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Pagando a aposta pro meu primo. PARTE 9

3517 palavras | 6 |4.77
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Se assumir tem lá o seu preço a ser pago. Enquanto em casa o clima era um pouco tenso,entre Manuel e Anderson o clima era perfeito.

O tempo passou e com ele veio o retorno às aulas. Eu sempre estudei na parte da manhã, eu particularmente adorava retornar , rever os amigos e professores e conhecer os novos colegas de classe. As aulas de dança também veio com tudo, fazendo assim eu ficar super esgotado nas segundas, quartas e sextas, que por sinal eram os mesmo dias de roda de capoeira dos garotos , só que em horário diferente, a roda era a noite. Eu, Manuel e meu primo, continuamos com aquela mesma ideia inicial, de nos pegarmos a cada 15 dias, pelo menos até Anderson conseguir o tal local que ele ficou de arrumar. Manuel trabalhava no escritório do pai, já Anderson em uma loja de materiais de construção , por tanto, todos nós só estávamos disponível apenas no horário da noite.

E mesmo com tudo isso ocorrendo eu ainda tinha uma pendência a resolver com meu pais, eu tinha a necessidade de contar pra eles sobre minha homossexualidade. Um dia, numa quarta -feira pra ser exato quando cheguei da aula de dança, fui tomar banho, vesti uma roupa aleatória e fui jantar, eles estavam me esperando, gostamos de jantarmos juntos quando todos estão em casa. O clima era o mais agradável possível, e depois de muita descontração resolvi que aquele seria o momento da revelação.

Eu: Mãe e Pai preciso falar uma coisa pra vocês…

Ricardo arregalou os olhos, ele sabia que uma hora eu revelaria, só não sabia que era naquele momento.
E eu estava tremendo, suava frio, não sabia qual seria a reação deles.

Mãe: Fala querido? O que houve?
Pai: Se for dinheiro… ( brincou meu pai, rindo)
Eu: Não, não aconteceu nada. Mas tenho medo do que possa acontecer depois que eu falar.
Mãe: Fala que já tô preocupada.
Pai: Fala filho, o que houve?
Ricardo: Fala Renato! Começou agora termina.

Olhei pra cada um na mesa, finalizando com Ricardo sinalizando com a cabeça de uma forma positiva, logo após disso ele segurou minha mão e disse

Ricardo: Independente do que aconteça estou contigo nessa.

Meus pais se olharam, agora aflitos.

Eu: Eu sou gay!

Houve um silêncio por alguns minutos. E meu irmão continuava segurando a minha mão, só que agora apertava.
Minha mãe chorou, meu pai não demonstrava nenhuma reação

Mãe: Eu não queria ouvir isso, porém já imaginava, só que a gente nunca quer acreditar.
Eu: Eu sei mãe, ninguém cria um filho pensando nessa possibilidade.
Pai: Pois é! A gente não cria um filho pra ele virar viado.

Meu pai levantou da mesa e saiu da cozinha. Segurei o choro.

Mãe: Eu jamais vou te descriminar, eu te gerei, eu te amo meu filho. Como eu te disse, não criei você pensando nessa possibilidade, mas se essa é a sua natureza, eu te aceito da mesma maneira.

Eu e Ricardo levantamos e a abraçamos.

Eu: Obrigado mãe! O apoio de vocês é muito importante pra mim, pena que o pai teve aquela reação.
Mãe: Não se preocupa com o seu pai. Ele é cabeça dura mas tem um coração mole, com um tempo ele vai aceitar.

Mais uma vez a agradeci por me apoiar e por me amar incondicionalmente. Fui para o quarto e Ricardo veio junto.

Ricardo: Mano tu me orgulha! Você tem uma coragem e tanto. Não sei se eu teria a mesma coragem.
Eu: A melhor coisa que eu poderia ter feito, é melhor eles saberem por mim, além de tirar um peso das costas.
Ricardo: Imagino… Mano, lembra de Letícia né?
Eu: A sua peguete?
Ricardo: Agora nos finais de semana vamos nos encontrar. A cada semana um vai pra cidade do outro.
Eu: Pô maninho se vocês se gostam, vale a pena lutar, fazer um esforço pra ficar juntos.
Ricardo: E você? Tá ficando com alguém? Não gosta de ninguém?
Eu: Graças a Deus ainda não, as aulas de dança e a escola me deixam muito ocupado. mas se aparecer não descartarei.

