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O dia que vi a irmãzinha do meu amigo tomando banho

1950 palavras | 4 |4.00
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Curti muito a ideia desse perfil. Vou dar a minha contribuição também. Já vivi uma paradinha legal quando era menino, mas nada que merecia um conto completo. Mas já que estão pedindo histórias que rolaram de verdade, mesmo que simples, vou falar a minha.

Na época, eu tava na sexta série, tinha 12 anos. Meus hormônios estavam a mil. Qualquer coisinha me deixava de pau duro. Tipo quando dava pra perceber a marca da calcinha das mulheres na rua ou revista com fotos de mulheres de calcinha pra vender roupas íntimas. Nesse ano também eu comecei a virar homem, meu pau começou a ficar um pouco maior, já tinha uns cabelinhos e tocava uma todo dia. Sério, era todo dia mesmo mano! No banho, era de lei! E vez ou outra, antes de dormir. Quando era na cama, eu gostava de deitar de barriga pra baixo e ficar roçando meu pinto no colchão. Nessa época eu já tinha um pouco de porra, mas era tão pouco, que só molhava um pouco a cueca, nem chegava no short ou no lençol. Então eu dormia assim mesmo.
Eu era amigão do Pedro (troquei o nome real pra não dar merda). Ele era da minha sala, e a gente Vivia um na casa do outro.

Ele não tinha pai, e a mãe dele trabalhava num hospital num horário bem esquisito. Trabalhava 24h direto e folgava 2 dias. Quando ela estava de folga, o Pedro ia muito lá em casa. Eu tinha um super Nintendo, que era um vídeo game top na época, e não tinha irmãos. Aí minha mãe gostava muito dele ser tão meu amigo.

Mas quando a mãe do Pedro estava no serviço, aí ele tinha que ficar em casa pra olhar a irmã. Paula (também troquei o nome) tinha uns 8 ou 9 anos, não lembro direito. Mas por ser mais nova, a mãe do Pedro mandava ele cuidar dela quando tava no trampo.

O Pedro e eu estudava de manhã. E a menina de tarde. Então ela ficava sozinha quando a gente tava na aula. Aí o Pedro chegava um pouco depois de onze e meia e mandava a menina tomar banho e arrumar pra aula. E esquentava o almoço que a mãe deixava pronto pros dois dias que ela ficava fora. Mas era tão comum eu ir pra casa deles junto com o Pedro depois da aula, que a mãe dele já fazia comida em mais quantidade pensando em mim também.

Depois eu comecei a dormir lá quando não tinha aula no dia seguinte e a mãe estava no hospital. A mãe dele até curtia, pros filhos não ficarem tão sozinhos de noite. Foi aí que comecei a sentir um tesaozinho pela Paula. Mas quero deixar claro que hj não curto criança, meu negócio é mulher. Mas na época eu era moleque, meu pau ficava duro pra tudo.

Quando o escolar deixava a Paula em casa depois da aula, ela gostava de ficar na sala com a gente. Aí o Pedro mandada ela tirar o uniforme. Ela ia pro quarto e se trocava. Tinha dia que ela botava short e blusa, e tinha dia que era um vestido ou uma sainha. Era esses dias que eu ficava doido. Ela sentava de qualquer jeito, com a pernas abertas ou dobradas, e eu sempre conseguia ver as calcinhas dela. Conseguia até decorar. Era umas dez diferentes. Ela também tinha uns shortinhos curtinhos e larguinhos, que dava pra ver também. Conhecia tanto cada calcinha, que um dia ela abriu as pernas e vi uma verde que eu não conhecia. Então deduzi que a mãe da Paula tinha comprado novas peças. No dia seguinte tive certeza, pq ela estava com outra calcinha que eu também nunca tinha visto.

Quando era sexta, e eu ia dormir na casa do Pedro, eu levava meu vídeo game pra casa dele e a gente jogava até tardão da madrugada. A Paula chegava da escola e ia correndo jogar também. Ela gostava muito do Mario. Mas toda hora morria. Aí um dia eu pedi pra ela sentar no meu colo que eu ia ensinar ela como jogar bem. Mas ela me xingou, falou saí fora. Disse toda bravinha. Fiquei surpreso, tão novinha, mas nem tão bobinha.

Mas eu tinha outra estratégia que sempre dava certo. Eu brincava muito de lutinha com ela. Ela tinha que me derrubar e eu tinha que imobilizar ela. Quando ela vinha de saia, eu sempre conseguia virar ela de cabeça pra baixo, aí ficava com a calcinha toda de fora. Também esbarrava as mãos na bunda dela. Ela nunca demonstrou ter vergonha desses toques ou da calcinha aparecendo.

A experiência mais forte que tive com ela, ainda sim, não foi nada demais, mas na época eu fiquei até doido, foi quando nossa escola entrou de greve. Os professores da manhã pararam de trabalhar e nós ficamos em casa por umas duas semanas. Mas as aulas da tarde foram normais, então a Paula tinha que ir pra escola.

No primeiro dia de greve, a mãe deles estava trabalhando. Eu já tinha dormido lá essa noite. Já acordamos e fomos jogar. Quando deu mais de 11 horas, o Pedro mandou a Paula ir pro banho. Mas ela ficou indignada da gente ficar jogando e só ela ter que ir pra aula. Então ela começou a pirraçar.

Não obedecia o Pedro, continuava sentada no sofá jogando. O Pedro tomou o controle do vídeo game da mão dela. Mas ela continuou sentada de braço cruzado.

