# # #

Um adolescente gay que virou uma travesti linda e gostosa

1663 palavras | 1 |4.65
Por

Sempre gostei muito de férias escolares e foi numa dessas que conheci RAFAEL, que hoje se chama PATRÍCIA. Infelizmente, só transei com RAFAEL

Claro que os nomes não são verdadeiros, mas os fatos ocorreram. Nas férias escolares de meio de ano raramente eu viajava, ficava perambulando pela rua com minha turma e meus amigos e mesmo assim adorava as brincadeiras. Eu tinha uns 14 anos, por aí, e numa dessas férias um vizinho meu (FELIPE) e que era da mesma turma recebeu a visita de uma tia e seu filho único, RAFAEL, pois a tia teve de resolver problemas por aqui e passaram uns 15 a 20 dias na casa da irmã, a mãe de FELIPE.

A tia e o primo de FELIPE moravam em Minas Gerais e RAFAEL foi logo integrado a nossa turma, apesar de ser tímido e não gostar de futebol; ele adorava apenas andar de bicicleta e mais nada. A turma já achou ele com um jeitinho “estranho”, “muito macio”, “delicado”, porém pelo menos ele não atrapalhava as brincadeiras, ficava assistindo e curtindo.

No terceiro dia, encontrei meu colega FELIPE na padaria e ele desabafou comigo, dizendo que o primo dele era “bicha” (como se chamava antigamente).

– Que papo é esse, FELIPE? O teu primo é meio adocicado sim, mas ser bicha?
– Tô dizendo… ele fica me tirando quando troco de roupa na frente dele (estavam no mesmo quarto), já acordei uma vez e ele estava me olhando, eu noto que ele faz questão de mostrar a bunda para mim, um bocado de coisa
– Em três dias já visse isso tudo?
– Claro, ele não perdeu tempo
– Mas é normal primos namorarem, disse rindo e com ironia
– Vai te lascar, porra
– Calma, agora todo mundo percebe que ele é meio meigo mesmo. E tem uma bundinha… (essa parte final falei tirando onda, para brincar apenas)
– Tá, nisso você acertou. Eu vi uma vez ele nu e a bunda dele parece de mulher
– Isso é amor, FELIPE
– Vai te lascar

A conversa ficou por aí e eu comecei a prestar mais atenção em RAFAEL – RAFA, como a gente chamava – e realmente os olhares dele eram mais dedicado a FELIPE, bem como os trejeitos dele não deixavam dúvidas mais para mim.

Eu já tinha esquecido esse papo todo quando FELIPE aparece lá em casa de noite, querendo falar comigo “um negócio”. A gente foi de bicicleta até um parque que tinha perto da nossa casa e conversamos. FELIPE fez mil rodeios e não falava. Eu às vezes pensava que já sabia do que ele ia falar e ele chegava com outro assunto, até que, respirou, pediu segredo para mim e disparou:

– Não conta para ninguém, mas eu comi RAFA, disse ele
– Comesse teu primo?
– Fala baixo! Foi, não aguentei, foi pressão demais
– E tu é viado também?
– Não, RAMON, vai te foder. Ninguém aguentaria não. Teve uma noite que eu me acordei com ele chupando meu pau. O fresco abaixou meu pijama e ficou chupando meu pau (a gente nem falava “boquete” à época). Eu dei uma tapa na cara dele, ele pediu desculpas, fez cara de choro, disse que se arrependeu, que não ia fazer de novo e suplicou para que eu não contasse para mamãe ou para minha tia.
– E como é que tu comesse ele então?
– Eu não disse a ninguém, mas RAFA começou a ficar nu na minha frente, se abaixava mostrando o rabo e…
– E… o que foi?
– Acordei um dia cedo e ele tinha dormido nu e estava com o rabo para cima, lindo, lisinho, tesão da porra. Eu fiquei vidrado naquela bunda e ele me viu tarando aquela coisa gostosa. Comi ele de quatro no quarto.
– Puta que pariu, quem come viado é viado!
– Nada disso. Eu comi o rabo dele e pronto.
– Só uma vez?
– (…)
– Só uma vez?
– Não, claro que não. Tô comendo todo dia.

E aí FELIPE me disse que RAFA está fazendo tudo para ele, como se fosse uma namoradinha, até a cama ele forra quando acordam (muito depois ele me confessou que viviam se beijando também, mas na época FELIPE negou).

– E vou lhe contar uma, RAMON
– O que é?
– RAFA tem uma bunda linda e deliciosa. Ele trepa demais.

Quando FELIPE disse isso, notou que meus olhos brilharam de inveja, pois naquela idade todo buraco é bem-vindo.

– Vou ajeitar ele para você, RAMON
– Vai te lascar, quero papo com bicha não
– Experimente e depois me diga.

Quando voltei para casa, bati uma punheta pensando em RAFA e na bunda dele. Dois dias depois, FELIPE passa em minha casa e diz que eu fosse na casa dele de tarde, sem falta, porque ele tinha ganhado um jogo da tia dele e ia jogar. Ele insinuou que era um jogo que a gente vivia querendo ter e não conseguia (confesso que não me lembro, mas não era jogo eletrônico, era de tabuleiro). Cheguei na casa de FELIPE e, ao entrar, descobri que não havia ninguém em casa senão o próprio FELIPE e RAFA. E não havia jogo algum.

