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Comendo a Filha do Melhor Amigo 2

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Era o segundo dia do fim de semana numa casa de praia alugada. Eu e meus pais, com um casal de amigos e a filha deles. No conto anterior, eu narrei como acabei me envolvendo com o amigo do papai. Quem não leu, vale dar uma recapitulada pra entender melhor o conto de hoje…

Com um shortinho jeans e um top vermelho, comendo pizza no sábado a noite. Todos na sala assistindo um filme, e o amigo do meu pai me olhando com cara de tarado. Certamente lembrando de tudo que rolou no banheiro da piscina no dia anterior. A esposa e filha dele do meu lado, meus pais do meu lado, e o coroa olhando descaradamente pras minhas coxas.

Baixinha, 1,60 de altura, 23 anos, loirinha, coxas grossas e uma raba de 98 de quadril apertada dentro do meu shortinho jeans. O top vermelho com a barriguinha de fora. O sorriso de menina comportada na frente do papai e o sorrisinho de putinha sonsa olhando pro amigo dele do meu lado. O filme rolando na TV da sala mas meus pensamentos estavam na nossa transa no banheiro.

Meu pai sentado no sofá quase dormindo, a pizza em cima da mesa, as famílias reunidas e eu resolvi me levantar pra pegar um refrigerante na geladeira. Sozinha na cozinha, com meu shortinho curtinho, reparei que o “Tio” veio atrás de mim. Pra pegar um guaraná ou a filhinha gostosa do melhor amigo…

Baixinha, loirinha e sonsa, abri a geladeira toda distraída, me empinando toda pra pegar a garrafa lá dentro. A mãozinha na porta, os pezinhos no chão, o corpo inclinado pra frente, sem dobrar os joelhos, com o bundão todo pro alto e um shortinho jeans enterrado, aparecendo as poupinhas do meu bumbum na cara do tarado que tinha me comido no dia anterior.

Uma olhadinha pra trás, por cima dos ombros, um sorrisinho de ninfeta sapeca, e um coroa paralisado com a mão no pau por cima da calça. Ele tem o dobro da minha idade, me conhece desde novinha e agora tava com o meu rabo todo empinado na frente dele. Eu dava umas reboladinhas pra provocar, e um sorrisinho de piranha querendo pica.

O meu pai ali do lado na sala, o barulho do filme na TV, e eu com as poupinhas da bunda escapando pelo shortinho enfiado.

Eu adoro provocar. Alimenta minha vaidade e me dá choques de tesão. Ver a reação e a cara de tarado do “Tio” me olhando daquele jeito, Saber que ele tava louco pra me agarrar naquela posição, só me deixava mais excitada. A adrenalina de ser pega por alguém ali do lado, e o exibicionismo de quase esfregar a raba no volume da calça do amigo do papai.

Sim, eu sou uma vadia provocadora. Eu sei kkkk E tá liberado os leitores me chamarem assim. Eu gosto rs…

inclusive, fiz um instagram pros leitores @bunnycontos e sempre posto fotos e vídeos dos contos pra provocar vocês também. Vou postar uma foto com esse shortinho e top vermelho pra vocês imaginarem melhor o conto de hoje. Melhor do que isso, vou postar foto sem o shortinho também…. Mas a gente ainda vai chegar nessa parte do conto kkkk

Na posiçãozinha que eu tava, empinada, com o rabo pro alto, eu botei uma mãozinha de cada lado da minha cintura. Segurando o shortinho. E puxando ele pra baixo. Foi coisa de 1 segundo, ou menos. Aquela brincadeira de mostrar e esconder. Só pra provocar o coroa tarado. Abaixando o shortinho na frente dele e mostrando o meu bundão bronzeado do sol que peguei na piscina.

A calcinha fio dental preta toda presa e perdida no meio da minha bunda. O shortinho arriado. Os lábios da minha bucetinha mordendo o fio dental da calcinha. O meu sorrisinho de ninfeta provocadora. Uma mordidinha na boquinha. E uma rebolada pra vestir o shortinho de novo. Eu nem lembrava mais que tinha ido pegar um guaraná rs.

