# #

Viagem Maldita- Um Relato De Um Estupro Real

2496 palavras | 9 |2.83
Por

Sou psicólogo e trabalhei com uma paciente vítima de um abuso. Pedi para que ela escrevesse sua vivência em um papel para nossa dinâmica de tratamento

O que você irá ler a seguir, e um relato real de uma paciente minha em tratamento após sofrer um estupro. Eu modifique apenas seu nome e nome de demais pessoas envolvidas para preservar a identidade. A moça sofre, mas quando eu li o seu relato em papel, confesso que isso me deixou…. Excitado. A forma como ela descreveu seu evento traumático é digna de um conto erótico. Veja abaixo.

Meu nome é Adriana e eu estou escrevendo este relato no dia 02//01/2023 para fins de tratamento psicológico.
Não sei como começar então iniciarei falando sobre o maldito dia em que decidi passar um feriado prolongado com minha amiga Letícia no Rio De Janeiro em 2022.
Eu havia dobrado na loja em que eu trabalhava, desde o Natal até o fim do ano de 2021, em decorrência deste acordo eu consegui pegar 10 dias de folga no início do ano. Planejamos visitar o Rio, ficar alguns dias na capital e depois conhecer Angra Dos Reis, o que não aconteceu devido a desgraça que me ocorreu.
Eu fui humilhada, violada, agredida… EU FUI ESTUPRADA POR UM MONSTRO!
Por que comigo? Um ano depois eu me faço esta pergunta e provavelmente continuarei a me perguntar repetidamente nos anos seguintes.

Eu e a Lê nos hospedamos em um hotel baratinho que fica apenas a alguns quilômetros do centro do Rio e dividimos o quarto, os dois primeiros dias foram maravilhosos; Copacabana, Cristo redentor, Roda Gigante, museu do amanhã e samba na Lapa. No terceiro dia, com nosso espírito de viajante/turista iríamos nos preparar para visitar o museu de arte moderna em Niterói e preparar a viagem para Angra, perdemos a hora ficamos até às 17h. Na volta me lembro que a Lê voltou para o hotel, enquanto eu fui no mercadinho na rua onde ficava nosso hotel, apenas comprar miojo. Dr, o mercadinho era colado no hotel praticamente, – me pergunto como eu fui sequestrada ali e ninguém percebeu?

Quando eu entrei no mercadinho notei que tinha um homem agachado do outro lado da calçada, perto de um carro cinza, mas isso não era importante. Alguém ligaria para um homem agachado? Eu só não saberia que ele seria quem iria arruinar a minha vida para sempre.

Foi tudo muito rápido, entrei e comprei quatro miojo, quando eu saí do mercado senti uma arma apontada atrás da minha nunca e ele dizia; “não grita e entra no carro, se tu correr ou gritar eu estouro seu cérebro agora.” – claro, eu estava apavorada e pedia por favor para que ele levasse tudo que eu tinha enquanto o miserável insistia que eu não gritasse e entrasse no carro; “Eu quero apenas que você faça uma transferência e ficará tudo bem, poderá ir embora”. Assim que eu entrei no carro, comecei a implorar e já estava chorando, foi quando ele colocou uma máscara e borrifou alguma coisa dentro do carro. Eu senti dor de cabeça e fiquei praticamente inconsciente. Praticamente, pois eu estava abrindo e fechando os olhos, enquanto estava parcialmente consciente de que o carro estava em movimento e eu estava sendo levada para algum lugar, mas era incapaz de falar algo ou me mexer.

O homem em questão tinha mais ou menos 1,90m de altura, ele era extremamente negro, quase nunca vi alguém com um tom de pele tão forte! Ele praticamente era… Azul! Um preto azulado. Tinha uma barba nojenta, crespa e enorme como se nunca tivesse feito. Era musculoso e tinha olhos castanhos escuros. Vestia uma regata branca, e Short Tactel que estava praticamente nos joelhos mostrando toda a cueca.
Lembrar da aparência dele me causa medo e nojo.
Eu fui acordada com um tapa no rosto e a voz demoníaca dele dizendo; “por que você me desprezou quando me viu, Não percebeu que eu gostei de você? Eu começava a voltar à minha consciência normal quando percebi que estava no meio do mato, dentro de um carro sem luzes, tudo escuro com um homem que eu mal conseguia enxergar direito.

