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Trocou o cabaço da irmãzinha por uma foda com a vadia do bairro

3280 palavras | 10 |3.88
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Olá, sou o Marcos, e esta história verídica aconteceu quando eu tinha 17 anos. Meu amigo facilitou a irmã para que eu ajudase ele com a Lili..

Já contei para vocês da Lili, lembram?
Uma pré-teen que fodia desde os 9 anos e que eu tive o prazer de comer por um bom tempo
Lili estava na época deste fato com 12 anos, continuava baixinha, gordinha, rabuda, com uma buceta capô de fusca insaciável, e fodendo com todo mundo.
Bem, nem com todo mundo…
Vamos aos fatos.
Mudou para o bairro uma família composta por 4 pessoas, pai, mãe, e dois filhos, Alexandre, com a mesma idade minha, 17, e Doriellen, 14 anos.
Ele, branco e ruivo, alto e magro, daqueles de ficar com as buchechas vermelhas nos dias de frio.
Ela, ruiva de cabelos lisos na altura dos ombros, muito branca, magra e miuda de corpo, mas com uns seios pequenos que ficavam apontando para o céu, pelo que se via quando estava de blusinha. Uma bundinha bem dura completava o quadro, e os olhos verdes que nem os da mãe deixavam ela parecendo uma pintura de limdeza. Quieta e de olhar fugidiço, parecia timida e envergonhada. Logo fiz amizade com o Alexandre, de olho na ninfetinha gostosa que era sua irmã.
Os pais dos dois tinham um pequeno comercio de novidades e bugigangas no centro, e logo descobri que quinzenalmente eles viajavam para o Paraguay para comprar produtos e renovar o estoque.
Viramos ótimos amigos eu e o Alexandre. Desses da adolescência de contar os segredos, falar safadezas e até bater uma punheta juntos para se aliviar. Alexandre era um pouco mais alto que eu, e tinha um cassete um pouco maior que o meu, 19 cm, segundo ele contava vantagem, só era mais fino que o meu, que já contava com os 17 cm e sempre foi muito grosso.
Nessas conversas, eu mexia com o Alexandre falando que a irmã dele era uma gostosa, que estava morrendo de vontade de dar uns “pega” nela. Ele fechava a cara, ficava bravo, e demostrava ser um irmão bem ciumento da maninha.
“Sai fora! Deixa minha irmã em paz! Ela não é as vagabundas que tu tá acostumado a pegar!”
“Mas é quase uma mulher, e alguém vai pegar ela, tu querendo ou não!” Respondia para ele.
Os meses foram passando, e o Alexandre me confessava que não conseguia comer ninguém, vivia só na punheta, e me pedia conselhos como chegar nas meninas, porque ele só levava fora delas.
Ele não era feio. Ruivo e dos olhos claros, tinha tudo para pegar várias. Só que ele aparentamente, não sabia como começar uma conversa, era muito sem-noção e cantava as meninas de maneira grosseira.
Uma noite estávamos eu e ele sentados na frente da sua casa. Os pais dele não estavam, e a Dori (assim chamavam ela) andava com eles. Nesse tempo nós já bebericava alguma bebida alcólica, e tinhamos juntados uns trocados para comprar uma garrafa de vinho. Já tinhamos tomado a metade, e com o efeito do alcool na mente começamos a falar de putaria. Nisso, ele me falou:
“PQP! Eu não como ninguém, só vivo de pau duro. Olha.”
E baixando o abrigo, tirou pelo lado da cueca a pica branca e da cabeça rosada, dura que nem um ferro.
Começou a alisar ali mesmo
“Guarda essa merda!” Falei
“Alguém pode ver e vai ser a maior fofoca”
“Foda-se!! Estou com um tesão que chega a doer meus ovos, vou bater uma para aliviar!”
O alcool e o tesão tinham tomado a mente dele. Deu uma espiada na rua, não tinha ninguém, e ali mesmo começou a bater uma bronha. Bom, nós já tinha batido punheta olhando filme pornô antes, então, aquilo para mim não era novidade. E como não posso ver defunto sem chorar, tirei para fora o meu cassete, que naquela altura estava duro, e acompanhei ele na punheta. Amigo é para essas coisas, inclussive para ajudar o outro na hora da necessidade…
Ficamos ali sentados nas cadeiras, falando putaria, bebendo, e massageando nossos caralhos até gozarmos.
Nisso eu tive uma idéia. Era arriscada, mas nos já estava bebum mesmo…
“Alexandre, o que tu estaria disposto a fazer para conseguir comer alguém?” Perguntei.
“Qualquer coisa! Quero conhecer buceta, não aguento mais!”
“Qualquer coisa MESMO??”
Aquela pergunta despertou uma certa descomfiança, ele me olhou e falou “No que tu tá pensando. Olha bem hêm, não vem te engraçar comigo que te dou um soco!”