Quando de repente… PLAFT!!!

Um tapa safado, seco e rápido do tio na minha bunda. Do jeito que eu tava, empinada, até dei um pulinho de susto quando levei a mãozada na bunda. Segurando a porta da geladeira com a mãozinha e dando um pulinho tirando os pezinhos do chão. Um bundão todo empinado rebolando na cara dele. Eu entendi porque ele não conseguiu evitar aquele tapinha safado rs

A minha carinha de susto, apontei com o dedinho pra sala ali do lado. As paredes nos protegiam, de alguém ver aquela cena, mas alguém poderia escutar o barulho do tapa. Sorte que os tiros vindos do filme na TV, abafaram o tio safado sarrando a filhinha do amigo dele na cozinha.

Ele ainda me deu um apertão. Mas um apertão com vontade!

Colando o corpo dele atrás do meu. Em pé, quase me encoxando. A respiração quente no meu pescoço. A mão agarrando com vontade o rabo da ninfetinha loira. O meu shortinho jeans todo enfiado no rabo. E o Tio safado falando com voz de cafajeste na minha orelha.

– As duas da manha, eu quero você aqui nessa cozinha…

Ainda eram 11 da noite. Todo mundo comendo pizza e vendo filme na sala. Como que eu ia controlar a minha ansiedade, adrenalina e tesão de um apertão no rabo daqueles?

Ele enchia a mão com o meu rabo. Apertando, agarrando, trincando os dentes e me mandando estar ali quando todo mundo dormisse. A cara de tarado dominador dele, me deixou mansinha e de perninha bamba. A minha carinha de putinha querendo pica, mordendo a boquinha e quase gemendo com aquele apertão.

Eu só balancei a cabeça fazendo que “sim”. Eu estava completamente dominada e com a bucetinha pegando fogo. Que coroa pervertido que sabia tirar o meu fôlego…

Uma da manhã, todo mundo dormindo nos quartos… A ansiedade e tesão não me deixavam quieta. Me levantei pra beber uma água na cozinha e fui surpreendida com outro apertão na minha bunda por trás. Um novo pulinho de susto, a mão dele tapando a minha boca, a outra apertando o meu rabo. E um “shiiiiiiii” pra não fazer nenhum barulho.

Me abraçando por trás e me empurrando por cima da pia da cozinha, o safado roçava o volume da piroca dele no meu shortinho jeans apertado. Uma das mãos em volta da minha cinturinha, a outra empurrando o meu ombro pra frente. Me deixando em pé, inclinada pra frente, com os cotovelos no mármore da pia, e o bundão todo empinado sendo sarrada por trás.

O caralhão duro dentro da bermuda dele esfregando e roçando nas curvas da minha bundinha macia dentro do meu shortinho. Os meus cabelos caindo no meu rosto, o meu coração acelerado, o quadril dele me encoxando e o meu pai dormindo ali do lado. A esposa dele também. E eu só conseguia pensar em rola na minha bucetinha pegando fogo!!!

Tudo isso não durou 30 segundos. Eu escrevo essas coisas e parece que foi um “NOOOOOSSSAAA COMO ASSSIMMMM???”

Foi algo rápido, de instinto, carnal. Toda debruçadinha na pia, com o coroa tarado me encoxando e roçando a piroca dura na minha bundinha de ninfeta. A casa inteira dormindo ali do lado e uns 30 segundos de adrenalina sendo sarrada na cozinha. As minhas perninhas ficaram completamente bambas e sem força. Eu caia empinada na pia, espumando de tesão.

As mãos dele, uma de cada lado, segurando as laterais do meu shortinho e puxando pra baixo… Dessa vez não foi de brincar de mostrar e esconder. Ele arriou mesmo o meu shortinho, no meio da cozinha. Com qualquer um podendo aparecer ali e pegar a gente no flagra.