Eu comecei a gritar e tentar fugir. Eu chutava, mordia e tentava sair do carro, enquanto ele me pedia para ficar quieta e que não iria me machucar, mentira! Ele me deu o primeiro soco na rosto.
Ao receber o soco dele, era como se um enorme bloco de concreto estivesse caído em cima do meu rosto, eu senti o sangue descer do meu nariz e pude sentir o gosto de sangue dentro da minha boca. Então percebi que poderia ter me matado com facilidade. Ele disse; “se tu não quiser morrer, vai ter que ser uma boa menina.”
-O que você quer de mim? Eu perguntei chorando – eu implorava por favor, que me deixasse ir, eu tinha dinheiro, reservas e poderia dar tudo para ele.
“Não quero seu dinheiro, não quero tomar aquilo que você trabalhou tanto para conseguir, além do mais, vejo que você não é daqui. Precisará voltar para casa, não é? Isto é, se tu se comportar e me obedecer, tá me ouvindo?
– eu não conseguia responder, estava em choque e foi quando ele gritou bem alto que deixou um zumbido no meu ouvido; “TÁ ME OUVINDO PORRA!?”
-Sim, o que você quer de mim? – eu já sabia o que iria acontecer comigo. Apenas tinha esperança que aquele monstro tivesse um pouco de humanidade.
Ele então pegou minha mão e começou a passar no short dele e eu tentava a todo custo tirar e fazê-lo parar, mas ele apertava minha mão com força. Era impossível tirar, estava doendo, estava machucando.
“Isso, pega nessa piroca vai, sente ela, vê se você quer experimentar sua puta.”

Então ele tentou me beijar a força e eu fechei os lábios e virei o rosto, era inútil. Ele me deu um tapa cara que minha cabeça bateu no banco do carro, pegou minha cabeça puxando meus cabelos por trás e pedindo para eu abrir a boca caso contrário ele iria atirar na minha cabeça. Eu fiz. Eu sabia que não tinha nada ao que recorrer, meu pensamento é que eu iria morrer. Eu abri a boca e imediatamente senti a língua áspera e nojenta daquele desgraçado entrando na minha garganta. Imediatamente eu senti ânsia de vômito e disse que iria vomitar. Ele falou que dentro do carro dele, não. Então ele abriu a porta e me jogou no chão. Eu aproveitei e me levantei rápido para tentar correr. Burra, eu era. O que me fazia pensar que daria certo? Eu estava no meio do mato em uma estrada de terra, local totalmente escuro, ele tinha uma arma e um carro. Para onde ir? Eu apenas estava desesperada, eu não queria enfrentar a crueldade que sabia que iria passar. Eu estava disposta a morrer, seria mais digno.

Ele imediatamente me pegou e me jogou no chão com toda força novamente, ele montou em cima de mim e meu deu o segundo soco. Para minha sorte ele errou a mira e o soco dele pegou parcialmente no lado esquerdo do meu rosto, e atingiu o chão. Então ele fechou o punho e mirou mais uma vez para dar na minha cara e eu gritei: MISERICÓRDIA! NÃO! EU FAÇO TUDO O QUE VOCÊ QUISER MAS DESSE JEITO VOCÊ VAI ME MATAR!
eu queria morrer, mas não queria sentir dor… Na verdade eu não queria morrer, mas eu sabia que os socos daquele homem me matariam facilmente. Se o soco que ele dera segundos antes tivesse me acertado ao invés do chão, provavelmente eu perderia a mandíbula e o nariz.
“Se comporte, e eu não te mato, ok? Vadia.” Disse ele dando tapas no meu rosto.
Ele se levantou e me puxou pelos cabelos e me pôs de joelhos. Então ele abaixou o short e disse: “chupa minha piroca e coloca tudo na sua boca agora se não eu te mato.” Enquanto segurava meu cabelo com a mão direita e mirava um soco em mim com a mão esquerda.
A cabeça do pênis dele estava cheia de coisas amarelas e esbranquiçadas ao redor, eu nunca senti tanto nojo na minha vida, tento que cuspi várias vezes no chão antes de conseguir colocar minha boca alí.
O gosto era horrível e eu estava quase vomitando, ele forçava minha cabeça para que eu conseguisse ir até o final mas eu não conseguia então vomitei quando aquela coisa nojenta entrou na minha garganta. Ele passou os testículos dele no meu rosto e mais uma vez eu voltei a vomitar.

