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Fiz da patricinha minha puta – meu puteiro particular – parte 2

2933 palavras | 6 |4.33
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Voltei pra casa com o coração a mil, eu não acreditava no que tinha feito, meses sem transar e finalmente eu tinha comido a menina dos meus sonhos. Eu comecei a ficar com um pouco de dó e um pouco de arrependimento, mas cada vez que eu lembrava dela chorando e da sensação da sua bucetinha apertada, eu ficava de pau duro e o tesão era maior que qualquer outra coisa. Cheguei em casa, tirei a roupa e deitei na cama exausto, meu pau ainda estava um pouco melado, mas eu estava muito cansado, dormi ali mesmo. Acordei no outro dia e era um sábado, esqueci de falar no outro conto que a noite em que tudo ocorreu era uma sexta, logo não tinha aula naquele dia. Comecei a pensar em tudo que eu tinha feito e lembrei que eu tinha gozado dentro da Ana Laura e comecei a ficar preocupado, ela não podia ficar grávida de jeito nenhum, então fui até uma farmácia e comprei pílula, fui até a casa dela e coloquei o remédio na caixa de correio e fui embora. Peguei o número dela no grupo da classe, nós nunca tínhamos conversado, mas mandei mensagem avisando que eu tenha deixado remédio pra ela na caixa de correio e as instruções pra ele tomar, mandei ela excluir a conversa para o caso de alguém ver ou do celular ser roubado. Ela visualizou e não respondeu. Passei o fim de semana inteiro me masturbando pensando nela, lembrando de cada momento, vendo as fotos que eu tinha tirado e cheirando a calcinha dela, sua calcinha era preta bem básica e tinha um cheiro maravilhoso, com algumas manchinhas no fundo, era uma mistura de cheiro de vagina com um pouco de suor, me acabei de tanto gozar.
No domingo a noite eu não aguentava mais me masturbar, meu pau já estava doendo e não saía mais nada dele. No outro dia fui pra escola meio nervoso, não sabia como reagir qdo visse ela nem o que eu ia fazer dali pra frente. Cheguei lá e ela tinha faltado, no outro dia ela também não foi e eu comecei a ficar preocupado. Mas não mandei mensagem nem nada. Eu tinha me masturbado tanto que decidi ficar uns dias sem bater uma, além do mais só a punheta não estava me satisfazendo, pois nada que eu tentasse chegava perto de meter em uma buceta de adolescente. Na quarta-feira ela foi pra escola normal, estava meio quieta comparado aos outros dias, mas conversava normalmente com as amigas, no pescoço tinham marcas fracas dos meus chupões, mas não chamou a atenção de ninguém. Eu estava nervoso em vê-la, mas ela me ignorou completamente, nem olhava para mim, como se nada tivesse acontecido. Eu estava confuso, também ignorei e não fiz nada. Eu havia enjoado de bater punheta, então deixei os dias passarem um pouco, sem me masturbar, esperando para ver como ela ia reagir. Meu tesão foi voltando conforme os dias passavam, mas eu não queria mais me masturbar, só pensava em comer ela de novo.
Mais ou menos uma semana e meia depois estávamos no cursinho noturno e eu a vi saindo da sala para beber água, esperei uns minutos e fui atrás, a vi de longe entrando no banheiro e fiquei aguardando. Ela saiu do banheiro e foi em direção ao bebedouro, me aproximei em silêncio e quando estava bem perto ela me viu chegando e me olhou assustada com um olhar de raiva e abaixou a cabeça de novo. Cheguei bem perto por trás e passei a mão em sua bunda, eu pensei que ela iria ficar brava, mas ficou quieta e começou a tremer de leve, percebi que ela estava assustada e ela falou com raiva:
“Sai de perto de mim, seu nojento filho da puta”
Olhei ao redor e não tinha ninguém, como era um cursinho noturno só para o terceiro ano eu médio, não tinham muitos funcionários na escola, os alunos estavam na sala com o professor e o inspetor provavelmente estava em intervalo. Me afastei um pouco e ela estava parada na minha frente enchendo sua garrafinha. Comecei a pegar no meu pau por cima da calça mesmo enquanto olhava aquela bunda enorme e gostosa na minha frente. Me aproximei e a abracei por trás, falando:
“Calma, Ana, eu tô morrendo de saudade de você, minha princesa, fiquei pensando em você todos esses dias”
Cheirei seu pescoço e coloquei a mão dentro da minha cueca, meu pau estava duro e babando, passei o dedo na cabeça dele e tirei a mão das minhas calças, meu dedo estava com um cheiro forte de pau, com um pouco de líquido pré-ejaculatório, comprimi meu pau contra a sua bunda e coloquei o dedo próximo do seu nariz, ela tentou afastar a cabeça, mas eu a segurei firme e mandei ela cheirar, fui passando em seus lábios e vi ela fazendo cara de nojo, apertei sua bochecha e enfiei o dedo na boca contra a sua vontade, senti a saliva e a língua quente envolvendo meu dedo e quase gozei só de sentir aquilo. Dei um beijinho em sua boca ainda a segurando por trás e a soltei, ela me olhou assustada quando eu disse
“Vou estar te esperando atrás da quadra quando acabar a aula, se você não estiver lá, já sabe”