Com meu top vermelho, meu shortinho jeans arriado e a minha calcinha fio dental preta COMPLETAMENTE enfiada na minha bunda. Eu sentia o frio do mármore na minha frente e o quentinho da piroca na minha traseira. Com o rabo todo de fora, com a calcinha toda enfiada e com as mãos do tarado apertando a pele macia da bundinha da filha do amigo dele.

Vou postar essa foto no instagram que fiz pros leitores @bunnycontos. O shortinho arriado, a calcinha preta enfiada e o meu rabo todo de fora na cara do amigo do papai.

Era uma lingerie mais incrementada. Toda de rendinha, no tecido transparente da calcinha fio dental. As laterais com dupla tira, deixando as marquinhas de biquini aparecerem na minha cintura. E apenas um triangulo de calcinha enfiada e perdida no meio da minha raba de 98 de quadril na cara do meu tio comedor de novinhas.

PLAFT!!!

Outro tapa de tarado. Deixando uma marca rosada na bandinha da minha bunda. E um apertão de faminto, agarrando e querendo me comer ali mesmo. Tava todo mundo ali do lado porra!!!!!!

Com o coroa me abraçando por trás, apertando a minha bunda e me encoxando igual um tarado, fomos andando engatados, saindo pela porta da cozinha, pro lado de fora da casa. Na área da piscina, atravessando até a churrasqueira. NO mesmo banheirinho que ele tinha me comido no dia anterior. Era mais seguro lá.

O meu shortinho caindo pelas minhas pernas, e eu soltando ele dos meus pés. Descalça, de calcinha fio dental e top vermelho. Meus cabelos loiros bagunçados caindo pelo meu rosto. Uma piroca dura me encoxando e me sarrando por trás. E a respiração quente do amigo do papai no meu pescoço. Fui sendo empurrada e levada até a churrasqueira.

A piranhazinha teen ia ser a carninha da madrugada daquele coroa pervertido comedor de ninfetas…

Eu escrevo essas coisas pra vocês porque me dá tesão pra caralho. Aqui eu posso me soltar. Essas cenas duram 2, 3 minutos. Mas é gostoso poder escrever soltando todo meu lado vagabunda. Toda de lingeriezinha enfiada. Com o bundão todo de fora. E um tarado apertando e roçando no meu rabo, como se eu fosse uma vadia de esquina.

Sou patricinha, sou filhinha de papai, mas nessas horas eu morro de tesão de me sentir uma piranha. A putinha teen de calcinha fio dental e cuzão de fora na cara do amigo do papai.

Dentro do banheirinho, com os cotovelos na pia, de cara pro espelho. Eu olhava pelo reflexo a cara de tarado que o tio fazia trás de mim. Me empurrando pra frente, arriando a minha calcinha e botando a piroca pra fora. PLAFT, mais um tapa estalado na minha bunda. E a minha carinha de putinha querendo pica olhando pra ele pelo espelho…

A cabeça do pau deslizando e esfregando na minha bucetinha por trás. Toda debruçada, toda empinada, toda ofegante. Eu jogava o bundão pro alto e pedia pica por trás…

– Me fóóóde gostooooosooooonnnnn…

Ele foi empurrando o cacete na minha xaninha apertadinha, e me fazendo ficar na pontinha dos pés. Sendo empurrada pro alto, pra frente, de cara no espelho. Toda empinadinha, encaralhada e na pontinha dos pés. A minha calcinha no meio das coxas, a minha bucetinha babando de tesão, e um coroa tarado me segurando firme por trás.

– Hummmfff sua piranha provocadora…
– Souuunnn… Sou uma piranha…
– Piranha gostosa!
– Ainnn eu sou uma piranha… Sou uma piranhaaaannnnnnnn…

Eu gemia manhosa me auto xingando e pirando dentro da minha mente, me achando a maior piranha do mundo. Sendo comida pelo amigo do papai, com a família toda dormindo ali do lado. A esposa dele, a filha, os meus pais. E eu ali toda empinadinha de calcinha arriada levando rola igual uma vagabunda.