Esta ainda não era a pior parte. A pior parte estava por vir…..

Ele então mandou que eu tirasse a roupa enquanto ele acendia um cigarro que parecia se maconha. Mais uma vez eu implorava para que não fizesse isso. Eu estava toda suja e já tinha vomitado, precisava ir embora.
“Eu não irei pedir de novo, filha da puta. Tira a porra dessa roupa caralho antes que eu arranque a sua cabeça.” Tremendo de medo eu comecei tirar minha blusa quando o covarde desgraçado veio para cima de mim e começou a rasgar minhas roupas e logo em seguida me empurrou para o chão.
“Eu vou ser bonzinho, prometo que vou colocar só a ponta da cabeça primeiro e depois vou colocando o resto devagarinho.” Ele cuspiu várias vezes diretamente na minha vagina e outras vezes cuspia na mão e passava em mim. Eu nunca me senti tão suja e tão imunda. O meu horror definitivo estava prestes a começar.
Eu senti como se um parafuso gigante estivesse entrando dentro de mim cortando toda minha carne por dentro, destruindo tudo. Eu gritei, meus gritos era de alguém que estava sendo machucada!
Ele então começou a me penetrar e eu só sentia dor, angústia, dor, sofrimento, dor e mais dor. Era um animal que estava em cima de mim, um monstro, um demônio,- eu nunca me senti tão fraca e impotente. Eu estava sendo violada, meu corpo estava sendo violado.
Eu pedia para que ele parasse, implorava e gritava que aquilo estava me machucando, Então ele pediu para que eu abrisse a boca sob ameaça de socar meu rosto, pegou a cueca dele e colocou dentro da minha boca.
eu podia sentir o sangue sair da minha vagina, mas para aquele monstro eu estava gostando; “tu tá gostando né sua vadia? O que tá achando da piroca do pai aqui?”
Eu não conseguia vê-lo claramente, apenas conseguia sentir seu corpo em cima de mim me segurando e me estuprando. A cor da pele dele estava em simbiose com a escuridão da noite, ambos pareciam ser um só e tudo que eu conseguia enxergar era apenas a esclerótica de seu olho ,- ou seja, a parte branca dos olhos dele junto com a íris castanha escura. Além de sentir aquela barba nojenta tocando meu rosto e a fumaça do cigarro de maconha impregnando meu rosto.
Não sei exatamente por quanto tempo aquele lixo ficou em cima de mim me penetrando, me xingando de vagabunda, puta e vadia, só sei que foi por um bom tempo. Eu já estava me sentindo fraca, não tinha forças. A fumaça do cigarro de maconha me deixou exausta e com dor de cabeça e eu apenas estava tentando me manter viva, tentando desviar a atenção para qualquer outra coisa. Mas é difícil desviar a atenção enquanto tem algo entrando e saindo de dentro de você te violando, violando a sua dignidade.