– Qual é o jogo?, perguntei
– Que jogo?, respondeu FELIPE
– Que jogo? Você me chamou aqui para jogar
– Ah, era brincadeira minha, porque a gente vai ficar a tarde toda aqui e só assim você viria
– Meu amigo, você é muito safado mesmo. Liga a televisão ou vamos lá no quintal fazer algo.
– Tem uma brincadeira mineira que eu aprendi.
– Que brincadeira é?
– RAFA, explica a RAMON qual é a brincadeira
– Ah, na sua frente não posso. Tem de ser escondido e no quarto, falou RAFA com sua voz bem mais afeminada e com um olhar safado para mim
– No quarto?, perguntei não acreditando no que tinha ouvido
– Sim, querido. Nós dois apenas. Tem gente que chama de trenzinho. Eu na frente e você engatado atrás ah ah ah
– Trenzinho?
– Vem logo, RAMON, eu sei que você vai gostar

Eu me fiz de inocente mas meu pau já estava duro e os dois notaram. Fomos para o quarto, RAFA trancou a porta e foi tirando a roupa numa velocidade que, quando vi, já estava aquele branquinho quase sem pentelhos, um rola rosinha e pequena, mostrando a bunda realmente linda dele.

– Vai logo, menino, disse RAFA, já tirando meu calção

Eu nem tirei a camisa e, ainda em pé, RAFA já chupava meu pau. Se ele demorasse um pouco mais acho que gozaria na boca dele. RAFA se levantou, me deu um beijo na boca (levei um susto porém não o afastei, fazendo com que ele enfiasse a língua e desse o beijo mais foda que já tinha levado).

– Vem me comer logo, disse RAFA com voz baixa e feminina

Ele ficou de quatro na cama, ele deu as ordens, mandou eu dar uma cuspida no cu dele e em pouco meu pau já estava dentro, eu estava comendo aquela bunda linda. RAFA balançava a cabeça, me chamava de gostoso, disse que tinha notado meu interesse no cu dele, etc. Ele falava baixo por segurança. Gozei rapidamente, estava gostoso demais. O cu dele era quente, quente. A bunda linda, a pele macia, e RAFA ainda ficava todo mocinha dando a bunda. Quando puxei o pau, RAFA se levantou, botou um papel higiênico no rabo (tinha um rolo no quarto) e me deu um beijo e tanto.

– Eu sonhei com esse momento e adorei ser sua mulherzinha, RAMON
– Eu adorei também

Nos limpamos e voltamos para a sala, onde FELIPE ria demais, dizendo que tinha dado uma espiada na gente e que eu deveria ter adorado o jogo “mineiro”. A conversa ficou por aí, conversamos sobre o gosto de RAFA sobre dar a bunda, ele já dizia que curtia demais meninos e por aí foi. Nessa tarde eu comi RAFA mais uma vez e FELIPE também.

A partir daí, durante uns, sei lá, 8 ou 9 dias, eu e FELIPE comemos RAFA várias vezes, às vezes lá em casa, até no terraço de uma casa da rua que estava para alugar e foi muito triste para mim quando RAFA viajou de volta para Minas Gerais. A promessa era de que ele viria de volta para as próximas férias, só que isso jamais ocorreu.

Eu quando ia trepar com RAFA não queria que FELIPE visse, pois a gente se beijava muito, eu gostava de ficar por cima dele, ele de bruços, e eu o beijando por trás. Chupei muito, mas muito mesmo, aquele rabo lindo. RAFA tinha uma tesão no cu impressionante e gozava de tanto prazer.

Quando RAFA se foi, FELIPE me contou que tinha desabafado comigo porque RAFA tinha revelado interesse em mim também e, como FELIPE confessou, eu dividiria com ele a “pecha de comedor de bicha”, de tal modo que eu também teria de defendê-lo se algo vazasse. Ninguém nunca soube da nada durante anos, só muito tempo depois é que FELIPE começou a reconhecer que comia o primo – e nada falou sobre mim.

Eu e FELIPE já éramos universitários quando ele me disse que RAFA tinha virado travesti e me mostrou uma foto dele numa praia do Rio de Janeiro de biquini. PATRÍCIA estava linda e gostosa, fiquei com mais tesão ainda. RAFA contou que ela estava morando no exterior e que quando vinha ao Brasil ficava no Rio de Janeiro e dava uma passada em Minas Gerais, para visitar a mãe e a irmã (filha de outro marido da mãe dele). Sim, ele foi fazer programas no exterior e terminou por conhecer um gringo que virou seu marido.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,65 de 17 votos)

Por # # #
Comente e avalie para incentivar o autor

1 comentário

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder boneco ID:1cr2cs7hptrw

    linda estoria,
    Fiz muito isso, um pouco mais novo.
    Fui a putinha dos meus primos dos 5 aos 9 anos.
    Mas acabei casando com mulher, e continuo casado a 33 anos, mas ainda tenho muita cosquinha no rabinho.
    SEmpre procuro um cuzinho para comer , ou um pau para meter no meu cuzinho…
    Meu email : [email protected]