da noite, após andarem por mais de treze horas, elas chegaram a um portão de ferro pesado, com muros altos em um lugar ermo, onde os guardas desceram da charrete, e retiraram as correntes do pescoço das meninas.
Quando o portão se abriu, as meninas sentiram um frio na espinha. Do lado de dentro do pátio, pelo menos três escravas estavam enterradas, apenas com a cabeça para fora, e pelo olhar das pobres mulheres, elas estavam tendo muito desconforto. Logo atrás delas, uma estreita porta estava aberta, e as meninas foram empurradas por ela, adentrando a um velho prédio, que serve como prisão para homens que cometeram crimes de menor gravidade. É nesse lugar que Ana vai perder sua virgindade, sendo usada pelos presos.
O local é escuro, sujo, lotado de presos, e para instigar os presos, os guardas prendem algumas escravas descartadas, aquelas que já estão para ser enviadas aos lixões, que são usadas como decoração e provocação aos presos, que podem ver aquelas mulheres ali, tão perto deles, nuas, sendo torturadas, sofrendo, mas sem poder usá-las. Elas são presas as paredes, são estupradas pelos guardas, recebem longas e dolorosas sessões de masturbação forçada, que faz o cheiro da excitação feminina tome o ar de todos os cantos da prisão, mas os presos jamais podem tocá-las ou usá-las para satisfazer seus desejos.
Mas Ana e sua amiga oriental, que ainda nem sabemos o nome, vão ir além das demais escravas, pois elas foram levadas até o presídio para serem estupradas, violentadas, usadas e transformadas em bonecas sexuais. O único intuito é que elas sofram muito nas mãos dos sedentos machos excitados, que desejam uma buceta como quem está morrendo de sede e implora por água. Porém na primeira noite, ninguém vai poder penetrar as meninas.
A única atividade sexual de Ana e sua colega naquela noite, após estarem exaustas de andar, e doloridas, foi a extração da refeição noturna. Elas foram mostradas aos presos de uma cela, onde tinham mais ou menos uns vinte homens, e o policial que cuidava do turno noturno, mandou que eles pusessem os paus para fora da grade, e as meninas foram ordenadas a chupá-los, para poderem se alimentar do sêmen, o que foi prontamente obedecido por elas, que estavam famintas, e mesmo o azedo e pegajoso esperma daqueles bandidos poderia ser um banquete para elas. E os guardas também deixaram claro, que só beberiam água se um preso urinasse na boca delas, ou após todos terem esvaziados seus sacos na boca delas.
Após pouco mais de uma hora, Ana e a japonesinha, haviam recebido pelo menos duas gozadas de cada preso na boca, o que foi prontamente engolido, e o que pingou no chão ou seios, as meninas depois lamberam para limpar.
Agora é hora de dormir, descansar, porque o último dia como virgem já acabou, e na manhã seguinte, os homens daquele lugar vão ter muito trabalho para destruir as pobres meninas.

Continua…

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,36 de 25 votos)

Por # # # #
Comente e avalie para incentivar o autor

1 comentário

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Luka ID:46kphpcdv9j

    Leve, bem instigante e muito sensual