“Calma! Rsrsrsrs; não quero nada contigo, somos dois machos, e eu só como buceta!” (Mentira né) Kkkk
“Tá. Fala o que tu quer então”
“Tu já sabe…”
Ele me olhou nos olhos, eu com um sorriso estampado na cara.
De repente se ligou.
“Minha irmãzinha já falei que não! Tu tá querendo só comer ela como faz com as putinhas da vila!”
“Não.Te juro! Eu gosto dela de verdade. Sei que ela é menina direita. Eu sei me comportar. Estou apaixonado por ela. Tenho tentado conversar com ela, mas ela é arredia e timida.
Eu não quero que tu faças nada demais, só quero que tu faças meus lados com ela pera eu ter uma chance!”
Ele me olhou entre desconfiado e bravo.
“Mas minha irmã é virgem! Eu sei que alguém vai tirar o cabaço dela qualquer hora, mas eu quero que ela escolha com quem, e seja feito com jeito!” Retrucou ele.
“Alexandre, pensa comigo: se eu namorar ela, ela terá escolhido. Outra, eu sou teu amigo, jamais faria algo para magoar ela, e ficar de mal contigo, com certeza tu vai querer me quebrar a pau se fazer ela chorar. E outra; se não for eu, será um moleque qualquer que tu nem conhece, ela já está no ensino médio, no colégio os meninos fazem as meninas chupar e comem elas nos banheiros, tu sabe como é que é!”
Meus argumentos foram certeiros. Ele se acalmou e me falou que de certa parte, eu estava certo. Que sabia que a irmã dele já tinha fogo, que um dia, sem querer, tinha visto ela se masturbando.
“Eu nem sabia que as meninas também se punheteavam” me confessou.
“Não é punheta Alexandre. Elas é siririca”
Ele riu muito com a palavra.
“Tá. Agora me fala o que tu quer que eu faça, de verdade”
“Eu quero que tu fale de mim para ela, diz para ela que eu sou um cara legal, que ela deveria conversar mais comigo, que tu desconfia que eu gosto dela, etc… Essas coisas, me deixa em condições de marcar o gol, o resto é comigo.”
“Cara… Coitada da maninha, tu tá querendo arregaça a xotinha virgem dela com esse teu cacete…” murmurou.
“Alguém vai fazer…”, lembrei ele.
“E o que tu vai me dar em troca, quem tu vai conseguir para mim??”
“Faz a tua parte, que eu faço a minha. Assim que eu conseguir comquistar a Dori, eu te trago nas tuas mãos um mina para tu foder.”
“Combinados?”
“Sim”
“Então, aperta minha mão. Trato é trato. Palavra de homem”. Estendi a mão para ele, que apertou forte sem titubear.
“Puta que pariu! Tua mão tá com cheiro da tua pica!”
“A tua também!!” Rimos, e continuamos à beber.
Passados alguns dias, as conversas do Alxandre com a Dori começaram a fazer efeito. Comecei a frequentar mais a casa dele, principalmente quando estavam só os dois em casa.
Olhavamos filmes juntos no videocassete, tecnologia para poucos naquele tempo. Ela começou a ficar mais à vontade, já não desviava o olhar, e até sorria para mim durante as conversas.
Um dia ele me falou:
“Já fiz minha parte. Ela está na tua. Até me confessou que te achava bonito e legal. Que nojo!! Vai acabar comendo minha maninha! Espero que pelo menos tu use camisinha, para não passar alguma pereba das vagaba que tu fode por aí!”
“Então tá. Vou fazer a minha parte. Tem lugar para o abate?” Ele pensou, coçou a cabeça. “Só aqui em casa mesmo. Quando meus pais estão na loja e a Dori está para o colégiom”
“Fica ligado então. Vou trazer a mina para ti”
“Quem é??” Perguntou curioso.
“A Lili, nosso vizinha”
“A Lili?! Ela não é muito nova?? PQP, aquela guria é mais nova que a Dori!”
“Calma, tá na mão. Tu é novo no bairro, tu não sabe do quê aquela baixinha é capaz…”
“Mas ela aguenta?? Tô com medo de rebentar essa guria e me foder.”
Ri na cara dele!
“Eu como a Lili faz tempo, e ela aguenta dando risada!”
Alexandre fez cara de surpreso. Somente sendo novo no bairro para não conhecer a fama e as aventuras da Lili, que mandava os moleques fazer fila para dar o rabo para eles.
Ficamos assim acertados. A desculpa seria olhar um filme de tarde, na hora que só ele estava em casa.
No outro dia, as 14 horas bati na porta dele com a Lili.
Quando ele abriu, falei
“Fala Alexandre! Vim olhar aquele filme que combinamos. Falei para a Lili que era muito bom e ela quer olhar também, pode?”
“Claro, entrem! Pode entrar e ficar à vontade Lili, a casa é tua!”
A Lili deu um sorriso e entrou, sentou no sofá da sala que ficava de frente para a tv. O Alexandre me piscou o olho e foi colocar o filme no videocassete, era “O senhor dos aneis”. Tinha um anel que seria arregaçado naquela tarde, e não era o do filme…