Então do nada ele começou a acelerar, o que me causou mais dor ainda e começou a passar a língua no meu rosto;
“aí que delícia, eu vou gozar sua safada! – “quer leite nessa buceta, quer?’ ele estava acelerando e eu já não aguentava mais, – “chega, me mata!” Eu gritava por dentro. Então ele ejaculou e eu senti o líquido entrando dentro de mim.
Eu comecei a chorar de novo. Eu estava me sentindo suja e imunda! Um completo lixo!
Aquele homem finalmente saiu de cima de mim e foi para dentro do carro. Naquele momento eu estava deitada no chão; fraca, impotente, violada….. Me sentindo um completo lixo pois sentia o esperma dele escorrer das minhas partes íntimas que agora já não eram mais íntimas pois minha intimidade havia sido destruída.
Foi então que ele retornou e ficou me olhando e eu olhei de volta esperando ele me dá um tiro e acabar com a minha vida ali mesmo. Ele então jogou a minha bolsa em cima de mim,- a bolsa que eu estava quando sai de hotel e fui levada. Nesta bolsa continha meu celular e documentos. Ele então deu as costas ligou o carro e foi embora. Me deixando lá caída igual um animal.

Aos poucos eu fui alimentando força para me mexer. Eu estava sentindo que a minha vagina havia sido destroçada, coloquei o dedo sobre ela e ao tocar sentir arder,- ao ver meu dedo ele tinha sangue. Eu estava toda ensanguentada entre as pernas. Senti meu celular vibrar na bolsa, era Letícia e suas mais de 15 chamadas perdidas. Ao atender ela imediatamente percebeu que algo estava errado, não somente pelo meu sumiço de horas mas pela minha voz e meu choro no telefone, eu só sabia chorar.

“Amiga, por favor! Onde você está!?” -chorando e soluçando eu disse; Lê, eu fui…… Estuprada amiga!.
Lê pediu para que eu mandasse a localização do telefone mas o sinal não pegava naquele local então, totalmente nua e fraca das pernas eu andei um pouquinho até consegui pegar os dados móveis e mandar a localização para finalmente a polícia chegar ao local e me resgatar.

Até hoje o miserável que me destruiu não foi encontrado, embora uma investigação ainda resta ser concluída mesmo com todos os exames e material genético do desgraçado coletados. Um dos exames constatou lacerações de diferentes graus na parte interna da minha vagina. Agora eu não quero ver a cara de nenhum homem por perto, Ele literalmente me destruiu.

Relato Para Tratamento psicólogo da paciente _________ dia 02 de janeiro de 2023.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 2,83 de 18 votos)

Por # #
Comente e avalie para incentivar o autor

9 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Fefe ID:pickyamtfnr

    A cada mimizentos se está escrito ESTUPRO e óbvio q n tem consentimento né pelo amor santa paciência

  • Responder Casal cambirela d4swing.c ID:1dkk7ogxyv1b

    Que tristeza, quantas meninas perdem o prazer pelo sexo por causa de bandidos como este…

  • Responder Daddy dom ID:81rngw2hri

    Com certeza, ela se tornou uma boa me menina

  • Responder Jones ID:81rg0li6ib

    Existe um filme chamado ” O retorno dos malditos ” aonde uma mulher militar chamada Missy é sequestrada por um mutante e estuprada para poder engravidar. Você poderia fazer um conto baseado nesse filme? Já que escreve tão bem

    • AIS ID:5h7a96ii

      Faz mais contos das histórias de suas e seus pacientes.

    • Dr. Contos Reais ID:1e0ehf07opg1

      Beleza

  • Responder CRP ID:41igtnnn49d

    Bom conto, mas acredito que se ela não quisesse ver nenhum homem, teria procurado uma profissional feminina. Uma das coisas mais interessantes em atender pessoas vítimas de abuso, é o quanto algumas delas passam a tornar aquilo um fetiche posteriormente, consomem pornografia com especificidades da violência “tio e sobrinha”, “padrasto e enteada”…

  • Responder Flavio ID:1e4m930gfpmr

    Isto é um absurdo, se acharem o FDP tinham que matar, sexo é bom, só com consentimento, prazer tem que ser para os dois.

    • Thothy ID:1dw4x6fenku5

      Concordo plenamente contigo! Pena que existam monstros que pensem diferente!