Tive que mentir pra Ricardo, não passava na mente dele e ele nem estava preparado pra saber que o nosso primo e um dos amigos transava comigo.
Ricardo saiu do meu quarto e eu já estava no Whats, tanto no grupo dos meus amigos, tanto no grupo dos meus machos contando que havia me assumido para os meus pais.
Leitor, você tem ideia que na primeira vez na vida eu estava vivendo no 100 por cento? Era eu ali por completo, sem esconder, sem máscaras?

Não é preciso dizer que nas semanas seguintes meu pai nem olhava na minha cara, me ignorava por completo, por isso eu preparava meu prato e comia a minha refeição no meu quarto assistindo TV. Já minha relação com minha mãe não mudou em nada, ela é uma querida, sempre pedindo pra eu ter paciência pois todo mundo tem o seu tempo. Eu era paciente mas ao mesmo tempo eu tinha pressa.

Um dia após eu me assumir pra minha família, recebi uma mensagem lá no grupo 2 machos e uma puta.
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WhatsApp
2 machos e uma puta.

Manuel: Renato você vai estar de boa hoje?
Eu: Depois da escola sim.
Manuel: Tô pensando em fazer uma bagunça lá na casa.
Eu: Eu topo, só me falar a hora.
Anderson: Fala rapaziada! Tô dentro desse esquema aí.
Manuel: Anderson me chama no PV.

Alguns minutos se passaram.

Anderson: Renato, te espero aqui em casa as 18 horas. Fala pra sua mãe que vai vir pra cá.

Eu: Ok.

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O encontro com eles pra mim era um evento. E neste dia especificamente, eu cortei o cabelo, me depilei, passei hidratante e perfume no corpo e fiz a chuca . Me preparava pra ser deles. Fui com uma roupa bem simples. Bermuda jeans claro acima do joelho, uma camiseta vermelha cavadinha e um tênis branco.

Fui até a minha mãe, comuniquei que iria na casa tia e que comeria algo por lá.

Mãe: Só tome cuidado hein bonitão.

Eu ri, peguei meu celular e tirei uma selfie com ela e postei nos status com a frase:

Amor Incondicional que fala né?!
Meu pai reagiu com um ❤️ coração quase que instantaneamente.

Cheguei na casa da minha tia, e nem chamei, fui entrando como fazia quando dormia lá.
Como quem não quer nada, eu cumprimentei a minha tia, Amanda e tio Josival que estavam na sala. Fiquei ali, conversando com eles, que estranhamente me olhavam de uma maneira suspeita, até que Anderson surgiu de bermuda jeans, camisa do flamengo e chinelo havaiana,

Anderson: Pô cara! Você tá aí?!
Eu: Estava dando uma volta aqui por perto e resolvi dar uma passada aqu pra ver vocês.

Anderson pegou a chave do carro de seu pai.

Anderson: Pô coroa! Valeu hein. Qualquer coisa me liga. Renato, já que você tá de boa vamos dar uma volta?
Eu: Demorou!

Me despedi do povo e entramos no carro.
No caminho da “casa de foda” falei que meu pai agora me ignorava e de como achei estranho os olhares que recebi na casa dele.

Anderson: Sua mãe falou pra minha que contou pra casa inteira. Fingi que não sabia. Mas falei se você é um cara gente boa e que isso não seria um problema pra nossa familia. Mas Renato, você tem que entender que em alguns lugares você não vai ser bem vindo.

Chegamos no local desejado: a casa de foda! Ao abrirmos a porta, vimos Manuel, preparando a mesa de frios: presunto, queijo, salame, azeitona, tinha doritos também além de Coca-Cola e cervejas na geladeira.

Anderson: Cabeção tá inspirado hoje!
Eu: Tô vendo!
Manuel: Veja mesmo porque daqui a pouco você vai sentir ( brincou)
Anderson: Tô falando. Ele foi cedo no mercado pra fazer esse banquete.
Manuel: Espero que gostem.

Anderson foi no carro pegar algo..

Fui ajudar Manuel a finalizar a mesa, ele foi na geladeira pegou um chocolate, me entregou e disse que havia comprado pra mim e veio me dando o beijo. Me senti amado.

Anderson voltou e disse: Então a gente vai comer agora ou depois…

Olhou sacarstico pra mim.

Anderson: Tô falando da comida.
Eu: Eu sei…
Manuel: Acho melhor comer algo mais interessante primeiro.

Manuel veio atrás de mim e senti que ele já tava duro. Eu apertei aquele pau, já louco pra agachar e sugar como um bezerro.