A Lili estava ciente do que estava para acontecer, eu tinha aberto o jogo com ela. Afinal, não era a primeira vez que ela fazia orgia com mais de um, eu mesmo já tinha arregaçado os buracos dela com outros dois meninos na primeira vez, e depois com o Rafa (ver outro conto)
Começamos olhar o filme, que na verdade era uma porra sem fim, já que precisava de dois cassete para o cara olhar todo.
Lá pelas tantas o filme travou.
O Alexandre falou que não adiantava forçar o rebobinamento, senão perigava a fita romper, e aí ele teria que pagar por ela na locadora.
Nisso, nossa conversa já estava bem animada.
Ele trouxe refri nos copos, e comentou que ele tinha outros filmes, mas eram impropios para menores.
A Lili deu um sorriso maroto, me olhou e falou:
“Eu sei que filmes são esses. Descobri uns na casa do meu irmão e acabei olhando
Não tem nada demais…”
O rosto do Alexandre se iluminou
“Então, se tu diz que já conhece, vamos olhar”
E colocou o filme para rodar.
Filme brazuca, fodeção do começo ao fim.
A Lili ficou vidrada nas cenas, e fazia comentários
“Nooossa!! Olha o tamanho do pinto do cara! E tá metendo tudo no buraco dela!”
O Alexandre estava enlouquecido. Sua calça de abrigo tinha um volume imenso na frente. E ele já não disfarçava, acariciava o cacete por cima da calça.
A Lili é uma baixinha branca, sempre bronzeada de tanto foder embaixo do sol pelos campos, cabelo curto, gordinha em forma, seios já de medios para grande, e uma bunda desproporcional para a idade, grande e gostosa.
Ela eatava com o tesão a mil, e já estava metendo a mão por dentro da saia acariciando sua rachinha por cima da calcinha.
Vendo aquilo, e conhecendo bem a peça, já cheguei junto e comecei a acariciar suas coxas grossas, minha mão foi subindo e encontrou a dela encima da xoxota, e a calcinha totalmente ensopada. Arredei para o lado e passei o dedo por toda a extensão da bueta, ela soltou um gemido de gata no cio e abriu as pernas.
O Alexandre vendo a cena não resistiu mais a tentação, tirou o caralho para fora e aproximou da boca da Lili.
A pica estava “babando”, tamanha a tesão, e Lili caiu de boca nela com fome, mamava igual uma bezerra.
Alecandre de olhos fechados gemia e puxava a cabeça dela mergulhando seus 19 cm até a garganta dela, que engasgava, babava todo o cacete, mas não largava o osso, no caso, o nervo.
Eu, de um puxão tirei sua saia, abaxei toda a sua calcinha, com três dedos enfiados dentro daquele forno quente e molhado, que era aquela buceta naquele momento.
Tirei sua blusa e o sutiã, deixando aqueles peitões de amostra, brancos e do tamanho de um melão com as auréolas cor de chocolate.
O Alexandre deitou a mamar neles, enquanto suas mãos exploravam todo o corpo daquela menina, que na idade era uma criança, mas no corpo e na vontade de transar, era uma mulher.
Sentia pela sua respiração que ele estava nervoso, mas o tesão mantinha sua pica dura como um ferro, as veias dilatadas pareciam que iriam estourar!
Fiz a Lili ficar de quatro no sofá, e falei para o Alexandre
“Faz as honras da casa”
Ele se livrou totalmente da calça e da cueca, a pentelheira ruiva estava aparada. Já a lili não tinha nada de pentelho, pois os poucos que a idade permitia, eu tinha feito ela raspar, pois adorava comer buceta lisinha, até hoje sou assim com as mulheres.
Ele entrou detras dela, apontou a cabeça enorme da pica na entrada da buceta, me olhou, como se perguntando se dava para meter, e eu fiz sinal com a cabeça que sim. Ele teve a mesma duvida que eu tive na primeira vez que vi a vagina da Lili. “Será que cabe meu pau nessa bucetinha tão pequena??”
Cabe. E tudo! Ela tem fome de vara e leite, engole tudo, só não engole o saco com as bolas porque não dá.
Ele meteu a cabeça letamente, e a Lili jogou a bunda para trás de encontro a ele e fez sumir o caralho todo num golpe só! Deu um gemido, quase um grito e mandou ele meter forte.
“Vai xande, mete gostoso, vai!! Come essa buceta! Caralho gostoso! Aaaiii que delicia!!”
Eu aentrei na frente dela senatado no sofa com as costas no respaldar, e ofereci minha pica para ela mamar.
Com o incentivo das putarias, o Alexandre tomado pelo tessão socava forte, seu saco grande e rosa e dividido no meio separando as bolas, parecia o saco escrotal de um velho, batia na bunda da Lili fazendo o caraterístico “Ploc, ploc, ploc, ploc…
A Lili gemia, entalada com meu cassete na garganta. Saia dele, tomava um ar e bocava tudo de novo.