Voltei andando para a sala e fiquei pensando nisso o resto da aula inteira. A quadra ficava longe das salas de aula e naquele horário não teria ninguém ali, além de quase todas as luzes estarem apagadas. Nós não teríamos muito tempo nem poderia fazer muito barulho, pois logo a escola iria fechar, mas pelo menos teria uns 15 ou 20 minutos pra aproveitar.
Não tinha nenhum lugar onde eu pudesse levar ela pra poder me aproveitar, a casa dela estava sempre com os pais e tinha câmeras por lá, eu morava com a minha mãe e tinha muitos vizinhos conhecidos que poderiam suspeitar de alguma coisa, eu não tinha dinheiro pra pagar nenhum motel. Era arriscado fazer aquilo na escola, mas até eu arrumar um lugar seguro, tinha que ser ali, além do mais eu não estava mais aguentando esperar.
Quando faltava uns 10 minutos para o fim da aula, eu saí da classe e fui discretamente para o lugar combinado, fiquei lá esperando, apertando de leve meu pau já meia bomba.
Se passaram uns cinco minutos do horário do fim da aula e eu já estava impaciente, com medo de ela ter contado pra alguém quando eu ouvi passos vindo na minha direção.. Era ela..
“O que você quer?” Ela perguntou
Eu estava com uma ereção enorme marcando na calça só de ver ela ali sozinha, assustada e vulnerável na minha frente, estava escuro, mas a pouca luz que iluminava de longe já era o suficiente para que eu pudesse ver seu corpo magro, suas coxas grossas e seus peitinhos marcando na camiseta.
“O que você acha que eu quero?” Eu perguntei com sarcasmo, enquanto apertava lentamente meu pau por cima da calça.
“Você não vai mais encostar um dedo em mim, seu doente nojento do caralho”
Eu ri e falei
“Para de se fazer de difícil, Ana Laura, se você não me obedecer eu vou te bater outra vez e além de te comer a força de novo, e ainda vazo todas aquelas fotos suas… Imagina todo mundo vendo a puta que você é, todos os meninos da escola batendo uma vendo vc.. imagina seu pai vendo vc toda gozada” eu dei mais uma risada, confiante, sabendo que estava no controle da situação “até ele ia bater uma vendo a gostosinha da filha dele sofrendo na pica”
Vi que seus olhos estavam cheios de lágrimas, mas ela tentava segurar o choro. Ela respondeu:
“Por que você tá fazendo isso?? Apaga os vídeos e deixa eu ir embora, por favor”
“Porque você é gostosa e eu morro de tesão em estuprar você”
Ela estava imóvel na minha frente em silêncio, me aproximei e disse
“Você sabe que não tem como fugir. Eu prometo que se você for uma menina bem obediente e comportada eu não te machuco tanto, só vou judiar um pouquinho”
Passei a mão em seu rostinho de menininha e olhei pra ela maliciosamente, ela ficou parada, indecisa, eu me aproximei e puxei seu corpo contra o meu, fazendo-a sentir meu pau pressionando nela. Tentei dar um beijo, mas ela virou o rosto, eu peguei ela pelos cabelos e puxei bem até ela sentir dor e disse sério:
“Vem cá, Ana, eu adoro quando você se debate e dá trabalho, mas hoje temos pouco tempo e logo alguém pode pegar a gente aqui, então me obedece logo”
Ela finalmente cedeu e relaxou o corpo, eu soltei o cabelo dela e tirei meu pau pra fora, comecei a bater uma de leve e a beijá-la, no começo ela só ficou parada, mas conforme eu enfiava a língua na boca dela, ela correspondia meio tímida e incomodada. Desci a mão e comecei a pegar naquela bunda enorme e gostosa, subi e apertei seus peitos, comecei a beijar seu pescoço e ela me empurrou um pouco, dizendo
“Só não deixa marca, se não meu pai vai ver e ficar desconfiado”
Que putinha safada, já estava até pensando em como esconder a puta que ela era. Concordei e enfiei a mão em sua calcinha, ela se afastou e tentou fechar as pernas dizendo “não” baixinho, eu peguei ela firme pelo pescoço e disse:
“Se você não obedecer e fizer tudo que eu tô mandando, eu vou te bater muito e você que se foda pra explicar pro seu pai”
Soltei o pescoço, puxei ela com força, e comecei a acariciar sua bucetinha, passava o dedo em sua rachinha e percebi que ela estremecia um pouco involuntariamente conforme eu mexia em seu clitóris, fiquei fazendo isso por um tempo então tirei a mão da sua calcinha e chupei os dedos.
O tempo era curto então peguei a mão dela e coloquei no meu pau
“Bate uma pra mim, Ana, olha como ele tá duro pra você, olha que pauzão grosso pra te deixar toda arrombada, cadelinha”
Ela começou um movimento de vai e vem lento, com um pouco de frescura ela lentamente ia se acostumando com a ideia de ser tratada igual puta. Sua mão era pequena e macia, quase nem fechava no meu pau, mas mesmo assim ela continuava o movimento, ela ia acelerando e logo senti que ia gozar. Olhei olhei no celular e não tinhamos muito tempo, logo alguém ia desconfiar que estávamos ali. Coloquei a mão em sua nuca e empurrei ela pra baixo
“Abaixa e me chupa, quero sentir essa boquinha gostosa”