Anderson me abraçou, ficando de frente comigo, formando assim “sanduíche”, eu era o recheio.

Anderson: Vai lá no banheiro, deixei algo pra você lá.

Prontamente, fui para o banheiro, onde havia uma sacola na pia. Lá tinha uma calcinha fio dental, não era nova, e um batom, ambos vermelhos. Coloquei a calcinha, e com muito cuidado passei o batom para não borrar, afinal nunca havia passado aquilo.
Enquanto me olhava no espelho, escutei músicas, o clima já estava mais que pronto.
Ao sair do banheiro, vi aquele dois homens sentados na cama, cada um com uma latinha de cerveja já nus e com o seus membros rígidos. Eles me comiam com os olhos ao me verem de calcinha.

Anderson: Dê uma voltinha pra gente visualizar a sua bunda.
Manuel: Caralho véi..

Girei lentamente e rebolando, provocando meus machos.

Anderson: Gostou da calcinha que peguei da sua prima?
Eu: Adorei.

Fui ao encontro deles. Peguei os dois paus e assim comecei a masturba-los.

Anderson: Qual piroca você vai cair de boca primeiro, hein puta?

Sem responder nada, abocanhei a pica de Manuel. Ele merecia afinal preparou tudinho. Sem demorar muito Anderson, mandou eu empinar a bunda e começou a me chupar. Não foi necessário tirar a calcinha, ele só a tirou da entrada da minha bunda.

Manuel: Olha pra mim! Quero ver esse meu pau todo molhado e com marca de batom.. Ouviu puta?
Nem precisava responder, eu estava ali para saciar os meus machos. O som das estocadas do pau de Manuel na minha garganta mostrava o quanto eu já dominava aquele pau com minha boca e como consequência Manuel gemia e me dava uns tapas na cara.

Anderson: Isso sua puta, chupa o caralho dele.

Anderson caiu de boca no anel do meu cu, eu sentia cada movimento de sua língua, e como puta que me tornei eu gemia no pau de Manuel, mas rebolava na língua de meu primo macho.

Anderson: Sai dai Cabeção. Tá na hora da puta degustar meu pau.

Anderson colocou a pica dele toda na minha boca, fazendo eu engolir aquele pau grosso de uma vez só.

Anderson: Não quero meu pau fora da sua boca! Chupa gostoso essa pica sua Cadela! Mostra que tu gosta.

E assim Anderson me fazia uma verdadeira cadela, socando aquela rola grossa dentro de mim, enquanto Manuel chupava meu cu, dando mordidas na minha bunda.

Houve então um momento que Manuel, parou de me chupar e começou a inserir seu dedos dentro de mim. E como já disse nos contos anteriores, meu ponto fraco é o cu. Ele mexeu no meu cu e ativou o meu modo de super puta. Incorporei a verdadeira puta, ainda de calcinha rebolando e gemendo bem fino…

Manuel: Essa porra gosta de ser fudido.

Tirei a pica da boca olhei pra atrás e disse;

Eu: Eu amo ser fudido por vocês!

Comecei a rebolar. Meu primo me deu um tapa na cara por ter tirado a rola dele da boca, mas o compensei mamando a aquela rola, eu agora que forçava a boca no pau dele. Ele delirava. Agora ele me acariciava ele, sabia que por seu pau ser grosso, era mais difícil de ficar com ele por muito tempo na minha boca.

Agora eu sentia mais dedos no meu cu. Eu não parava de rebolar. Quando Manuel colocou o terceiro dedo eu já estava louco, era dor e prazer ao mesmo tempo.

Anderson: Dá logo o que esse puta merece!

Manuel tirou os dedos, abriu a gaveta do criado mudo, pegou uma camisinha e a colocou. Cuspiu no meu cu e com carinho foi entrando.
Eu ainda continuava com o pau de meu primo na boca, que nessa hora até estava adormecida por estar sendo fodida por aquele pau. Anderson a tirou da minha boca e mandou eu lamber as bola e seu pau com a língua. Assim eu fazia, mas gemia e gritava de acordo como Manuel me fodia. Manuel bombava enquanto me xingava de todos os tipos de palavrão, Me botou de frango assado e não parou de me foder, ele parecia um tarado.

Manuel então se afastou.

Manuel: Vai lá manda ver!

Anderson me colocou de quatro e veio por atrás.

Anderson: Pô, tu enlargueceu essa puta.
Eu: Mete Anderson! Por favor.
Anderson: Ele gosta de ser arrombado.