Acho que essa garota era, e deve continuar sendo, ninfomaníaca. Era muito tessão e vontade de foder. Incansável!! Soube de um dia que ela derrubou as picas de seis moleques. Tá, eram meninos entre 11 e 14 anos.
Mas 6!!
Dizem que acabou com o estoque de porra de todos.
O Alexandre, agora ex-virgem, não aguentou dois minutos fodendo aquela buceta. Coisa de cabaço mesmo.
Começou a gemer e falar:
“Aaahh, que gostoso, uhuuuu! Que delicia de buceta!!
Aaaaaahhhh!! Vou gozar!!”
Tirou o caralho para fora, e eu estava de frente para ele, e gozou. Gozou não, jateou toda as costas da Lili, cabelo, e quase me acerta! Nunca vi alguem gozar assim! Parecia que estava mijando, tal a quantidade e a duração dos jatos, parecia quando a gente brinca de segurar/soltar a orina. Foram uns 10 jatos de porra espessa.
A Lili riu. “Ah, que pena… Eu queria beber todinho esse leitinho…”
A Lili adora beber porra. Ela não perde uma gota. Ele caiu de lado no sofa, recuperando o fôlego. Ela juntou com os desos o que pode de porra e meteu na boca, fazendo cara ds safada para ele.
Eu assumi o lugar dele, só que coloquei ela de costas no sofá, ajoelhei e botei as pernas dela no meus ombros. A bunda e a buceta na minha mira.
O Alexandre ficou olhando, e se espantou quando mirei no cuzinho, forçando a cabeça para entrar no anel de couro da Lili. Ela mesma abriu as bandas da bunda para facilitar a entrada do meu pau, da grossura de um desodorante Rexona.
Depois de meter a cabeça da pica, emterrei sem dó até o fundo do seu canal anal.
Ela deu um gritinho, e reclamou de um geito manhoso “Aaaii tarado…”
Comecei um vai-e-vem violento, jogava meu corpo por cima dela, enterrava tudo naquele cu que eu estava acostumado a foder sem piedade, eu sabia do que ela gostava, por isso eu era há tempos o comedor titular dela!
Ela gemia alto e pedia pica.
“Vai gostoso, me arromba! Esse cu é só teu! Aaahnmm!
Vai mete fundo, arregaça tua putinha! Aaaaiiii deliciaaaa!”
O Alexandre se recuperou rápido e enfiou a pica dele na boca dela para que não gritasse tanto, os vizinhos podiam ouvir. Ela gemia de boca cheia e gozava… Era assim que ela gozava tendo orgasmos múltiplos, tomando vara no cu! Tremia todo o corpo, suas pernas ficavam descontroladas, e seu olhos reviravam parecendo estar posuída.
Bombeei com força até sentir que o gozo vinha, tirei para fora puxei a cabeça dela para de encontro a minha pica.
“Agora eu vou te dar o que tu gosta; toma!” Ela já venho de boca aberta para aparar sua vitamina preferida.
“Hhaaaaaaaaaa!!! Uuuuuuuhh!!
Toma vagabunda! Áaaaahhhh!”
E fui despejando jatos e mais jatos de leite na boca, no nariz, no rosto, até no olho.
Lili tomou tudo o que caiu na boca, alguns jatos foram na sua garganta, e o resto ela limpou com os dedos, juntando tudo e levando à boca. Chupava seus dedos e dizia “Delicia!”.
Alexandre, já recuperado e de cacete duro novamente pediu o cu para ela. Lili mandou ele deitar no sofá, sentou por cima, direcionou a cabeçona da pica do meu amigo na entrada do seu buraquinho, e foi sentando até estar com a pica atolada até as bolas. E cavalgou como uma amazona, parecia uma guerreira cavalgando para a vitória final, cavalgava, falava putaria e arranhava o peito do Alexandre, que dessa vez segurou o que pode, mas não durou 4 minutos com aquela cavalgada infernal que engoliu todo sua rola, e gozou urrando de prazer no fundo do canal anal da putinha.
Quando ela saiu de cima dele com ar de satisfeita, uma cachoeira de porra saiu de dentro do seu buraquinho, que nessa altura estava todo vermelho, arregaçado, com uma abertura proprcional a grossura das picas que tinham fodido sem piedade bem no fundo. Escorreu porra perna-abaixo, e ela, toda feliz pela aventura. Para encerrar, ainda bateu uma punheta em mim, fazendo eu gozar de novo e tomando meu leite de canudinho.
Ela pediu uma toalha para o Alxandre e foi tomar um banho.
Nós, ficamos limpando o local e apagando as marcas do “crime” eram quase 5 horas da tarde e a Dori não demoraria muito para chegar do colégio.
“Fiz a minha parte, cumpri com o prometido, agora vou cobrar a minha”
Ele assentiu com a cabeça.
“Só espero que minha irmazinha não vire uma puta igual a essa…”
“Não te preocupa. Se ela virar puta, vai ser puta de um macho só, igual à toda mulher direita”
No próximo conto vou relatar como terminou essa história.
Segue…