O Pedro toda hora mandava ela pro banheiro, e ela só pirraçando. Daqui a pouco o escolar ia passar e ela não tinha nem tomado banho e nem almoçado. Aí o Pedro pegou ela a força e foi empurrando ela pro banheiro. A Paula ficou com o corpo bambo de pirraça e se jogou no chão. O Pedro pegou os braços dela e começou a arrastar a irmã no chão em direção ao banheiro. O short dela foi saindo no atrito com o chão, e sua calcinha branca foi aparecendo.

Como ela não levantava, o Pedro me pediu pra ajudar. Levantei do sofá e fui no corredor onde eles já estavam. O short dela já estava quase no joelho. Só de ver ela com a calcinha toda aparecendo, meu pinto já começou a ficar duro.

O Pedro ainda mandou eu terminar de puxar o short e pegar ela pelas pernas. Puxei o short dela sentindo muita tesão. A Paula começou a espernear mandando a gente soltar ela. O Pedro ignorou e levamos ela até o banheiro. O banheiro deles era grande. Coube nos três lá dentro.

Ela estava deitada no chão do banheiro, e o Pedro mandou ela tirar a roupa e ir tomar banho. A Paula ignorou, ficando com os braços cruzados e fazendo beiço.

O irmão dela então foi tirar a blusa dela, mas ela começou a bater as pernas. O Pedro mandou eu segurar as pernas. Segurei. No movimento que ela fazia de abrir e fechar as pernas, a calcinha dela entrou um pouco na sua perereca, deixando uma marca muito nítida da sua rachinha no tecido. Eu fiquei louco com a visão. Meu pau estava tão duro, que chegava a doer dentro da cueca.

O Pedro consegui tirar a blusa dela. A Paula ainda não tinha nada de peito, era totalmente plano. Ela foi e começou a tentar bater no irmão. Meu colega segurou os braços da irmã, e mandou eu puxar a calcinha dela. Meu coração explodiu quando ouvi ele falando isso.

Aproveitei que a menina estava com os braços presos, coloquei cada mão de um lado da calcinha e puxei. Meu Deus! Quando vi aquela perereca toda branquinha, com os lábios bem gordinhos, sem nenhum cabelinho, não aguentei. Senti um jato saindo do meu pinto, melecando toda a minha cueca. Foi a primeira vez que gozei sem nem encostar no meu pinto.

A menina começou a chorar e a gritar pra soltar ela. O Pedro soltou os braços dela e foi abrir o chuveiro. A primeira coisa que a Paula fez foi tampar a bucetinha dela com as mãos. Mas agora era tarde, eu já tinha visto tudo.

A menina começou a mandar eu devolver a roupa dela. Mas o Pedro falou que só ia dar, depois que ela tomasse banho. Ela gritou de novo. Mas o Pedro falou firme novamente. Então finalmente ela obedeceu.

Levantou do chão, cobrindo a perereca e foi em direção ao chuveiro. Ela mandou a gente sair pra ela tomar banho. Mas o Pedro que já estava putaço com ela, falou que a gente ia ficar pra ver se ela ia tomar banho de verdade. Ele disse que quando a irmã não quer tomar banho, ela só molhava o corpo e saía.

A menina então entrou no chuveiro. O Pedro pegou o sabonete e deu pra ela. Só aí que ela tirou a mão da perereca e começou a esfregar seu corpo. Via no rosto dela que ela estava com muita vergonha de mim, tanto por ter feito pirraça na minha frente quanto por estar pelada na minha frente.

Eu disfarçar o olhar, mas sempre que podia eu olhava pra ela. A cena era maravilhosa, a água ia descendo pelo seu corpo, quando passava da cintura e chegava na bucetinha, a água se dividia em três linhas finas, uma de cada lado da perereca e um fiozinho passava no meio.

Depois o Pedro ainda mandou ela levar a perereca. Ela virou de costa e lavou. Depois, o Pedro deu uma toalha pra irmã. Ela enrolou correndo na toalha e foi pro quarto, marchando de raiva. Só ouvi ela batendo a porta do quarto com força e foi se trocar.

O Pedro foi esquentar a comida. Falei que tinha que ir no banheiro. Fechei a porta e abaixei meu short e cueca. Meu pinto estava duraço de novo, e minha cueca toda lambuzada. Peguei papel e tentei tirar o excesso. Ainda estava com muita tesão. Aí bati uma de verdade. Saiu um jato tão forte que não caiu no vaso, foi direto naquela caixa onde fica a descarga. Levei um susto, pq quando gozava, nunca tinha saído em jato antes, era sempre um pouquinho de líquido que saia devagar do meu pau e esse líquido caia no vaso.

Nos outros dias que durou a greve, a Paula sempre tomou banho quando o irmão mandava. Deve ter ficado com medo deu ver ela peladinha de novo. Aquela tinha sido a primeira e última vez que vi ela sem roupa. Mas lembro que fiquei meses batendo punheta lembrando dessa cena. Depois um colega conseguiu umas playboys do pai e compartilhou com a galera. Aí esqueci a Paula. Agora, depois de tantos anos, meu pau voltou a ficar duro com essa lembrança enquanto estou escrevendo aqui sobre o ocorrido.

Tomara que outras pessoas também contem suas histórias verdadeiras. Adorei. E desculpa qualquer coisa, não sou escritor.

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4 Comentários

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  • Responder Ash ID:g3is3er8m

    foi bom

  • Responder friendmiles ID:4pggmfw1q

    Muito bom

  • Responder Alguém ID:2cq8b7y0v2

    Adoro essas histórias que acho que são reais

  • Responder ID:4pggmfw1q

    Adorei, consegui imaginar a cena perfeitamente