E mais uma vez eu estava sendo fodido, Anderson era bruto, o vai e vem dele frenético, puxava meu cabelo, me inclinando pra trás e falava ao meu ouvido pra eu gemer e eu gemia. Gemia a cada estocada, meu cu, meu corpo estava em chamas.

Manuel estava na minha frente, se masturbava enquanto via eu sendo dilacerado por meu primo. Ele então tirou a camisinha e me colocou para mama-lo.
Eles me fodiam e todos nós gemiamos de prazer… Até que notei que eles pararam de gemer. E ao olhar pra cima vi Anderson e Manuel se beijando. Que imagem!
Manuel então pegou outra camisinha.

Ele estava mesmo inspirado. (pensei comigo)

Mas meu primo não parava de me foder. Até que meu primo deitou na cama. Mandou eu sentar em cima e me curvou.

Anderson: Agora você vai sentir dois pau dentro desse cu.
Eu: Como assim Anderson? Eu já quase não aguento um. Será que consigo?

Senti a mão de Manuel acariciar minhas nádegas.

Manuel: Consegue sim! Você é uma puta gulosa! Se não aguentar a gente tira.

Manuel teve uma certa dificuldade pra entrar com sua pica, já que a do meu primo já ocupava um certo espaço, mas com muito lubrificante ele me penetrou.

Eu gritava de dor, meu cu estava em brasas, agora sendo fodido por dois pau.

Manuel: Vamos meter até seu cu virar uma buceta.

E começaram me fuder gostoso, sem pressa. No começo era uma dor intensa mas com as metidas deles, eu sentia que estava dando conta de dois paus me fudendo

Eu: Isso seus machos safados! Me façam de puta.

Agora Anderson me beijava. Eu estava delirando, a sensação de tê-los de mim era maravilhoso.

Manuel tirou o seu pau, Anderson se levantou. Ambos ficaram na minha frente se masturbando e eu os chupava aleatóriamante. O tesão estava ali. Anderson e Manuel se beijavam enquanto eu os chupava. Eles começaram a urrar.

Manuel gozou primeiro, pouco tempo depois Anderson jorrou dentro da minha boca, eu bebi a porra dos dois não desperdicei nenhuma gota. Ao me levantar sou puxado, e em trio nos beijamos.
Que delicia, ambos estavam entregue ao prazer.

Fui ao banheiro, no caminho ganho um tapa na bunda de Andersom que diz que queria que eu ficasse de calcinha até na hora de irmos embora. Entrei no banheiro, limpei o batom borrado.

Fomos na mesa comer, agora a TV estava ligada, assim comemos vendo novela e conversando até que no meio do assunto eu disse;
Eu: Caralho, ver vocês se beijando me deixou muito excitado. Jamais pensei ver vocês se beijando.
Manuel: Nem eu.
Anderson: Ah! Me deu um puta tesão… Quando vi estava beijando ele.
Eu: Foi gostoso ver!
Anderson: Mas é só beijo nada mais do que isso. A não ser que Cabeção libera o cu pra mim.
Manuel: Duvido! Aqui atrás não entra nada. Só sai merda.
Anderson foi ao banheiro.
Manoel me chamou para perto dele, ao me aproximar recebi um dos beijos mais gostoso que ganhei na vida. Entendi que ele queria mais. Fui beijando e mordendo todo o seu corpo, ele parecia estar gostando porque ele se contorcia. Ele agora gemia gostoso de prazer.
Eu: Tu gosta né safado.
Manuel: Sim! Continua.

Ele se masturbava até que eu comecei a pagar um boquete gostoso pra ele. Ele agora me acariciava. Ele explorava a minha boca e eu aquele pau.
Enquanto ele foi pegar a camisinha e vi que Anderson estava sentado na mesa assistindo a nossa foda e batendo uma punheta.
Enquanto eu era penetrado por Manuel, eu gemia e encarava meu primo. Manuel segurava na minha cintura e socava.

Manuel: Olha Anderson! Que delícia!

Ele tirava o seu pau todo dentro de mim e depois o colocava. Eu não sentia dor, era prazer que eu sentia mesmo tendo todo o pau dele de tro de mim, que era maior do que de Anderson.
Eu gemia ainda encarando meu primo que tambem me encarava, pra provocá-lo disse:

Eu: Vai deixar ele me fuder assim?
Manuel: O cu dele ta larguinho.

E parecia estar afinal dois pau entraram de uma vez só ali.

Anderson se levantou. Manuel logo saiu.