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10 Comentários

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  • Responder FiLHO DA RABUDA ID:g3irvfu9q

    Faz falta um parceiro assim que entendo o tesão do outro nas novinhas!!!! Parceria top de PD!!! Se tiver alguém de Uberaba-MG que curte contos com nenéns, chama: ttellle irmaofiel

  • Responder Machoincestuoso ID:sjewprw8

    Comigo aconteceu só uma vez, arrumei um amigo meu pra comer minha irmã, e na hora que estavam lá o impulso bateu e coloquei a piroca no boca dela, enquanto ele a comia de 4. Foi só essa vez!

    • Nathalia (NATY) ID:830xy01pv1

      Perdeu a oportunidade de aproveitar a situação e ter prazer e dar prazer a sua irmã também , assim como meu irmão também nunca fez nada comigo, eu até teria deixado , nós meninas quando estamos com tesão não pensamos muito em quem nos dá prazer , queremos mesmo é gozar , principalmente quando somos novinhas , mas ele nunca tentou , só gostava de me ver com os outros.

    • Machoincestuoso ID:sjewprw8

      Pois é, foi um vacilo mesmo. Hoje em dia apenas trepo com minha prima de 15 anos escondido do namorado dela.

    • Nathalia (NATY) ID:830xy01pv1

      Coisas da vida não é ? As vezes a gente perde ótimas oportunidades que a vida nos proporciona . Mas primas e primos são quase irmãos e dão muito tesão também ! Aproveite bem com sua priminha .

    • Machoincestuoso ID:sjewprw8

      Vlw, Naty❤️

  • Responder Nathalia (NATY) ID:830xy01pv1

    Delícia , me lembra os tempos que meu irmão me ajeitava pros moleques que ele conhecia . Nos conte mais !

    • Águia da Noite ID:sc3oulructn

      Vou contar sim… Na segunda parte a irmãzinha do meu amigo vai ter o cabaço estourado 😁

  • Responder Ribas ID:6oeg84qfic

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    • Águia da Noite ID:sc3oulructn

      Obrigado pelo incentivo, estou me aperfeiçoando aos poucos..m