A piroca grossa entrando e saindo com força. Com socadas firmes e as bolas batendo na minha bucetinha por trás. Ploc ploc ploc ploc fazendo eco no banheirinho apertado.

O meu rostinho colado no espelho. De lado, com metade da minha cara colada no vidro do espelho e a outra metade revirando os olhinhos sentindo as socadas por trás. A mão dele apertando com força o meu ombro. O quadril dele batendo na minha bunda. Os trancos me empurrando pra frente. A minha respiração ofegante embaçando o espelho…

– Ainnnn ainnnnn tiooooooooonnnnn… ainn caralhoooooooonnnnnnn
– Sua piranha gostosa! Gosta de pica ne? Então toma! Toma! Toma!
– Ainnn ainnnnnnnnn ainnnnnnnnnnnnnnnnn tiooooooooooonnnnnnnnnnnnnnnnn….

Cada “toma” era uma pirocada na minha bucetinha. Cada “tiooonnn” dava pra sentir ele me apertando mais forte e tremendo atrás de mim. Uma novinha manhosa gemendo na vara de um coroa amigo do meu pai. Era tanta coisa pervertida de uma vez só, que a minha mente pirava de tesão.

Não era o coroa em si. Era a situação. O proibido. O risco de sermos pegos. E a filha da putagem dele comer a filha piranha do melhor amigo.

Eu já tava completamente molinha de perninhas bambas. Caindo de cara no espelho, debruçadinha na pia do banheiro, com a calcinha arriada, levando trancos por trás. O meu bundão enorme, escancarado na cara dele. As minhas marquinhas de biquini dando uma visão ainda mais safada da menininha comportada filhinha de papai.

O meu top vermelho todo levantado, os meus peitinhos pulando a cada varada que eu levava do meu coroa tarado. E a minha carinha de ninfeta mordendo a boquinha, com carinha de adorando ser fodida daquele jeito. Meus cabelos voando no meu rostinho e meus olhinhos fechados de tesão.

A piroca entrando e saindo com força e com pressa da minha xotinha apertada de patricinha de família. Uma cavala da bunda grande e marquinhas de fio dental, toda empinada na pontinha dos pés, levando pica por trás e gemendo na vara igual uma cachorra manhosa.

– Ainnnn tioonnn… Me fóóóóóódiiiiiiiiiiiiiii… Me fódi gostosoooooooonnnnnnnnn…

Eu gozei sem forças na pica do amigo do papai. Toda empinadinha sentindo aquela rola gostosa me comer todinha. Descabelada, desbocada e sem nenhuma vergonha na cara.

O tio me segurava firme e socava com força. Todo tarado, todo faminto, com um tesão que ele já não sentia mais com a própria esposa. Comendo a novinha cavala da bunda grande no meio da madrugada. Me puxando pelo cabelo e me dando tapas na bunda. Cravando o caralho na filhinha do amigo dele. Parecendo um cachorro demarcando território.

Nós dois gozamos sem fôlego e sem força, caindo por cima da pia do banheiro. Eu olhava as paredes girando, e as minhas coxas formigando voltando a sentir meu corpo aos poucos. A adrenalina baixando, o tesão apagado e a lembrança que a gente não podia demorar muito ali naquele banheiro.

Eu puxava a minha calcinha, vestindo ela enfiada na bunda novamente e procurava o meu shortinho caído na beira da piscina. Voltei correndo pro meu quarto, antes que alguém reparasse a minha falta. Acho que tudo isso durou meia hora, mas foi tudo tão intenso e tão gostoso, que tinha valido por todo final de semana.

Se vocês gostarem, escrevo mais sobre meu rolinho com o amigo do papai. E quem quiser minhas nudes e vídeos dos contos, só mandar mensagem nos meus contatos

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