# # # #

Silêncio – 00

573 palavras | 1 |2.71
Por

Basicamente um sinopse, nada aqui pode ser levado a sério. Ficção.

Seus pés pisaram firme até chegarem nas costas da criança. As solas imundas de lama, crostamente cravaram na sua pele perfeita, lacinante? tesão? O garoto abaixo, para sua surpresa jack ficou quieto, morrendo um silêncio mortal o som de um zíper se manifesta, um enorme pau acaba de acordar.

(…)

Com um chute no estômago a criança é empurrada sem forças. aproveitando seu momento jack se acolheu calorosamente na pancinha de sua presa, perfeita ocasião pra goza-lo. Sem demora levantou um de seus punhos enquanto a outra mão apunhetava o seu majestoso pau, seu punho impiedosamente desceu, acertando em cheio o maxilar do pirralho. Uma chuva de socos violentos, aumentando o calor do momento, a cada soco o tesão aumentava, a criança maldita acaba de morde-lo, haviam ainda sentimentos impróprios com seu dono? Suas ações rebeldes eram puníveis, como uma besta a criança repousava com a boca marcada de um viscoso leite vermelho.

Não via uma gota caindo fora, mas percebi que havia caído vermelho no tapete do chão, provavelmente conseguia respirar direito. O soltei, ele caia em de cara no chão, ajoelhado caía, engatinhando caía, fazendo faces de dor e gemidos insessantes. Era uma cena linda…e majestosa vê-lo daquele jeito, meu pequeno, meu magrinho, meu anjinho! Todo descabelado e com o rosto destruído, era tão fofo!

Aproveitei seus draminhas e peguei da almofada uma faca, buscava brincar com aquilo.

– mateo!
Tonarizei da forma mais amigável possível.
Mateo havia perto de si uma almofada, sua única forma de se proteger, como um cavaleiro com seu escudo se defendendo do terrível dragão!
Nunca fui de ter paciência, puis cuidadosamente a faca em seu rosto, alimentando o medo o fiz ceder, era óbvio que só estupro não quebraria seu juízo, era pronto para o plano B.

Ainda com a faca Bati nas bochechas de sua bundinha e no pintinho dele deixando uma divisão de suas minúsculas bolinhas, depois guardei a faca em um local alto longe de sua vista.
Voltei o olhar pra minha presinha, ssgurei em seus cabelos, o rosto desfigurado dos socos, segurei com a outra palma seu pescoço, apertava, curtia deixa-lo sem fôlego então o forcei a me beijar, sugando cada centímetro de sua língua, lambia ela, usava e abusava. O soltei, ele tomou ar, so para ser atingido com três dedos firmes no seu ânus, eu tinha invadido aquele cusinho seco! Ainda beijando ele, ele se desesperou, queria ver o que o cutucava nas costas, tentava gritar:

– AARrgh! Huuum! Aaargh! Huuum!
Mas minha boca enorme mesclava todo o som, era gostoso, enfiava sem dó, sem misericórdia, eu fudia aquele cu com o dedo com tanto gosto, até sentia que havia rasgado sua parede do cu com uma das minhas unhas, pouca coisa.
(…)
Fiz isso até cansar, tava me babando todo!
– sua delícia!
Puxei seus cabelos, parecia uma boneca, tirei meus dedos e o fiz limpar, chupar com vontade à fuder sua boquinha, sua garganta como uma bucetinha. Eu não sei por quanto tempo, mais abusei e como abusei de seu cuoral, havia um ponto que nos comunicavamos somente com olhares sem expressão. No fim atolei um beijo suave enquanto compartilhava nossas salivas, e igualmente abracei forte.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 2,71 de 7 votos)

Por # # # #
Comente e avalie para incentivar o autor

1 comentário

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Dalertry ID:beml99949i

    Faz um desse sem ser mitológico, você escreve muito bem