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A filha do dono da mercearia

1008 palavras | 1 |3.85
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Olá. meu nome é Marly, tenho dezoito anos, sou branca, olhos castanhos, cabelos caxiados castanhos, seios medios, bumbum carnudos, um metro e sessenta e oito, cinqunta e oito quilos .
Minha filha está prestes a completar sete anos e minhas mais remotas lembranças são de quando eu tinha essa idade. Meu pai era dono de mercearia ao lado de dois conjuntos habitacionais de classe média em uma cidade litorânea de São Paulo, minha mãe abandonou a mim e a meu pai quando eu tinha cerca de três anos. Eu e meu pai moravamos em uma casa confortável no fundo da mercearia, tinhamos uma empregada, dona Clara , que tanto trabalhava na nossa casa casa quanto na mercearia. Sempre fui muito estudiosa e com sete anos meu pai me matriculou em uma escola que apesar de a três quadras de casa eu ia de perua escolar.
Bom, vamos aos fatos, quase todos os dias meu pai recebia visitas senhoras e meninos que moravam perto de casa e para alguns ele dava doces e balas. Havia um armário que abria tanto no meu quarto quanto no quarto do meu pai, era um armário grande que tomava toda a parede e a metade dele era tipo veneziana (ripas horizontais) e nessa parte, não havia divisória (não tinha fundo) de tal sorte que quem quisesse passar de um quarto para o outro sem passar pelo corredor podia passar por dentro do armário, eu adorava me esconder alí para comer doces que eu roubava da mercearia, até o dia que ví algo que mudou minha vida, meu pai um nordestino de 1,55 m. magro , porém de braços fortes deixando um dos meninos da rua chupar o perú dele, meu pai tem um pau lindo, que hoje sei ser um dote que poucos homens tem, grosso, cheio de veias e com uma cabeçorra que parece um capacete de soldado alemão, eu nunca tinha visto meu pai de pau duro e uma coisa linda, apaixonei-me por aquele caralho a primeira vista, o menino, chupava aquela mangueira com tanto gosto que minha boca enchia de saliva , por vezes parava de chupar e fazia movimentos com as mãos que pareciam agradar em muito meu pai, que tinha no rosto uma expressão que eu nunca tinha visto, até que meu pai gemeu e o menino sorriu, o menino devia ter uns oito anos, mas bebeu todo o liquido que tinha saido do pinto do meu pai.
Nesse dia, percebi que a minha pombinha ficou toda melada. No dia seguinte, quando vi papai entrar entrar no quarto com outro menino, esse com uns quatorze anos corri para dentro do armário e vi que os dois tiraram toda roupa e assim como o garotinho do dia anterior, aquele menino também ajoelhou na frente de meu pai e começou a chupar aquele pai que não parava de crescer, pai levantou o menino , deu um beijo na boca dele e perguntou: Treinou como que falei ? Ontem eu enfiei um pepino inteiro e bati uma punheta pensando que você estava me enrrabando. Papai deitou de costas na cama com aquele mastro apontando para o teto, pela primeira vez meus dedos encontraram um clitóris duro que e era muito gostoso esfregar o dedo ali, da minha rachinha, escorria um liquido viscoso, que passei o dedo nela e coloquei na boca, achei muito gostoso, o menino sentou na barriga do meu pai, colocou aquela tremenda tora no meio das coxas e fechou as pernas, parecia que o menino tinha um pinto enorme, mas não era o pau do meu pai por baixo dele, naquela posição o menino masturbou meu pai por algum tempo e depois assumiu a posição de cocoras, meu pai passou para ele um potinho, ele lubrificou o pau que iria arroba-lo e o próprio cu, eu instintivamente esfregava meu grelo com mais velocidade, sentia o fogo que emanava do meio de minhas pernas e que iam até a garganta.
_ Aí caralho, teu pau é bem mais grosso que o pepino, não vai entrar.
_ Relaxa, isso assim… nesse instante o garoto da um grito de desespero … calma, calma entrou a cabeça, agora vou esperar um pouquinho, pegue seu pinto e bata uma punheta como ontem
_ Aí meu cu está arregaçado, caralho, como doi, espera um pouquinho.
Enquanto falava isso, meu pai puxou o menino pela cintura no exato instante que em uma manobra rápida virou o menino fazendo-o ficar com os peitos na cama, pude cer que tinha entrada quase a metade do pau naquele rabo, o menino começou a chorar e agarrar o lençol, dava para ver que aquilo doia muito.
_ Hoje não vou por mais que isso, só vou me movimentar um pouquinho para gozar nesse rabo, gostoso. apertadinho, delícia de cu. Ao terminar a frase, papai faz um som rouco que abafou o choro do garoto.
_ Aí agora tira, tira que está doendo muito.
Papai tira aquela ferramenta maravilhosa da bunda do moleque e se limpa com uma toalha, usa a mesma toalha para limpar o menino e pergunta: Gostou?
Doeu muito, os dois meninos que me comeram tinham o pau bem menor, mas ainda vou aguentar isso tudo, vamos tentar novamente a semana que vem
Os dois trocaram mais um beijo na boca e eu ainda com aquele calor, vontade de por alguma coisa para fora que eu não sabia o que era, ao sair da casa e entrar na mercearia Dona Clara que estava atrás do caixa me pergunta: O que foi? Você está vermelha ? Viu alguma coisa errada?
Enquanto ela falava isso papai entrou também na mercearia, deu um sorvete para o garoto e o levou até a porta.
Dona Clara vai até perto dele e fala: Qualquer hora ela vai descobrir essas coisas que você faz, toma cuidado.
Bom acho que já está muito comprido, logo escrevo mais um pouco.

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1 comentário

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  • Responder Jorginho zangi 1075553328 ID:1dgxi4bf4gld

    Nossa que delicia, conta mais fiquei com muito tesão aqui,vc deve ter gozado muito esse dia, quero saber usando vc deu pra ele TB delicia.