Chamei Manuel e em seu ouvido pedi pra ele tirar os cadaços de meu tênis pois eu iria amarrar meu primo, afim de fazer a mesma coisa que fiz com Manuel quando transamos escondido.

Eu: Deita Anderson.

Ele deitou, mas quando viu Manuel trazendo os cadaço, estranhou.

Anderson: Que porra é essa?
Eu: Deixa eu te amarrar, você vai gostar.
Manuel: Deixa cara, ele quase não pede te nada.

Anderson aceitou. Eu e Manuel amarramos sua mãos na cabeceira da cama.

Anderson mesmo bolado riu e disse: Abusa do seu macho sua puta.

Eu: Eu vou aproveitar.

Comecei chupando ele. Ter Anderson sobre controle era muito gostoso. Ele só gemia. Eu lambia cada parte daquele pinto fui até as bolas… Desci lambendo suas da sua pernas até chegar no seu pé, eu beijava seu pé. Subi beijando todo seu corpo eu comecei a mamar seu peito, sem querer eu descobrir um dos seus pontos fracos, acho que nem ele sabia que era tão sensível ali. Anderson gemia de prazer, se contorcia. Que delícia.

Eu: Não goza. Nem você Manuel.

Manuel estava na cadeira se martubando.

Fui chupar seu pau novamente, aquele homem gemia descontroladamente. Mesmo pedindo pra mim para eu parar, eu continuava sugando, observando ele delirando de prazer.
Tiriei o seu membro de minha boca, e comecei a masturba-lo.

Eu: Você quer comer meu cu filho da puta?
Anderson: Cara para de bater punheta. Tô quase gozando. Quero te comer sim.
Coloquei a camisinha nele, levantei e sentei naquela pica e comecei a cavalgar. Anderson amarrado, não tendo o domínio, só gemia e não demorou muito, ele gozou.
Ao ver que ele havia gozado eu olhei pra Manuel que veio até a gente.

Eu; Porque não esperou pra gente gozar junto Anderson?
Anderson: Eu não consegui, você não parava de sentar caralho!

Então com Anderson deitado e amarrado, eu falei pra Manuel que iríamos gozar no barriga de meu primo.

Anderson: Tá de sacanagem? Vai se fuder!
Manuel: Tu tá amarrado Anderson…podia ser pior.

Manuel seguia batendo punheta junto comigo, começamos a se beijar até que gozamos praticamente juntos na barriga do meu primo.

Pedi pra Manuel desamarrar Anderson enquanto eu fosse tomar banho.

Anserson não se deu por satisfeito.
Entrou no box comigo e disse no meu ouvido: Eu devia te dar uma surra por vocês terem gozado em cima de mim.

Por um momento pensei que ele iria me bater, mas não, logo após isso Manuel também se juntou a nós e nos beijamos todos juntos novamente . Eu ensaboei aquele corpos e depois os dois me ensaboaram.
Anderson falou pra deixarmos a calcinha guardado por lá.
Depois do banho, arrumamos o local, embora Manuel fosse dormir por lá, eu peguei o chocolate que havia ganhado e nos despedimos de Manuel.
E seguimos de carro rumo para a nossa casa.

Eu: Posso te chupar?
Andsrson: Seu puto você meu pau tá sensível, acho que tá esfolado. Deixa pra próxima.

Quando cheguei em casa, meu irmão e meus pais estavam na sala. Dei boa noite e subi pro meu quarto.

No grupo do Whatsapp meus machos me elogiavam e falaram que essa havia sido a nossa melhor foda, que agora eu estava largadinho como uma puta.
Agradeci.. Fui deitar, e fiquei na cama degustando o chocolate e pensando que eu sim era um cara de sorte, depois disso eu apaguei.

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6 Comentários

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  • Responder Bsb novinho ID:muj51ezrk

    O pai do Manuel tem comer ele também imagina ele dar pro pai e pro filho caralhooooooooooooo

  • Responder Caiyur ID:fuor92ed0

    Ele fez DP, deu horrores e está andando de boa?? Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Responder Lírio ID:dlnu8y2d4

    Mds!!! Surtei com o beijo do A&M

    • Novinho ID:81ritu0m9b

      Não sei se daria mais tesão o Anderson dominando o Manuel ou o contrário 🤤

  • Responder Luiz ID:dlns5khrd

    Quando o irmao dele vai comer Renato ?

  • Responder Vitinhovipvp 😎 ID:gqb0tjk09

    Uau!!!