Ela me olhou reticente com carinha de nojo e forçou a ficar em pé, meu pau estava babando e logo ela desistiu de resistir, pois já sabia que ia apanhar se não fizesse o que eu estava mandando. Ajoelhou na minha frente e olhou para o meu pau grande e duro na frente do seu rosto, fechou os olhos e colocou a boca, deslizando para frente e pra trás bem devagar. Naquele momento eu quase gozei só de sentir aquela boquinha ali, minhas pernas perderam a força e eu tive que me apoiar na parede, era uma das melhores sensações do mundo o boquete de uma ninfeta de 17 anos, sua boca era quente e a saliva envolvia minha pica deixando toda molhada. Ela passava a língua na cabeça do meu pau e aquilo me dava arrepios e fazia meu corpo inteiro tremer. Eu estava quase gozando quando mandei ela parar, tínhamos que acelerar, mas eu ainda queria aproveitar mais uns minutos.
“Como você chupa gostoso, sua putinha, tô quase gozando já”
Olhei para o seu rostinho todo babado e bati com o pau molhado de saliva na sua bochecha
“Chupa as bolas um pouquinho, Ana, cuidado com os dentes”
Ela fez uma cara feia e meio a contragosto colocou a boca no meu saco e começou a chupar delicadamente, envolvendo as bolas com a boca e as deixando empapadas de saliva. Deixei ela ali por uns momentos enquanto a vontade de gozar diminuia e logo coloquei ela pra mamar de novo, eu não conseguia me controlar, minha respiração estava pesada e às vezes eu deixava escapar um gemido baixo.. o som da boquinha dela indo e vindo enchiam aquele corredor quando eu tive uma ideia. Peguei meu celular e comecei a gravar, mandei ela olhar pra cima e peguei um dos melhores closes que eu já fiz, ela de joelhos com a boca cheia de rola olhando pra câmera com os olhos azuis de pena quase chorando
“Isso, Ana Laura, chupa gostoso… Cadelinha, eu gosto de você assim, bem obediente”
Ela começou a chupar com mais empenho e eu senti que ia gozar, desliguei o celular e coloquei a mão por trás da cabeça dela empurrando-a contra mim e fazendo aumentar a velocidade, ela chupava bem rápido e eu forçava sua cabeça fazendo o pau entrar cada vez mais fundo.
Ela começou a engasgar e quase vomitar, segurou nas minhas pernas e apertou com força tentando me empurrar, mas eu ignorei e continuei fazendo sua cabeça ir e vir com força no meu pau, fazendo ela tossir e engasgar. Eu sentia minha rola batendo no fundo da garganta dela enquanto Seus olhos lacrimejavam e ela tentava travar meu pau com os dentes, eu ri e disse
“Sem morder, cadelinha, eu tô quase gozando, aguenta só mais um pouquinho”
E continuei sufocando a garganta dela com o meu pau.. Senti que ia gozar quando ouvi o celular dela tocando, ela deu uns tapinhas na minha perna pedindo pra parar e eu soltei ela.. Tirou a boca do pinto e abaixou a cabeça ofegante, estava toda babada com os olhos vermelhos lacrimejando, ver aquilo me deu muito tesão, peguei meu celular e tirei mais fotos.. ela pegou seu celular ainda de joelhos e eu vi quem estava ligando – “pai”.. ela atendeu e aquilo me deu mais tesão ainda, a filhinha vagabunda chupando pau escondido enquanto fala com o próprio pai…
“Onde vc tá, filha? Tô te esperando aqui na frente da escola faz tempo e você não vem”
“Desculpa, pai, estava tirando uma dúvida com o professor e depois vim no banheiro, já estou indo”
“Tá bom, filha.. tá tudo bem? Sua voz tá estranha”
“Só estou com um pouco de dor de cabeça, pai, mas está tudo bem”
Ela disse que já estava indo e desligou o telefone. Eu punhetava frenético ouvindo aquilo, meu pau deslizava lubrificado com o cuspe dela. Assim que ela desligou o telefone, eu não aguentei agarrei nos seus cabelos, puxei sua cabeça pra trás com violência e jorrei porra em sua cara, fazia dias que eu não gozava, então meu saco estava cheio
“Toma leitinho na cara, sua puta, toma”
E vários jatos de esperma grosso caiam em seu rosto, olhei pra ela triunfante, ela estava com o cabelo um pouco bagunçado, os olhos vermelhos cheios de lágrimas, a carinha de filhinha comportada cheia de saliva e porra, uma delícia, tirei mais umas fotos.
Ainda tinha umas duas gotas de sêmen saindo da cabeça, mandei ela limpar, ela aproximou a boquinha cuidadosamente e começou a lamber o furo da glande, ela estava sensível por eu ter acabado de gozar, então eu estremeci conforme ela lambia.
Ela ficou de joelhos, esperando a permissão para ir embora, contemplei sua carinha de puta toda gozada e falei
“Dá vontade de mandar esses vídeos pro seu pai, só pra ele ver como a filhinha mimada dele virou uma putinha gostosa”
Passei a mão em sua cabeça, fazendo um carinho e garanto que enquanto ela fosse obediente e meu depósito de porra particular que ninguém ia ver aqueles vídeos. Ela se levantou, se limpou em uma blusa que tinha na mochila e eu liberei ela pra ir embora. Quando ela se virou para sair, aproveitei para dar um último tapa forte em sua bunda. Vi aquela novinha gostosa saindo andando, rebolando a raba pelo corredor.
Fiquei ali no escuro por uns minutos com o pau já mole mas ainda molhado de cuspe e depois também fui embora.
Naquele dia não tinha dado pra fazer tudo que eu queria por causa do tempo curto, mas eu ainda ia ter outras chances, agora Ana Laura estava nas minhas mãos e eu podia fazer o que eu quisesse a hora que eu quisesse com ela.

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6 Comentários

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  • Responder . ID:1ckmj7pddgi1

    Que nojo

  • Responder Luna de Cristal ID:on95lyifii

    Resolver isto era até relativamente simples! Na primeira vez que foi estuprada, ela ia direto para uma delegacia de mulheres te denunciar, não apenas pelo estupro, como também pela chantagem e às filmagens! Daí quando você fosse preso, “seus coleguinhas” bandidos, iriam adorar fazer a mesma coisa contigo! Pois, geralmente,eles sempre dão um jeito de pegar seres asquerosos assim e transformá-los na putinha particular deles! Seria maravilhoso e com toda e total certeza, iria te ensinar uma belíssima lição! E mesmo que não ensinasse, pelo menos,seria feita justiça por esta pobre moça!

    • Annonymousrj ID:1dm5np6kyuy6

      Teve um caso de uma garota de 15 anos que ficou 28 dias presa em uma cela com 30 homens

    • Annonymousrj ID:1dm5np6kyuy6

      E também tem um caso de um homem que ficou preso 7 dias em uma cela feminina, aí no caso as mulheres forçaram ele a comer elas

  • Responder Lex75 ID:nm2yrhi

    Se fosse ela levava uma arma e estourava teus miolos… E ninguém me julgaria por isso.

  • Responder Vaphi ID:1duoog2ypuaw

    Esperando a continuação